História De fato héteros... ou nem tanto (Niam Horayne) - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan
Tags Larry, Niam, Niam Horayne, Yaoi
Exibições 85
Palavras 1.948
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Hentai, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, amores! Preparadas para um pouco de drama?
Boa leitura!

Capítulo 8 - O peso das palavras


Fanfic / Fanfiction De fato héteros... ou nem tanto (Niam Horayne) - Capítulo 8 - O peso das palavras

Olhei incrédulo para ele, totalmente chocado por suas palavras. Nós já havíamos conversado sobre isso. Desejar um homem é o que te tornava gay, por isso ele não podia dizer um absurdo desse. Liam não era gay e eu muito menos.

– Você está bêbado, nem sabe o que diz. – Desviei o olhar e encontrei Harry e Louis nos estudando com olhares contidos, além dos dois, havia agora mais pessoas na cozinha, dentre elas Sophia que nos olhava curiosa.

– E você está novamente culpando a bebida. – Ele acentuou. – Você pode estar bêbado agora, Niall. Mas não estava em nenhuma das outras vezes que me beijou.

– Cale a boca! – Eu quase gritei, olhando assustado para as pessoas que nos cercavam.

– Liam. – Louis o chamou. – Acho que aqui não é mesmo o melhor lugar para falar sobre isso. – Harry assentiu concordando.

Então antes que eu pudesse pensar em qualquer outra coisa, ele segurou minha mão e saiu me puxando porta afora.

– Mas qual a porra do seu problema? – Eu disse livrando minha mão do seu aperto assim que chegamos à rua.

– No momento, você é o meu problema. – Ele discava alguns números e pelo que pude perceber, pediu um táxi.

– Ótimo, então está tudo resolvido, eu sou o seu problema e você é o meu. Você vai para o seu caminho e eu vou para o meu. Simples assim. Adeus, Liam.

Comecei a andar, mas ele me puxou pelo braço, me fazendo olhar para seu rosto, parando-me perigosamente perto.

– Não haverá nenhum adeus essa noite. – Ele disse firme. – Você veio comigo e irá embora comigo. Ainda passará a noite na minha casa, como disse a sua mãe que faria.

– Pra quê? Pra você continuar falando essas coisas sem sentido?

– Você estava me agarrando como se precisasse disso para viver há dez minutos. O que foi que mudou tanto?

– Você e a sua maldita boca que foderam com tudo dizendo aquilo. Acha mesmo que ninguém ouviu? As pessoas vão comentar! E o que acha que as suas palavras nos tornam? Nós não podemos desejar um ao outro e...

Ele juntou seus lábios aos meus, me calando. Ele não se movia e eu muito menos, ele apenas esmagava seus lábios contra os meus, como se quisesse provar algo para nós dois.

Ele se afastou apenas quando o táxi chegou, me deixando atônito o suficiente para nem protestar pelo fato dele me puxar em direção ao carro. Ele disse o endereço ao motorista e voltou sua atenção a mim, passando a língua sobre os lábios levemente, umedecendo-os. E dessa vez fui eu que o beijei.

Minha mente protestava contra os movimentos de meu corpo. Ela gritava o quanto aquilo era errado e o quanto eu deveria parar de vê-lo, de tocá-lo e de beijá-lo. Me dizia que isso só me traria problemas, primeiro comigo mesmo, depois com a minha família, com as pessoas do colégio e em minha futura carreira na medicina.

Mas os gritos em minha cabeça pareciam não ser o suficiente para parar os movimentos de minha mão que puxavam Liam para mim com força, apertando e arranhando seus músculos enquanto eu o beijava avidamente. Minha racionalidade era fraca perto das batidas aceleradas de meu coração e, principalmente, da enorme ereção que começava a doer dentro de minha calça apertada.

Eu nem vi Liam pagando o taxista e nem me importei com o que ele poderia ter achado sobre nossos beijos nada ortodoxos em sua presença. Eu apenas saltei do carro assim que percebi que havíamos chegado e logo senti a boca de Liam em meu pescoço, junto a seu peito que colou em minhas costas e fez com que seu membro roçasse em minha bunda.

Ele nos conduziu até o andar de cima, sem quebrar os beijos em meu pescoço e puxando meu corpo para ainda mais perto, o que me fez rebolar algumas vezes em seu pau duro, fazendo com que ele gemesse manhoso em meio aos beijos que deixava em minha pele.

Diferente do que eu achei que faria, ele me levou ao banheiro da casa e não a seu quarto. Me empurrando em direção ao chuveiro, o que me fez olhar inquiridor para ele.

– Eu não quero que use a desculpa de que está bêbado. – Ele respondeu, abrindo o chuveiro e fazendo a água gelada cair sobre nós dois.

Ele colocou a mão em meu rosto, acariciando meu pescoço, subindo até minha bochecha, o que me fez fechar os olhos e inclinar meu rosto para seu carinho. E ele voltou a me beijar com a mesma fome de antes.

Passei as mãos sobre seu corpo molhado, erguendo o tecido pesado de sua camiseta e abrindo um sorriso maroto ao alisar seu corpo musculoso. Ele desabotoou minha calça e ajoelhou, me fazendo arfar em antecipação. Ele tirou a peça de roupa e sorriu, olhando de forma maliciosa ao se deparar com o meu membro marcado na cueca branca, agora transparente pela água.

– Eu já estava comemorando por você usar camiseta branca hoje, e agora isso. – Ele disse com a voz mais grossa, tomada pela luxúria. – Você é tão sexy, tão gostoso.

Eu suspirei e coloquei uma mão em seus cabelos, em uma tentativa desesperada por contato. Ele olhou para meu membro e eu senti uma fisgada pouco antes de sentir sua língua roçar ali, ainda sobre o tecido molhado da cueca.

Ele passou a palma da mão sobre meu pau e eu fechei os olhos, aproveitando a carícia. Mas voltei a abri-los quando sua boca se fechou em torno da minha glande. Ele sugou lenta e profundamente.

– Porra! – Cuspi, inebriado pelo prazer, mordendo meu lábio inferior para abafar os gemidos.

Ele sugava minha glande, bombeando meu pau firme com o auxílio das mãos. Eu agarrei seus cabelos e ele abriu a boca um pouco mais, em um pedido silencioso para que eu fodesse ali e eu o fiz, forte e rápido.

Apertei sua cabeça contra mim um pouco mais, o suficiente para que ele engasgasse levemente, o que me fez soltá-lo, mas ele continuou sugando mais fundo, tirando qualquer rastro de consciência que eu tinha e me fazendo gozar em sua boca.

Ele engoliu tudo, lambendo os lábios e voltando a ficar em pé a minha frente. Passei a mão em seu rosto banhado pela água gelada.

– Você está louco. – Murmurei olhando intensamente para seus olhos castanhos.

– Por você. – Ele respondeu, voltando a me beijar.

Ele me empurrou em direção a parede, fazendo-me soltar um gemido pelo atrito com o frio que emanava dali. Suas mãos firmes agarraram minhas coxas e me fizeram enlaçar as pernas em sua cintura.

Ele desligou o chuveiro e nos conduziu até sua cama, sem quebrar os beijos e sem se importar com o fato de que estava molhando tudo pelo caminho. Eu me sentei sobre seu corpo, beijando seu pescoço e rebolando levemente sobre seu membro.

Desabotoei sua calça e a tirei junto da cueca com bastante dificuldade já que estavam encharcadas. Voltei a me sentar ali, roçando nossos membros sem pudores. Comecei a distribuir beijos em seu pescoço, descendo pelo tórax, deixando uma mordida em sua barriga, o que o fez sorrir.

Deixei um último beijo em sua glande antes de realmente tomá-lo em minha boca. Gemi em volta do seu pau só pela sensação deliciosa de tê-lo ali, olhei para cima e encontrei o rosto de Liam banhado pelo prazer.

– Vire para mim, baby. – Sua voz estava rouca, cheia de luxúria.

Eu não entendi o que ele queria a princípio, mas ele me auxiliou, colocando cada um de meus joelhos ao lado de seu rosto, me fazendo ficar totalmente exposto para ele. Senti seu dedo acariciar minha entrada e suguei seu pau um pouco mais fundo, o que o fez arfar.

Ele introduziu o dedo lentamente e eu rebolei um pouco para diminuir o desconforto, mas logo, assim como eu o chupava rapidamente, abusando de seu pau e suas bolas, ele surrava minha próstata, me fazendo gemer abafado por ter seu membro em minha boca.

Ele gozou em minha boca, me fazendo engasgar um pouco. E eu nem precisei tocar meu pau para gozar em sua barriga pouco depois. Joguei meu corpo no colchão ao seu lado e fiquei longos minutos encarando o teto.   

– É assim que as coisas tinham que ser. – Eu pude ouvir a sua voz próxima a meus pés.

– Sim, é assim que as coisas eram antes de você resolver estragar tudo.

– Você acha que dizer que nós nos desejamos estraga alguma coisa? – Ele se levantou, sentando próximo a mim. – Isso é a solução, Niall!

– Quando nós nos beijamos a primeira vez, qual foi a conclusão que chegamos?

– Que o que nos torna gays era desejar um cara.

– E é isso que você quer? Ser gay? Sofrer tudo o que Louis e Harry sofrem? Ter que enfrentar sua família, seus amigos, perder a sua carreira no futebol?

– Eu não sei o que eu sou. Para ser sincero, não tenho nem idéia. E isso me ferrou também. Eu fiquei dias sem saber o que pensar ou fazer. Mas se você quer saber, eu pouco me importo com o que eu sou ou com o nome que dão a isso. Eu sei que eu gosto de você como nunca gostei de ninguém, nem mesmo de Sophia.

– É claro que você não gosta de mim como gosta da Sophia, porque eu sou um homem e ela uma mulher.

– É isso que te frustra? Ser ou não gay?

– Eu não vou jogar minha vida fora por você, Liam. E isso aqui... – Apontei para nós dois. – Já foi longe demais.     

Eu me levantei e comecei a juntar minhas peças de roupa. Eu não queria olhar para ele, não queria ver a decepção em seu rosto. Eu odiava o fracasso e a idéia de ter fracassado com Liam me destruía de uma forma que eu nunca havia experimentado.

– Está quase amanhecendo, se importa se eu ficar aqui até clarear para que eu possa ir para casa?

Ele negou com a cabeça, sem nem me dirigir o olhar. Apenas vestiu sua cueca e deitou virado para a parede, cobrindo todo o corpo. Fiquei longos minutos observando sua silhueta, ensaiando o que dizer ou esperando que ele dissesse algo, mas nada aconteceu e eu cheguei a conclusão de que ele havia dormido.

Ainda era bem cedo quando eu vesti o resto de minhas roupas, ainda úmidas e sai de seu quarto, lhe dando um último olhar. E só a idéia de que essa era a última vez que eu o via, me fazia sentir despedaçado, como se uma parte muito importante de mim estivesse ali, naquela cama.

Não houve um adeus naquela noite, o adeus veio nessa manhã e estava acontecendo nesse momento.

– Bom dia, Niall. – Eu já estava perto da porta quando escutei a voz de Karen.

– Bom dia, Sra. Payne. – Forcei um sorriso.

– Você pode me chamar de Karen, querido. – Ela sorriu amavelmente. – Não vai esperar o café?

– Não, eu tenho mesmo que ir. – Disse apontado para a porta.

– Antes de ir, gostaria que soubesse que eu fico feliz por você e pelo Liam. – Eu congelei. – As notas dele melhoraram muito e ele está muito mais feliz. Eu só queria que vocês dois soubessem que é só isso que importa para mim.

– Nó-nós somos amigos. – Foi tudo o que eu consegui dizer a ela.

– Tudo bem, eu só achei importante que você soubesse.

Me despedi de Karen com um aceno de cabeça, incapaz de dizer qualquer outra coisa. As possibilidades de que ela soubesse sobre nós me corroia, assim como a culpa por deixar Liam e por ter dito coisas tão pesadas para ele.

Eu começava a me arrepender de tudo o que vivemos. 


Notas Finais


Foi meio bad? Foi totalmente, né? Esse final deu um baque, mas foi preciso.
E eu recompensei a bad com um pseudo hot. pseudo porque não foi sexo propriamente dito, mas foi ;)
Então, o que acharam? Em uma escala de 0 a 10, o quão babaca o Niall está sendo? Ainda me amam e amam a fic? Eu realmente espero que sim <3 Me contem ;)
XO


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...