História De repente Acontece - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anorexia, Comedia, Doramas, Eu Odeio Ela, Eu Odeio Ele, Passados, Romance, Segredo, Suspense
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Palavras 1.565
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi amore turo bemmm? Bom espero que gostem deste cap ok???? Beijão e até!!!!!!❤

Capítulo 3 - Se sua mãe quer ter netos cale a boca!


Lágrimas não doem

 O que dói é o motivo que as fazem cair.

 

Pronto tem como ficar melhor? Sinceramente que pecado tão grande eu cometi para comer o pão que o diabo amasso?

Deus tenha misericordia! Eu tinha que ser tão burra de esquecer a roupa?. Eu continuava a tomar banho, e me lavando, quando depois de alguns minutos eu decido sair para me secar. Eu me enrolo na toalha deixando os meus cabelos molhados escorrer pelas minhas costas e giro a maçaneta da porta.

Ouço gritos vindos da sala e pelo jeito era daquele marginalzinho de quinta!

– COMO É POSSIVEL ISSO? AQUELE FILHOTE DE RATAZANA VAI SAIR DAQUI QUERENDO OU NÃO! MAMÃE TINHA O QUE NA CABEÇA QUANDO ENFIOU AQUELE PROJETO DE VACA EM MINHA CASA? MANO EU NÃO TENHO PASTO AQUI! NÃO ACEITO ESSES TIPINHOS DE GENTE EM MINHA RESIDÊNCIA! ELA VAI ME OBEDESCER POR QUE EU QUE MANDO NESSA PORRA!

Sinto uma grande raiva dentro de mim! Quem aquele bastardo pensa que é pra falar assim comigo? AGORA ELE IRIA OUVIR!

Eu vou em direção à sala onde estavam os seus amigos sentados rindo da cara de Nathan e falo para o marginal que estava em pé completamente furioso!

–Tipinho? Vaca? Pasto? Você só pode estar de brincadeira não é? – Ri– Um tipinho como eu? O que você quer dizer com isto? Alguém que tenha uma extrema personalidade? Atitude? Alguém que não vai aceitar ordens de um grande idiota? É por que esse é o meu tipinho!. E se você quer obediência compre um animal! Ou use as suas vadias como cobaias por que essas sim te obedecem que nem cão implorando por comida!

Todos seus amigos arregalam os olhos como se não estivessem esperando por aquela resposta.

– UOU! – Fala todos juntos.

Nathan me olhava com fúria, raiva tudo de ruim, parecia que ele queria pegar algo e quebrar em minha cabeça.

– O que foi ficou bravinho Nathan? – Falo dando um falso sorriso – Acho melhor você ficar bem longe de mim se sua mãe quiser ter netos!  - Uiuiui falava seus amigos sorrindo.

Nathan se aproxima de mim, ainda todo melado com aquela farinha misturada com água em sua cabeça, e aponta o dedo em minha cara.  Mais na mesma hora que ele me encara ele fecha os punhos e respira fundo, até que eu falo:

– O que foi Nathan? Está se segurando para não me bater? Saiba que eu posso ser menina, mais não me impede ter forças pra esmagar esse seu cérebro, bom se é que você tem né?

– Ela está abusando muito da sorte mano – Falo dos amigos de Nathan abrindo um mega sorriso.

Nathan me encara furioso e me empurra com o ombro indo direto para o banheiro. Eu dou uma gargalhada no que tinha acabado de fazer, quando olho para frente e todos estava olhando para o meu corpo.

– Gosto de meninas cheinhas – Fala um dos amigos daquele babaca, sorrindo.

Eu arregalo os olhos. ELE ME CHAMOU DE GORDA É ISSO?

- SUAS MÃES QUEREM TER NETOS TAMBÉM?! – Grito com muita raiva.

Eles viram pra frente e começam a jogar uma partida de game. Eu viro de costas indo para o meu quarto se trocar!

Babaca, aquele grande babaca!

 

                                                       P.O.V NATHAN:

 

 

Eu tomava banho sem parar de pensar na humilhação que eu tinha acabo de passar na frente dos meus amigos! Cara aquela garota estava me desafiando é isso? ISSO NÃO IA FICAR ASSIM! NÃO MESMO! SE ELA ACHA QUE EU IRIA DEIXAR QUIETO ELA ESTAVA MUITO, MUITO ENGANADA!

Eu saio do banho e me enrolo na toalha entrando no quarto para me trocar. Eu coloco uma bermuda e fico sem camiseta, até por que eu vivia assim em casa!. Em seguida que eu giro a maçaneta da porta do quarto do de cara com aquele ser.

Seus cabelos estavam molhados e soltos, seu olhar demonstrava fúria como a minha também demonstrava, e aqueles olhos castanhos escuros estavam mais brilhante do que o comum, não que eu me importasse mais os seus cabelos aparentavam estar mais lisos do que nunca.

– O que você quer?  Veio pedir desculpas? Tarde demais! – Pergunto sério enquanto apoiava os meus braços cruzados na porta, aguardando a resposta.

Ela da uma risada debochada.

– Desculpas não está em meu sangue querido, e nunca na minha vida que eu viria em seu quarto sem motivo.

– Então fala logo o quer? – Pergunto ainda sério.

Ela revira os olhos e fala.

– Sua mãe me ligou hoje mais cedo, e disse que voltaria tarde do trabalho.

Eu bufo.

– Aff não acredito, vou ter que ficar com uma menina catarrenta de 15 anos me atormentando? Depois eu que sou errado quando digo que sou baba!

Samyra olha para mim com desprezo e da um forte chute em meu membro.

– Espero que está dor faça você refletir no que acabou de dizer!

Eu caiu no chão ainda gemendo de muita, muita dor.

– VOCÊ AINDA ME PAGA SUA MELEQUENTA! – Grito.

Ela das costas e fecha a porta com tudo. Essa garota está me irritando muito!

 

                                                                   P.O.V  Sam

 

–Ai, ai adoro quando ele briga comigo, assim tenho um motivo para surra-lo até morrer! DESGRAÇADO TOMARA QUE APODREÇA NO INFERNO!

Eu continuo caminhar em direção a sala e falo para os amigos de Nathan.

– Pessoal o amiguinho de vocês está lá no quarto gemendo de dor junto com o seu outro amiguinho mal usado!

Eles se levantam do sofá e reparo um sorrisinho formar no rosto de um deles, e em seguida saírem correndo atrás do marginal!

Eu dou um sorriso vitorioso!. Hoje foi o meu dia em?

Eu vou até porta de casa e ante de abri-la dou um grito para o apartamento todo ouvir.

- TOMARA QUE VOCÊ APODREÇA NO INFERNO JUNTO COM O SEU AMIGUINHO NATHAN!

 Em seguida abro a porta com um sorriso, e dou de cara com três pessoas. Uma era um homem alto que usava terno e que estava com uma cara de assustado ele aparentava ter uns 45 anos de idade e ao seu lado tinha uma mulher alta, de cabelos lisos e longos o tom de seus cabelos era pretos como a noite e os seus olhos possuía uma maquiagem pesada e elegante, junto com aquele olhar sensual. Ao seu lado tinha um garoto alto que devia ter a mesma altura que o Nathan 1,88, o garoto era um muro que nem Nathan, e ao seu lado eu parecia uma anã de apenas 1,55 de altura, seus cabelos eram negros como o da mulher ao seu lado, e o seu olhar era um olhar que não tinha expressão, não demonstrava nada, mais era lindo, e o seu corpo não tinha tanta diferença na do Nathan, era meio musculoso mais não exagerado, vamos dizer bem definido. Suas roupas eram descoladas diferentes do idiota do Nathan que parecia um delinquente com aqueles trapos. Tá, tá bom o Nathan se vestia bem, mais parecia um delinquente com aquelas tatuagens na perna e aqueles cabelos desajeitados.

 

– Quem são vocês? – Pergunto.

– Eu que faço está pergunta. – Fala o homem alto.

Eu franzi as duas sobrancelhas ficando em dúvida. Até que o homem diz.

– Bom eu sou o pai de Nathan e essa é a minha esposa e o filho dela.

Eu arregalo os olhos. Que merda, bem neste momento?

– Você que é a namorada dele? Ingrid? – Pergunta a moça em dúvida.

Eu começo a rir muito, mais tipo não de mentira ou de deboche, eu ria verdadeiramente muito, muito mesmo ao ponto de chorar. Jurava que escutei um sorrisinho do garoto ao lado da mulher.

– Eu namorada daquele demônio? Aquela peste que ainda duvido ter vindo daquele anjo da mãe dele? Aquele ser inexplicável? Aquele filho de uma boa mãe? Nunca! Prefiro me atirar de um prédio do que beijar aquele projeto de bicho!

Em seguida o pai dele e a sua mulher fazem uma cara de assustados, menos aquele garoto maravilhoso em seu lado, que só estava com um leve sorriso no rosto.

– Bom podem entrar, ele está no quarto gemendo de dor no chão pelo belo chute que eu dei em seu membro após ele ter me humilhado na frente de seus amigos!

Eu abro mais a porta dando a passagem para eles entrarem para o apartamento, e falo:

– Venham em minha direção – Falo sorrindo.

 Em seguida que falo isso os três me seguem até o quarto do Nathan. E lá estava ele e seus amigos sentado na cama enquanto Nathan gemia de dor pelo chute bem dado em seu saco!

– EU JURO QUE MATO AQUELA GARO... – Ele para um tempo, ainda segurando a sua região através da bermuda e olha para porta. – Pai? – Pergunta ele assustado. Seus amigos me encarava como também encarava a família dele.

Nathan se levanta tirando a mão de seu membro. Não deixo de reparar em seu abdômen bem definido. Para Sam, no que você está pensando?

– Pai? O que faz aqui?

– Nossa parece que já melhorou né? Está até andando.  – Falo rindo.

Ele me encara.

– Você garota ainda está...

– Me expliquem o que está acontecendo por favor e por que vocês se odeiam tanto? – Pergunta pai de Nathan.

– Pai, processa essa garota, ela fez agressão física em mim!

– Hahahahah! – Ri – Coitadinho, foi humilhado por uma garotinha como eu? Pensei que fosse homem Nathan Lewis.

Ele me olha fixamente e sua família também.

– Que garotinha abusada! – Fala a madrasta vaca de Nathan.

Continua...



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