História Darkness of family - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Bruce Wayne (Batman), Coringa (Jack Napier), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Pamela Lillian Isley / Poison Ivy (Hera Venenosa), Personagens Originais, Selina Kyle (Mulher-Gato)
Tags Drama, Romance, Sexo, Violencia
Visualizações 109
Palavras 2.503
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura puddinssssssss! ❤️❤️

Capítulo 7 - O que tem atrás da porta?


Fanfic / Fanfiction Darkness of family - Capítulo 7 - O que tem atrás da porta?

Harley Quinn 

 

 

-Joker mandou seus capangas liberarem o Batsy e começou a gargalhar. 


-Por que você vai liberá-lo, pudinzinho?      -Perguntei.


-Porque eu ficaria com ele aqui? A graça é ter o Batsy lá fora tentando me atingir. Esse é o jogo.       -Joker disse e gargalhou novamente. 


-Agora vamos brincar.     -Ele disse e me agarrou. 


-Eu estou cansada, pudinzinho.     -Falei. Eu realmente estou cansada. Parece que ele se esqueceu que eu quase morri afogada hoje. 


-Não interessa, você é minha.     -Ele disse e me arrastou com brutalidade até o quarto. 


-Pudinzinho, por favor.       -Falei. Joker olhou no fundo dos meus olhos e largou meus braços. 


-Desculpa. Desculpa, monstrinha. Eu estou fora de mim. Eu te machuquei?     -Ele perguntou e segurou delicadamente em meus braços. 


-Não me machucou, pudinzinho. Está tudo bem. Vamos tomar um banho e vamos dormir.      -Falei. 


-Na verdade, eu não vou dormir. Vou para meu escritório.     -Joker disse. Ele está estranho.    


-O que está acontecendo? Você está estranho.     -Falei com as mãos em seu rosto. 


-Nada. Eu... Só... Estou me sentindo o pior marido desse mundo. Eu não fui capaz de te salvar hoje, monstrinha. Se não fosse pela Lucy... 


-Eu estou aqui, não estou? Isso que importa. Eu sou forte, lembra? Eu vou lutar o máximo que eu conseguir. Nunca sairei do seu lado.      -Falei. 


-Tem noção do que poderia ter acontecido, Harley?      -Ele perguntou. 


-Eu sei. Mas já passou. Você pode me ensinar a nadar, pudinzinho?     -Perguntei. 


-Por que nunca tinha me pedido isso antes?     -Ele perguntou. 


-Você nunca se ofereceu. Eu pensei que você fosse negar.     -Falei. 


-E por acaso eu consigo dizer "não" para você?     -Joker perguntou e eu sorri. Fomos até o banheiro, tiramos nossas roupas e entramos no banho. Joker pegou o sabonete e passeou por todo o meu corpo. Quando chegou em minha intimidade ele massageou a mesma me fazendo arfar. Depois ele me prendeu contra a parede e me beijou delicadamente. 


-Amanhã eu vou te levar para um lugar e nós vamos fazer algo que não fazemos faz tempo.     -Ele sussurrou com uma voz sexy. 


-E o que seria?      -Perguntei sorrindo maliciosamente. 


-Surpresa.       -Ele disse. 


-Poxa, pudinzinho. Você sempre me deixa curiosa.      -Reclamei fazendo um biquinho. Joker gargalhou e depois saímos do banho. Coloquei uma camisola e ele uma calça de moletom. Nos aconchegamos na cama e adormecemos. 

 

 


Thomas Kyle Wayne 

 


-Não consigo dormir. Não consigo tirar a Lucy da minha cabeça. Por que essa garota mexe tanto comigo? Ela é tão marrenta. Deve dar um trabalho danado. Eu fico pensando se ela está tão mexida quanto eu. Do jeito que ela é linda, deve ter muitos garotos atrás dela. Será que ela tem namorado? Eu acho que não, mas... Sei lá né. Será que ela me olharia do mesmo jeito que eu olho para ela? Eu sou mais novo do que ela e além disso eu ainda sou virgem. Não sou mais BVL, mas ainda sou virgem. Será que ela é também? Preciso saber de todas essas coisas. Preciso conhecê-la melhor. Eu estou me sentindo um idiota nesse momento. Não posso me apaixonar por ela. Isso só me vai fazer sofrer. Mas o que eu posso fazer? Eu não controlo o meu coração. 

 

 


Lucy Napier Quinzel 

 


-Quem aquele garoto acha que é para pensar que me conhece? Ele não sabe nada sobre mim. Mas não posso negar que ele tem um chame absurdo. O jeito que ele me prendeu contra a parede... Eu não sei, senti uma coisa diferente. Mas não interessa. Além dele ser mais novo, ele é filho do Batman. Eu nunca ficaria com ele. Não estou conseguindo dormir de jeito nenhum. Então decidi sair de casa. Coloquei um short preto e um blusão branco com desenhos pretos na frente. Calcei um tênis preto, deixei meus cabelos soltos mesmo, fiz minha maquiagem de sempre e saí pela janela para nenhum capanga me ver. Fui andando escondida pela mata até que finalmente consegui sair. Fui até uma boca de fumo que é onde encontro meus amigos. Eu nunca usei nenhum tipo de droga ilícita e também não fumo, mas eu amo beber. Na verdade, eu não gosto, mas isso me deixa relaxada e eu esqueço todos os meus problemas. 


-Fala aí, Lucy.       -Renan disse. Ele é um dos meus amigos. 


-Quem é vivo sempre aparece.   -Candice disse. Ela namorada do Renan. 


-É... O que vocês têm aí?      -Perguntei. 


-Tudo que você quiser, bebê.     -Um garoto que eu não conheço disse. Deve ser novo por aqui, porque eu nunca tinha o visto. 


-Vodka então.      -Falei e me sentei ao lado de Candice. 


-Por que não vamos para outro lugar?      -O tal garoto disse enquanto alisava minhas pernas. 


-Me deixa.      -Falei. 


-Deixa ela, cara.      -Renan disse. 


-Vem.      -O garoto insistiu e tentou me beijar. Candice e Renan já estão completamente chapados. Eles saíram para transar em algum lugar por aí, me deixando a sós com esse garoto. Me levantei e saí andando. 


-Onde pensa que vai?     -Ele perguntou puxando meu braço direito. 


-Me solta!     -Gritei e me sacudi. 


-Qual é o problema? Você é virgem? É isso? Não se preocupe, não vai doer nadinha.     -Ele disse e me prendeu contra a parede. 


-Se afaste dela!      -Alguém gritou e puxou o garoto pela camisa fazendo com que ele caísse no chão. Olhei melhor e vi que é o Thomas. Ele começou a socar o garoto e o deixou jogado no chão. 


-Eu não precisava de ajuda. Sei me virar sozinha.      -Falei. 


-Eu não duvido que você saiba se virar sozinha. Mas você estava sim precisando de ajuda.     -Thomas disse e eu revirei os olhos. O garoto pegou um canivete e ia enfiar no pé de Thomas, mas eu fui mais rápida e dei um chute na cara dele o fazendo desmaiar. 


-Valeu.     -Thomas disse enquanto me olhava surpreso. 


-Agora estamos quites.    -Falei. 


-O que você estava fazendo aqui?     -Ele perguntou. 


-Não é da sua conta. Você estava me seguindo por acaso?    -Perguntei. 


-Não. Eu nem sabia que você estava aqui. Vim atrás de uma pessoa, mas parece que ela não está.      -Thomas disse. 


-Hum... Tá. Não me interessa.     -Falei e saí andando. 


-Um simples "obrigado" seria o suficiente.      -Thomas disse. 


-Você é insuportável. Obrigada. Satisfeito?     -Perguntei. 


-E você é marrenta.     -Ele disse. 


-Sou mesmo. Agora me deixa em paz.    -Falei e continuei andando. 


-Você não respondeu a pergunta daquele garoto. Sobre sua virgindade.     


-Se eu não respondi é porque isso não era da conta dele.     -Falei. 


-Então você é?     -Thomas perguntou e eu revirei os olhos. 


-Isso não é da sua conta também, mas se só assim você vai me deixar em paz então eu respondo. Sim, eu sou. Algum problema? Agora vai vir me agarrar também?      -Gritei. 


-Eu nunca faria isso.      -Thomas disse. Ficamos nos encarando em silêncio por alguns minutos até que ele se pronunciou. 


-Eu vou te levar para casa.     -Ele disse. 


-Acha que eu preciso de babá? Não, não vai.    -Falei. 


-Eu não estava perguntando.     -Thomas disse e pegou em um de meus braços. 


-Tá. Tá. Mas não me enche o saco.     -Falei e ele assentiu. Fomos caminhando em silêncio até que finalmente chegamos. 


-Prontinho. Não foi tão ruim assim, foi?     -Thomas perguntou. 


-Foi. Te olhar já é ruim.    -Falei e ele riu. 


-Você acha mesmo que essas palavras me atingem? Já passei por coisa muito pior. Bom, já fiz minha parte. Vê se fica em casa dessa vez.     -Thomas disse e saiu. Minha vontade é de sair correndo e beber aquela garrafa inteira, mas já desanimei. O que esse garoto faz comigo? Por que eu não tenho vontade de fazer nada depois que encontro ele? Por que eu não discuti com ele? Que ódio! Eu me odeio! Quer saber? Não, eu não me odeio. Eu odeio ele! Entrei em casa e fui para meu quarto. Coloquei meu pijama e dormi. 

 

 


Harley Quinn 

 


-Acordei e vi que meu pudinzinho não está mais ao meu lado. Mas tinha um bilhete. 


"Docinho, estarei ocupado hoje. Pede um de meus capangas para começar a te ensinar a nadar. A noite estarei de volta."     


-Poxa. Vou passar o dia sem meu pudinzinho. Mas pelo menos ele deixou um de seus capangas me ensinar. Já que não tenho nada para fazer mesmo, vou começar agora. Levantei, fiz minhas higienes matinais, coloquei um biquíni vermelho, amarrei uma canga em minha cintura e depois fui até a sala dos capangas. 


-Bom dia, meninos.      -Falei animada e sorridente.      


-Bom dia, Harley.     -Eles disseram. 


-Vocês estão muito ocupados agora? Algum de vocês poderia me ensinar a nadar?       -Perguntei. 


-O que pensa que está fazendo, Harley?     -Johnny sussurrou em meu ouvido. 


-São ordens do Mr. J, Johnny Johnny. Olha o bilhete.     -Falei e mostrei o bilhete para Johnny. 


-Então tudo bem. Mas você sabe... 


-Qual é o problema?     -Perguntei. 


-Você sabe que os capangas são loucos por você, não sabe? Eles vão tentar alguma coisa aproveitando que o Mr. J não está em casa.     -Johnny disse. 


-Poxa, Johnny. Falando desse jeito parece até que você está me tratando como uma piranha. Você sabe que eu jamais trairia meu pudinzinho. Eu não sinto desejo por nenhum outro homem.     -Falei. 


-Eu sei, Harley. Eu confio em você. Não confio neles. Eu estou dizendo isso, porque não quero que o Mr. J desconte a raiva dele em você depois.     -Ele disse. 


-Obrigada por se preocupar comigo. Mas fique tranquilo. Eu não vou deixar eles fazerem nada. Por que você não me ensina?    -Perguntei. 


-Porque hoje não dá. Mr. J me deu várias coisas para fazer. Estou saindo agora com o Panda e mais alguns capangas. Se cuida.      -Johnny disse e eu assenti. 


-E então?     -Perguntei. 


-O Roger não está ocupado. Ele pode te ensinar.      -Johnny disse e olhou sério para o Roger. Ele assentiu entendendo o recado e foi até a piscina comigo. 


-Então, Roger... Me desculpa te dar esse trabalho. É que... 


-Não tem problema, Harley. Essa é a melhor coisa que eu estou fazendo desde que comecei a trabalhar aqui.      -Ele disse e eu engoli seco. 


-Podemos começar?    -Perguntei. 


-Vem.     -Ele disse e mergulhou na piscina. Mergulhei logo depois e ele me segurou. Ele me dizia o que fazer enquanto eu prestava bastante atenção. 


-Entendeu?     -Ele perguntou e eu assenti. Então me posicionei ele colocou as mãos em minha cintura. Fiz o que ele me pediu até que decidimos parar um pouco. Ele me colocou sentada na borda da piscina e ficou me encarando. 


-Você se saiu bem.     -Ele disse. 


-Obrigada.       -Falei. 


-É sério. Você vai aprender rápido.     -Ele disse e eu sorri. Percebi que ele não parava de olhar para minhas pernas e meus seios. 


-Vamos continuar?     -Perguntei. Ele assentiu e segurou em minha cintura para me colocar na água novamente. 


-Eu consigo sozinha.     -Falei e tirei suas mãos de minha cintura. Entrei na piscina novamente e segurei na borda. 


-Agora vamos fazer um exercício diferente.     -Ele disse e apertou minhas coxas. 


-Me solta.     -Falei. 


-Por que? Seus filhos estão na escola e os capangas não estão em casa. E o Joker também não. E não vai voltar tão cedo.      -Ele disse e me prendeu contra a borda da piscina. 


-Já mandei me soltar.      -Falei. 


-Acontece que eu não recebo ordens de você.     -Ele disse debochado e apertou minha cintura. Maldita hora que eu fui entrar na piscina novamente. Se eu estivesse no chão eu já teria dado uns belos chutes nele. Quando Roger apertou minha cintura novamente dei uma joelhada no meio de suas pernas e ele soltou um grito. 


-Roger, Roger, Roger... Você é um homem morto.     -Joker disse com sua voz rouca. 


-Não é o que você está pensando, Sr.     -Roger disse enquanto se afastava de mim. 


-E o que eu estou pensando? Você pode me dizer?    -Joker perguntou. Roger saiu da piscina e tentou fugir, mas Joker atirou em seu joelho o fazendo cair no chão. E depois foi até ele. 


-Eu poderia te torturar, mas tenho coisas muito melhores para fazer agora e não estou afim de perder tempo com um idiota como você. Você não é útil para mim. Nunca foi.     -Joker disse e atirou várias vezes na cabeça dele. Saí da piscina e me enrolei na toalha. 


-Pudinzinho, eu... 


-Eu sei, monstrinha. Não foi culpa sua.     -Ele disse e eu estranhei. 


-Por que você está tão calmo?     -Perguntei. 


-Porque o dia hoje será bem longo. E está só começando.      -Ele disse sorrindo maliciosamente. 


-Por que você chegou tão cedo? Não ia chegar só de noite?      -Perguntei. 


-Já estou saindo novamente. Esteja pronta às 20h:00. Nós vamos sair.       -Joker disse e eu assenti. Depois ele me deu um selinho e saiu. Não entendi nada, mas ok né. Fui para o quarto, enchi a banheira e entrei na mesma. Coloquei bastante sabão, é claro. Amo banho de espuma. Fiquei lá por horas até que decidi sair e começar a me arrumar. Meu pudinzinho não me disse para onde nós vamos, então não sei se preciso ficar muito arrumada ou não. Na dúvida vou colocar uma roupa nem tão arrumada nem tão relaxada. Coloquei um vestido vermelho com uma manga curtinha e um decote notável. O vestido é curtinho e rodado. Me maquiei, fiz minha maria chiquinha, me perfumei, e por fim calcei uma rasteirinha.  Desci as escadas e meu pudinzinho já estava lá me esperando. 


-Agora você vai contar para onde nós vamos?     -Perguntei. Ele sorriu e balançou a cabeça negativamente. Fiz um biquinho triste e ele me beijou. E que beijo maravilhoso. Já estou completamente entregue à ele. Joker parou o beijo e me levou até sua Lamborghini. Ele está tão cheiroso, como sempre, e tão lindo, como sempre também. Entramos na Lamborghini e partimos. Alguns minutos depois, comecei a perceber um caminho esquisito. Um que nunca tínhamos feito antes. 


-Pudinzinho, que lugar é esse?     -Perguntei. 


-Já estamos chegando.     -Ele disse. Mais alguns minutinhos se passaram e parece que finalmente chegamos. Ele estacionou seu carro em frente a uma mansão em um local completamente abandonado. Não tinha nada nem ninguém. Apenas essa mansão. Ele saiu do carro e estendeu a mão para mim. Saí também e fiquei o encarando confusa. 


-De quem é essa mansão?    -Perguntei. 


-Minha, é claro.      -Ele disse. 


-Por que nunca me trouxe aqui?     -Perguntei. 


-Porque... Bom, você sabe que meus gostos são bem peculiares, não sabe?     -Joker perguntou e eu assenti confusa. 


-Então está na hora de te mostrar o que tem nessa mansão.       -Ele disse. Então entramos na casa e eu me surpreendi com o tamanho. É enorme e muito linda. Muito mesmo. Sempre soube que meu pudinzinho tinha bom gosto. 


-Siga-me.     -Ele disse e assim eu o fiz. Subimos até o segundo andar e depois até o terceiro. O terceiro andar tem poucos móveis e uma porta preta ao fundo do corredor. 


-O que tem atrás da porta?      -Perguntei. 


-Abra.     -Joker disse apontando para porta. Ele está agindo muito estranho. Eu estou ficando com medo. Fiz assim como ele mandou, abri a porta. Quando ele acendeu as luzes engoli seco ao ver o que tem dentro dessa sala. 

 


Notas Finais


Oq vcs acham que tem atrás dessa porta hein? 😈😈. Se vcs quiserem fazer alguma pergunta para os personagens, diga nos comentários que aí eu respondo encaixando na história, que nem eu fiz uma vez na 1 temp.


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