História De guerra em guerra, construímos impérios - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais
Exibições 3
Palavras 1.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem
Boa leitura <3

Capítulo 1 - Capítulo 1


De guerra em guerra, construímos impérios.

Desde pequena, Yu sempre foi ligada nas partes essenciais da idade que lhe acompanhava, vivia muito de momentos “combinados” e de acordo com os tios, era uma menina muito difícil. Yu havia perdido os pais quando bebê, e passou metade de sua vida na casa dos tios (não irei citar muito a respeito deles, pelo fato de terem tido uma péssima convivência com a sobrinha que fora tão negligenciada pela vida), aos seus 16 anos iria se mudar para a Coréia do Sul, onde iria estudar, ela sabia que não iria ser fácil, porém não desistiu.

- Não deverias ir Yu, é longe e muito perigoso para uma jovem de apenas 16 anos. Fique e estude aqui mesmo, será mais seguro. - disse sua tia Carmem tentando convencer a jovem

- Deverias cuidar mais de sua vida, e se preocupar mais com a saúde de seu marido. Tenho 16 anos como a senhora já disse, não achas que deveria parar de tentar me controlar? – completou Yu - sabes que esse é meu sonho, e não será você que irá me fazer desistir dele.

- Nenhum de seus primos estudou fora da China, porque logo você, uma menina órfã de pai e mãe, iria?

- Porque ao contrário de meus primos, eu não dependo de pai e mãe para seguir minha vida. Eu irei sim.

 

Ela sempre fora uma menina determinada, e não havia nada que fosse impedir ela de ir. Sabia dos riscos que corria, mas com a certeza que tinha, iria enfrentar todos eles de cabeça erguida.

- Veremos até onde você vai aguentar. Não tens estrutura para isso, não tens família para lhe dar o devido apoio, aceite e coloque-se no seu devido lugar - Carmem respondera.

- E você Carmem, tem tanto uma família que foi abandonada por seus pais assim que os mesmos descobriram que você estava grávida antes do casamento. Tome cuidado com o jeito que você fala comigo, sua vida nunca foi um exemplo e você, muito menos. Se me der licença o avião para a Coréia já vai sair, e a seu contrário, eu tenho metas para cumprir.

Yu saiu da casa bufando de raiva, recolheu suas malas e apressou os passos até o aeroporto. Chegando lá faz seu check-in e esperou até o horário do embaque. Entrando no avião procurou seu banco, um banco recolhido e pouco próximo dos outros bancos, abriu a pequena mochila que carregava consigo e de lá retirou um livro, do qual começou a folhar vagarosamente.

- Se importa que eu me sente aqui? –-uma voz nem um pouco familiar desvia sua atenção do livro. A garota olha o ser que lhe havia, de certa forma, a atrapalhado. Era um rapaz bonito, de pele branca, com traços coreanos, de cabelos pretos e lisos caídos sobre os olhos negros e bem desenhados.

- Sente-se- completou Yu um pouco envergonhada. Não eram todos os dias que um rapaz bonito como aquele, pedia permissão para se sentar ao seu lado. Yu voltou a ler o livro que segurava nas mãos e esperou que o avião decolasse.

- Desculpe incomodar novamente, mas gostaria de saber seu nome...?

- Me chamo Yu, e você?

- Jeon Jungkook. Me chame de Jungkook apenas. - completou o belo moço sorridente.- você é daqui da China?

- Sim. Você não me parece ser daqui, da onde és?

- Sou da Coréia do Sul, mas vim aqui a trabalho de escola. Tive que vivenciar como eram as coisas aqui, um lugar bem interessante confesso, mas pouco conhecido no que se diz respeito as culturas.

Deixei com que minha matrícula na escola coreana caíssem de dentro da mochila, fui ajuntar do chão quando Jungkook, sem querer esbarra sua mão na minha, me recuo envergonhada por tal ato, e me arrumo no banco.

- Vai estudar na Escola de talentos South Korean? Pra qual série vai?

- Estou entrando no 2° ano

- Vamos estudar juntos!! - completou o jovem coreano. – espero que sejamos amigos, você me parece uma pessoa interessante. Me conte mais sobre você... Porque resolveu ir para Coréia? Como seus pais reagiram a tal decisão?

- Eu não tenho pais - digo em um tom rude – vivo com meus tios desde que nasci, e não me importo muito com eles. Na verdade eu sempre fui sozinha, nunca tive uma família de verdade, por isso resolvi sair daqui e tomar um rumo diferente pra minha vida. Eu preciso me achar e não é aqui que eu conseguirei isso.

- Meu deus, me desculpe, eu não fazia a mínima ideia disso – falou abaixando a cabeça confuso e preocupado.

- Não, tudo bem. – abro um sorriso – você não tinha como saber disso mesmo. Mas não se preocupe, sempre lidei muito bem com isso...

Era mentira! Eu nunca soube como lidar com o fato de que eu nunca tive pais, e de que sempre fui muito sozinha, mas aquilo não interessava ao coreano, meu sofrimento era meu, e não mudaria a falta que eu sentia de meus pais mesmo sem conhece-los. Retirei um pequeno celular do interior da mochila e coloquei meus fones, liguei a playlist de sempre, e esqueci do mundo, do garoto bonito ao meu lado, fiquei imaginando como seriam meus pais, como seria minha vida se eles estivessem comigo, eu dormia me sentindo abraçada por eles, mas acordava sozinha numa imensidão escura que meu mundo havia se tornado. Sabia que eles tinham morrido de corpo, mas suas almas sempre estiveram comigo em qualquer momento, senti meus olhos se encherem de lágrimas, e senti como se aquele garoto ao meu lado fosse um anjo, não sei porque, sentia que eu não podia me perder ou me afastar dele, mas como? Eu nem o conhecia, eu senti uma vontade imensa de me jogar entre seus braços e nunca mais soltá-lo, mas ele iria me achar uma louca, eu precisa daquele garoto comigo. Por fim o avião decolou, e antes que eu fosse me perder em meio aquele azul todo, meus pensamentos foram interrompidos.

- Você está chorando? – indagou Jungkook.


Notas Finais


Foi curtinho esse primeiro cap, prometo fazer mais longos os próximos!!
(Botei a classificação pra 18, mas não sei se terá caps nesse estilo, a não ser que vocês queiram)
<3 <3 <3


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