História De repente 30! - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Deadpool, Homem-Aranha
Personagens Peter Parker, Wade Willson (Deadpool)
Tags Spideypool
Visualizações 180
Palavras 932
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello Bitches~~ !
Cheguei com o segundo cap., ainda não sei se vão gostar. Talvez eu tenha prometido muito no primeiro cap.?
aviso: pode conter muitos erros de português, não foi revisado!
Espero que gostem.

Capítulo 2 - Meu vizinho escuta Avril Lavigne!


–  Petey, para de dar um ataque de pelanca, pelo amor da terra dos unicórnios!! – O homem a minha frente exclamava enquanto tentava me ajudar a levantar. Dei um tapa em sua mão, pela segunda vez no dia, gritando em seguida:

– NÃO ME TOQUE, WILSON! Quantas vezes eu preciso dizer isso? – A parede de dois metros de altura enfim se moveu por alguns centímetros. Tive que me contentar com essa distancia. Não posso negar que estava atrás de algum motivo para brigarmos. Afinal, hoje era o “dia d”.

– Tá, tá... Só vamos pra casa, babyboy!

– Não me chama assim! Meu nome é P-E-T-E-R! Quantas vezes preciso te dizer isso, seu... seu... brutamontes! –Wilson riu, riu! Eu não estou acreditando nisso.

– Não adianta, caro Petey... Você já recebeu alta faz quatro horas, o doutor Furry vai começar a repensar se deve te internar ou-/

– NÃO! Eu vou, eu vou... Só me dê 5 minutos, ta?

Entrei no banheiro – e me envergonho em admitir que ele acabou me ajudando a entrar no cômodo- trancando a porta atrás de mim. Encostei minhas costas na madeira da porta. Ah, eu tenho que recapitular o que andou ‘rolando, não? Olha... A minha vida virou de ponta cabeça. Nunca desejem pular alguns anos da sua vida, não é nada legal. Espera, tem uma coisa legal sim! A única. Pós puberdade! Fui até a pia colocando os braços na louça branca para apoiar o peso do meu corpo e me olhei no espelho.

– Peter, Peter! Posso sim me acostumar com esse corpo. – Comecei a passar a mão pelo meu rosto rindo de leve. Não usava mais os óculos fundo de garrafa ou qualquer outro desde os 21 quando fiz a cirurgia –ao menos foi isso que me contaram-. O cabelo mais curto nas laterais e com um topete ficaram diferentes do estilo “tigelinha”. Algumas sardas cobriam a região perto dos olhos, mas eram muito sutis. A parte que mais me agrada nesse corpo novo são os músculos! Não sou uma parede como o Wilson, mas agora meus ossos ficam cobertos por carne.

–Petey, para de se admirar no espelho!!!!! – Ué, como ele sabia que eu estava fazendo isso? Ah, que seja... Continuando minha história: eu acabei acordando algumas horas depois do meu pequeno desmaio –causado pelo estresse-. Dr. Furry fizera algumas pesquisas, mas não existe nada físico para se consertar. Descobri que entrei em coma depois de uma operação, a anestesia geral acabou dando um efeito colateral raro -0,002% dos casos para ser mais exato-. Não me importei muito com os detalhes de como fui ficar “assim”, minhas energias nos últimos três dias foram direcionadas em me livrar do maldito vizinho. Tia May não me respondia muita coisa, me veio com um papo que quem deveria me contar as coisas era o meu “noivo” – eu só queria saber como ele “salvou” a minha vida!-. Tio Ben, Harry e Mary Jane não haviam vindo me visitar. Dá pra acreditar? Harry me mandou algumas mensagens por um tal de “celular”, dizendo que estava vindo da Tailândia.

– Baaaaaaaabyboy!

Hey, hey babyboy
            You, you 
           I don't like your girlfriend 
          No way, no waaaaaaaaay! My baaaaaabyboy!

Abri a porta depois da cantoria se tornar alta. Não acredito que esse canalha ta cantando Avril Lavigne no hospital! Sentado na cama enquanto balançava as pernas, ele realmente não mudou nada!

- Wilson! Vai incomodar as pessoas! – Falei bufando. Ele se aproximou de mim com um sorriso caloroso, o que me irritou ainda mais. Estendeu a mão pra mim, ignorei.

- Por que mesmo que eu tenho que ir com você?

-May está ocupada, você sabe disso muito bem... –“May”, essa intimidade com minha tia me instigava.

-E por que não veio a Mary Jane? –Wilson me olhou irritado.

- Por que você é meu noivo e mora comigo!

-Eu não sou seu noivo, quantas vezes preciso dizer isso? Eu não me lembro de nada, nada! Eu nem gosto de você, eu te detest-

Fui interrompido por dois braços que me puxaram para perto, muito perto. Meu corpo colou no do outro e eu quase suspirei –espera aí, Peter! Você não é um menininho-. A proximidade me deixou tão chocado a ponto de não conseguir reagir. Wilson foi aproximando o rosto do meu, nossas bocas quase se tocavam. De repente elas se tocaram, primeiro era apenas um roçar, e quando percebi eu já estava sendo beijado de forma afoita. E pior, eu correspondia à altura.

-Wilson, isso é abuso! ME LARGA –Ele me soltou na hora, fazendo com que eu perdesse o pouco equilíbrio que tinha. Antes que pudesse cair tive a cintura rodeada por um de seus braços.

-Não é abuso quando é correspondido, caro Petey... Quando vai admitir que está louquinho por mim?

-Eu não sou de mentir, Wilson! Diferente de certas pessoas... –Respondi grosseiro na tentativa de retirar a atenção do meu rosto corado. Ele ria se divertindo, eu todo desesperado e ele feliz. Saímos do hospital e fomos para casa do meu vizinho –que no caso era a minha também, que estranho!-. Não era o que eu imaginava. Começando por não ser em uma cobertura no centro da cidade, era em um condomínio de casas um pouco mais afastado do caos da cidade. A casa tinha as paredes em vermelho sangue e os detalhes das janelas em azul e preto, bem inusitado mas eu até que gostei. Entrei pela porta me sentindo estranho, pelo pouco que vi era tudo tão limpo e organizado. Vocês devem estar se perguntando porque de “pouco”. É porque logo que abri a porta da casa, fui jogado ao chão."


Notas Finais


Me digam se gostam da forma como a história é narrada (pelo Peter se alternando em contar e vivenciar tudo).
O que acham que aconteceu com Harry, Mary Jane e Tio Ben para não irem ver o pobre Peteyyyy?
pegaram a referencia ?
acharam algum erro?
kissus, até a próxima~~


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