História De Repente Aconteceu. - Capítulo 14


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Categorias Skam (Vergonha)
Personagens Christoffer "Chris", Emma W. Larzen, Eskild Tryggvason, Even Bech Næsheim, Isak Valtersen, Jonas Noah Vasquez, Linn Larsen Hansen, Magnus Fossbakken, Mahdi Disi
Tags Colegial, Evak, Even, Isak, Lemon, Pchris, Skam, Yaoi
Visualizações 55
Palavras 956
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Depois de tanto tempo, ainda sou cara de pau de voltar como se nada tivesse acontecido. Me desculpem!

Capítulo 14 - Nathan.


Talvez ele tenha sido ambicioso demais ao querer uma família ao lado de Isak, talvez não seja merecedor de tanta alegria e felicidade. Quem sabe tudo tenha um motivo, um propósito? Ele tentava inutilmente se apegar a essas ideias. O caminho todo até o hospital fora em repleto silêncio de ambas as partes, Even não conseguia encarar os olhos do mais novo. Sentia-se culpado por ser tão egoísta e arrastar o rapaz para seus problemas. 

Queria saber o que se passava na mente do menino de grandes esmeraldas, desde que o garoto havia o encontrado caído no chão, não havia feito nada além de chorar e segurar suas mãos. 

Assim que chegaram ao hospital, Even foi levado direto à sala de emergência, Isak havia ligado para sua mãe, contando a mulher tudo que havia acontecido e pedindo para que ela fosse até o hospital encontrá-lo. O garoto definitivamente não queria estar sozinho em um momento como aquele. 

A mulher ouvia atentamente o relato sofrido do filho, acariciando seus fios loiros e segurando as lágrimas que teimavam em escorrer. Em tão pouco tempo havia se apegado ao genro, aquele rapaz fazia de tudo por seu filho, e era perceptível a felicidade que Isak sentia ao lado do homem. 

— Quando eu vi ele caído no chão... Mãe, eu entrei em desespero! Eu não sabia o que fazer. - Isak se lamentou, deitando a cabeça no colo de sua mãe. — A culpa é minha por deixar ele sozinho. 

— Meu filho, a culpa não é sua e nem de ninguém, isso teria acontecido mesmo se o papá estivesse lá. 

O médico surgiu por entre uma das milhares de portas do extenso corredor, o negro de olhos castanhos atraía olhares por onde passasse. Naquele momento, Isak não estava se importando com a beleza do médico, só queria notícias de seu namorado. 

— Ele está bem, fora de perigo. Ele está acordado e quer te ver, você quer entrar? - Nathan perguntou para o loirinho, as bochechas do rapaz estavam coradas e seus olhos úmidos, denunciando o choro recente. — Limpe as lágrimas antes de entrar... Você não vai querer que ele te veja assim. - O médico estendeu um lenço de papel para o rapaz, sorrindo de forma carinhosa. Todos os dias pessoas davam entrada naquele hospital e nem todas saiam dali com vida, havia aprendido com o passar dos anos a lidar com os parentes dos pacientes. 

Even estava um pouco sonolento, mas feliz por estar segurando as mãos frias de Isak. Levou as mãos do namorado até os lábios, beijando levemente o local. Sorriu singelo ao sentir as mãos do rapaz contra seu rosto. 

O mais novo segurou o rosto do namorado por entre as mãos, beijando-lhe a testa e descendo uma trilha de beijos até os lábios do homem, os capturou com velocidade, saboreando os lábios carnudinhos, sentiu a língua de Even pedir passagem, logo foi concedida. As mãos do mais velho percorriam pelo corpo do garoto, acariciando as partes expostas pela camisa sem mangas. O garoto sorriu entre o beijo, sentindo as mãos assanhadas do namorado apertarem sua bunda por cima do jeans. 

Even desceu as mãos pelo corpo do loiro, alcançando sua bunda coberta, gemeu desgostoso com seus lábios colados ao do homem, queria acariciar mais aquela parte e foi o que fez. O loiro enfiou as mãos por dentro do jeans de Isak, apalpando sua bunda redonda com as mãos grandes. O mais velho se ajeitou sob a cama, sentando-se e ficando de frente para o namorado, retornando o beijo logo que se viram em uma posição mais confortável. Even estava sentado com as pernas para fora da cama, Isak estava entre suas pernas. As línguas se chocavam tal como seus corpos, o loiro mais velho enfiou as mãos novamente dentro do jeans do namorado, acariciando a bunda do rapaz enquanto o beijava. Desde o dia que o menor havia se entregado para si, ele havia desenvolvido um fetiche pela bunda do garoto, apalpando-a sempre que possível. 

— Ahn... - Nathan, que havia acabado de entrar no quarto e dado de cara com aquela cena um tanto erótica, pigarreou chamando a atenção dos dois homens. Ainda estavam em um hospital, Even ainda era um paciente e não deveria sofrer fortes emoções até ser liberado.— Me desculpe atrapalhar... Aqui está o diagnóstico. 

— Nos desculpe Nathan, sabe como nós, jovens, somos não é? Não conseguimos controlar nossos hormônios e quando vamos nos dar contar, já é tarde demais. - Even desculpou-se com o médico, sorrindo como se tivesse ganhado um prêmio. Se bem que Isak era bem melhor que qualquer prêmio por ai. 

Isak não conseguia encarar os olhos do médico de tão envergonhado, nunca havia sido pego em uma situação como aquela. Por que justo agora? As bochechas do rapaz estavam tão vermelhas que pareciam duas maçãs suculentas. 

— Even, você teve uma overdose. No seu sangue foi encontrado remédios fortes, maconha e altas dosagens de álcool. 

— Eu sou bipolar, Nathan. Os remédios são para controle da minha doença, mas não vou ser hipócrita... Eu fumo baseado, eu consumo álcool. Você tem noção do quão difícil é ser diferente dos outros? Ver seus amigos bebendo, fumando e se divertindo... E você não pode porque toma remédios de controle. - Even expôs seus sentimentos para Nathan, conhecia o médico há tempo o suficiente para saber que ele lhe daria uma grande lição de moral e sobre os efeitos perigosos deste tipo de substância.

— Even, não é só por tomar remédios. Mesmo que você não fizesse uso de medicamentos, drogas e álcool não são as coisas mais indicadas do mundo, muito menos se você consome por causa de terceiros. - Nathan suspirou, saindo do quarto e deixando um Even pensativo para trás. 

 


Notas Finais


Curto? Eu sei, não me odeiem! Eu ia colocar a revelação da Sonja, mas eu preferi atrasar mais um pouco uh. Seria muita informação para um capítulo só.


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