História De Geração a Geração sempre Winchester - Capítulo 33


Escrita por: ~ e ~Ladyali

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Crowley, Dean Winchester, Personagens Originais, Ruby, Sam Winchester
Visualizações 17
Palavras 1.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 33 - Capítulo 8- algumas notas


Fanfic / Fanfiction De Geração a Geração sempre Winchester - Capítulo 33 - Capítulo 8- algumas notas

Surreal ver a Rafa envergonhada.

Ela e Mateus ficavam tão lindo juntos.

Eu estava revendo meus conceitos sobre o amor.

Quando ela descobriu quem seria o Romeu seu rosto se iluminou assim como o dele

Saí sem ser notada deixando os dois a sós.

Talvez eu não,mas Rafa merecesse o final feliz que tia Suzane não teve.

Agora que eu sabia que Andy estava aqui e fiz de tudo para evitar encontrar com ele.

Aquele jeito tão educado me irritava.

Andy sempre era tão gentil que chegava a..

Ele tinha um sorriso tão lindo.

“Qual é Lia,ele é um vampiro.Você mata a caça vampiros,você não beija um”.

Escolhi uma mesa,sentei pedindo um suco.

Eu tinha feito uma promessa,sem bebidas.

Rafa chegaria em breve,tínhamos marcado para comemorar o primeiro dia das nossas vidas normais.

-oi?-lá vem o grande sorriso.

-Andy?você?.

-acho que você está me seguindo..

-engraçadinho até parece.

-não?-ele sentou-até o bar que eu frequento.

-o bar é seu?

-é como se fosse,sabia que eu vim na inauguração?.

-impossível,faz mais de trezentos anos.

-eu sou um chupa sangue,você quem disse.

-viu a Rafa?

-ela está com Mateus,ela quem pediu para eu te fazer companhia.

Ele me pegou,no fundo eu sabia que estava sendo uma idiota com ele.

Mas ele era um monstro,na minha família nós caçamos as coisas e depois matamos..

Sem perguntas.

Sem piedade.

Apenas o negócio da família.

Andy tinha um sorriso tão iluminado.

Ele realmente agia como se estivesse no mundo a muito tempo.

-como você virou um vampiro?

-eu me apaixonei-ele coçou a cabeça sem jeito-eu simplesmente me apaixonei.Quando eu tinha vinte e quatro anos isso a séculos atrás eu estudava medicina.Era meu sonho ser como meu pai.

-que idade tem agora?.

-que indelicado perguntar isso minha jovem.

Eu gargalhei com a formalidade.

-então,eu trabalhava no hospital,eu era um excelente médico.

-peraí,você era médico?.

-estou estudando ainda para ser um.

-e estudou medicina  quantas vezes?

-muitas.

-um vampiro médico,chega a ser hilário.

-pois então,eu trabalhava no hospital.Tinha uma enfermeira que trabalhava lá também,me apaixonei perdidamente por ela.

-vocês homens são tão manipuláveis.

-dependendo da situação.Cassandra foi meu mundo,até que eu descobri que ela era uma vampira,ela usava seu trabalho com a finalidade de roubar sangue para seu ninho.

-vegetarianos?

-nem todos,na verdade nem todos.

-e sua amada era?

-não,ela não era quem dizia ser.Na verdade ela sequestrava pacientes deixava eles vivos por dias para drenar o sangue.

-você foi idiota Andy.

-eu sei que fui tolo,ela se aproximou por interesse,digamos que ela me mantinha ocupado e eu nem percebi o que acontecia ao meu redor.Então um dia quando descobri o que ela era eu a matei,antes ela me mordeu.

-nossa eu não sabia.

-uma simples mordida é o suficiente para uma transformação,tive que aprender a me cuidar sozinho até conhecer Mark e os outros.

-eles estão aqui?

-estudamos juntos.

-e você ficou sozinho todo esse tempo?

-faz parte de ser um vampiro.

-entendi, deve ser difícil ser imortal.

-ainda mais com caçadores no nosso pé.Vocês nos tratam como se fossemos monstros.

-não são?

-nunca tomei sangue humano,nunca matei ou sequestrei uma pessoa.

-desculpe eu sinto muito.

-Lia,você tem que aprender a ver mais as pessoas e não a aparência.Quando me conheceu você só pensava em me matar.

-você é um vampiro.

-mas eu tenho sentimentos e ideais.

-e porque você sempre aparece mesmo sabendo que eu sou assim?

-porque tem algo em você que me prende,algo que me chama para você.

Uau,essa eu não esperava.

-como se eu esperasse isso por muito tempo.

-acho melhor eu ir,Andy a Rafa não apareceu e estou preocupada.

-a Julieta e o Romeu.

-eles foram feitos um para o outro.

-está em qual dormitório?

-dormitório B.

-fica duas quadras da minha fraternidade,eu te acompanho.

    

(...)

Eu aproveitava o frio que fazia.

Respirei fundo e arrumei meus cabelos que voavam com o vento.

Andy segurou minha mão,sua pele fria como mármore parecia que penetrava meus ossos

Não falei nada,só andávamos em silêncio.

-frio?

-um pouco.

-bem cheguei,quer conhecer o pessoal?

-acho melhor não Andy.

-vamos Lá,só um pouquinho.

Concordo.

Lia entrando na toca do lobo.

Entramos,a casa era espaçosa.

Tinha sofás e puffs por todo lado,uma tv de plasma e video games.

Caixas de pizza vazia e bebidas.

-vampiro não come.

Ele sorriu.

-damos muitas festas aqui,as pessoas comem.

-quer beber algo?

-não obrigada.

Olhei um lado mais vazio da sala,tinha um piano de cauda.

Passei os dedos pelas teclas.

Ele sorriu.

-toca?

-desde criança,e você?

-também,mas faz muito tempo né?

Sentei ao lado dele no banco do piano.

Andy apertou umas teclas e parou.

Seu rosto estava centímetro do meu.

Ele não tinha respiração,levei minha mão até o peito dele.

Era como se não tivesse ninguém lá dentro.

Ele é um cadáver.

Seu nariz tocou o meu de leve,fechei meus olhos.Seu toque gélido deixou uma trilha fria por onde ele passou.

Eu não podia me levar por um vampiro.

Ele não tinha alma,coração..nem vivo ele estava.

Quando seu lábios desceram do nariz e roçaram meus lábios escutamos um barulho grande.

Alguma coisa caindo.

Levantei em um salto,peguei minha arma que guardava na bota.

-no seu porão.

Eu apontei e ele abriu a porta.

Descemos devagar,pé por pé.

A janela do porão tinha sido violada.

No chão dois corpos decapitados.

-Lisa e Ralf.

-quem?

-amigos.

Pendurada no teto uma moça nua.

Seu corpo estava mordido e um balde embaixo dos seus pés onde o sangue pingava fazendo um barulho constante.

Vi uma lâmina brilhosa acompanhada de um par de olhos verdes.

-sai de perto do sanguessuga Lia.

-Dean?

Eu estava em choque.

-o famoso Dean Winchester-Andy sorriu

-sai daqui Andy-fiquei entre ele e Dean.

-peraí,você está com o sanguessuga?

-o que o sr.faz aqui?

-esses dois estavam matando estudantes.

-Andy?-eu implorava para ser mentira.

-eu não sabia Lia,eles estão aqui a tão pouco tempo..

-vovô eles não tomam sangue,Andy diz para ele .

-eles são parasitas.-Dean falou com raiva.

-Andy nunca tomou sangue humano.

-você e ele?Lia pelo amor de Deus.

Dean levantou a lâmina dando um golpe em direção a Andy

Ele mostrou suas presas ficando em alerta.

Coloquei a mão na frente,Dean diminuiu a velocidade,mas me atingiu.

Senti uma ardência no braço e o sangue escorrendo.

Cai sentada segurando o braço,dei um grito de dor.

Andy tirou a camiseta tentando estancar ajudado pelo vovô.

-pega lá na cozinha o kit de primeiros socorros.

-vai Dean,ele é médico-falei controlando a voz.

-um vampiro médico?-zombou antes de sair.

-seus amigos mataram aquela estudante Andy.

-eu nao sou igual a eles.

Vovô voltou com a caixa de primeiros socorros e uma garrafa de vodka.

Tomei dois goles enormes quando Andy suturou e começou a costurar o machucado.

-boa garota-ele sorriu-aguentou direitinho.

-você me salvou Andy.

-você faria o mesmo Lia.

Vovô observava sem dizer nada.

Se andy tivesse um coração,ele provavelmente estaria batendo forte como o meu?

 

(...)

-você estava em um encontro com ele?

-não vovô,ele é meu colega apenas.

-e sua prima?

-ela está no ensaio do Teatro,ela está bem.

-hoje foi o dia de sorte dele.

-Andy não faz mal para ninguém.

-se ele se comportar.

-viu hoje o controle dele quando me ajudou?

-está apaixonada?

-claro que não, ele é um cara bom.

-Lia coloque sua conta em risco se eu tiver que voltar aqui .

-não vai precisar,mas não machuque meu amigo.

(...)

Rafa ainda não tinha chegado.

Eu queria contar tudo para ela.

Queria contar que ele quase tinha me beijado.

Que eu ..

Depois de tudo ele não vai querer me ver óbvio.

Olhei o corte no meu antebraço e contei quatorze pontos muito bem alinhados.

A verdade eu ainda sentia seus dedos gelados na minha pele.



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