História Darkness Angel - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Anjos, Fantasia, Justin Bieber
Exibições 196
Palavras 2.291
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu juro que tentei demorar mais um pouco, ou pelo menos até o dia 24 para postar, mas como é obvio não consegui.. só leiam as notas finais certo?

Boa Leitura.

Capítulo 16 - Questioning


— Você acha que Elliot matou alguém?

 

— Shhhh! — alertei Vee, olhando pelas mesas de laboratório para assegurar que ninguém estava entreouvindo.

 

— Sem ofensa, querida, mas isso está começando a ficar ridículo. Primeiro ele me atacou. Agora é um assassino. Foi mal, mas Elliot? Um assassino? Ele é, tipo, o cara mais simpático que já conheci. Quando foi a última vez que ele esqueceu de segurar a porta para você passar? Ah, sim, é verdade... nunca.

 

Vee e eu estávamos na aula de biologia, e Vee estava de cabeça baixa em uma mesa. Nós tínhamos que analisar a pressão sanguínea do pulso do nosso parceiro, e Vee supostamente deveria estar descansando silenciosamente por cinco minutos. Normalmente eu estaria trabalhando com Justin, mas o Treinador havia nos dado um dia livre, o que significava que estávamos livres para escolher nossos próprios parceiros. Vee e eu estávamos no fundo da sala. Justin estava trabalhando com um garoto chamado Thomar Rookery na frente da sala.

 

— Ele foi interrogado como suspeito em uma investigação criminal — sussurrei, sentindo os olhos do Treinador pairarem em cima de nós. Fiz algumas notas no meu caderno de biologia. O objeto está calmo e relaxado. O objeto já parou de falar há cerca de três minutos e meio. — A polícia obviamente pensou que ele tinha motivos.

 

— Você tem certeza que é o mesmo Elliot?

 

Vee passou seus dedos pelo estômago.

 

— É que é realmente muito, muito difícil de acreditar. E, aliás, e daí se ele foi interrogado? O importante é que ele foi absolvido. Eles não o declararam culpado.

 

— Porque a polícia achou uma carta de suicídio no apartamento da Halverson.

 

— E quem é Halverson?

 

— Kristen Halverson — eu disse impacientemente. — A garota que supostamente se enforcou.

 

— Talvez ela tenha mesmo se enforcado. Quero dizer, e se um dia ela disse, “Hey, a vida é uma droga”, e pulou de uma árvore com uma corda no pescoço? Isso acontece.

 

— Você não acha uma coincidência muito grande o apartamento dela ter mostrado evidências de arrombamento quando a carta foi encontrada?

 

— Ela morava em Portland. Arrombamentos acontecem.

 

— Acho que alguém a colocou lá. Alguém que queria Elliot longe de suspeitas.

 

— Quem iria querer Elliot longe de suspeitas? — Vee perguntou.

 

Olhei pra ela com meu melhor olhar de sarcasmo.

 

Vee se sentou reta com a ajuda de seu cotovelo bom.

 

— Então você está dizendo que Elliot levou Kristen até uma árvore, amarrou uma corda  em seu pescoço, jogou ela lá de cima, depois invadiu o apartamento dela e colocou uma carta falsa de suicídio que provava que ela mesma tinha se matado.

 

— Por que não?

 

Vee retornou o olhar de sarcasmo.

 

— Porque os policiais já analisaram tudo. Se dizem que foi um suicídio, eu acredito.

 

— E que tal isso — eu disse. — Algumas semanas depois de Elliot ser absolvido, ele se transferiu de escola. Por que alguém iria sair de Kinghorn Prep para estudar no CHS?

 

— Você tem um ponto aí.

 

— Acho que ele está tentando escapar do passado. Acho que ficou muito desconfortável estudar no mesmo campus onde matou Kristen. Ele está com a consciência pesada. — Encostei meu lápis nos lábios. — Preciso ir ao Kinghorn Prep e fazer algumas perguntas. Ela morreu há apenas dois meses. Todo mundo ainda deve estar fofocando sobre isso.

 

— Eu não sei, Nora. Estou sentindo vibrações ruins quanto a iniciar uma operação de espionagem no Kinghorn. Quero dizer, você vai perguntar sobre Elliot, especificamente? E se ele descobrir? O que vai pensar?

 

Eu a olhei.

 

— Ele só tem algo com o que se preocupar se ele for realmente culpado.

 

— E depois ele vai matar você para silenciá-la. — Vee deu um sorriso igual ao do Gato Risonho. Eu não. — Quero descobrir quem me atacou tanto quanto você, — ela continuou com uma nota mais séria na voz, — mas juro pela minha vida que não foi o Elliot. Eu repassei essa cena na memória, tipo, umas cem vezes. Não combina. Nem chega perto. Confie em mim.

 

— Ok, talvez Elliot não atacou você — eu disse, tentando satisfazer Vee, mas não querendo limpar o nome de Elliot. — Ele ainda tem muitas coisas contra ele. A) ele estava envolvido em uma investigação de assassinato, B) ele é quase simpático demais, é assustador, e C) ele é amigo de Jules.

 

Vee franziu o cenho.

 

— Jules? O que há de errado com Jules?

 

— Você não acha estranho que toda vez que estamos com eles, Jules vai embora?

 

— O que você quer dizer com isso?

 

— Na noite em que fomos para Delphic, Jules foi embora quase que imediatamente para usar o banheiro. Ele alguma hora voltou? Depois que eu fui comprar o algodão doce, Elliot  o encontrou?

 

— Não, mas aposto em problemas intestinais.

 

— Então, ontem à noite, ele misteriosamente ficou doente. — Esfreguei a borracha da ponta do meu lápis no nariz, pensando. — Ele parece ficar doente frequentemente.

 

— Acho que você está exagerando. Talvez... talvez ele tenha SIF.

 

— SIF?

 

— A Síndrome do Intestino Frágil.

 

Descartei a sugestão de Vee para vasculhar a minha mente à procura de uma resposta aceitável. Kinghorn Prep ficava à uma hora de distância de carro. Se a escola era tão rigorosa como Elliot dissera que era, como Jules conseguia tempo para vir a Coldwater visitá-lo? Eu o via todas as manhãs antes da escola no Enzo's Bistro com Elliot. Ainda mais, ele sempre dá uma carona a Elliot depois da escola. Era quase como se Elliot tivesse Jules na palma da mão.

 

Mas isso não era tudo. Esfreguei a borracha com mais força na ponta do nariz. O que eu estava deixando passar?

 

— Por que Elliot mataria Kristen? — Me perguntei em voz alta. — Talvez ela o tenha visto fazendo algo ilegal e ele a matou para silenciá-la.

 

Vee soltou um suspiro.

 

— Isso está começando a ir à terra do Isso Absolutamente Não Faz Sentindo Algum.

 

— Há algo mais. Algo que nós não estamos vendo.

 

Vee me olhou como se a minha lógica estivesse passando as férias em outro planeta.

 

— Pessoalmente, acho que você está vendo até demais. Isso está começando a se parecer com uma caça às bruxas.

 

E então de repente eu soube o que eu estava deixando passar. Isso estava me incomodando o dia todo, chamando do fundo da minha mente, mas eu estava muito concentrada em todo o resto para prestar atenção. O Detetive Basso havia me perguntando se havia algo faltando. E só agora eu notei que havia, sim, algo faltando. Deixei o artigo sobre Elliot no topo da minha penteadeira ontem à noite. Mas esta manhã – consultei minha memória para ter certeza –, o artigo tinha sumido. Simplesmente sumido.

 

— Ai meu deus — eu disse. — Elliot invadiu a minha casa ontem à noite. Foi ele! Ele roubou o artigo. — Desde que o artigo estava em primeiro plano, era óbvio que Elliot havia revirado o meu quarto de cabeça para baixo para me aterrorizar, possivelmente como punição por eu ter encontrado o artigo, em primeiro lugar.

 

— Espera, o quê? — Vee disse.

 

— O que foi? — perguntou o Treinador, parando ao meu lado.

 

— É, o que foi? — Vee ecoou. Ela apontou e riu de mim por trás das costas do Treinador.

 

— Hm... o objeto não aparenta ter pulsação — eu disse, dando um beliscão forte no pulso de Vee.

 

Enquanto o Treinador verificava o pulso de Vee, ela fingiu estar desmaiando e se abanou. O Treinador capturou os meus olhos com os dele, olhando-me sobre os óculos.

 

— Bem aqui, Nora. Batendo alto e forte. Tem certeza que o objeto não fez nenhum movimento, incluindo falar, durante os cinco minutos inteiros? O pulso não está tão lento quanto eu teria esperado.

 

— O objeto não concorda com a parte do não falar, — Vee se intrometeu. — E o objeto não consegue descansar sobre uma mesa tão dura. O objeto gostaria de propor uma troca de lugares para Nora ser o novo objeto.

 

— Não me faça mudar de ideia quanto a deixar vocês escolherem seus próprios parceiros — o Treinador nos disse.

 

— Não me faça mudar de ideia quanto a vir à escola — disse Vee docemente.

 

O Treinador lançou a ela um olhar de advertência, e então pegou meu caderno de anotações, seus olhos correndo pela página completamente branca.

 

— O objeto compara laboratórios de biologia com overdose de sedativos — Vee disse.

 

O Treinador deu um assobio alto, e todos os olhos na classe se viraram para nós.

 

— Justin? — ele disse. — Importa-se em vir aqui? Parece que nós estamos tendo um problema com parceiros de laboratório.

 

— Eu estava só brincando — Vee disse rapidamente. — Aqui... eu faço a experiência.

 

— Você deveria ter pensado nisso quinze minutos atrás — o Treinador disse.

 

— Por favor, me perdoe? — ela pediu, batendo os cílios de forma angelical.

 

O Treinador colocou o caderno dela debaixo de seu braço bom.

 

— Não.

 

Desculpe!  Vee fez com os lábios por sobre o ombro enquanto andava relutantemente para frente da sala.

 

Um momento depois Justin sentou-se na mesa ao meu lado. Ele juntou as mãos preguiçosamente entre os joelhos e manteve um olhar firme sobre mim.

 

— O quê? — eu disse, sentindo-me nervosa sob o peso de seu olhar.

 

Ele sorriu.

 

— Eu estava me lembrando dos saltos de tubarão. Ontem à noite.

 

Eu senti o usual peso no estômago que Justin sempre me fazia sentir, e como sempre, não consegui distinguir se era uma coisa boa ou ruim.

 

— Como foi a sua noite? — perguntei, minha voz cuidadosamente neutra enquanto eu tentava quebrar o gelo. Minhas aventuras de espionagem ainda jaziam inconfortavelmente entre nós.

 

— Interessante. A sua?

 

— Não muito.

 

— O dever de casa foi brutal, hein?

 

Ele estava gozando de mim.

 

— Eu não peguei no dever.

 

Ele tinha o sorriso de uma raposa.

 

— Então em quem você pegou?

 

Fiquei sem fala por um momento. Fiquei ali com minha boca entreaberta.

 

— Isso foi alguma insinuação?

 

— Só curioso com qual é a minha competição.

 

— Cresça.

 

O seu sorriso se alargou.

 

— Relaxe.

 

— Já estou andando em gelo fino com o Treinador, então me faça um favor e vamos nos concentrar na experiência. Eu não estou no humor de brincar, então, se você não se importa... — eu lancei um olhar severo para a mesa.

 

— Não posso — ele disse. — Eu não tenho coração.

 

Eu disse a mim mesma que ele não estava sendo literal.

 

Eu me relaxei na cadeira e pousei minhas mãos sobre o estômago.

 

— Avise-me quando os cinco minutos tiverem se passado. — Fechei os olhos, preferindo não ter que olhar os olhos de Justin me observando.

 

Alguns minutos depois eu abri uma fresta do meu olho.

 

— Acabou o tempo — disse Justin.

 

Levantei meu pulso para que ele tirasse a pulsação. Justin pegou minha mão, e uma onda de calor subiu pelo meu braço e terminou com um aperto no estômago.

 

— O pulso do objeto aumentou com o contato — ele disse.

 

— Não escreva isso. — Eu deveria soar indignada. Na verdade, soou como se eu estivesse lutando com um sorriso.

 

— O Treinador quer que sejamos honestos.

 

— O que você quer? — perguntei.

 

Os olhos de Justin se conectaram aos meus. No fundo ele estava sorrindo. Eu sabia disso.

 

— Com exceção, você sabe, daquilo  — eu disse.

 

Depois da escola fui ao escritório da Senhorita Greene para a nossa sessão. No final das aulas, Dr. Hendrick sempre mantinha sua porta entreaberta, um convite implícito para os alunos entrarem. Sempre que eu passava por esse lado do corredor agora, a Senhorita Greene mantinha sua porta fechada. Completamente.

 

Não Pertube estava implícito.

 

— Nora — ela disse, abrindo a porta assim que eu bati, — por favor, entre. Sente-se.

 

Seu escritório estava cheio de coisas e decorado hoje. Ela havia trazido várias plantas, e um painel com pinturas de plantas decorado estava pendurado na parede atrás de sua mesa.

 

A Senhorita Greene disse:

 

— Venho pensando muito sobre o que você disse semana passada. Cheguei à conclusão óbvia que o nosso relacionamento precisa ser construído sobre respeito e confiança. Não vamos mais discutir sobre o seu pai, a não ser que seja preciso.

 

— Ok — eu disse cautelosamente. Sobre o que nós íamos conversar?

 

— Ouvi algumas notícias decepcionantes — ela disse. Seu sorriso desapareceu e ela se aproximou, descansando seus cotovelos sobre a mesa. Ela segurava uma caneta, e a rolava entre as palmas das mãos. — Não quero invadir a sua vida pessoal, Nora, mas achei que eu havia sido perfeitamente clara quanto à minha preocupação com o seu envolvimento com Justin.

 

Eu não tinha muita certeza sobre aonde isso ia dar.

 

— Eu não tenho dado aulas a ele. — E, realmente, isso tinha algo a ver com o trabalho dela?

 

— Sábado à noite Justin lhe deu uma carona para casa de Delphic Seaport. E você o convidou para entrar.

 

Lutei para abafar um arfar.

 

— Como você sabe sobre isso?

 

— Parte do meu trabalho como psicóloga é guiá-la — Senhorita Greene disse. — Por favor, prometa que vai tomar muito cuidado quando estiver perto de Justin. — Ela me olhou como se estivesse esperando por meu juramento sagrado.

 

— É meio complicado, — eu disse. — Minha carona me deixou presa em Delphic. Eu não tive escolha. Não é como se eu procurasse oportunidades para passar mais tempo com Justin. — Bem, exceto por ontem à noite no Borderline. Em minha defesa, eu honestamente não esperava ver Justin. Ele deveria ter tido sua noite de folga.

 

— Fico muito feliz em ouvir isso — Senhorita Greene respondeu, mas ela não parecia muito convencida da minha inocência. — Tirando isso, há mais alguma coisa que você gostaria de discutir hoje? Qualquer coisa que esteja presa na sua mente?

 

Eu não ia contar que Elliot havia invadido minha casa. Eu não confiava na Senhorita Greene. Eu não podia meter meu dedo no meio, mas algo nela me incomodava. E eu não gostava do jeito que ela continuava insistindo que Justin era perigoso e não me contava o por que. Era quase como se ela tivesse uma agenda de espionagem.

 

Eu tirei minha mochila do chão e abri a porta.

 

— Não — eu disse saindo.


Notas Finais


Como eu disse lá em cima, eu só ia postar esse capítulo dia 24, porque? bem a fanfic completa 2 meses que está sendo postada nesse dia!1!! eu nem posso acreditar, passou tão rápido... Eu quero agradecer desde já a todos que estão acompanhando, aos favoritos e os comentários, isso me deixa muito feliz <3 sério mesmo, porque eu confesso que quando vim postar essa história aqui, fiquei com medo, porque a um tempo atrás eu comecei pela primeira vez aqui a postar uma história, então veio alguém e a denunciou, eu fiquei muito triste, porque tava dando tão certo sabe? e não quis retomar, fiquei com medo de acontecer de novo..ENFIM EU SÓ QUERO DIZER QUE EU SOU MUITO GRATA POR TODOS VOCÊS QUE ESTÃO ACOMPANHANDO E GOSTANDO :)

Em breve irie começar uma nova fanfic..

Caso no outro capítulo ( Sra. Greene) eu não tenha a amostrado, aqui está o link: http://3.bp.blogspot.com/-HyZvidlohV8/TpWNxsMoqBI/AAAAAAAAAXA/4di3V3X4wug/s1600/claire-holt.jpg


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