História Darkmoon( Lua negra) - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saga Crepúsculo
Tags Anny Sistis Visconti, Jacob Black
Exibições 41
Palavras 1.357
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Macarrone


Capitulo 13: Macarrone da vovó.

E mai um sábado chegou, me acordando com  seus raios de sol!

O mentira deslavada, sabadão, com chuva, um frio de lascar, acordei batendo os dentes, minha coberta fofinha, jas no chão, meu cachorro folgado, estava la enrolado nela, cerrei os olhos, cachorro aproveitador, levantei brincando de amarelinha, o chão estava frio, não gente, essa casa esta pior que o meu querido barraquinho, mesmo que chuvesse mais dentro do que fora, sempre estava quente, enfiei as patas na pantufa de patinhas, eram fofás, duas patinhas de gato rosa, puxei meu hiper, mega, blaster, super, jumbo edredom, fiz como um urso pronto para hibernar e saltei na cama com tudo, fechei os olhos, e dirrepente!

_Piiii! Piiii! Piii! TUTS, TUTS, TUTS,TUTS, TUTS TE QUERO BEM...

_Despertador, filho de uma... quero dormir! Desliguei o despertador e voltei a sonhar com biscoitos gostosos.

Enquanto Ana dormia, sua avó preparava uma deliciosa massa  de biscoitos com ovos e farinha de avelã, depois com cuidado e agilidade ia fazendo pares redondos com a massa, uma delicadeza que só uma avó experiente poderia ter, os pos no forno que foi ligado no momento que a massa adentrou o forno, uma massa tão delicada tem de ser bem tratada se não endurece, queima ou vira borracha, já fazia tempo que não colocava a mão na massa, sempre doente, suas mãos doíam e as condições erão terríveis, nunca sobrava dinheiro suficiente para um doce simples, mais agora, ela poderia fazer todos os doces para agradar sua neta, sua, aninha, ela sabia que teria pouco tempo com a sua neta, não ela não iria morrer, nem desaparecer, ela somente mudaria, para melhor ou pior, assim que seu aniversario passasse, a meia noite do mesmo dia, seu corpo entraria em evolução, a lua cheia decidiria se ela seria uma Sistina do bem ou do mal, sua doce neta poderia se transformar na mais terrível mulher, assim como a sua filha, tudo que ela fez foi salvar a neta de uma mãe que perdeu o sentido de amor e carinho, e por mais que um dia sua neta soubesse da vedade a expulsando de sua vida, ela não se arrependia de manter ambos os pais distantes, isso evitou coisas terríveis.

Um cheirinho nosso se espalhou pela cidade, era alfafajor, alfafaajor docinho, cremoso, macio e pedindo para ser mordido, dizem que o que acontece em desenhos é imaginação, isso é por que ninguém viu a garota flutuando sendo levada pelo cheiro de sue tão sonhados alfafajor.

_EU QUEROOOOOO! A menina desceu o grito correndo pela casa e indo comer os seua alfafajor.

_Bom dia meu amor, estão quase prontos.

_Ai vozinha, não acredito que a senhora fez alfafajor de doce de leite. A avó gargalhou com a menina lambendo os beicos de fronte com o forno, se recordou da fazenda, ela nunca en!tendeu o motivo de sua pequena chamar os macarrone de alfafajor, desde pequenina ela não falava outra coisa se não alfafajor, era hilário.

_Anny! Cuidado para não se queimair na porta do forno minha linda, voceesta quase entrando no forno, va se vestir e volte para comer alguns. Essa palavra alguns era a chave, a menina correo para seu quarto e voltou em segundos, banhada e com uma bandeja vazia.

_Pronto vozinha, pode encher com alguns alfafajos!

Sentaram na mesa se deliciando com o biscoito da rainha, recheado com uma mistura segreta.

_Sabe meua amor, sempre quis saber o motivo de você chamar macarrones de alfafajor, pode me explicar? A menina estrava pondo dois biscoitos de uma vez na boca, e ainda com a boca cheia explicou.

_Ummm, dinha, na camsa do Nhooolau, aa Donha sinhaura fez macalloune e eu gfousti, maius, delicia, a senhora fez macarrone e ela fez alfafajor, eram a gostosos e recehados, mais um lembravam a macarronada do vovô que era muito ruim, ai eu resolvi chamar ambos de alfafajor, que me lembrava de chocolate e não de macarrão sem gosto do vovô.

Ambas gargalharam e passaram o café recordando do falecido avô, que tinha suas falhas, mais era a pessoa mais doce e generosa, as dez da manha Anny pegou um pote e encheu de seus alfafajor, pos na mochila e subiu no skate em direção a La Push, seu brinquedo deslizava suave nas estradas sem movimento, a uma certa distancia visualizou as casinhas de madeira, seu sorriso so almentou, Jacob a viu distante e correu para alcançala, porem bem na hora ela caiu rolando, ele disparou até alcançala respirando com dificuldade e tentando abrir a muchila.

_Anny< você esta bem?

_Musss, alfafa,fa,fa,fa o Deus dos doces quebrados, fica longe de mim.

_Quem? Vem eu te ajudo. Ele a levantou e ela abril a mochila deseperada, destampou algo que cheirava muito bem e tampou de novo para tristesa do lobo faminto.

_O meu baby fofo, mamãe não te quebrou delicia cremosa.

_Com quem você esta falando ? a menina olhou e sorrio amraelo e destampou o pote, retirou um biscoito e...

_Jakey meu querido! Abra a boca e fecha os olhos. O lobo mais que feliz abril a boca e fechou os olhos, sentiu algo sendo posto em sua linga e derretia em uma explosão de sabor, ele mastigou e sentiu que comia  nuves, macias e cheiaas de creme.

_TAMBEM QUERO! Paul gritou correndo em direção ao casal.

_EU TAMBEM! Quill berrou em seus calcanhares.

_DIGO O MESMO. Leah veio ultrapassando os pidões.

_Libera umzinho! Seth levantou a mão pedindo, Jacob emburrou na hora, Sis sorrio malvadamente e falou.

_Abrão a boca e fechem os olhos. Eles obedeceram e ela pos uma bala de gelatina caseira na boca de cada um, eles mastigaram e cuspiram, o casal gargalhava sem ar enquanto eram fuzilados por olhos raivosos.

_Poxa, eu queria biscoito! Essa meleca e ruim. Seth reclamou.

_Minha avó sempre falou, “não deve ser pedido o que deve ser oferecido”, vocês são gulosos e esqueceram as boas maneiras, mais agora vamos fazer o mesmo, fechem os olhos e abram a boca, mesmo desconfiados obedeceram, cada um recebeu um biscoito real na boca e gemeram em contemplação. A garota olhou pra Jacob e falou cantado.

_Eu digo delicia e você diz biscoito! Delicia.

_Biscoito!

_Delicia.

_Biscoito.

_Eu digo comer e você dis biscoito. Comer!

_Biscoito.

_Comer.

_Biscoito. As gargalhadas foram muitas, ate o momento que Paul roubou o pote de biscoito e comeu quase tudo, a menina pirou correu atrás, pulou nas costas dele ate derrubalo para pegar o que sobrou, mais Quill pegou o pote e devorou o que ficou, la catou os dois e exigiu que devolvesse o que comeram.

_Ai você vai ter de esperar um tempinho até ele sair, mais se quiser eu posso vomitar, não vai ficar a mesma coisa, mais garanto que sera colorido. Paul debochou, mais se assustou com o choro da garota que se agarrou no Jacob.

_Eu trouxe os biscoitos para seu pai Jake, buá, buá, buá.

_Calma pequena, valeu a intenção, vamos la pra casa, vou te apresentar a meu pai, o velho Billi, deixa esses mortos de fome, esses galas paraguaios ai sozinho, depois vou ter uma conversinha com eles. Jacob a levou até sua casa e adentrou a casinha vermelha, a menina observou tudo que tinha dentro da mesma, mexeu em tudo e olhou tudo, foi até a janela escutando rodas deslisarem pela estradinha de terra, sorrio e foi la fora abraçar o velho Billi, que se assustou com aquele serumaninho que o pegou desprevenido, Jacob ria da porta o fazendo perceber que o serumaninho era o imprinting do seu filho, sem perceber foi empurrado ate a sua casa, a menina tinha força e agilidade, o pos para dentro sem fazer alarde.

_Osenhor deve ser o pai do Jakey! Parecem muito, quer dizer, ao menos que ele seja adotado, o que seria lindo da sua parte, mais também tem a possibilidade dele ser seu sobrinho, mais são muito parecidos, ao menos que ele pareça mais com a mãe, fato curioso, todos os garotos daqui parecem gêmeos, e eu pen... jacob tapou a boca da menina sorrindo amarelo.

_Pai essa é a Anny, ela as vezes fala uito


Notas Finais


voltei com tudo


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