História De repente... - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Naruto Uzumaki, Sasuke Uchiha
Tags Amor, Comedia, Drama, Lemon, Naruto, Romance, Sasuke, Sasunaru, Yaoi
Exibições 118
Palavras 1.914
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oioioi, consegui arrumar um tempinho pra escrever antes que eu imaginava!
Enfim, espero que gostem do capítulo! ^^'
Boa leitura...♡

Capítulo 9 - Nono capítulo.


Fanfic / Fanfiction De repente... - Capítulo 9 - Nono capítulo.

A claridade que vinha de uma fresta na cortina da janela do quarto acabou me acordando.

Tentei me mexer e senti os braços de Sasuke que ainda envolviam minha cintura. Sorri, já ficando corado ao me lembrar da noite anterior e me virei com cuidado, para assim olha-lo.

Ele ainda dormia, tão sereno, tão bonito. Tentei arrumar cabelos bagunçados, caídos em seu rosto e notei um sorriso mínimo em seus lábios. Droga, ele havia acordado.

Sasuke abriu os olhos e sorriu mais largamente ao me ver.

- Bom dia, bela adormecida. - Ironizei.

- Bom dia... deveria te chamar de príncipe encantado? - Ele riu e se aproximou, logo selando nossos lábios. - Dobe...

- Temos que levantar, não é? - Falei escondendo o rosto no travesseiro me espreguiçando logo em seguida.

- Infelizmente... - Sasuke suspirou. - Ainda tenho que ir à polícia hoje, pra saber se descobriram alguma coisa.

- E eu tenho que ir pra casa. - Falei, me levantando num pulo. - Minha mãe deve estar louca me procurando.

- Ah... Não se preocupe eu enviei uma mensagem pra ela ontem. - Riu.

- Ontem? Quando?

- Depois que você dormiu... Agira ela sabe que você está bem. - Suspirei, aliviado e vi Sasuke se levantar.

- Onde está indo? - Falei curioso.

- Tomar um banho. - Ele sorriu, malicioso. - Quer vir também?

- Ahm... Talvez. - A risada sacana que Sasuke deu preencheu o quarto e irritado, joguei um travesseiro nele.

- Não acredito... Você não ousou fazer isso. - Ele arqueou uma sobrancelha, segurando o travesseiro em uma mão e se aproximando da cama de novo.

Escondi com o edredom a parte do meu corpo que estava descoberta, em um gesto infantil, e Sasuke aumentou mais ainda o sorriso, jogando o travesseiro para outro lado, se apoiando nos braços e vindo engatinhando até mim, passando as unhas em minha perna, ainda coberta pelo tecido macio do edredom. 

- Eu deveria força-lo a me pedir desculpas, sabia? - Ele disse, rouco ao se aproximar mais, com o rosto bem próximo ao meu.

Os lábios vermelhos e convidativos estavam bem a minha frente, e quando fui beija-los, o desgraçado se esquivou.

- Mas o que... - O olhei, confuso.

- Vou te dar um castigo por ter jogado um travesseiro em mim...
- E o castigo é greve de beijo? - Ri, divertido. - Tudo bem... Eu aguento. Agora vamos logo tomar esse banho. - Levantei da cama e passei por ele, encostando nossos ombros e logo indo até o banheiro.
Ainda estava doendo um pouco, mas minha vontade de provocar Sasuke me fez andar normalmente, sem qualquer sinal de dor.

- Não está doendo? - Ele disse, risonho ao entrar no banheiro.

- Não... quer dizer.. Talvez. - E eu estava vermelho de novo. Pff.

- Entendi. - Ele deu um riso anasalado e foi caminhando, tirando a blusa que vestia.

Sasuke retirou a única peça de roupa que ainda estava em seu corpo e entrou no boxe, logo ligando o chuveiro e me olhou com seu sorriso mais cafajeste, me fazendo corar pela milésima vez.

- Vai ficar aí me admirando ou vai vir também?

"Vou ficar te admirando." - Pensei.

Meus lábios se abriram a contragosto quando Sasuke puxou meu braço "delicadamente" e me colocou em baixo do chuveiro, logo colando os lábios aos meus.

- Teme! - Joguei água no rosto dele e ele riu, se divertindo com a típica ceninha infantil.

Sasuke selou nossos lábios novamente de forma carinhosa, em um pedido mudo para que eu parasse de jogar água nele e então sorri, passando os braços por seu pescoço para enfim aprofundar o beijo.

- Eu te amo. - Ele sussurrou no meu ouvido quando quebramos o contato do beijo, me abraçando logo em seguida.

- Eu também te amo. - Falei.

Os beijos carinhosos não demoraram muito a acabar. Terminamos o banho rapidamente depois de ouvir o celular de Sasuke tocar 3 vezes e assim que entramos no quarto, eu me vesti e ele também.

- Quem estava te ligando? - Perguntei ao ver ele olhar o celular, irritado.

- O delegado Yamato... Preciso retornar.

Sasuke se afastou e começou a falar com o delegado, visivelmente agitado. Andou de um lado para o outro, como se estivesse feliz com alguma noticia e alguns minutos depois, desligou o celular, com um sorriso mínimo.

- O que...

- Rastrearam o carro que foi usado no sequestro do Itachi.

- Como assim?

- Parece que os capangas do tio Madara são meio burrinhos. Esqueceram de tapar a placa do carro e as câmeras de segurança de um bar ali perto captaram. Os policiais conseguiram rastrear e estão prontos para irem até o local. Tenho que avisar ao otou-san.

Sorri, vendo a animação de Sasuke.

- Espero que consigam resgatar o Itachi.

- É, eu também. - Ele selou nossos lábios rapidamente. - Vamos descer pra tomar café?

- Okay.

Descemos e encontramos o Sr. Fugaku na cozinha, um pouco abatido.

- Bom dia otou-san... - Sasuke disse, indo se sentar à mesa, me puxando pela mão.

- Bom dia Fugaku-san. - Eu disse, um pouco tímido.

- Bom dia, meninos. - Ele sorriu minimamente. - Naruto, você ligou para o seu pai ontem?

- Ahm...? - Falei sem entender.

- Pra avisar que dormiria aqui... - Não sei o que era mais constrangedor, a cara de Sasuke que estava se segurando para não rir, ou a expressão cínica de Fugaku que denunciava que ele provavelmente sabia o que tinha acontecido na noite anterior.

 Engoli em seco e senti meu rosto esquentar.

- O... o Sasu...ke mandou uma mensagem pra minha mãe.

- Sasuke... É normal ele ficar vermelho assim? - Falou quase rindo.

- Chega, otou-san... - Sasuke riu.- O Yamato me ligou hoje mais cedo... Parece que rastrearam o tal carro.

- Está falando sério? - O mais velho começou a prestar mais atenção no filho.

- Uhum... Eles estão preparados para ir até o local e queriam saber se você quer ir também.

- Mas é claro que eu quero. Termine de tomar seu café logo, temos que ir a delegacia. Não posso perder essa oportunidade de resgatar meu filho.

- Okay. - Sasuke disse e viu o pai se levantar, agitado. - Uau, ele me incluiu nessa. - Sorriu.

- Só não se precipite. Quando se trata de família vocês Uchiha's ficam nervosos facilmente.

- Infelizmente não posso te garantir isso... Mas te garanto que eu ainda volto pra te dar mais beijos, pode ficar tranquilo.

- Teme! - Sorri.

Terminamos de tomar o café e Sasuke subiu para arrumar algumas coisas.
Quando estávamos prontos, fomos para o lado de fora da casa.

- Otou-san... - Sasuke sussurrou. - Que carro é aquele? Eu nunca o vi por aqui.

- Eu não sei, tambem nunca o vi por aqui... Que estranho. - Fugaku franziu o cenho. - Bom, deve ser alguma visita que está na casa do vizinho. Enfim, temos que ir, não?

- Sim... Naruto, onde está indo?

- Pegar minha bike pra ir pra casa, serve?

- Não. Meu pai te leva até em casa.

- Sasu, vocês vão acabar se atrasando e eu quero respirar um pouco de ar puro..

Sasuke tentou me convencer que me levar em casa de carro era a melhor opção, mas eu preferi ir de bike, já que a delegacia era do lado oposto ao caminho da minha casa e eu não queria atrasa-los.

- Okay, seu teimoso! Pelo menos tome cuidado. - Ele disse, e deu um beijo em minha testa.

- Você também. E boa sorte no resgate do Itachi.

- Obrigado. - Ele sorriu e entrou no carro.

(...)

Eu estava pedalando tranquilamente a caminho de casa quando vi uma estranha movimentação na rua, normalmente deserta naquele horário.

Vi um carro preto na próxima rua e resolvi curvar bem antes, já que  daria na mesma avenida. Isso até ver dois caras, no canto de um muro, "espancando" alguém.

Aquilo fez meu sangue ferver.
Desci da bike, sem pensar em consequências e gritei:

- Ei... Por que estão espancando esse... - Observei melhor e vi que eram apenas pedaços de pano. Droga! Haviam armado pra mim? Mas quem e por que?

Eu estava decidido a correr até a bike e pedalar o mais rápido que conseguisse. Bom, isso até sentir uma pancada forte em minha cabeça.
Caí no chão já levando chutes e pontapés, reuni todas as forças para não ficar desacordado e fingi ter desmaiado, para descobrir quem eram e por que estavam me atacando. Quando eu estava prestes a perder a consciência,os caras começaram a falar:

- Tem certeza que esse é o garoto?

- Claro. É loiro, tem olhos azuis e nós o vimos quando ele estava saindo da casa dos Uchiha quando estávamos parados lá. O que você acha?

- Sei lá... mas tadinho do menino.

Abri o olho, devagar, para ver quem eram, mas vi que minha cabeça estava envolvida por um saco de pano. Bufei, irritado e senti os caras me pegando no colo.

- Só espero que o chefe não mate ele...

- Bom... pelo que eu ouvi, o Madara não foi muito com a cara do loirinho... - "loirinho", estavam certamente falando de mim. Mas por que o Madara não havia gostado de mim? Não que eu me importasse, mas isso me deixava com uma pulga atrás da orelha.

- Pelo menos dessa vez aquele ruivo desgraçado não veio nos atrapalhar...

- Vocês estão errados. - Era a voz do Gaara? - Soltem o Naruto agora, ou eu... - Sim! Era o Gaara. Me senti aliviado por um momento, mas logo entrei em pânico.

- Fique fora disso, Gaara! - Me levantei rapidamente. - Vá embora, você ainda não está totalmente recuperado.

- Gaara?! - Um dos capangas disse. - Como você sempre chega nesses momentos?

- Eu estava voltando da padaria e... Acho bom soltarem o meu irmão agora, ou eu... - Ouvi um barulho e me desesperei mais.

- Gaara! - Gritei, me debatendo.

- Chegou tarde demais, ruivinho. - Uma voz maldosa falou.

Fui jogado de qualquer jeito no carro, enquanto um dos caras acelerava, deixando Gaara pra trás.

- O ruivinho salvador da pátria ficou pra trás. - Um deles ironizou. - Não se preocupe, garoto, ele não morreu... ainda.

Sem que eu percebesse, meus olhos ficaram marejados. Por que aquilo estava acontecendo comigo?

- Apaga esse garoto, porque ele está ouvindo toda a nossa conversa. - O cara que provavelmente estava dirigindo falou, e aí senti mais uma pancada forte em minha cabeça, e logo todo o meu esforço foi em vão, porque perdi a consciência.

(...)

Acordei um tempo depois, tonto, deitado num chão frio, feito de pedras úmidas. Meus pés e mãos estavam amarrados e olhando mais à frente, vi uma porta grande de madeira.

Ouvi alguns barulhos, vindos talvez do corredor. Eu não sabia onde estava, não sabia o que estava acontecendo. Meu corpo parecia pesar e minha cabeça latejava como se eu estivesse acabado, como se eu tivesse acordado com uma puta ressaca.

Me abaixei e olhei pela estreita greta de baixo da porta e avistei longos cabelos negros e depois um abrir e fechar de porta no cômodo da frente.

- Não, Madara! Por favor! - Era um grito
desesperado de... Itachi? Sim, foi exatamente o que eu ouvi, antes de cair desacordado novamente.


Notas Finais


Morte rápida ou tortura lenta para o tio Madara? e.e
Acho que eu não vou demorar muito pra postar o próximo.
Muito obrigada pelos comentários no capítulo anterior... ♡ Saber que vocês gostaram me anima pra caramba!

Enfim... Beijoos, até o próximo ^^


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