História De repente, amor - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Paulo Guerra, Personagens Originais, Rabito, Valéria Ferreira
Tags Daléria, Fernanda Concon, Gunanda, Larissa Manoela, Lucas Santos, Lufer, Maisa Silva, Marilicia, Paulicia
Visualizações 163
Palavras 2.268
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi meuzamigos! ❤
Tenho uma coisa pra falar con ustedes, mas vou deixar pras notas final, então não deixem de passar lá, beleza?

Boa leitura.

Xoxo ❤

Capítulo 15 - Capítulo 15


Fanfic / Fanfiction De repente, amor - Capítulo 15 - Capítulo 15

~Paulo~

Minhas mãos passeavam pelo corpo de Alicia, enquanto eu a beijava de forma quente. Estávamos deitados no sofá, eu estava a cima dela, enquanto meu quadril era entrelaçado por suas pernas. Ela desceu, então, suas mãos por meu abdômen e agarrou as pontas de minha camisa, e logo a tirando da forma mais desesperadora possível. Nos separamos do beijo, e foi sua vez de tirar a blusa. Então afundei minha cabeça em seu pescoço, e pude ouvi o som ainda mais gostoso que sua risada, o gemido.

- Não vejo a hora de te ver nua - sussurrei em seu ouvido.

- Quer mesmo transar no sofá? - ela perguntou, como se fosse loucura.

- Quero transar com você onde for possível - eu disse, e ela sorriu de forma sedutora, em seguida se inclinou e tirou o sutiã que cobria os seios. Senti minha boca salivar de imediato, e não hesitei em abocanhá-lo, arrancando mais gostosos gemidos.

- Ahhh... Paulo, eu tenho... tenho que trabalhar... amanhã... - ela disse entre gemidos.

- Vai ter um dia de trabalho ainda melhor, esquetadinha.

Então voltei a beijar seus lábios quentes, quando um celular idiota começou a soar um toque idiota.

- Espera! - exclamou, me afastando com as mãos - Tenho que atender.

- Ah não - resmunguei. - Pera lá, isso aqui tá tão gostoso.

Ela ergueu a mão para pegar o celular, que tinha parado de tocar à algum tempo, e deu um salto se sentando no sofá, e me afastando. Ela tinha dito alguma coisa, mas só pude prestar atenção em seus seios, que ainda estavam entumecidos. Então, quando percebeu, me deu um tapa na cabeça.

- Ai! Desculpa, é que é difícil prestar atenção em outra coisa se não for seus peitos - eu disse, e ela não segurou um riso, enquanto pegava seu sutiã e o colocava, em seguida a blusa. Me aproximei dela - Ei, já parou de tocar, vamos voltar dá onde paramos.

- Era tia Marie. - ela disse, então me dei conta que era realmente importante, já que pudesse se tratar de sua avó - E se for uma notícia ruim? Ah, que droga!

- Calma, amor, liga de novo - eu disse, de forma tranquila, pegando minha camisa e a vestindo. Ela se levantou e discou nas teclas. Fui até a cozinha, afim de beber um pouco de água.

De certa forma eu também fiquei com medo de se tratar de uma má notícia, Alicia falava tanto de como sua avó era doce, que eu sentia como se já a conhecesse, e por sua história, já tinha me apegado à senhoria doce que tinha criado uma mulher incrível que era sua neta.

Depois de voltar à sala vi Alicia com o celular nas mãos, e com uma feição de tristeza, na qual fez meu coração doer.

- Ela piorou, e os médicos acreditam que ela não suportará por muito tempo - ela disse, quando uma gota de lágrima escorreu por seu suave rosto. - Eu não vou saber viver em um mundo sem ela, não vou conseguir. Ela é tudo que eu tenho, Paulo, ela é minha mãe, meu pai, minha família.

Aproximei-me dela, segurei em sua cabeça, e a puxei de forma cautelosa pra perto de mim. Aos poucos ela me abraçava, e por fim afundou seu rosto em meu peito, e logo seus ombros se moveram de acordo com que o choro aumentava de intensidade.

- Vai ficar tudo bem.

Não suportava vê-la assim, minha garota.

                  (...)

- Você gosta mesmo daquela garota, não é, filho? - perguntava minha mãe, enquanto preparava o jantar. Estávamos todos na cozinha, meu pai lavando as vasilhas, eu secando, e as guardando, e Marcelina arrumando a cozinha.

- Gostar é pouco, mãe, eu a amo, muito mesmo, caso contrário não estaria dizendo com todos vocês no mesmo ambiente. Eu realmente a amo, e tenho certeza disso.

- Lindo, lindo, lindo - disse Marcelina, e eu revirei os olhos.

- A avó dela está doente, muito não doente, os médicos acham que ela sobreviverá por muito tempo, e isso tá acabando comigo, por ambas partes. Por isso quero que me dêem só uma folga do castigo, ou melhor, dos castigos, para levá-la até sua avó. - propus. Fiquei a manhã toda com Alicia, tinha combinado com meu pai de ela não ir ao trabalho, e pensei na viajem por vê-la tão deslocada - Será que podem fazer isso?

- Claro que sim filho. - concordou meu pai - Estou muito orgulhoso que tenha deixado esse seu eu que se importa com os outros sair. Você tem um coração enorme, garotão, e eu nunca duvidei disso.

- Obrigada, pai.

Minha mãe também concordou em que eu fizesse a viajem com Alicia, e Marcelina ficou dizendo que achava tudo muito fofo e lindo, e que tinha vivido pra me ver com uma garota que fosse sua amiga, que fosse legal, e não uma megera que sempre soube que acabaria atrás das grades. Mamãe a repreendeu, mas nós sabíamos que ela também concordava. Depois nos sentamos todos a mesa e conversamos um pouco, acabei sabendo que meu pai ia abrir outras filiais da cafeteria, já que os negócios estavam indo de vento em poupa, minha mãe disse que tinha tudo pra ganhar o próximo caso, e Marcelina disse que tinha ganhado um anel lindíssimo do namorado, e ainda propôs um jantar especial, não concordei, obviamente, entretanto não descartei a ideia.

Assim que terminei o jantar subi até meu quarto, logo peguei meu celular, disquei o número de Alicia, me deitei na cama, e esperei que ela atendesse.

- Oi, manézão. - ela disse ao atender, tentou parecer bem, mas não conseguia esconder.

- Oi, tá em casa? - perguntei.

- Sim, Vale está fazendo pipoca para assistirmos um filme, de romance, de novo! - exclamou, indignada, e me fazendo rir brevemente - Estou tentando apresentá-la ao mundo fantástico que é o terror, e ficção científica também, que é muito bom, ou os dois juntos, mas né...

- Filmes de romances não são tão ruins quando estamos apaixonados, melhor ainda quando é recíproco. - eu disse, e ouvi ela bufar do outro lado da linha, claramente discordando - Bem, tenho uma notícia, que a deixará muito feliz.

- Ah, sendo assim conte logo, odeio suspense.

- Ok, ok, senhorita apressada. Conversei com meus pais e vamos ir ao Texas!

- Texas! - ela exclamou, com uma empolgação adorável no tom de voz - É onde eu morava com minha avó, que ainda mora lá! Vamos mesmo ao Texas?

- Sim! Nós vamos, quando você quiser.

- Pode ser amanhã? - indagou, ansiosa.

- Pode ser amanhã. - confirmei, e dei uma risada quando ouvi um gritinho vindo dela.

- Ah, meu Deus, eu poderia ter beijar agora.

- E eu poderia fazer isso toda hora.

- Lindo! - ela disse, e pude imaginar o enorme sorriso que estapava seu rosto naquele instante - Ah, eu tô muito feliz mesmo! Ah, droga... Vale tá me chamando, vamos começar à assistir diário de uma paixão, que belezura. - ela disse, sarcástica - Vou indo, te mando mensagem, tá? Te amo.

- Te amo - eu disse por fim, e dei fim à chamada. - Texas, aí vou eu.

~Alicia~

Acordei naquele dia com o coração explodindo de tanta felicidade, mal podia acreditar que logo estaria em minha casa, no meu Texas. E eu iria poder ver minha avó, talvez pela última vez, coisa que ainda me doía muito, e jamais deixaria de doer.

Levantei-me por volta das 09:30, já que o pai de Paulo tinha permitido que eu faltasse o trabalho enquanto fosse preciso. Fiz minha higiene pessoal e fui até a cozinha, com o intuito de preparar meu café da manhã, quando minha casa foi invadida, pela segunda vez, porém por minha melhor amiga maluca, Valéria.

- Bom dia! - exclamou, toda feliz - Você não vai acreditar na surpresa que meu Davizinho fez pra mim, amiga. Um passeio de barco no final de semana! Só nós dois.

- Vou ignorar o fato de você ter invadido meu lar enquanto eu preparava o meu café tá bem? Mas, pera aí, quando é que eu dei permissão pra tirarem cópia da chave do meu ape hein?

Vale revirou os olhos.

- Você vai pro Texas hoje. - ela disse, enquanto eu passava geleia no pão - Precisamos fazer compras, o que acha?

- Não preciso comprar roupas pra ver minha avó morrer.

- Alicia... Não fale assim, talvez eles estejam errados. Sabe, médicos são médicos, mas às vezes milagres acontecem, é raro, mas acontecem. - ela dizia - Lembra que me disse aquela vez que ela tinha melhorado de uma forma surpreendedora que nem os médicos sabia dizer como? - balancei a cabeça positivamente - Então, milagres acontecem.

- Quando eu estava no hospital George me contou da morte súbita, ele disse que o paciente melhora de uma forma impossível, apenas pra um adeus, e então ele se vai. - expliquei, já lutando pra que as lágrimas não saíssem.

- Oh, minha amiga, a gente nunca sabe quando vamos partir, e mesmo que seja doloroso vamos partir, ou viver o bastante pra ver alguém partir. É inevitável, é a vida. Se for pra sua avó partir mesmo daqui alguns dias, passe um tempo com ela, diz à ela que você encontrou seu grande amor, e que ele também encontrou em você um grande amor, e diz também que você encontrou uma amiga maravilhosa - dei uma risada do comentário convencido dela. - Se for pra ela partir, vai partir feliz se souber de todas essas coisas.

Virei-me pra ela, e a abracei.

- Obrigada, obrigada por tudo, por ser uma pessoa tão compreensível, e por estar comigo em todos os momentos. Sempre quis ter uma irmã, e agora tenho você, minha irmã - eu disse, com veracidade, e muito amor. Me afastei do abraço e a olhei - Gosto muito de estar em todos os momentos com você, menos naqueles que tenho que assistir filmes de romance.

- Ahhh, você pode repetir pra eu gravar, sei que não dirá isso outra vez tão cedo - brincou ela, e eu sorri revirando os olhos. - Compras?

- Tá bem - confirmei e ela bateu as mãos dando gritinhos irritantes. - Mas antes preciso de café da manhã digno, ok?

- Ok!

                   (...)

Em nenhum milhão de anos eu iria imaginar que encontraria alguém que fosse capaz de sair do conforto de sua casa só pra me ver bem. Eu tinha encontrado essa pessoa em Paulo, e eu já estava me achando louca por pensar em pedí-lo imediatamente em casamento. Mas a questão era que eu tinha medo que às coisas começassem a ficar ruins como naquela vez.

Calma, Alicia, você está assistindo muito filme de romance com suas amigas. Isso é apenas loucura da sua cabeça. Não precisa se casar.

Eu estava acabando de fechar minha bolsa com as roupas novas que Valéria praticamente me obrigou a comprar - bom, pelo menos eu tinha gostado -, e logo iria até a casa de Paulo, onde um motorista de seu pai nos levaria ao Texas, já que seriam 18 horas de viajem. Quando finalmente terminei peguei meu skate e segui até a portaria.

- Já vai senhorita Gusman? - perguntou Miranda, o porteiro, de forma amigável. - Sentirei sua falta.

- Já vou sim, mas não se preocupe, logo estarei de volta. Até logo! - dito isso subi em meu skate e voei até a porta da casa dos Guerra. Paulo já estava saindo pela porta no exato momento em que cheguei, ele abriu um largo sorriso, que fez meu coração saltar, quando me viu. Eu ainda me sentia como se fosse a primeira vez. - Tudo pronto pro Texas?

- Tudo pronto pro Texas!

Depois de nos despedir de seus pais e Marcelina, que quase chorou de verdade, entramos no carro, o motorista guardou nossas malas e entrou em seguida, e logo deu partida.

Eu ainda permanecia incrédula, embora não fizesse tanto tempo que tinha me mudado pra Los Angeles eu sentia falta da minha casa, do pessoal de lá, de como o sol deixava tudo tão lindo e vivo, também sentia falta do meu cavalo, Flash, que ganhei aos oito anos do tio Robbie. Enfim, eu amava tanto aquele lugar que sentia muita, muita falta, como se eu fosse explodir. E por isso eu tinha a mesma animação que uma criança quando acaba de brincar no pula-pula pela primeira vez.

- É adorável te ver animada assim. Farei tudo pra que você só fique assim, sorria dessa forma tão linda e radiante, sinta um frio bom no estômago. Prometo - ele disse, me olhando nos olhos. Oh, como eu o amava. - E eu fico muito feliz, muito mesmo em poder está presente nisso tudo.

- Eu te amo, Paulo Guerra, vulgo manézão, te amo muito - eu disse, e ele me beijou brevemente, então apoiei minha cabeça em seu ombro. - Você vai amar as pessoas de lá, são adoráveis, e vai poder conhecer meu cavalo, ele é incrível, e muito rápido. Também tem a tia Marie e o tio Robbie, que não são meus tios de verdade, mas sempre estavam por perto durante minha infância, até hoje, mas eu já te contei isso. Enfim, eles são demais.

A viajem seguia tranquilamente, enquanto eu contava diversas histórias pra Paulo, ele dava algumas risadas em certos momentos, de minha empolgação, e fazia alguns comentários por cima. Estava sendo uma viajem agradável.


Notas Finais


Então galerous, eu estive separando as coisas, e tenho quase certeza que a fic vai acabar no capítulo 20, e eu estive pensando em escrever um hot bem diferentes desses que já teve, tipo 🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥 mesmo.
Então, o que acham?
E tenho uma pergunta, quais são suas teorias pra o final desse casal maravilhoso?

Até logo ❤


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