História De outras vidas - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Drama, Ffifth Harmony, Revelaçao, Romance
Exibições 81
Palavras 2.505
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiii, Hoje ta longa a historia ;)

Capítulo 2 - Capitulo 2


Lauren Narrando.

Assim que eu vi Camila no aeroporto algo dentro de mim acendeu, como se tivesse jogado álcool em brasas, como se dentro de mim tivesse só esperando eu ver a minha Camila de novo pra tudo voltar a fazer sentido, minha vida voltar a fazer sentido. Fui pegar um taxi pra ir deixar minha coisas em casa e depois ir para impresa, minha familia tem uma impressa de joias, fazem umas das melhores joias que se imagina, mais eu não sei o que aconteceu que eles estão com serio problemas, quando fui embora minha familia era podre de rico e agora estão assim, tenho que me informar direito o que está acontecendo. O taxi parou em frente a uma mansão que já era de se esperar que era da minha familia, nunca gostei do que eles fazem com o dinheiro, usa sem se preocupar com o amanhã, nunca gostei disso talvez esse foi uns dos motivos pra eu me manter afastada deles por todos esses anos. Toquei a campanhia pois ainda não tenho a chave de casa ainda, assim que eu toquei a campinha demorou uns segundos até que uma mulher de idade abre a porta, quando ela me ver me abraça e começa a chorar, o nome dela era Maria

- Minha menina - me aperta - que saudades

- Tia - sempre chamei ela de tia - também tava com saudades, da sua comida principalmente

- Falando em comida você esta muita magra, venha entre - deu espaço para eu entrar - acabei de fazer uma torta como você gosta

- Só você mesmo pra me receber tão bem - abracei ela de novo - só tem você e a Tay tia

- O minha queria que saudades - estavamos andando de mão dada para dentro de casa - DAMIÃAAAO

Maria sempre foi tão barulhenta quando se tratava de chamar alguém, lembro das vezes que ela ia me chamar para escola, ou ate mesmo me acordar para meus pais não  ver eu dormindo até tarde, ela sempre comprou minha loucuras e era por isso que eu amava tanto ela

- Senhora? - um homem de meia idade apareceu

- Leve a Mala de Lauren para o quarto dela

- Sim senhora - pegou minha malas - licença - saiu subindo as escadas

Maria me levou para a cozinha, eu notei que a casa avia mudado muito, da decoração ao os moveis (gastando dinheiro em vão como sempre)

- Aqui esta - colocou um prato de torta na mesa - coma tudo, está muito magra

- Não to não tia - sorri - to no peso ideal

- não vejo isso - olhou feio pra mim - tô vendo que a senhora não comeu muito bem, deveria ganhar umas palmadas por isso, mais como eu estou morrendo de saudade vai ganhar beijos e abraços - beijou minha cabeça

- Eu também tava morrendo de saudades tia - comi um pedaço - muito mesmo, mais mudando um pouco de assunto, como estão as coisas aqui? - olhei para Maria e a expressão dela mudou

- Não muito bem - abaixo a cabeça - não muito bem minha menina

- Porque Maria? aconteceu algo? - Estava preocupada

- Promete que não vai falar que foi eu que disse? - ela riu - igual como faziamos

- Claro que prometo - sorri de volta

- Quando você foi embora as coisas mudaram, sua mãe saia direto, seu pai ficava trancado no escritorio, eles começaram a comprar mais coisas do que antes, brigavam muito - ela me olhou triste - eles sentiram a sua saida

- Não entendo Maria, eu sinceramnete não entendo - fecho os olhos lembrando - Parecia que eles nunca me amou sabe? me tratava com um experimento, como se eu fosse algo que eles podia controlar sempre, como um robo, eles achava que eu não tinha sentimento? talvez seja por isso que eu era rebelde, mais eu não tenho raiva, não tenho mesmo

- Lembra quando uma vez eu te falei que você ia agora mais que um dia eles ia precisar de você - Maria me olhou com um sorriso de ternura - então minha menina mostre o seu valor, faça o que eu te ensinei desde de pequena

Maria era mais minha mãe do que minha propria mãe de sangue, Maria sabia quando eu estava mal, sabia quando eu estava triste, sempre confiei a ela meus segredos mais profundo, por exemplo quando eu comecei a gostar de mulher, quando falei a primeira vez pra ela, ela me olhou deu um sorriso e depois disse que tudo ia ficar bem, ou quando eu não podia mais ver Camila, ela sempre me ajudava com isso

- Eu sei tia, agora deixa eu comer que eu tenho que ir na impressa - fiz uma careta - não quero ir tia, mais e o jeito - rimos

Eu comi a torta que estava muito boa como sempre, Maria disse que o meu quarto era o mesmo, quando entrei fiquei surpresa pois estava tudo do mesmo jeito, como eu avia deixado. Desfiz minhas malas, tomei banho e peguei uns dos carros dos meus pais, chegando na impressa fui recebida com muita educação, a secretaria me avisou que meus pais estava me esperando na sala de reunião, fui direto pra la, chegando la encontrei meu pai, minha mãe, minha irmã e meu irmão

- Lauren - taylor me abraçou apertado - tava morrendo de saudades

- Oii Tay - apertei ela - também tava minha pequena que não ta mais tão pequena assim, já ta uma mulher

- Já tenho 15 anos Lauren - sorriu - você que ta velha 30 anos maninha

- Nossa - fiz cara de afendida e coloquei a mão no peito - então respeita as mais velha - mostrei a lingua ela fez o mesmo

- Quem e viva sempre aparece - chris colocou a mão pra eu apertar, revirei os olhos, durão igual ao papai

- Vem aqui moleque - puxei ele pra um abraço - também senti saudades

- Ate que fim resolveu voltar Lauren - minha mãe falou firme - sentimos saudades

- Sentiu tanta saudades que não foram me pegar no aeroporto - sorri ironica - quanta saudades não e mamãe?

- Sem gracinhas Lauren - minha mãe me deu um abraço rapido

- Filha - Meu pai se aproximou e me deu um abraço apertado - desculpa não te ido te buscar no aeroporto, estamos com muito problemas aqui - me olhou - sinto muito

Mais eu senti como se aquele sinto muito não tivesse sido com o fato de não te ido me pegar, sentir como se aquilo fosse outra coisa que eu não tava sabendo

- Muito bem - minha mãe olhou para o meu pai feio - Já vimos ela, agora precisamos de você aqui Lauren

Camila Narrando

Quando eu vi Lauren meu coração parou de bater tenho certeza, como aquela mulher pode mecher comigo depois desses anos todos? Como isso pode acontecer? depois de tudo que eu sofri por ela, depois dela te me traido, depois de que eu vi ela as lembraças voltaram com tudo na minha cabeça e só tinha uma pessoa que ia me ouvir e falar a verdade. Aluguei um carro e sair o mais rapido possivel daquele aeroporto, cheguei em uma casa simples mais que eu tinha certeza que dentro daquela casa era o lugar mais ideal pra eu ir, pra eu pensar e o melhor pra eu receber conselhos. Sair do carro e toquei a campainha assim que a porta foi aberta apareceu uma mulher baixinha, primeiro ela abriu a boca, depois ela ficou seria depois ela pulou em cima de mim

- Milaaaaaaaaaaaaaaaa - gritou - Não acredito, eu não acredito - começou a chorar

- Que saudades minha baixinha - abracei o mais forte que eu conseguir - que saudades

- Eu não vou te soltar - Ally tava agarrada comigo - pode ir entrando, vamos de coala - rimos

Fui andando com Ally pressa em mim ate chegar no sofá, quando sentamos la ela me soltou e olhou pra mim seria

- Pode te passado 15 anos mais mesmo assim eu reconheceria essa carinha, o que aconteceu Camila? - olhou seria pra mim

- Você me conhece mesmo - olho pra ela com cara de choro - sabe eu lutei muito, não to falando de coisas de estudo, to falando daqui - apontei para meu peito - Ally eu juro que lutei e ate pensei que eu tinha esquecido, esquecido aquela olhar - uma lagrima cai - só foi eu ver ela pra esse muro que eu construir caisse

- Você viu ela? - me perguntou enxugando uma lagrima minha

- Vi, isso me fez ter saudade dela, me fez querer ela mais do que tudo nessa vida - limpei minhas lagrimas - mais eu preciso ser forta, ate porque eu não vim aqui por ela ou pela familia dela

- você sabe que eu nunca concordei com isso, você nem falou com ela pra saber se e verdade Mila - me olhou - eu não to defendendo ela, só que quando você foi embora ela também foi e eu jurava que ela nunca mais ia voltar pra ca novamente

- Ei vi as fotos ok? - outra lagrima caiu só de lembrar - eu não sei se eu agir errado mais olha pra mim agora? - sorri - posso da de tudo pra minha familia, não vou mais ser humilhada pela familia Jauregui, não vou mesmo

- Eu sei amiga, e eu tô tão orgulhosa disso - me puxou e eu coloquei a cabela no colo dela - Mais uma hora ou outra vocês vão se encontrar de novo e um dia vocês terão que conversar, você sabe não é?

- Eu sei, eu não vou menti e te falar que eu não gostei de ver que ela ta aqui, na mesma cidade e por isso que eu me odeio tanto sabe? - olho pra Ally

- Ta tão na cara que a historia de vocês não acabaram - sorriu pra mim - saiba que eu vou esta aqui pra o que precisar - limpou minha lagrima

- Eu sei, por isso vim aqui, e também vim pedir moradia - rimos

- Deixa eu pensar - fez cara de pensativa - e claro que você vim pra ca - me abraçou - aqui continua simples como sempre, como tô morando sozinha, você sabe

- E por isso que eu vim pra cá, por que sabia que aqui eu ia me sentir em casa - abracei ela - Te amo Ally

- Que saudades - Ally começou a chorar - Também te amo

- Que gay - sorri - e você como ta?

- Como sempre amiga, estudei me formei em direito, tenho um escritorio junto com a Dinah

- Dinah - fiz cara de surpresa - Dinah amiga da Lauren? a Dinah que não queria nada com a vida

- Essa mesmo - ela riu - na primeira vez que ela me chamou pra montamos nosso escritoria não acreditei também, mais hoje ela e umas das maiores advogadas da cidade

- Nossa, o mundo da volta - deitei minha cabeça no colo da Ally - é o Troy?

- Passado amiga, passado - revirou os olhos - a gente namorou um tempo mais não deu certo, mais vou a missa todos os domingo

- Ta brincando comigo ne? - rir da cara dela

- Tô - começou a rir - mais eu poderia me torna uma pessoa de Deus, nunca e tarde pra mudar

- Não faz isso não - rir - você ta otima do jeito que ta

- Mais e você quando vai trabalhar aqui? - começou a alisar meu cabelo

- Amanhã mesmo, não gosto de ficar parada

- Samos duas então, então você vai subir tomar um banho e depois comer

- Ta mamãe

- To falando serio - revirou os olhos - Vai logo

- Ta ta ta - me lavantei - Senti sua falta

- Também senti - me abraçou mais uma vez - Muita

Subi as escadas depois de pegar minhas coisas, Ally ajeito o quarto pra mim que era bem confortavel, me lembrava a casa dos meus pais, quando eu me formei eu me mudei de casa fui morar sozinha eu sentia que eu precisava disso, não podia ficar o tempo todo com meus pais, tinha que cresce mesmo sendo dolorido pra mim. Eu nunca estive só, namorei por 4 anos até que uma hora não deu mais, eu não sei o que aconteceu, talvez eu não estivesse pronta ou o espirito de Lauren estivesse por la, depois disso nunca mais namorei, eu gostava de Gabi, mais eu acho que eu não gostava o suficiente pra levar isso adiante. Tomei um banho e depois desci pra ver Ally tava fazendo e olha tava muito bom o cheiro

- Ate que fim a cinderela resolveu desce - mostrei o dedo no meio pra ela - velhos habitos nunca muda - riu - também te amo

- O que ta fazendo? - cheguei perto das panelas - ta bom isso

- Eu to fazendo macarronada, eu sei, eu sei, tudo que eu faço e bom - mexeu outra panela

- convencida - sorri

- Mais me fala Mila, nunca teve outra pessoa na sua vida?

- Sabe que eu tava pensando nisso agora a pouco, e sim teve sim uma pessoa, a gente namorou 4 anos - Ally fez cara de surpresa - tempo ne?

- Porque terminaram?

- Porque eu sentia que não gostava mais dela como antes sabe? e também - olhei para baixo - eu pensava na Lauren

- Amiga enquanto vocês não resolverem isso vocês não vão encontrar ninguém

- Opaaaa, vocês? - olhei pra Ally que agora tava com um olhar de que tinha falado besteira - como assim vocês? pode falar dona Ally

- E que a Lauren também nunca encontrou ninguém - ela me olhou - ninguém como você

- Isso não ta me ajudando Ally

Não está me ajudando mesmo, como assim ela não encontrou ninguém? estou ficando confusa, aaaaah olha oque essa mulher causa em mim, sera que a Alyy tem razão? sera que a gente ainda tem muita coisa pra conversar? sera que ela ainda me ama? são tantas perguntas, tanta coisa na minha cabeça

- MILAAAAAAAAAAA - pulei da cadeira

- Nossa Ally, grita mais - coloquei a mão no peito - que me matar?

- Você não respondia, te chamei três vezes - colocou os patros na mesa - tava pensando em que?

- você ainda pergunta? não e todo dia que me falam que ela não namorou ninguém depois de mim

- ficou mais balançada ainda ne? - afirmei com a cabeça - sabe minha opinião sobre isso - colocou a macarronada no prato - agora vamos comer

- Vamos Ally, vamos .


Notas Finais


Ta ai


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