História De pernas pro ar - Capítulo 48


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Categorias Fazendo Meu Filme, Minha Vida Fora de Série
Personagens Personagens Originais
Tags Destino, Imprevistos, Livros, Love, Romance
Visualizações 6
Palavras 954
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


PESSOAL, ME PERDOEM ESSE CAPÍTULO DIFERENTE, POREM ELE SERÁ EM ESTILO DIÁRIO, POIS A ESSA ALTURA DO CAMPEONATO, NÃO DÁ PRA FICAR ENCHENDO LINGUIÇA.

AMO VOCÊS E OBRIGADA PELAS 2.000 VISUALIZAÇÕES! VOCÊS SÃO DEMAIS....

Capítulo 48 - Evelyn tem uma solução!


Cecília narrando

Cortava-me o coração ver Maitê naquele estado, mas não dava mais pra ficar expondo-a a ex-madrasta louca. Ela ia ficarem casa naquele dia sim, e se precisasse, por mais alguns dias.

Não posso negar que a ideia de Evelyn foi brilhante, mas estou um pouco desconfiada que seja perigosa demais, já que Natália tem uma vida com ela, e essa vida vale muito para minha filha.

(20 minutos depois)

O delegado está um pouquinho ocupado com os afazeres dele e não pode nos atender nesse momento. Maitê já me ligou duas vezes e não pude dar a ela a informação que ela tanto almeja. Estou receosa que talvez não vamos conseguir sair da estaca zero hoje.

(mais meia hora depois)

Depois de mais algumas ligações em vão para mim, Maitê resolveu ligar por conta própria para a delegacia e conversar com o delegado. Pela cara dele nesse momento, temo que Maitê falou poucas e boas para ele, acho melhor não tocar nesse assunto com ele.

- O que trás vocês aqui novamente? – perguntou na maior cara de pau.

- Me desculpa, mas o senhor está nos enrolando e o caso é realmente grave.

- Vocês conseguiram arrancar mais alguma informação que pode nos colocar atrás dos criminosos?

- A mulher que havia ligado àquela vez, ligou novamente e não era número privado.

- E o que tem de mais nisso? – perguntou secando a careca que estava molhada de suor, mesmo com ar condicionado. Isso estava me dando agonia.

- Como assim, “o que tem de mais nisso?” – foi à vez de Evelyn ficar indignada – o senhor tem noção do quanto isso pode ajudar com as investigações?

- Mais uma menina me dizendo o que fazer... – resmungou num tom audível – O que você tá querendo dizer com isso?

- Simples! Podemos rastrear a ligação e descobrir onde Henrique está nesse exato momento.

- Já te passou pela cabeça que os sequestradores podem estar usando um número falso a cada ligação? – Perguntou olhando para ela com pouco caso.

- Até passou sim, mas a Maitê foi bem inteligente em observar que o número das duas ligações eram iguais e que a voz pertencia a mesma pessoa.

- Tá, mas e se ela resolver trocar o telefone bem agora?

- Eu conheço minha ex o suficiente para saber que ela é idiota a ponto de deixar evidencias passarem batido.

- Como assim, Augusto? Sua ex? A Natália está metida nisso?

- Está sim Bernardo. Ao que tudo indica, ela é a mandante de tudo.

- De onde vocês conhecem tantas informações um da vida do outro? – estava com medo de receber tal informação, porém não custa nada perguntar.

- Isso não vem ao caso – respondeu Bernardo – Será que podemos continuar?

- Podemos! – Respondeu Evelyn – E de preferência, a partir da parte em que a gente rastreia o telefone dela.

- Posso fazer melhor? – Perguntou o delegado, olhando por cima dos óculos e dando sinal para a secretária entregar copos de água para todos nós.

- O que seria o senhor fazer melhor?

- Bem, eu iria combinar um encontro entre ele e o seu pai para que ela dê alguma pista e confirme o paradeiro do menino.

- Mas aí já arriscaríamos a vida dos dois?

- Como menina? – Vi Evelyn revirar os olhos por ele continuar a chamando de menina.

- Se aquela maluca desconfiar que estamos tentando passar a perna nela, é capaz dela matar os dois e ainda vir atrás de Maitê.

- Ela não faria isso. – Ele disse negando com a cabeça e abrindo o boletim de ocorrência em seu notebook.

- Faria sim! E eu não duvido nada que ela esteja planejando alguma coisa agora.

- Vamos ter que esperar mais um pouco. – Disse, enquanto lia o documento de seu computador.

- Negativo! – Disse Evelyn, surpreendendo a todos. – Como futura estudante de direito, me vi na obrigação de ler um pouco sobre alguns assuntos que me interessam mais. Por isso, eu sei muito bem que o senhor está enrolando a gente.

- O que você está querendo dizer, Evelyn? – Disse dando um leve beliscão em sua perna.

- Tia Cecília, ele já deveria ter tomado providências há algumas horas atrás.

- Deveria? – Perguntou em um claro cinismo.

- Com toda certeza, Senhor. Já faz aproximadamente 84 horas que ele está desaparecido.

- E como a senhorita sabe? Por um acaso está contando as horas no relógio?

- Não exatamente. Na verdade, eu aproximei, porém já fazem três dias e meio. Não dá pra aceitar de braços cruzados.

- Sinto muito, mas estou fazendo o possível.

- Pois trate de fazer o impossível também. Eu não aguento mais ver minha melhor amiga triste pelos cantos.

- Tudo bem, mocinha. Vou aumentar as investigações, mas enquanto não tivermos provas mais concretas, não vamos poder “atacar”.

- Pois então que marque esse encontro com a doida. – Disse Augusto, batendo a mão na mesa. – Mas você precisa garantir a segurança de Maitê durante toda a operação e pelo menos até a poeira baixar.

- Combinado! – Disse o delegado. – Você ainda tem o número dela ou eu precisarei ligar do meu celular?

- Faça como você preferir, mas antes a Evelyn vai rastrear esse número e vai monitorar, pode ser?

- Você promete que não vai fazer nada de errado, Evelyn? – Perguntou usando seu nome pela primeira vez.

 - Prometo sim, senhor Delegado.

- Então vamos começar a nos organizar. Bem, Augusto, ligue para ela pelo seu número e peça a ela que o encontre... – Estava acompanhando a linha de raciocínio de Bernardo, quando meu celular começa a tocar e Maitê me surpreende com a voz assustada:

- Todo cuidado é pouco! Ela ligou novamente. 


Notas Finais


MAIS UMA VEZ, MUITO OBRIGADO E PREPAREM OS CORAÇÕES QUE ESSA HISTÓRIA ESTÁ CHEGANDO NA RETA FINAL....


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