História De onde vem os bebês? (Park Jimin) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais, Suga
Tags Bangtan Boys, Bebê, Bts, Família, Fluffy, Imagine, Imagine Bangtan, Imagine Bangtan Boys, Imagine Bts, Imagine Jimin, Jimin, Tuangon
Visualizações 386
Palavras 1.014
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeira vez fazendo uma "fanfic" Fluffy, espero que gostem. ♡

Capítulo 1 - Elas bebem o mesmo leite que eu bebo?


Fanfic / Fanfiction De onde vem os bebês? (Park Jimin) - Capítulo 1 - Elas bebem o mesmo leite que eu bebo?

– Jun nasceu! Kwon meu amor, seu irmãozinho nasceu. – titia me balançava de um lado para o outro, abri meus olhinhos e sorri pequeno – titia vai dar banho em você, depois irei te levar até sua mamãe e o bebê. – fui pego no colo.

Eu não gostava de acordar cedo demais – apesar de fazer isso todo dia da semana para ir para a creche – porém hoje é um dia especial. Passei dois dias sem ver minha omma e bem, queria vê-la e claro, ver o Jun também.

Não irei mentir dizendo que gostei da ideia no início, eu teria que dividir meus pais com o mais novo membro da família, incluindo meus brinquedos e mimos. Mas depois de uma conversa com o appa Jimin, eu comecei a aceitar a ideia de ter um irmãozinho e bem... Eu poderia ensinar tudo a ele e claro, ele terá que me respeitar, pois Kwon nasceu primeiro.

– Você já imaginou como é seu irmão Kwon? – meu tio Yoongi perguntou esfriando meu leite enquanto tia Eunbi preparava o sanduíche.

– Na verdade não. – ele deixou a minha mamadeira em minha frente e sorriu – mas acho que ele vai parecer comigo. – dessa vez foi a minha hora de sorrir.

– Então ele será uma gracinha. – beijou minha testa.

– Tio. – apertei seus dedos – o senhor vai continuar gostando de mim?

Bem, outra coisa que eu me preocupava com a chegada de Jun era: todos iram esquecer do Kwon e dar atenção ao pequenino.

– Claro que vou Kwonie. – me apertou em seus braços – você é o rapaz do titio.

– Da titia também. – minha tia caminhou até a gente e se juntou ao abraço apertado e gostoso. 

(...) 

– Appa! – em um pulo desci do braço do tio Yoongi e corri até ele, meu appa, abraçando suas pernas. 

– Kwon! – papai me ergueu do chão e beijou meus cabelos castanhos – você se comportou na casa dos seus tios? 

– Comportei. – beijei suas bochechas – cadê a omma? 

– Sua omma está lá dentro. – caminhou em direção aos meus tios comigo em seus braços – vocês vão entrar agora? 

– Não, iremos deixar esse espaço para vocês. Mais tarde nos vemos – tia Eunbi falou e meu appa concordou, eles eram irmãos. 

Nós dois vimos o carro se distanciar aos poucos e entramos para dentro do hospital. 

– Como é ele, appa? 

– Jun? – concordei – bem, não sei como explicar filho. – riu – mas, ele tem as suas bochechas. 

Sorri só de imaginar.

Será se Park Jun é uma cópia diminuída minha? 

– Só as bochechas? – sem perceber, eu já estava com um bico nos lábios. 

– Os olhos também. – meu appa falou olhando para o teto enquanto caminhava pelos corredores brancos, ele parecia pensar no rosto do bebê – bem, ele parece muito com você filho. – sorriu. 

– Falta muito para chegarmos? – ele negou – eles vão sair hoje? 

– Vão sim. – parou na frente de uma porta branca, igual os corredores – chegamos. 

A porta foi aberta e nós entramos, avistei minha omma sentada numa cama e um bebê do seu lado. 

– Omma! – disse baixinho e ela sorriu. Appa andou comigo até ela e nos abraçamos. 

O meu olhar percorreu por onde a mesma estava sentada, Jun estava todo coberto com uma manta, vi que ele me olhava atento, enquanto suas mãos esravam fechadas com força, deixando quatro buraquinhos em seus dedos, em meio da sua mão pequena e gordinha, idênticas as do papai. 

– Diga: Oi Kwon. – mamãe segurou a mãozinha dele e balançou, em sinal de cumprimento em minha direção. 

– Oi Jun. – sorri. 

Papai me colocou sentado numa poltrona confortável e pegou Jun no colo, veio até minha direção e colocou ele nos meus braços sentando do meu lado e me ajudando. 

– Ele é lindo papai. – Jun ainda me olhava e eu olhei para ele. 

– Ele é lindo igual a você. – appa acariciou meus cabelos e beijou a cabeça pouco careca de Jun. 

– Vocês me deixaram sozinha aqui. – mamãe comentou enquanto ria. 

Appa levantou e caminhou até ela, olhei mais uma vez para Jun, ele tinha um biquinho nos lábios. Seus olhos pareciam duas bolinhas e suas bochechas cheinhas eram rosadas, ele tinha poucos fios na cabeça, porém... Conseguia ser o bebê mais lindo que eu já tinha visto. E pensando bem melhor... Não vai ser tão ruim assim, e não me importo se a atenção agora for para ele, pois o mesmo merece todo amor e carinho do mundo. 

– Você gosta do irmãozinho que você tem Junie? 

Seus bracinhos balançaram e ele agarrou meus dedos. 

– Posso levar isso como um sim? – sorri e beijei suas bochechas. 

(...) 

Nós já tínhamos chegado em casa, Jun estava deitado no berço que estava na sala e eu estava bebendo meu achocolatado. 

– Appa, vem aqui por favor. – chamei ele com os dedos e o mesmo caminhou devagar, enquanto escrevia alguma coisa no celular. 

– O que foi, pequeno? – guardou o celular no bolso e acariciou minhas bochechas. 

De onde vem os bebês? – perguntei curioso e ele arregalou os olhos. Vi mamãe descendo as escadas enquanto segurava no corrimão.

– Co-como é a pergunta? – sorriu e passou os dedos pelos fios pretos. 

– Que pergunta? – mamãe veio até a gente e sentou no colo de appa, ele passou a mão pela cintura dela e beijou sua bochecha. 

– Eu perguntei de onde vinha os bebês. – bebi todo meu achocolatado e deixei o copo na mesa pequena da sala. 

– O-os bebês? Seu appa vai responder melhor que eu querido. – ela sorriu e se levantou indo em direção a Jun, que chorava. 

– (S/N), volta aqui. – falou nervoso, omma apenas olhou para ele e subiu as escadas com o bebê nos braços – bem Kwon, os bebês vêm da barriga das ommas. 

– Mas como eles pararam lá? 

– Bem... As ommas bebem leite e o bebê cresce dentro delas. 

– Elas bebem o mesmo leite que eu bebo?

– Não, é um leite diferente. 

– Então... Como é feito esse leite? 

– Ele é feito com o calor, bebê. 

– Com o calor? O calor do papai? 

– Sim, isso. – sorriu nervoso. 

– Então... A omma bebeu o leite do papai?! 

– O-o leite do papai? É, mais ou menos isso. 

– Appa, então quer dizer que quando eu namorar, minha namorada vai beber do meu leite também? 



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