História De repente 30! - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Deadpool, Homem-Aranha
Personagens Peter Parker, Wade Willson (Deadpool)
Tags Spideypool
Visualizações 194
Palavras 1.216
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello Bitches~~!
Cheguei com mais um cap.! Não revisei o português, logo tem erros (me indiquem se acharem, por favor!)!
Espero que gostem~

Capítulo 3 - Eu prefiro gatos


Escutei um latido e, segundos depois era derrubado –mas segurado pelo senhor segurança de shopping, claro! Eu já disse que odeio o fato dele ser bom em tudo, até em me ajudar?!- por um CACHORRO? Ah, não! Eu detesto cachorros! Sou mais gatinhos... Torci o nariz e comecei a gritar.

-SAAAAI! PODE SAIR DE CIMA, TOTÓ! XÔ!!!! –O monstrinho não deve entender português, já que o que fez foi exatamente o contrário do ordenado: continuou em cima de mim babando e pulando. Ok, ok eu tenho que assumir que era muito fofo ver ele todo feliz abanando o rabo. Estendi a mão até a orelha do bichano –que? Eu avisei que sou mais do tipo que gosta de gatos-, coçando a parte de trás. Descobri que ele gostava do carinho, mas essa proximidade não devia ser o bastante e logo ele voltou a ficar afobado pulando com força em cima de mim. O senhor olhos azuis penetrantes gargalhava, colocando as mãos sobre o abdômen. Pronto, agora sim... to no chão, com Wilson por baixo e o totó por cima, babando em tudo.

- Tira, tira, tira, TIRAAA! TIRA!TIRA! – Depois de alguns segundos tentando levantar sem a ajuda do meu vizinho tive que aceitar a mão estendida. Levantei, puxei a manga da blusa até cobrir a minha mão e passei pelo rosto na tentativa de me livrar de parte da –eca- baba.

-WILSON! O que esse cachorro ta fazendo aqui?!!! Não espera nem eu morrer direito antes de trazer um bicho pra casa? Isso que é consideração com o “””noivo”””! – Rá! Te peguei, Wade Wilson.

- O Steve? Ele é o nosso bebê. Não é Steve? É sim! O meninão da casa! –O tom era tipicamente meloso, daqueles que usam com crianças –minha carranca foi desfeita na hora, mas pra minha defesa... Imagine um marmanjo enorme, com cara de “mau” falando com uma voz fina! Quero uma câmera! - devo ter ficado um tempo admirando o nada, só percebi quando um vulto passou na frente da minha vista.

-Oi, to aqui!

- Você que o trouxe pra casa, Petey. Como pode se esquecer dessa coisinha fofa? Seu papai é um idiota, né filhão? Quem é o melhor cãozinho? É o meu Steve!– Ele disse enquanto fazia carinho no animal –que pulava e babava eufórico-.De “coisinha” aquela coisa não tinha nada, era um husky siberiano bem grande. Achei engraçado como os dois tinham os olhos tão azuis, será que é esse o segredo do Wilson? Ele ser um cachorrão! Só pode... Observei Steve e este não parecia muito velho. Quem é que seja que alimentou esse cão, o alimentou com fermento! Olhei em volta percebendo que no sofá havia diversas pelúcias de unicórnios em tamanhos diferentes. Ué, achei que tinha ido pro futuro em 15 anos e não voltado em 10. Tentei ignorar aquilo, balancei a cabeça em negação e fui aos tropeços –me dêem um desconto, fiquei meses sem mover essas pernas e elas não estão me obedecendo 100%- até uma poltrona vermelha no centro da sala.

-Tá, pode começar e rápido to com pressa pra ir embora...

- Começar? Ir embora pra onde, Petey? – Se estivesse em um desenho animado, Wilson teria um risquinho na testa indicando que estava irritado. E era isso que eu queria! Seria mais fácil me livrar dele se ele ficasse de mal humor e se cansasse dessa brincadeira de mal gosto. Certeza que Harry foi o que teve a brilhante idéia de me enganar só preciso saber como convenceu tia May.

-  Pra casa e é pra me contar essa história maluca de como paramos de ser-

- “Inimigos”? Era só você que nos qualificava assim. De como começamos a nos falar? Como e quando nos tornamos amigos? Nosso primeiro beijo? O nosso namoro ? São 15 anos, Peter. Quinze fuckings anos que você apagou da sua memória. Não venha pra cima de mim com quatro pedras na mão. Eu to cansado de não ter o meu Petey. Acha que foi fácil esse tempo sem você? Acha que nossa história pode ser resumida em uma conversinha? Acha o que?

-RESUME! Como foi? Foi no ensino médio? Por que esse interesse em mim não faz o menor sentido... Somos água e óleo, Wilson!!! – Escutei uma risada forçada, meu corpo arrepiou-se.

-Ah, sim! Claro... Por onde devo começar? Estávamos no segundo ano, não? Depois de um fim de semana fodendo muitas meninas eu resolvi que ia virar gay, fui até você e você topou essa aventura. Até porque é assim que nascem os gays, não é? Você decide, é uma escolha! Começamos a namorar na hora e compramos essa casa! Claro com o nosso dinheiro, sempre fomos ricos, né? Me poupe, babyboy...  – Me mantinha em silêncio pensando como isso aconteceu, o tom de voz era ácido e sarcástico -isso sempre me incomodou, essa mania dele conseguir me desestabilizar-.

-É sério que achou que foi assim? Não é? Mas não, não foi assim Petey! Fazemos parte da vida um do outro, não vai ser fácil você se livrar de mim! Você tem que parar de agir como uma criancinha mimada!

- Você não sabe de nada! Não sabe pelo que eu passei!! -Wilson começou a tirar a roupa??? QUE QUE É ISSO! Tá, ele tirou a camisa, porém eu virei o rosto na hora.

-OLHE PETER, eu quero que olhe! – Ele falou o meu nome corretamente? Ixi, a coisa ta séria... Acho que agora o brutamontes jogou fora toda a paciência que tinha. É melhor eu obedecer vai que fica invocado e me bate!? Olhei e, quase entrei em choque. Todo o tronco de Wade estava coberto por cicatrizes. Elas cobriam todo o abdômen, peitoral, braços, pescoço e subiam por sua bochecha, pode parecer loucura mas pra mim elas o deixam ainda mais másculo e belo –espera, espera! Esse não é o foco... deve ter doido muito!-. De repente tive a certeza de que eram queimaduras e das graves, eu conhecia como ficavam as marcas de queimaduras por ter visto muitas com a tia May, mas não foi por isso. Eu senti, eu senti que eram queimaduras. Eu já tinha visto o Wilson sem camisa pela escola, como bom exibicionista ele fazia isso sempre que podia, e elas nunca estiveram ali. Senti uma dor horrível, do tipo que não é física e machuca mais. Estendi a mão até o peitoral de Wilson, o tocando como se quisesse me certificar que não eram falsas. Escutei um soluço percebendo assim que eu estava chorando.

-Não teria te salvado se não fosse importante. Se estivesse brincando...  – O idiota se aproximou de mim, me abraçando –e o meu corpo inútil foi se tranqüilizando como passe de mágica-. Meu braço estava no meio de nossos corpos colados, não sei quanto tempo fiquei ali em silencio mas Steve até cansou de tentar chamar a atenção para si –depois de trazer todos os unicórnios nos meus pés-. Wade ficou ali, parado. Esperando. Me amparando. E o pior é que isso foi tão natural... Tentava espantar as lágrimas com a manga da blusa –o lado limpo, claro- sem sucesso algum. Eu já sabia a resposta dos meus questionamentos. Porém eu tinha que parar de ser a criança mimada,tomei um impulso de coragem e perguntei olhando os olhos azuis.

-Isso é minha culpa?


Notas Finais


Entenderam a referência ? rsrs

E queria perguntar pra vocês que estão acompanhando:
É melhor um episódio mais curto, mas que demora menos pra ser postado //ou// um episódio maior, que demora mais tempo para ser postado ?????
Não tinha a intenção de levar a fanfic pra frente, então ela não está digitalizada... Assim, talvez eu demore para postar ou poste por partes pequenas.


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