História Darling of America II - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Alexandra Daddario, Jensen Ackles, Justin Bieber
Personagens Alexandra Daddario, Jaxon Bieber, Jensen Ackles, Justin Bieber
Tags Alé, Alexandra, Dean, Jaxon Bieber, Jensen, Jus, Justin Bieber
Exibições 193
Palavras 2.283
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Esporte, Famí­lia, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OI GENTE, COMO VOCÊS ESTÃO?

LEIAM AS NOTAS FINAIS.

BOA LEITURA MEU DOCINHOS KKKK *-*

Capítulo 4 - Esbórnia e Alcool termina em...


Fanfic / Fanfiction Darling of America II - Capítulo 4 - Esbórnia e Alcool termina em...

— Bieber? Porque me liga? A biba ta sofrendo. — Jacob atendeu já fazendo graça. Rolei meus olhos.

— Preciso beber, chama o resto e vamos pra qualquer lugar que sirva uma boa bebida. — falei rápido.

Isso tem a ver com a Eadlyn novamente, não tem, irmão?

Não importa porra, só vamos.

Sem estresse, irmãozinho. — Eu sentia vontade de estourar a cabeça de Jacob quando ele vinha todo palhaço pra cima de mim.

— Te encontro no Rock.

    Rock é um bar que não toca rock, está mais para uma pequena boate, algumas garotas dançando no pole dance, bebidas, drogas e musica alta. Tudo que eu precisava nesse momento.

    Tomei um banho, vesti uma bermuda que deixava quase metade da minha cueca a mostra, coloquei uma regata, correntes douradas, um relógio em cada pulso, calcei um tênis vermelho cano alto, arrumei meu cabelo e coloquei um boné. Olhei-me no espelho e reconheci o reflexo nele, agora sim, esse era o Justin Bieber que eu era e que todos e todas gostavam.

     Para essa noite eu escolhi a minha Lamborghini, ela parecia brilhar sob os outros carros. Dirigi até o rock com a música explodindo os ouvidos. Tudo que eu queria agora era apenas não lembrar da Eadlyn e o que aquela vadia falou.

    Estacionei mais próximo do local e adentrei o salão.

    Exatamente como eu me lembro, luzes azuis e vermelhas se revezavam e se fundiam dando um aspecto mais misterioso para o lugar, alguns homens rodeavam o palco onde uma mulher loira e de seios enormes dançava.  

    Em uma mesa com uma mulher com características físicas quase iguais a que dançava, encontrei meu irmão, Tyler – nós voltamos a andar juntos -, Steve, Rob e Noah o cara novo do time. Segui até lá vendo a cara de surpresa quando me viram.

— Caralho, você veio mesmo, bro! — exclamou Jacob. Revirei meus olhos e cumprimentei cada um deles com um toque típico.

— Eu disse que viria. — falei de uma forma seria e me sentei ao lado de Noah.

    Aquela puta era gostosa, mas existia tanta coisa falsificada nela que se a pegasse iria parecer que estava com uma boneca inflável. Não gosto muito de pagar por sexo, eu sei que posso conseguir de graça, mas existe uma condição, prostitutas fazem tudo que queremos na cama, então às vezes o dinheiro acaba valendo.

— Quero um Jack Daniels sem gelo. — pedi para a garçonete que veio me atender.

    As garçonetes daqui não eram prostitutas, elas se vestiam descentemente, uma garçonete de um bar qualquer.

— Cona pra nós, Bieber. O que te trás aqui? E assim? — Rob perguntou quase rindo. Rolei meus olhos coberto pelos óculos escuros.

— Mulher? Bebida? — respondi irônico. Todos os cinco caíram na gargalhada.

— Que porra, bro! Fazia tempo que não te via assim… estou orgulhoso. — Jacob disse sincero, tão sincero que fiquei um pouco balançado.

— Não o víamos assim, né? O cara mal joga bola e era o ídolo da nossa criança. — zombou Steve pegando Noah pela cabeça e colocando debaixo do braço.

— Vocês parecem um bando de mulheres eufóricas, porra. — zoei rindo. A mulher voltou com minha bebida e em segundos eu já tinha bebido tudo em um único gole.

— Caralho, trás outra. — pediu Rob para a moça plantada ao nosso lado, ela sabia que iria lucrar com essa mesa.

     Não sei quanto tempo passou, mas eu já estava para lá de bêbado e tudo que aqueles merdas falavam era motivo da maior risada do mundo, sendo que as vezes nem era engraçado. Eu sentia falta disso, em cada colo havia uma mulher, eu sempre escolhendo as mais “verdadeiras”, não que eu tenha algo contra as siliconadas, porque mulher é mulher em qualquer lugar, basta ter uma boceta.

    A vadia se virou e colocou o lóbulo da minha orelha entre seus dentes enquanto dançava de frente pra mim ainda sentado. Puta que pariu, eu queria transar.

— Vamos sair daqui. — falei em seu ouvido, apertando sua bunda com uma mão. Ela gemeu.

— São quinhentos dólares o programa fora o quarto, amor. — disse sensualmente. Rolei meus olhos, se eu não tivesse com tanto tesão eu juro que deixaria ela aqui mesmo.

— Dinheiro não é o problema, porra! — rosnei puxando ela para os quartos.

    Como eu já imaginava, ela fazia loucuras na cama. Tomei um banho rápido apenas para tirar o suor, eu estava a todo vapor, queria beber mais, talvez dançar. Deixei Brenda, ou sei lá qual o seu nome, descansando e voltei para o salão. Jacob e Noah não estavam na mesa o que já deixou claro o que eles foram fazer.

— Voltando em grande estilo, hen Bieber?! — Dei risada para o comentário de Steve e peguei uma dose de tequila que tinha sido colocado ali na hora.

— O pequeno Noah está surpreendendo, hen? — brinquei. Mas ele estava mesmo.

    Steve sorriu orgulhoso, acho que era porque o cara é seu sobrinho.

— Eu sabia que ele tinha talento… com mulheres também. — falou orgulhoso. Eu ri e desviei os olhos quando uma puta se aproximou e começou a beijar Steve.

    Quando uma vadia veio para cima de mim dançar, meu celular começou a tocar. Não atendi na primeira e segunda vez, mas na terceira eu perdi a paciência e atendi:

— Alô, porra!

Bi-bieber? — Franzi o cenho e olhei na tela do celular para ver se reconhecia a voz chorosa, mas o numero era desconhecido.

— É ele, quem fala?

É a Lu-luiza, amiga da E-eadlyn. — Na hora meu corpo inteiro gelou. A amiga de Eadlyn está ligando essa hora com a voz chorosa.

    Merda.

— O que houve com Jaxon? — perguntei levantando e pegando minhas coisas.

Na-nada, ele está bem. É a Eadlyn. — Fechei meus olhos, era só o que acabava para fechar a noite.

— Onde você está?

No hospital no centro de Calabasas.

Estarei ai em cinco minutos.

    Assim que guardei o celular no bolso corri para fora do bar, o ar frio me atingiu causando-me um alivio instantâneo. Era isso que me fodia, nós estávamos separados, ela tinha seguido em frente e sua amiga me ligou, ao invés de ligar para o tal de Jensen.

    E eu estou indo como um cachorrinho.

    Isso não faz sentido. O menor deles.

    Estava saindo do estacionamento quando alguém bate contra o vidro do meu carro, dei um pulo com o susto.

— Que porra, Jacob. — gritei assim que abaixei o vidro. Ele sem ser convidado pulou para dentro do carro. — O que você pensa que está fazendo?

— Steve disse que ouviu alguém falar sobre hospital e Eadlyn, você então saiu preocupado.

— E o que você tem a ver com isso?

— Ela é da nossa família, Justin. Queira você, ou não. Eu vou também.

    Nenhum de nós parecia estar bêbado mais, pelo contrario, parecia até que não tínhamos bebido nada. Tentei segurar o sorriso, mas foi difícil. Eadlyn ficaria feliz em saber disso, já que a família dela a abandonou novamente e eu não sei por quê.

    Não cheguei a cinco minutos, pois era impossível, mas consegui chegar em dez.

— Eadlyn Evans? — perguntei para a recepcionista, ela teclou tão devagar que eu não tive paciência. — PORRA EADLYN EVANS. — Ela se assustou e em segundos me deu uma resposta.

    Nada como uma boa grosseria.

— Terceiro andar quarto 236. — falou.

    Eu e Jac corremos para o terceiro andar, o elevador estava impossível de esperar então fomos de escada mesmo, correndo como uns loucos. Quando alcançamos o terceiro andar a primeira coisa que vi quando cheguei ofegante foi o cabelo loiro do meu filho no colo de Luiza. Ela me olhou e ele também, ambos assustados, Jaxon tinha os olhos e o nariz vermelhos e inchados.

    Naquela hora meu coração parou.

— O que houve? — perguntei ao pegar Jaxon e ele começar a chorar em meu pescoço.

— A mamãe, papai! — choramingou, aquilo estava me matando.

— Ela sofreu um acidente. — Arregalei meus olhos. Jac pegou Jaxon do meu colo. — Jensen não está ferido, mas Eadlyn foi direto para cirurgia. — Ela demorou alguns segundos para voltar a chorar desesperadamente.

— Hey! Calma. — disse afagando seus cabelos.

— Eu não quero perder a minha amiga, Bieber. — disse chorando.

— Não vamos perder ninguém, Eadlyn é muito teimosa para ir assim fácil! — falei tentando acalmá-la, mas no fundo eu não aceitaria perdê-la agora.

     Nesse instante um medico atravessou a porta procurando por alguém, soltei Luíza e fui em direção ao doutor que me olhou como se me conhecesse.

— O senhor é Justin Bieber? — perguntou.

— Sim, sou eu.

— A paciente chamou por você inconsciente, acho que ela quer te ver. — Aquela noticia me pegou desprevenido.

— Posso vê-la? — perguntei. Ele assentiu.

    Olhei para trás encontrando o apoio de Jacob, Luíza parecia mais calma com a notícia, mas mesmo assim chorava. Acho que ela está começando a se arrepender do que fizemos mais cedo.

    Segui o doutor até uma porta azul, ele balançou a cabeça permitindo a minha entrada. Segurei a maçaneta e ali eu fiquei. Meu coração parecia que ia saltar pela boca, estava prestes a ter um ataque. Olhei para a porta dupla considerando não entrar, pedir para Luíza vim vê-la, mas seria muita covardia. Olhei pela pequena parte de vidro da porta, mas uma cortina não deixa eu ver completamente.

    Seja homem, Bieber. Uma voz desagradável soou em minha cabeça, afastando todos os pensamentos que começavam a me assombrar, eu girei a maçaneta e entrei.

    Eadlyn estava lá pálida, uma mancha rocha na testa, lábios rachados, cabelo arrumado para o lado, uma faixa segurava sua perna engessada, um braço estava quase por inteiro com curativos e um arranhão enorme no ombro na carne viva. Aquilo fez meu estomago revirar, não de nojo, mas de pena, desespero. Eu deveria protegê-la e agora ela está aqui.

— Eu sei o que você está pensando. — Sua voz saiu tão fina quanto um fio de cabelo.

— Não sabe, não! — Tentei brincar, mas tenho certeza que foi uma tentativa falha, pois eu estava muito confuso.

— Cai de moto com Jensen. — contou um pouco ofegante, parecia que ela sentia dor quando falava. Fechei meus olhos tentando controlar a raiva que senti desse cara.

— Por isso que odeio moto. — rosnei. Ela ri.

— Eu sei disso. — falou. Ficamos em silencio, Eadlyn não abria a boca nem olhava pra mim, eu já estava confuso, comecei a ficar mais, pois não sei o que ela queria chamando por mim.

— Eadlyn…

— Eu quero pedir desculpas… — Suspirou e me encarou. — não deveria ter falado com você daquele jeito, você e eu temos uma historia… não muito bonita, mas ela gerou um filho e eu simplesmente não posso achar ruim.

— Tesouro… — Ela fechou os olhos com força e ergueu a mão me fazendo calar na mesma hora.

 — Me deixa terminar. Quando cai daquela moto eu pensei que iria morrer, talvez um pouco de exagero sim, mas tudo que vivi passou como um filme adiantado em minha cabeça. Eu sempre vou…

— Não fala isso… por favor! — implorei.

    Eu não tenho paciência de ficar e ir, não sou palhaço também. Ela me quer longe, mas quando precisa de ajuda sou eu que ela chama. Ela fala pra eu seguir em frente, mas então está aqui falando sobre nosso passado.

— Justin…

— Não, Eadlyn! Você está sendo uma jogadora, você não suporta ver perdendo, fala pra eu seguir em frente, mas então ta falando que me ama. Que tipo de amor é esse que você não luta pela pessoa? Porque então não larga esse homem e vem ficar comigo? Isso… isso ta te fazendo se tornar uma puta. — ralhei sem conseguir manter o tom da voz baixo. Ela arregalou os olhos.

— Porque você pode foder com a minha amiga em minha casa e eu não posso dormir com o meu namorado? Não quero te dizer que te amo como homem, Bieber, mas sim como pessoa. Você continua o mesmo ignorante de sempre. — retrucou acertando um belo soco em minha mandíbula sem ao menos mexer o bravo.

     Eu estou tão bravo e transtornado que nem parei para interpretar suas palavras.

— Mas não era isso que você queria?  Que eu seguisse em frente?

— NÃO COM A MINHA MELHOR AMIGA. — Ela gritou e em seguida gritou de dor.

    Fiquei assustado e tentei ir ajudá-la, mas antes que eu a alcançasse alguém me jogou para trás com uma força descomunal. Franzi o cenho sentido meu ar faltar. Jensen estava em minha frente me segurando pelo pescoço, seus olhos estavam negros de raiva. Queria afastá-lo, mas ele me pegou desprevenido e eu não conseguia me mover.

— Me larga. — falei embargado.

— Nunca mais, seu verme. Nunca mais grite com mulher minha. — Me soltou e eu cai no chão sem ar. — Fora daqui, Bieber e nunca mais apareça, ou então… — Ele riu como um louco. — Ou então eu não respondo por mim. — disse.

     Ele falava a verdade, ele estava completamente em alerta, seu rosto vermelho e ele com alguns arranhões parecia que nem os sentia. Olhei para Eadlyn que estava sendo socorrida por duas enfermeiras que não se importaram com o que acontecia aqui.

— Vai embora, Bieber. — mandou Jensen. Franzi meu cenho e me levantei ficando cara a cara com o traste.

— Quem você pensa…

— Senhores, por favor, querem se retirar? — Uma enfermeira ralhou. — Vocês não estão ajudando a paciente em nada se continuarem assim. — rosnou.

     Olhei uma ultima vez para Eadlyn que não fez questão de me olhar e volta.

— É por ela e não por você. — avisei antes de sair do quarto. Ainda deu tempo de ouvir sua risada embargada e irônica.

    Jacob levantou assim que me viu passar pela porta dupla.

— Jus…

— Vamos embora dessa porra. — mandei alto passando por ele sem esperá-lo.

— Voce fez merda novamente. — Isso não foi uma pergunta.

— Vai se foder, Jacob. Se for pra piorar tudo é melhor ficar ai.

    Eu estava tão irritado que seria capaz de fazer qualquer merda agora. 

 


Notas Finais


Sempre falei que iria postar de sexta feira e olha como estou postando, toda quinta KKKKKK enfim.

Só quero falar que Jensen e Luíza não vão se tornar vilões.

Beijos de luz *-*


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...