História Darkness Is Coming- As Trevas estão vindo. - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Medival
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Palavras 1.816
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oie amores! Mais um capítulo, e espero que gostem. Vamos comentar hein.... haha

Capítulo 26 - Capítulo 8


Fanfic / Fanfiction Darkness Is Coming- As Trevas estão vindo. - Capítulo 26 - Capítulo 8

 

Katy

Os Lordes de Garlan já estavam aliados a nós, e eu estava sedenta por sangue, fiquei sabendo dos horrores que minha filha estava sofrendo em Plairen e queria saber como Lady Serena deixava seu filho fazer isso.

- Milady! – curvou-se uma serva a mim que estava no jardim. – As bastarda de Myr estão no portão.

- Mande deixa-las entrar! – falei me levantando.

Fui até a sala onde Bash estava, era um garoto e tentava entender toda essa política e regras, e sempre me pedia conselhos sobre tais, desde que me casei sobre Thomas ele sempre me falou sobre tudo, cada casa, traições e revoltas, porque se um dia ele não estivesse perto queria eu ao lado de nosso filho.

- Ela chegou. – falei a ele que estava sozinho.

- Bom. – já se levantava quando interferi.

- Deixe que eu e sua avó falemos com elas primeiro. – qualquer palavra errada de Bash e não as teríamos ao nosso lado.

- Acha sábio? – ele me perguntou, foi como uma simples pergunta, não uma afronta.

Concordei com a cabeça.

- Então faça. – sorriu a mim.

Mandei chamar-me minha avó e enviarem as bastardas a uma sala com bebida e algo para comer.

- Espero que isso de certo. – falou minha avó ao meu lado arrumando seu colar.

- Eu também. – levei minha mão à maçaneta a virando e vendo três mulheres, que se levantaram.

- Milady! – falaram.

- Senhoras Mieke. – falou minha avó sorridente.

- Senhoras? – retrucou uma, presumia que era a mais velha,, Laurina, deveria ter uns vinte e cinco anos, tinha um pele morena clara, olhos escuros, e um cabelo preto preso em uma transa, usava roupas masculina e carregava uma espada.

- Estão comandando Myr, o que faz de vocês senhoras de lá. - minha avó falou, tentando ser agradável.

Sentamo-nos em uma mesa escura reta.

- Vamos direito ao assunto. – falou outra, de nome Fiona, era três anos mais nova que a outra, sua pele era de oliva, seus cabelos eram castanhos, e olhos verdes, era mais bela que a mais velha, usava um vestido negro que era aberto de um lado da coxa para baixo revelando uma calça escura de couro e uma bota marrom com um belo salto.

- Que assim seja. – falei. – Queremos uma aliança com Myr.

- E o que ganhamos com isso? – Laurina riu.

- O inimigo que temos em comum. – falou a outra se não me engano Taissa, ouvi que tinha vinte anos, tinha quase os mesmos traços de Fiona, mas seus cabelos eram loiros presos em coque, e era um pouco mais extravagante em suas vestimentas e joias.

- Nos ajude a derrubar Christopher e os Winster e terão todo o direito sobre Myr. – falei vendo-as a olhar entre si.

- E... – continuou Taissa.

- Querem nos extorquir mais o que? – minha avó e sua grande língua.

- Quando seu filho reconquistar Myr, queremos um lugar no conselho. – Fiona falava me encarando.

Respirei profundamente, mas não tinha outra opção que não fosse aceitar.

- Temos uma irmã, Sayra tem treze anos, ela é muito doente, e os remédios que precisa são feito de algumas folhas não temos em Myr devido ao nosso clima – desértico. – Queremos que ela fique em Plairen junta com uma de nós que ocupara o conselho, e que seja prometido ao seu filho Enzo. – falou Taissa.

- Não sabemos onde Enzo está, nem se está... – tentei manter o pior longe de minha cabeça.

- Sebastian... – começou minha avó.

- Não. – Laurina disse rapidamente. – Como eu disse ela é doente, não queremos isso para ela, dizem que um posto de rainha é uma honra, não por para mim e minhas irmãs. Minha tia foi estuprada e morta porque tinha um herdeiro em seus braços, e seria uma futura rainha. Mas não culpamos os Laurents, e sim os Winster que acharam que tudo ficaria bem fazendo uma aliança.

- Se seus filhos não forem encontrados, a aliança ainda se mantem queremos alguém bom e gentil para ela, não essa vida que decidimos seguir. – Fiona falou.

- Feito. – me levantei e dei a volta da mesa e entendi meus braços.

Laurina, como a mais velha, se levantou, agarrando suas mãos perto de meus cotovelos, e eu o mesmo nela.

Minha avó se levantou e pegou um papel em cima da escrivaninha que havíamos mandado fazer. – É só assinar. – ela me deu também uma pena e uma tinta.

Molhei a ponta da pena sobre a tinta preta e assinei meu nome no final, assim como as três irmãs.

- Minha avó as levará ao curandeiro, para que falem o que precisam para sua irmã. – falei olhando minha avó e não parecia animada com isso.

Eu tinha que avisar Bash sobre minha decisão, e quando entrei em sua sala ele logo se levantou, parecia ansioso.

- Como foi? – perguntou.

Fechei a porta, e fui até a cadeira me sentando em meu lado.

- Aceitaram se unir a nós.

Ele soltou uma respiração de alivio. Mas continuei o olhando.

- Se... – ele disse sabendo que havia algo mais.

- Querem um lugar no conselho. – ele concordou com a cabeça. – Forneceremos remédios para a irmã mais nova que é doente, e quando acharmos seus irmãos, ela se casará com Enzo.

Não eram muitas exigências em meu ponto de vista.

- Já aceitou? – perguntou.

- Sim. – peguei sua mão apertando. – Seja gentil com elas, e ignore qualquer grosseria que dizer a vocês, e reposta com gentileza.

- Tudo bem. – concordou.

 - Eu te amo. – apertei mais as suas mãos.

- Eu também mãe. – ele sorriu.

 

Mais anoite voltei para meu quarto, o luar refletia, entrando um faixo de luz pela cortina. Acendi as velas e sentei-me na cama. Nesses últimos dias, mal tive tempo para chorar por minha filha e marido, tive que ser forte, se Bash me visse fraca se sentiria da mesma forma.

- Ele também sente sua falta! – falou alguém nas sombras me fazendo quase soltar um grito de susto.

- Quem está ai? – peguei uma adaga que colocava encaixada entre a madeira da cama e o colchão, Thomas sempre tinha uma em seu lado, e fez o mesmo no quarto de nossos filhos, mas sempre disse que era para usar, caso não houvesse outra forma.

Eu vi a pessoa se aproximar da luz e retirar seu capuz.

Meus olhos se arregalaram.

- Deuses, você continua... – minha voz estava tão falha.

- Nova? – riu. – Ser bruxa tem suas vantagens.

Era Morgana. Continuava jovem, como o último dia em que a vi nem sequer um dia mais velha. Usava um vestido preto, longo com mangas de renda.

Eu não estava acreditando que estava a vendo.

- Está muito escuro aqui. – falou e vi todas as luzes, e a lareira acenderem me fazendo quase saltar.

Quando me casei com Thomas, tempos depois eu tinha ciúmes de Morgana, tinha medo de retornar e estragar minha vida.

- Ainda continua tão bonita. – falou se aproximando de mim.

Eu nem sequer tinha palavras, depois de dezesseis anos, nós nos reencontramos.

A abracei, se Morgana estava aqui, deveria ter algum motivo.

Ela se sentou na beirada da cama e fiz o mesmo. – Estou aqui por um motivo Katy, mas primeiro, tenho que ser eu mesma, e lhe dar direito a uma pergunta.

Era assim que começávamos uma conversa com Morgana, e a ideia me fazia querer rir.

Peguei a adaga e perfurei a ponta de meus dedos dando para Morgana provar.

- Minha família! – era tudo que me importava.

- O rei, o soldado, o ingênuo, o profeta, a conselheira, a protetora, a mercenária, a vitíma e a víbora. – respondeu-me.

Eu fiquei um tempo pensando, e me dei contra que não se referia apenas aos meus filhos, mas era uma resposta vaga, mas que poderia ajudar.

- No dia que deu direito a uma pergunta a mim e minhas amigas, poderia ter nos avisado o que iria acontecer, que Brandon Swann sequestraria minha irmã?

- Poderia, mas os Deuses ficariam furiosos comigo, não era meu papel atrapalhar o destino.

- Destino? Muitos morreram, era isso que os Deuses queriam?

- Então, se eu tivesse avisado, teria sido condenada a morte pelo fogo. – ela olhou as chamas da Lareira que começaram a se mexer rapidamente. – Lyanna seria casada com Tristan, e teria três filhos, Athur filho de Jordan Turner, Asheley de Tristan, e Mary Margaret de qualquer outro Lorde, e mesmo sem saber Tristan teria sua filha como preferida, sabendo que era errado amar uma mais que os outros. Daiana teria seu casal de gêmeos que teriam um relacionamento um pouco mais além do esperado, e outra filha, as pessoas a chamariam de prostituta, e Thomas ameaçaria matar qualquer um que o fizesse. Ariane se casaria com um jovem Lorde apenas pelo seu filho, Sasha seria instruída a casar-se com um Lorde de Harley, e então quando Thomas descobrisse através de sua língua solta que ele estuprava e batia em sua irmã, mataria o homem com suas próprias mãos, e então Sasha e Ariane fugiriam com toda fortuna de ambos os maridos. Lorena descobriria aos dezesseis anos que estava grávida de Brandon Swann, e se casaria rápido com qualquer Lorde de Plairen, para não perceberem. E você teria apenas quatro filhos, porque os Deuses lhe concederam uma filha de sua irmã, e uma de sua cunhada. E no final estaríamos todos perdidos porque tal requisito e sangue para a salvação não existiriam.

Suas palavras me deixaram espantadas, a batida de meu coração estava tão rápido que me assustava, ela dizia as palavras normalmente, e minha mente se focou em uma de suas frases, e Morgana parecia ter notado.

- Sua filha, Hanna, seria concedida a Tristan e Lyanna, seria tão protegida e amada por Tristan quanto era por Thomas. E Malia seria a terceira filha de Daiana. 

Agradecia por estar sentada, se não minhas pernas de desmontariam. Estava tão chocada e assustada. Um nó traçado em minha garganta me deixando incapaz de falar qualquer coisa.

- Eu não sei por que os Deuses fazem tais coisas, mas eles pesam que seja o correto, então não cabe a mim ou qualquer bruxa interferir. – respondeu me olhando.

- O sumiço das pessoas... – eu falava quando ela me interrompeu com um aceno de cabeça.

- Eu sou uma bruxa, e sinto outras quando estão perto de mim. Ainda não sei bem seus planos, mas é algo poderoso, pois a sinto tentar absorver nosso poder.

- Thomas ficaria feliz em vê-la, mas está morto. – doeu-me dizer as ultimas palavras, me levantei da cama.

- É sobre isso que vim até você Katy.

Virei-me a ela.

- Quando éramos mais jovens, ensinei a Thomas uma magia, ligaria seu corpo ao meu, veria tudo que vê, sentiria tudo que sente. – ela tirou a mão de sua enorme capa e vi marcas de algemas de ferro, sua pele estava afundada. – Ele está vivo


Notas Finais


Morgana voltou pessoal! Gostaram? E a surpresa que ela trouce junto? Comentem e deem suas opiniões. Até o próximo que sera de uma personagem nova, mas já citada da fanfic antiga ( ela era apenas um recém nascido) Alguma ideia?


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