História Day, Place And Time - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Dove Cameron, Magcon
Personagens Cameron Dallas, Dove Cameron, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Kian Lawley, Nash Grier, Nate Maloley, Sammy Wilkinson, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Cameron Dallas, Dove Cameron, Magcon, Romance
Exibições 29
Palavras 1.350
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI MEUS PANDINHASXSXSX TUDO BEM COM VOCÊS? ACHOOO QUE ADOOOTEI ESSE BORDAAAAAO! TÔ DE VOOOOLTA! AQUI É A GABY MEUS BEBÊS! QUANTO TEMPO, NÃO? ENTÃO!

O HIATUS NÃO VAI PERMANECER! EEEEEEEEE! EU e o Ben decidimos que ia ser melhor postar um capítulo, já que iludimos vocês. TCHAU! ATE AS NOTAS FINAIS!

Capítulo 3 - Lucy Bertha


Cameron P.O.V

Depois do pai da Jess me expulsar de lá, eu sai com a moto e fui até uma praça. Pelo menos dei meu número pra mim. Comprei um sorvete e me deitei em um banco. O céu estava nublado, parecia que ia chover. Senti alguém se aproximar de mim.

– Dallas? – uma voz conhecida perguntou, surpresa.

– Eu?

– Oh! Meu Deus! É você! – a garota praticamente se jogou em cima de mim e quando eu abri meus olhos, conheci a pessoa.

– VILLARD! – abracei a conhecida e nós caímos no chão. É isso não foi muito legal.

– É isso não foi muito legal. – Spencer riu. ACERTEI NA MOSCA, HERMANO!

– OLHA SÓ! A TIGREZA TA LINDA, MARAVILHOSA, BAPHÔNICA! – fiz voz de mulher e ajudei Spencer a se levantar.

– Você finalmente saiu da cadeia! – Ela me abraçou decentemente agora.

– Reformatório, Spencer, reformatório. – ri.

Spencer e eu somos amigos de longa data. Na verdade, eu a conheci no jardim de infância, junto com todos os meninos (menos os Jack's). De cara, nos demos bem, já que a escola era cheio de filhinhos de papai que com qualquer coisinha choravam. Na época, Spencer quase arranca o cabelo da menina porque a patricinha fez um escândalo. Katty J. Patterson, gaaaaaaaalera! A vadia da escola, pra mais íntimos.

– Ei! Eu quero sorvete! – Spencer sorriu. – Vamos relembrar os velhos tempos! Aquela moto é sua? Quero dar uma volta. E ah! Precisamos ir naquela pista de skate, é animal. E eu preciso surfar. Faz tempo que eu não quebro umas. AH! E paga o sorvete. Tô lisa, lisinha.

– Calma, Villard. Calma. – fomos até o sorveteiro e compramos um sorvete.

[…]

– Então, você quer dizer que lá seu único amigo era um nerd que estava fazendo desenhos com sangue, morte e zumbis, e os pais dele acharam que ele ia se formar num psicopata? Que loucura. – Spencer riu, enquanto terminava seu segundo sorvete.

– É. Mas na verdade, ele só queria ser desenhista. Ele ficou lá. Vou visitar ele amanhã. Deve estar se sentindo solitário. – digo. – E você? Ainda tá com aquele tal de Lewis?

– Quero nem ouvir o nome.

– O que ele fez? – perguntei. Spencer e Lewis eram um grude.

– Acredita que eu peguei ele na cama com a Viviana? – Spencer perguntou e eu abri a boca. — Pois é. Foi no dia do meu aniversário.

– A Viviana? Viviana Jellerd? A mesma Viviana
que vivia no meu pé? Aquela Viviana? A loira? Magra? Olho azul? – perguntei, completamente sem acreditar.

– Essa Viviana mesmo. Por que todo Jellerd não presta? – Spencer perguntou.

– É. Nem me diga. Os Jellerd's são um saco. Não sei porque são tão babacas.

– Então, onde você tá estudando Cameron? – Spencer perguntou.

– No Soony Tucker. – respondi.

– Tá mentindo! EU NUNCA TE VI POR LA! – Spencer começou a gritar.

– É tô mentindo mesmo. Eu tô no Parker Daylight. – respondi. É eu tava mentido de novo.

– Você não ia entrar naquele colégio. É horrível pra caramba. Só tem gente burra.

– TÁ BOM! – passei as mãos no rosto. – Moonlight! Moonlight School!

– Nossa! Você tá no Moonlight? Pensei que só rico entrava lá.

– Eu fiz uma prova de 150 questões. Fui um dos primeiros a entregar e acabei acertando 147 questões. 97%. Passei.

– Eu ia fazer essa prova, só que eu acho que não sou boa o suficiente…

– Spencer, se eu, que tô com a ficha suja de tanta coisa ruim que eu já fiz, consegui entrar… garota, você vai arrebentar aquela prova.

– Não fale com tanta segurança. – Spencer sorriu. – Nossa! Já são seis horas da tarde?

– Sim, já são seis horas da tarde.

– Eu preciso ir. Tchau, Arrebentador.

– Ei, pera, você mora no mesmo lugar de sempre? – perguntei.

– É, moro sim. – ela respondeu.

– ENTÃO TCHAU! – dei tchau quando ela já estava atravessando a rua.

Jessie P.O.V

Depois que meu pai praticamente chutou Cameron de lá, subi pro meu quarto emburrada sem lugar pra quem estava na sala. Logo, ouvi a porta sendo aberta, e pensando ser Hailey pra me encher o saco…

– Vai embora, Hailey! – gritei, com raiva. – Não quero nem ver sua cara.

– Ui! Não é a Hailey, é a Lucy Lindeza Black Drewett. – Lucy fechou a porta e se jogou no tapete.

– Seu nome do meio é Bertha. – falei. Peguei meu celular e disquei o número de Cameron.

– ALÔ, GATINHA! – Cameron gritou, assim que eu coloquei no viva-voz e Lucy começou a rir desesperada. – Ah! E oi Lucy.

– Oi Surfista Gostosão! – Lucy respondeu.

– O que rolou aí na tua casa? – Cameron perguntou.

– A pergunta é o que não rolou. – respondi. – Eu subi no quarto e ninguém veio pra cá. Só a Lucy Bertha.

– PARA COM ISSO! – Lucy gritou.

– Como assim? – Cameron perguntou do outro lado.

– Isso quer dizer que eu tô perdida. Se eu descer lá em casa, vou ter que ir protegida. – respondi.

– JESSICA! – Papai gritou lá de baixo.

– Ouviu? – perguntei e Cameron riu. – Vou pegar um colete. Te vejo amanhã?

– Claro. Te espero na esquina da sua casa pra gente ir pra escola.

– Você vai vir do outro lado da cidade só pra vir me buscar? Você é louco?

– E a moto? É melhor levar um capuz. OS CABELOS VÃO VOAR! – Cameron gritou rindo.

– Tchau. – falei e Cameron desligou. – Filho da… Gina.

– Ui! Sabe até o nome da sogra, já? – Lucy zoou da minha cara.

– Vai a merda. – sai do quarto e desci as escadas. Hailey estava na poltrona com aquele sorrisinho cínico e meus pais no sofá. Merda.

– Jessica, é verdade? – Mamãe perguntou.

– Claro que é, Juliana! Eu vi o garoto! – Papai se levantou. – Tinha tatuagens nos braços, piercings e tinha uma daquelas motos de motoqueiros. É barra pesada.

– E era surfista. – Hailey completou. – Eu segui Jessica e vi quando o garoto chegou. E ele xinga muito também. Quando ele saiu do carro do Kian, já saiu xingando o mundo e quando chegou perto da Jessica, a abraçou por trás e depois foi surfar.

– Estou decepcionada com você, Jessica. Sabe o quanto o surfe trouxe sofrimento para a nossa família.

– Sem falar, que a Jessica surfa. – Hailey cruzou os braços. – Quando ele saiu do mar ela falou: "mas eu nem surfei".

– Você surfa? – Papai me olhou com desprezo. Merda. Isso não ia acabar bem. – Como assim? Por que? Você sabe muito bem que nós quase perdemos tudo por causa desse esporte ou seja lá o que for, idiota.

– Perder tudo? Será que até agora você só se importa com o dinheiro? – perguntei. Já estava ficando com raiva. – Eu sempre fui a desprezada! Hailey, a primeira filha. Lucy a última. Foram as únicas que vocês deram atenção! Eu nunca recebi amor. Vocês nunca demonstraram qualquer sentimento por mim, a não ser a raiva, o ódio, o desprezo… a repulsa.

– Filha, isso não é...

– Verdade? Claro que é verdade. – sorri falso. – Quantas e quantas vezes, vocês dois, jogaram na minha cara que nem era pra mim ter nascido? Quantas vezes vocês já chegaram e perguntaram: tudo bem na escola, filha? Você tá bem? Precisa de alguma coisa? Me respondam! Quanta vezes?

— Jessie… Acho melhor você subir. – Lucy disse, atrás de mim.

– Quantas vezes vocês… disseram que me amavam? – comecei a chorar. – Quando vocês iam pra viagens, abraçavam a Hailey, beijavam a Lucy e falavam as três palavrinhas. E pra mim, era só um "Tchau, Jessica". Seco. – limpei as lágrimas e subi as escadas. Não era obrigada a aturar outra ladainha.


Notas Finais


E AAAAAAAE? Será que Cameron e Spencer vão ter alguma coisa? SERÁ QUE LUCY BERTHA VAI FICAR DO LADO DE SEUS PAIS? SERÁ QUE CAMERON E JESSIE VÃO SE REEEEEEEENCONTRAR? DESCUBRA ISSO NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS DE... DAY, PLACE AND TIME!


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