História Darkness - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook
Tags Bts, Hoseok, Jungkook, Tortura
Exibições 32
Palavras 2.098
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Drogas, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, estou escrevendo essa fic com uma grande expectativa, não esperando que muitas pessoas leiam, mas sim que gostem, pois me dediquei muito a este capítulo, mas enfim, espero que gostem e por favor, opinem independente de suas opiniões.
Obs.: Não imagino os meninos assim, escrevi a fic com a perspectiva de imaginá-los assim, como se eles tivessem sido muito reprimidos por qualquer que seja o motivo e a alma deles tivessem escurecido em qualquer que seja o sentido de escurecer, enfim.
Agora vamos para o capítulo em si, boa leitura!

Capítulo 1 - Jungkook


Era mais uma noite fria e escura, mais uma noite em que eu me questionava as sobre as tantas preocupações das pessoas em relação à várias coisas, uma delas era a morte. Eu não entendia o porquê de tanto remorso ao morrer alguém próximo.

Para mim a morte era algo muito simples, se tratava apenas de mais uma pessoa morrendo no mundo, se travava de mais um pessoa que morreu por algum motivo, seja lá qual fosse ele, eu não ligava, achava besteira, pois a vida é algo tão efêmero que não vale a pena ficar se importando muito com os outros. Talvez, por causa da minha opinião sobre a morte, muitas pessoas me denominem como um mostro insensível, no entanto, apenas me considero uma pessoa que vive a vida de modo a saciar todas as minhas vontades.

Eu havia prendido mais cedo um homem em meu porão, a fim de saciar algumas das minhas vontades. Então, desci até o meu porão para ver se o indivíduo já se encontrava acordado, pois não me traria prazer algum torturá-lo enquanto se encontrava desacordado.

Ao chegar lá, percebi que tinha acabado de acordar e mantinha em seu rosto uma expressão confusa e medrosa, isso já me proporcionava, de certa forma, uma pequena quantidade de prazer. Ver aquele homem ali, amarrado e com medo já era um colírio para os meus olhos.

Eu já havia demorado demais, estava na hora. Então, peguei minhas luvas, coloquei-as e comecei fazendo um simples corte na perna do indivíduo que ainda mantinha um olhar confuso.

- E-Ei, quem é você? Por que me sequestrou? Por que está fazendo isso comigo? – disse gaguejando o homem que se encontrava amarrado.

- Bem, eu poderia simplesmente não responder às suas perguntas, porém serei bonzinho nesse sentido. Quanto a mim, me chamo Jungkook ou o homem que fará dessas horas as piores e últimas da sua vida. E... Em relação às últimas duas perguntas, não preciso ter um porquê para te sequestrar ou te torturar, apenas estou saciando alguns dos meus sentimentos – disse a última frase jogando um pouco de álcool em sua ferida, ele apenas fez uma careta, algo me dizia que ele não queria demonstrar estar sentindo dor – Ah, e é melhor me obedecer ou as coisas serão piores, comece não fazendo mais nenhuma pergunta, ok? – ele apenas afirmou balançando levemente a cabeça, eu apenas sorrir de lado.

Então, continuei fazendo um novo corte por cima do que já havia feito, jogando, logo em seguida, um pouco de água oxigenada no corte, da boca do homem apenas saiu uma sutil expressão de dor. Enfiei a faca no corte, agora ele já se encontrava suado e respirava pesado, ofegante, e, por último, minutos antes de retirar a faca, soltou com grito. Senti uma alegria saindo do meu coração, aquele pequeno grito era música para os meus ouvidos.

Caminhei até um rádio que se encontra em meu porão e liguei-o, amava torturar ao som de uma música, atormentava ainda mais a vítima, passavam a lhe olhar com uma cara ainda mais assustada e medrosa, e foi exatamente isso que aconteceu.

- Então, está com medo? – pergunto sorrindo sadicamente, porém o indivíduo não responde, e assim continuo – Vou ser bonzinho, poderá, agora, escolher entre seus dentes e suas unhas, então, qual escolhe?

- Aish, por que está fazendo isso comigo? Eu tenho família! Filhos! Por favor, me deixe ir, não por mim, mas por causa dos meus filhos – diz o indivíduo desesperado.

- Ya! Mandei você parar de falar essas coisas! Não ligo para a sua família, seus filhos. Isso é tão medíocre, que importância isso tem, vai morrer um dia ou outro, que diferença faz ser hoje ou

amanhã? – digo já arrancando uma das suas unhas rapidamente e o homem gritou por tamanha dor sentida – Acabou de perder sua chance de escolher, mas garanto que as duas opções seriam bem dolorosas – digo sorrindo.

Assim, após arrancar a unha dele, sentei ao seu lado e comecei a espremer seu dedo para o sangue caísse em um recipiente, gostava de guardar o sangue de minhas vítima, era uma forma de lembrar o quão gratificante foi torturá-la, o semblante de medo na face de cada uma.

Após espremer desse dedo o máximo de sangue que pude, coloquei o dedo do homem em uma solução de álcool e sal, ele tentava tirar a mão, no entanto, não era possível, já que sua mão se encontrava amarrada ao braço da cadeira. Repeti o processo em todos os dedos de ambas as mãos e ao terminar o processo ele já se encontrava suado e dando altos gemidos de dor.

- Já está assim? Mas nem chegou a melhor parte! – digo divertidamente olhando bem em seus olhos, assim, a respiração do homem a sua frente acelera ainda mais – Será que devo partir para os dentes agora? Ou... Cortar a orelha com uma simples tesoura sem pontas? Hum, acho que cortar sua orelha será mais divertido, não acha? Bem, eu acho.

Dito isso, caminho até a mesa, pego a tesoura e um pouco de álcool, me dirigindo, logo depois, ao indivíduo. Com um algodão embebido de álcool passei a substância por toda a extensão de sua orelha, logo colocando o álcool que sobrara em um borrifador. Então, peguei a tesoura e comecei. Cortei primeiro, lentamente, a parte de cima da orelha, até que, depois de alguns segundos, arranquei o primeiro pedaço, o homem não continha os seus gritos, gritava, debatia-se e eu? Gargalhava. Borrifei um pouco de álcool na parte da orelha que havia cortado e continuei a cortar o restante, até que havia cortado toda a orelha dele, fiz o mesmo processo na outra orelha. E, por fim, para finalizar essa etapa, joguei uma quantidade razoável de água oxigenada.

Caminhei até uma distância razoável do indivíduo e o fitei, agora não eram só gritos, mas também lágrimas. O indivíduo ofegava e suava de maneira que nunca tinha visto antes. Cada segundo que passava olhando para ele minha alegria aumentava, se transformando em euforia.

Estava na hora de aumentar a dor, então peguei uma fita isolante e prendi a cabeça do homem na cadeira, para que, na próxima etapa, mantivesse a cabeça parada, causando mais agonia e dor. Assim, fui até a mesa cheia de instrumentos e procurei ali alguns pregos e logo que os achei peguei um martelo e fui até o homem.

- Ya! Não precisa disso! Por favor! Apenas me mate! Não é isso que quer? Que eu morra? Deixe de cerimônias e me mate logo! – suplicou o homem em minha frente.

- Não quero que simplesmente morra, quero vê-lo sofrer, vê-lo em agonia. Assim irei saciar meus sentimentos – disse de forma calma enquanto posicionava um dos pregos na região frontal da cabeça do homem.

Ao posicionar peguei o martelo e bati no prego com a força suficiente para prender o prego na cabeça do indivíduo. Ele gritou. Eu continuei até não ser mais possível entrar. A cada prego que eu colocava em sua cabeça ele gritava mais e mais sangue saia de sua cabeça, isso apenas me incentivava a continuar. Coloquei em torno de seis pregos em sua cabeça.

Agora o individuo se encontrava sem voz, chorando, soluçava, suava, implorava para que eu parasse, e eu? Apenas o olhava com um sorriso sádico e o deixava implorar para que eu parasse. Ver as minhas vítimas sentirem dor era um dos melhores momentos da minha vida, um dos momentos em que a euforia, ou até alegria, aflorava em meu coração.

- Então, agora estamos chegando nas partes mais legais, não concorda comigo? - digo deixando meu martelo em cima da mesa e voltando para o perto do homem.

Paro em sua frente, sua respiração fica mais pesada. Eu fico abaixado ao seu lado e puxo um de seus dedos para trás, como se fosse arrancá-lo, mas não o fiz, apenas causei medo, pois na verdade os quebraria no meio. Então, juntei todos os dedos de sua mão e forcei-os até que quebrassem. Gritos e mais gritos, gritos onde a voz nem mais existia.

Ver aquele semblante desesperado na face dele me dava uma sensação boa, uma das melhores da medíocre vida em que vivemos, uma vida onde sempre somos reprimidos e forçados a viver num padrão premeditado pela sociedade.

- Bem, acho que já passei tempo demais aqui, o deixarei em paz por alguns minutos, porém não se alegre muito, pois voltarei dentro de meia hora – digo enquanto saio do porão.

Havia passado em torno de três horas torturando aquele homem, me deu fome. Então, fui até a cozinha e fiz um ramén para comer, até por que precisava dar um descanso para o indivíduo, pois assim o próximo passo seria bem mais doloroso, falsas esperanças.

Comi o meu ramén e voltei para o porão, sim, já havia passado uns trinta minutos. Ao chegar lá o indivíduo se encontrava com a cabeça abaixada, levantando logo após a minha entrada.

- E agora? Pronto para a melhor parte? – digo enquanto arrastava para perto do homem uma superfície lisa e dura – Bem, acho que na próxima etapa é melhor o senhor ficar nisso aqui.

Pego um pouco de um produto que o faria desmaiar por alguns segundos e coloco no nariz dele, afinal não queria que ele fugisse quando fosse o trocar de lugar. Então, após ter certeza de que o indivíduo estava mesmo desmaiado o soltei da cadeira em que se encontrava e o coloquei deitado na superfície lisa que havia arrastado para perto dele, o amarrando nela logo depois.

Após trinta minutos o indivíduo acorda e eu já se encontra perto dele com uma faca. Então, comecei. Primeiramente, as mãos, peguei a faca e iniciei arrancando a pele subindo a partir da parte inferior do dedo. A vítima agonizava tanto que eu não conseguia parar de sorrir, meus olhos brilhavam ao ver aquela cena. Ele se debatia, no entanto, não tinha forças para lutar contra mim, além de estar amarrado, estava perdendo muito sangue, o que o deixava mais fraco que o normal.

Então, depois, a fim de causar mais dor, fui logo para a cabeça, já que logo o indivíduo morreria por hemorragia. Sendo assim, comecei arrancando a pele da parte superior da cabeça. Gritos, suor, lágrimas e tremedeira eram possíveis ser vistos ao olhar para o indivíduo, e sabe qual a melhor parte? Exatamente, saber que ele não pode fazer nada para se defender, a melhor parte era vê-lo implorar por misericórdia, lutar a favor de sua vida e saber que não dará em nada, saber que ele, ainda assim, terá uma morte extremamente dolorosa. Monstro? Eu? Não, como disse anteriormente, apenas sacio os meus sentimentos.

Após algum tempo, já havia arrancado a pele até o queixo do homem e a cada pedaço arrancado ele agonizava mais, agora já se encontrava quase desmaiado devido à perca de sangue e à tamanha dor sentida. Então, para “acordá-lo” peguei uma espátula de fazer bolo e bati com toda força no rosto dele, ele apenas fez uma careta, não tinha mais forças para reagir, já tinha desistido da sua vida, apenas esperava a morte, com um semblante não mais medroso, mas sim calmo, o que me fez concluir que estava na hora de matá-lo, pois se ele não reagiria mais não havia sentido em mantê-lo ali.

Assim, fui até um cofre que havia em um lugar mais escondido do porão e peguei minha arma. Cheguei perto do indivíduo, dei um tiro na cabeça e dois do lado esquerdo do peito para garantir que morreria, guardando a arma logo depois.

E, por fim, para que ninguém desconfiasse de mim, preparei uma banheira com ácido sulfúrico, para que ele corroesse a pele e os órgãos do indivíduo, os deixei lá enquanto fui limpar todas as coisas para que não fossem encontrados vestígios do crime, desde digitais até sangue. Após duas horas voltei para ver como se encontrava o corpo do homem, já havia ficado o suficiente. Então, esvaziei a banheira e transportei os ossos para uma bacia com água, para assim tirar o excesso do ácido onde estavam anteriormente imersos. E após tirar o excesso de ácido sulfúrico do ossos, os coloquei numa bacia com ácido fluorídrico para que assim todas as provas do crime fossem eliminadas. E assim foi feito, depois de mais umas três horas todos os vestígios do crime haviam sido eliminadas, menos o recipiente com o sangue do homem, o que guardei em um cofre junto com os outros, afinal, eu precisava de uma recordação de um dos melhores momentos da minha vida.


Notas Finais


Obrigada por lerem até aqui e espero que realmente tenham gostado!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...