História Darling of America II - Capítulo 3


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Categorias Alexandra Daddario, Jensen Ackles, Justin Bieber
Personagens Alexandra Daddario, Jaxon Bieber, Jensen Ackles, Justin Bieber
Tags Alé, Alexandra, Dean, Jaxon Bieber, Jensen, Jus, Justin Bieber
Exibições 241
Palavras 1.733
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Famí­lia, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLHA QUEM VOLTOOOU.

Oi gnt, então eu sei que disse que só iria postar de sexta, mas toda quinta um cap está pronto. Estou adoraando a aceitação de vocês, não há nada mais lindo e que me deixa mais feliz.

Um hot da nossa querida Tesouro.

Boa leitura.

Capítulo 3 - Corpo e Alma


Fanfic / Fanfiction Darling of America II - Capítulo 3 - Corpo e Alma

    Abri a porta de casa rindo muito com uma piada idiota que Jensen tinha acabado de fazer. Jaxon estava concentrado em conseguir terminar um sorvete enorme que ele viu na rua.

— Isso é mais esquisito que…

— Papai. — Jaxon gritou e correu.

    Meu coração gelou e fui obrigada a seguir meu filho com os olhos até encontrá-lo em volta de dois braços tatuados. Justin estava ali fazendo o que? E porque estava tão… lindo? Procurei por Luíza e ela estava em sua poltrona, nossos olhares se encontraram e ela deu de ombros como quem dizia “eu não tive outra opção”.

    Lentamente olhei para Jensen com medo de que ele estivesse bravo, pensando que marquei um encontro com Justin aqui e não o avisei, mas ele estava tranqüilo. Jensen assistia toda a cena com os braços cruzados e um semblante despreocupado, só de olhá-lo meu coração já bate mais forte.

— Mamãe você não vai falar com o papai? — Jaxon perguntou depois de alguns minutos/séculos que fiquei parada em frente à porta.

— É… oi Justin. — disse indo cumprimentá-lo.

    Minha intenção era só um beijo no rosto, mas ele foi mais fundo e me abraçou forte colocando sua cabeça entre meu pescoço depositando um pequeno beijo naquela área. O empurrei devagar para que ele não se sentisse ofendido, mas percebesse que aquilo foi demais.

    Afastei-me e voltei para perto de Jensen, Justin tinha um sorriso safado, igual aquele de galã pilantra dos filmes de adolescente.

— Hey, cara. Eu não me apresentei direito na outra noite. Sou Justin Bieber. — disse estendendo a mão ao Jensen que da outra vez não fez questão de fazer isso.

    Comecei a ficar com medo dessa briga de cuecas, Jensen é mais experiente, talvez seja melhor que o Bieber, porém Justin foi criado com a molecada, sabe brigar como um garoto de rua e é um ótimo provocador.

   Do mesmo jeito impassível que Jensen estava, ele ficou. Apertou a mão de Justin, me fazendo soltar um suspiro de alivio, pois se ele se recusasse a fazer isso eu seria obrigada a escolher um lado e apartar uma briga certa.

— Eai? — Foi a única palavra que saiu da boca do homem ao meu lado. Justin não se sentiu ignorado, pelo contrario posso jurar que seu sorriso aumentou.

— Então… o que faz aqui? — perguntei erguendo uma sobrancelha.

— Vim ver meu filho. — respondeu como se fosse algo comum. Desesperada, procurei por Luíza, mas ela estava entretida com algo em seu celular, parecia muito importante já que ela não tirava os olhos daquela tela.

     Minhas mãos começaram a suar, porque ele ainda causa essas sensações em mim? Parece que sou uma adolescente perto do cara mais gostoso da escola. A situação começou a piorar quando nenhum de nós se movia, apenas Justin continuava com aquele jeito despreocupado dele, mas é claro que ele estaria, para ele essa situação estava sendo ótima.

— Você quer sair com ele? — perguntei olhando para Jaxon.

    Evitar os olhos do Bieber seria a melhor coisa a ser fazer agora. Ele é o tipo de homem que carrega a alma nos olhos, sempre quando ele estava sentindo algo e não queria falar, seus olhos o denunciavam.

— Na realidade eu queria sair com vocês dois. — disse me fazendo encará-lo assustada.

— Comigo? — perguntei incrédula. Ele está sendo um ótimo cara de pau.

— Exatamente. — Deu de ombros.

— Justin isso… isso é ridículo. — Suspirei frustrada. — Eu não sei o que você quer…

— Eu quero sair com vocês dois, Eadlyn. Só um sorvete, ou sei lá, uma volta no shopping, não é nada demais. — explicou.

    Como não seria nada demais? Hoje eu estou com Jensen e não tem porque ele me chamar para sair como se fossemos… como se fossemos uma família.

— Justin… nós não somos mais uma família. — Eu sei que isso iria machucá-lo, mas ele estava pedindo isso.

    Quando olhei em seus olhos meu coração diminuiu tanto que ficou apenas uma agulha. Ele ficou magoado e não escondeu de ninguém, acho que ele não fez questão disso. Não se arrependa, minha cabeça gritava, mas era tarde demais.

— Eu já vou. — disse passando por mim sem encostar. Virei-me quase chorando.

— Justin…

     Mas era tarde demais para nós dois. Ele saiu sem dar tchau para ninguém, lógico que seria pedir demais. Abalada caminhei lentamente até meu quarto, seus olhos de repente tão assustados e desamparados não saiam da minha cabeça. Que merda Eadlyn, era para isso ser mais fácil depois de tanto tempo e agora com alguém na minha vida.

    Deitei na cama e fiquei olhando para o teto, qual o sentido de tudo isso? Qual o sentido de uma pessoa entrar em sua vida, para depois sair deixando uma zona para trás? Se for para aprender, tudo bem; acho justo. Mas sofremos mesmo depois de ter aprendido. Isso é um saco.

    Senti um lado da cama abaixar e o corpo largo de Jensen tomar minha visão lateral.

— Ele já é grandinho, Ead. Ele vai superar. — disse.

    Isso me irritou, mas eu tenho que entendê-lo. Não é fácil ver a ex de sua garota no pé dela, e mais difícil ainda ver que ela está sofrendo por ele.

— Você não entende. — falei. — Não era pra ser assim.

— Eu entendo mais do que você imagina. Às vezes, nada sai do jeito que planejamos. — falou. Virei até ficar de frente para ele.

— Porque você entende mais do que eu imagino? — perguntei. Estava com todos os argumentos na ponta da minha língua.

— Eu tenho 33 anos, Eadlyn. Não sou nenhuma criança, fui casado por sete anos com quem eu pensava ser a mulher da minha vida. — Arregalei os olhos surpresa. — Foi um namoro de adolescência, mas depois nos reencontramos na faculdade e logo em seguida casamos. Olha hoje, eu não sou mais casado e ninguém imagina isso, porque não estou sofrendo pelos cantos. Nada é para sempre, isso temos que aprender. — contou, ele poderia não sofrer, mas parecia frustrado.

    Eu e o Jensen temos uma conexão muito forte, ele sempre pareceu muito maduro, mas eu atribuía isso a sua idade, porem agora eu entendo. Ele me entende mais do que eu imagino mesmo, só que tem um porem, ele é homem não sofre tanto quanto eu.

   Só agora vejo que não conversamos muito sobre ele durante esse tempo que nos conhecemos, e agora parece que não o conheço nada.

— Você parece frustrado. — Acabei pensando alto. Ele bufou e deitou de costas na cama.

— Lógico que estou. — Ele soltou uma risada forçada. — Passei anos com alguém que não me queria e agora estou há meses com uma mulher que não esqueceu o ex. Você quer que eu esteja como? — Me encarou com aqueles olhos verdes cheios de raiva, ou magoa.

    Ao contrario de Bieber, eu nunca sei o que está passando pela cabeça do Jensen. Ao mesmo tempo em que ele está muito perto, eu percebo que ele está muito longe, quase escapando. Quando penso que ele está magoado é apenas estresse do trabalho. Hoje descubro que ele já foi casado, coisa que nunca desconfiei.

    O que ele mais esconde de mim? Quem ele é realmente?

— Desculpa. — Pedi olhando para seu peito rígido. — Mas… eu não sei explicar, não é que eu goste dele ainda, ou queira ficar com ele. Só que… ele é importante demais, sabe? — Minha primeira tentativa é a sinceridade, se ela não for do agrado dele, veremos a próxima.

— Eu sei, mas não posso dizer que gosto disso. Aliás, nenhum homem gosta, mas eu respeito à relação de vocês, sei que por causa do Jaxon vocês nunca iram se afastar totalmente, eu só… preciso de mais tempo para digerir isso. — desabafou.

    Um movimento rápido, e eu estava em cima de seu quadril com as pernas em cada lado de seu corpo. Ele pareceu surpreso, mas um sorriso sapeca surgiu no canto de seus lábios.

— Você está terminando comigo, Jensen Ackles? — perguntei semicerrando meus olhos.

— O que? — Ele abriu os olhos. — Lógico que não, principalmente assim. — disse de forma safada. — Sabe eu gosto de exclusividade, gosto de ter uma mulher só pra mim e você Eadlyn Evans… vai ser apenas minha. — dito isso ele ergueu seu tronco e colou seus lábios aos meus.

    O problema do Jensen é que ele tem experiência, o sexo que fazemos vai alem do que eu posso aguentar. Suas mãos vagavam lentamente por cada canto do meu corpo, cada toque parecia que era exatamente o que aquela parte necessitava. Ele desceu até meu pescoço contornando minha mandíbula com a língua, sua mão foi para minha nuca tocando alguns fios de cabelo do meu pescoço.

    Ele beijou meu peito ate alcançar o volume de meus seios, rapidamente puxou minha blusa pela barra e eu ajudei erguendo os braços.

— Você é maravilhosa. — disse com a voz rouca antes de colocar um mamilo inteiro em sua boca.

— Ahhh. — eu gemi jogando minha cabeça para trás, não existe melhor sensação que essa.

    Com dedos trêmulos eu tirei sua camisa, que peitoral, eu poderia ficar por dias olhando-o, apenas apreciando a paisagem. Ele me ajudou com a calça e estávamos apenas corpo e alma, ele começou a beijar meus joelhos acariciando a carne atrás, passou para minhas coxas e alcançou a altura de meus quadris.

    Seus olhos se encaixaram no meu e eu vi o momento que ele colocou a ponta da língua pra fora e colocou lá, bem em cima do meu clitóris. Mordi a manta do travesseiro para não gritar, ainda era cedo para essas coisas. Ele começou um ritmo beijar, lamber, chupar, depois me penetrou com sua língua até eu chegar ao meu primeiro orgasmo.

     Eu sentia-me a todo vapor, quando ele se lançou sobre mim eu o virei até ficar por cima, com rapidez coloquei seu comprimento todo dentro de mim e seu gemido rouco foi o som mais gostoso que ouvi hoje.

    Apoiei minhas mãos em seu peito e comecei um movimento rápido para cima e para baixo, ele me apertava, sugava meus seios, me elogiava e gemia como um louco. Meu Deus, que homem perfeito.

— Ai amor, eu vou gozar. — avisou me deixando ainda mais próxima ao meu segundo orgasmo.

— Jensen. — soltei uma oração quando meu corpo ficou mole e eu me tornei incapaz de aguentar meu peso.

     Ele me abraçou junto ao peito e aos poucos o sono foi querendo me tomar, eu só queria ficar aqui por mais um tempo, no calor de seus braços, mas eu tinha um filho para cuidar.


Notas Finais


GOSTARAM? COMENTEM, FAVORITEM, INDICA PARA O AMIGUINHO.

Obrigada por tudo, meus amores.


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