História De fato héteros... ou nem tanto (Niam Horayne) - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan
Tags Larry, Niam, Niam Horayne, Yaoi
Exibições 219
Palavras 2.146
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Hentai, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, amores! Quem está pronto para beijos quentes?
Boa leitura!

Capítulo 4 - Acasalamento entre indivíduos


Fanfic / Fanfiction De fato héteros... ou nem tanto (Niam Horayne) - Capítulo 4 - Acasalamento entre indivíduos

– Então. – Eu chamei sua atenção quando estávamos em frente a minha casa. – Você vai querer entrar e estudar ou vai fazer como todas as outras pessoas normais e sair na sexta à noite?

– Bom, meu companheiro de saídas noturnas era o Louis, então nada de sair hoje. – Ele riu.

– Eu e Harry geralmente passávamos a sexta e o sábado juntos, então eu entendo o que é perder um amigo. – Toquei seu braço de forma dramática e nós rimos juntos.

– Mas eu pensei que talvez você podia ir lá em casa. – Ele deu de ombros. – A gente podia ver um filme, estudar um pouco, conversar, você podia até jantar lá se quisesse. – Ele me olhou em expectativa.

– Eu não sei. – Minha voz demonstrava minha insegurança. – Eu nem conheço seus pais.

– Então, ótima oportunidade para conhecer. Minha mãe vai amar você, tenho certeza. – Ele abriu um de seus sorrisos que faz seus olhos sumirem e eu cedi. 

– Tá, eu vou. – Ele comemorou feliz e eu ri entrando em minha casa para deixar minha mochila e tomar um banho.

– Obrigada, eu realmente odeio ficar sozinho. – Ele comentou se sentando no sofá.

– Por quê? – Eu inquiri. – Eu gosto de minha própria companhia.

– Eu me sinto entediado em pouco tempo e acabo indo procurar alguém ou dormindo. Sophia dizia que eu era grudento.

– Me desculpe, Liam, mas Sophia era uma vaca. – Eu comentei e ele gargalhou.

– Louis e Harry dizem a mesma coisa. Acho que vocês têm razão. – Eu assenti.

Fizemos o caminho até sua casa e eu me senti nervoso de repente na iminência de conhecer sua família. Karen era uma mulher adorável, dessas totalmente amáveis e sorridentes e me recebeu muito bem, dizendo que faria um jantar especial em minha homenagem e fazendo minhas bochechas corarem violentamente.

– Viu? – Liam disse sorridente assim que chegamos a seu quarto. – Eu disse que ela ia te amar.

– Me sinto bem melhor agora. – Eu suspirei e sentei em sua cama.

– Eu vou tomar um banho, ok? Fique à vontade. – Ele ligou a TV e me entregou o controle.

Liam saiu pela porta do quarto e eu fiquei um tempo olhando em volta, conhecendo o lugar. Diferente do que eu achava, ele era mesmo organizado e seu quarto era impecável. Em sua estante havia alguns DVDs, jogos, troféus de futebol, medalhas e bonecos de ação, o que me fez sorrir ao saber que tínhamos mais gostos em comum do que eu podia imaginar.

Mas o que mais me chamou a atenção foi um quadro de fotos na parede e um mapa-mundi, com alguns lugares marcados com um x vermelho. Havia alguns destinos bem interessantes na América do Sul, Ásia e Oceania, lugares que eu também sempre quis conhecer, e um caminho marcado por todos os continentes, o que eu julguei ser o caminho que ele pretendia percorrer em um mochilão.

No quadro de fotos havia imagens de Liam e o time, dele com suas conquistas no esporte, com a família, com Louis e Sophia, o que me fez pensar que ele ainda gostava muito dela por mantê-la ali, junto com pessoas tão importantes.

– Eu ainda não tive tempo de tirar. – Sua voz soou na porta do quarto e eu dei um pulo de susto, olhando em sua direção e o encontrando com os cabelos molhados e bagunçados em direções diferentes, dando-lhe um ar despojado. – Desculpa, não queria te assustar. – Ele abriu um sorriso sem graça.

– Eu é que estava bisbilhotando. – Fiz uma careta e ele sorriu antes de caminhar até o quadro e começar a tirar todas as fotos da garota.

– Você não precisa tirar se não quiser. Quer dizer, se está aí ainda é porque você gosta dela ou talvez ainda tenha uma chance de vocês voltarem... – Eu tentei argumentar, porque ele realmente parecia triste ao fazer a tarefa.

– Eu não vou voltar com ela. Não posso namorar alguém que maltrata meu melhor amigo por ele ser quem é e que termina comigo por uma coisa tão idiota. – Eu afaguei suas costas e sorri.

– Eu sei que você não pediu minha opinião, mas se quer saber, ela não te merece. – Trocamos um sorriso e ele terminou a tarefa, colocando as fotos no fundo de uma gaveta. 

– E então, por onde vamos começar? – Ele disse mudando o tom e parecendo mais alegre.

– Começar o quê?

– Os estudos, não é para isso que estamos aqui? – Ele fez a pergunta e riu de minha confusão.

– Claro! – Eu finalmente entendi o que ele queria dizer e me levantei, indo até minha mochila. – Vamos estudar matemática. – Ele fez uma careta e eu revirei os olhos.

As horas com Liam pareciam passar mais rápido à medida que nos aproximávamos mais. A essa altura eu já sabia boa parte de sua vida e amava ouvir suas histórias. Durante o jantar eu pude conhecer o restante de sua família e gargalhar pelas piadas que seu pai contava.

A mãe de Liam ainda me mostrou algumas de suas fotos de infância, me arrancando risos e suspiro diante de tanta fofura, embora Liam brigasse com a mãe por envergonha-lo assim, ele fazia caretas, o que só me fazia rir mais. Eu ainda ria quando voltamos a seu quarto e ele ainda mantinha sua carranca.

– Awn, que bebê mais fofo. – Eu apertei suas bochechas e ele ficou resmungando.

– Ela sempre faz isso, é tão vergonhoso! – Ele falou com a voz abafada e um bico nos lábios porque eu ainda apertava suas bochechas.

– Eu achei bonitinho, você era um amor. – Eu debochei e ele tirou minhas mãos de seu rosto e rapidamente me empurrou para a cama, prendendo minhas mãos com as suas.

– Quem é o amor agora, Niallzinho? – Ele brincou e eu comecei a rir.

– Você, Leyum. O amorzinho da mamãe. – Eu provoquei em meio a risadas provocadas pelas cócegas que ele fazia em mim.

Simulamos uma pequena briga em sua cama, rindo e empurrando um ao outro por pura provocação, mas a cena terminou levemente desconfortável, com Liam estando totalmente sobre meu corpo, encarando-me com olhos gentis.

– Oi. – Ele sussurrou sorrindo sem quebrar o olhar.

– Oi. – Espalmei minhas mãos em seu peito com o intuito de empurra-lo para longe, mas eu não o fiz.

Nós ficamos mais um tempo nos olhando até que finalmente seus lábios encontraram os meus. No início eles apenas se uniram, sem nenhum movimento, mas quando eu tirei minhas mãos de seu peito e enlacei seu pescoço, eu tomei a iniciativa de aprofundar o beijo.

– Desculpa. – Ele murmurou quando se afastou, já sem fôlego.

– Cala a boca, Liam. – Eu disse mandão, empurrando seu corpo em direção ao colchão e me sentando sobre ele, unindo nossos lábios de novo em um beijo intenso.

Eu tinha certeza que se começássemos a falar as coisas ficariam estranhas e o clima pesado, e eu definitivamente não queria isso. Eu queria apenas beija-lo. Já fazia muito tempo desde que eu tive contato com uma garota, então qual o problema em beijar alguém? Era apenas abstinência.

As mãos de Liam apoiaram meu corpo e ele se sentou, apoiando-se na cabeceira da cama e me mantendo em seu colo, sem ao menos cortar o beijo que trocávamos. Eu puxava seus cabelos e me afundava cada vez mais nele em busca de aplacar um desejo intenso que crescia dentro de mim.

– Eu estou sufocando. – Ele murmurou rindo, me afastando levemente. E então, ele tirou a camisa, me dando uma bela visão de seu peitoral malhado.

– Ok. – Eu disse ofegante com o olhar indo de seu corpo a seu rosto. – Você quer parar? – Mordi o lábio em expectativa.

– Não, claro que não. – Ele me puxou para junto de si novamente e nós voltamos a nos beijar.

Suas mãos geladas adentraram minha camiseta e eu senti arrepios pelo corpo, ele apertou forte minha carne e eu sufoquei um gemido em meio ao beijo, o que teria me deixado totalmente constrangido e me feito pensar besteiras se eu não tivesse mais preocupado em chupar sua língua.

Eu fazia movimentos involuntários sobre seu corpo, rebolando em seu colo, enquanto ele beijava meu pescoço e mordia minha orelha, o que me fez ter que morder muito forte os lábios para não gemer.

Uma rebolada mais firme e eu senti seu membro duro abaixo de mim, despertando-nos dos beijos e nos fazendo congelar.

– Desculpa. – Ele murmurou visivelmente envergonhado.

– Pare de pedir desculpas, Liam. É totalmente compreensível, você está há tanto tempo sem sexo que é normal. – Eu dei de ombros tentando diminuir o problema, afinal eu também estava com o membro apertado dentro da calça. – Quer dizer, eu também estou animado. – Eu dei ênfase na palavra para que ele entendesse meu ponto. – É só a abstinência.

Ele olhou para baixo, para comprovar o que eu havia dito e encontrando-me tão duro quanto ele. Ele abriu um sorriso malicioso e eu senti minhas bochechas corarem. Ficamos um tempo em silêncio, ambos pensando demais, decidindo o que dizer ou fazer agora, mas eu continuava em seu colo e ele continuava com as mãos em minha cintura.

– Isso é errado? – Ele quebrou o silêncio. – Nós deveríamos parar? – Eu o encarei e mordi o lábio, sem ter uma resposta para suas perguntas.

– Você quer parar? – Ele negou com cabeça, provavelmente incapaz de dizer aquela resposta em voz alta.

– E você? – Fiz o mesmo movimento, negando.

Nos encaramos por breves segundos até que eu tomasse a iniciativa e voltasse a beija-lo. No início os beijos eram calmos, ambos ainda receosos pelo estado em que nos encontrávamos, porque era visível que o volume no meio de nossas pernas não havia diminuído nenhum pouco.

Mas aos poucos a intensidade de antes voltava e tornava cada vez mais difícil abafar os gemidos. Liam tinha uma mão em minha bunda e a outra em minha cintura, apertando-me cada vez mais enquanto eu distribuía beijos molhados em seu pescoço, quando a voz de sua mãe soou, nos assustando.

– Liam? – Ela parecia receosa.

– Oi, mãe. – Liam tentou soar o mais calmo possível, embora estivesse ofegando e ainda mantivéssemos a posição anterior.

– Niall irá dormir aqui? Porque já está tarde para que ele vá embora.

– Vai, mãe.

– Vou? – Eu o encarei surpreso e ele fez sinal de silêncio em minha direção.

– Fico mais aliviada. – Karen disse um pouco mais sorridente. – Avise os pais dele e diga que é melhor que ele fique aqui do que vá para a casa a essa hora, ok?

– Tudo bem, mãe.

– Boa noite, meninos.

– Boa noite. – Dissemos em uníssono, ambos encarando a porta, esperando que a qualquer momento ela fosse aberta e Karen nos encontrasse dessa forma constrangedora, mas não aconteceu.

– Eu não posso dormir aqui. – Eu disse baixinho.

– Por que não?

– Eu não sei, não é certo, eu nem sei o que dizer aos meus pais.

– Diga que você está na casa de um amigo, que ficou estudando até tarde e que achou melhor ficar por lá mesmo. Você nem estará mentindo, porque nós estamos estudando juntos mesmo.

– E o que exatamente nós estamos estudando nesse momento? – Eu perguntei rindo.

– Biologia. – Ele deu de ombros. – Troca de fluídos corporais, anatomia, essas coisas.

Oi, pai, eu estou ligando para avisar que vou dormir na casa de um amigo porque estamos estudando o acasalamento entre indivíduos. – Eu simulei a conversa e nós dois rimos juntos.

– Parece bom.  

– O que parece bom? A minha péssima desculpa?

– Não. – Seu tom voltou a ser provocante e nós nos encaramos. – O acasalamento.

Eu sorri malicioso e nós voltamos a nos beijar, dessa vez sem timidez ou receios. Nossas mãos já tinham mais liberdade sobre o corpo um do outro e os movimentos eram mais cadenciados, fazendo com que nossos membros se chocassem e ambos gemêssemos um na boca do outro.

Não sei exatamente o que se passava pela minha mente ou talvez ela estivesse nublada demais pelo desejo desenfreado, mas eu realmente não estava me importando em sentir minha cueca cada vez mais molhada conforme os movimentos aumentavam.

Era bom. Estar ali, no colo de Liam, sentindo seus braços em meu corpo e sua boca junto a minha. Sentindo nossos membros juntos, mesmo cobertos por tecidos, era bom, era estupidamente bom.

E não demorou muito para que eu gozasse em minhas calças, apertando seus músculos fortes e sentindo que ele tinha feito o mesmo, o que me fez sentir menos patético por parecer um pré-adolescente que tem ejaculações rápidas e involuntárias.

– Droga. – Eu reclamei olhando para baixo, fazendo Liam gargalhar. – Não ria. – Eu o empurrei, mas isso só o fez rir mais. – Eu preciso ir para casa agora, preciso de um banho.

– Tome banho aqui, vista uma roupa minha.

Eu finalmente sai de seu colo e ele se levantou, indo até o guarda-roupas e tirando de lá algumas peças, me entregando logo depois.

– Cueca do Toy Story? Sério, Liam? – Eu analisei a peça em minhas mãos.

– Eu gosto do desenho, qual o problema?

– Nenhum. – Dei de ombros. – É até bem sexy se você quer saber.

 


Notas Finais


Aos poucos as coisas vão esquentando, não é? Mas nada que afete o heterossexualidade deles, claro. Porque é só abstinência, nada mais ;)
Espero que estejam acompanhando o que eu quero passar com os dois, principalmente esse período de negação.
No mais, espero que tenham gostado
XO


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