História DC: Guerra Civil - Capítulo 2


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Romance e Novela, Super Power, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Convidado inesperado


Fanfic / Fanfiction DC: Guerra Civil - Capítulo 2 - Convidado inesperado

-Patrão Bruce, temos um convidado.

As gotas de chuva batiam levemente nas janelas da mansão Wayne, o clima ficou pesado e triste desde a morte do Campeão dos Oprimidos. Não foi feito um funeral, o corpo de Superman foi levado pelo governo; ele pode estar trancafiado numa sala escura, ou talvez está em um laboratório sendo dissecado e estudado. Quem sabe? Nos últimos dias, as pessoas só estavam pensando em como as coisas seguiriam após o trágico incidente. Apenas os criminosos sorriam , maquinando planos mais ousados do que os antigos, sabendo agora que não terão mais o Homem de Aço para atrapalhar seus planos. Os outros heróis continuavam seu trabalho, mesmo com as ameaças de Bush sobre a tal lei.

-Você sabe quem é?- Perguntou Bruce Wayne. Estava sentado na sua poltrona preferida em seu espaçoso quarto, sua voz soava pesada, ultimamente estava mais sério que o normal. Vestir-se de Batman se tornou uma tarefa mais árdua a cada dia, não por causa dos criminosos, mas por causa de saber que os dias que viriam amanheceriam em uma Terra sem o Superman. Bruce nunca pensou que a perda de Clark Kent impactaria tanto na sua vida.

-Sim, senhor. É o ex-presidente Ronald Reagan, senhor. Deixei-o esperando no hall de entrada, ofereci para ele chá para aquecer o corpo neste dia chuvoso, mas ele recusou.- Alfred também sentia pela morte de Superman, não tanto quanto os outros, mas mesmo assim sentia.

-Diga para ele que já estou indo recebê-lo. Ofereça-o um pedaço de bolo ou algo do tipo.

-Como quiser, patrão Bruce.

Bruce não estava preocupado em receber Reagan com uma boa aparência, colocou um suéter vermelho com cheiro de guardado e uma calça largada. Jogou um pouco de água no rosto e escovou os dentes. Quando desceu as escadas do hall viu Reagan sentado numa cadeira comendo bolo, conversando tristemente com Alfred. Trajava um terno preto com uma gravata verde e seu cabelo estava arrumado, diferente do de Bruce, que estava bagunçado e com algumas caspas aqui e ali.

-Senhor Reagan, o que traz o ex-presidente da maior potência do mundo á minha simples mansão?- Perguntou Bruce com a intenção de quebrar o entristecente e pesado ar.

-Precisamos conversar um pouco, Bruce. Colocar o papo em dia como duas garotas de colegial.- Reagan falou com a mesma intenção de Bruce. Mas ambos perceberam que não funcionou, o ar continuava pesado e a tristeza ainda pairava sobre tudo e todos.- Veja, Bruce, sou imensamente grato pelo Batman ter me salvado daquela tentativa de assassinato, então vim aqui porque sinto que estou em dívida com você.

Reagan era uma das poucas pessoas não-super-heróis que sabiam que Batman é o playboy milionário Bruce Wayne. Bruce revelou isto á ele quando o salvou de uma tentativa de assassinato enquanto discursava sobre o fim das drogas nos EUA.

-É sobre a lei que Bush e os governantes dos outros países estão criando.

-Outros governantes?- A afirmação pegou Bruce de surpresa.

-Exato. Bush se fissurou tanto na ideia desta lei que decidiu mostrar sua proposta para os outros governantes. A maioria adorou a ideia, alimentados, pelo mais incrível que pareça, pela absurda conclusão de Bush sobre o "perigo dos super-heróis". Menos a Coreia do Norte, que permaneceu fechada sobre o assunto. Talvez os norte-coreanos nem sequer saibam da morte de Superman.

-Muito intrigante. Isto pode significar uma nova era para os super-heróis, infelizmente não uma era boa e próspera, mas sim uma era de desentendimentos e ódio. Que ajuda está apto a oferecer aos super-heróis, senhor Reagan?

Reagan ponderou aquela pergunta por uns segundos, como se tivesse esquecido do motivo de ter ido á mansão Wayne. Deu mais uma mordida no bolo.

-Posso convencer alguns membros da ONU a repensarem e recusarem esta lei.- Reagan abaixou o tom de voz, tornando-a quase m sussurro.- Bush ameaço atacar alguns países mais fracos caso eles não aceitassem a lei, podemos trazer eles para o nosso lado.

-Quando esta lei entrará em vigor?

-Daqui a 12 dias. Será concretizada em Washington, com a assinatura dos presidentes dos países. 

-E como ficam os heróis que recusarem a lei?

-Não sei, mas se depender de Bush, provavelmente irá caçá-los e matá-los.

Uma onda de raiva percorreu o corpo de Bruce, lembrou da noite em que seus pais foram mortos no Beco do Crime, e de como ele queria que um herói tivesse salvado eles quando o vagabundo puxou o gatilho da arma.

-Sinto por isso, Bruce, mas como disse, farei o que puder.- Reagan não apertou a mão de Bruce, mas sim deu-lhe um abraço. Saiu pela grande porta de entrada, entrou no carro particular e sumiu da vista de Bruce. Que ficou parado em frente á sua mansão, de cara fechada, com as gotas de chuva caindo levemente sobre sua cabeça.



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