História De Repente Casados - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Marco Reus, Robert Lewandowski
Personagens Personagens Originais
Tags Amante, Amor Proibido, Drama, Jogador De Futebol, Romance
Exibições 65
Palavras 1.335
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sorry matar vcs do core amoras kk tentei voltar logo p\ compensar isso.

Boa leitura e obrigada pelos comentários *-*

Capítulo 14 - Perdi o controle de tudo


Fanfic / Fanfiction De Repente Casados - Capítulo 14 - Perdi o controle de tudo

 

Pov Ana

Abri meus olhos após sentir o barulho forte e o impacto do carro. Marco estava paralisado, toquei seu rosto assustada.

''Marco, como vc esta?''

''Eu to bem...acho. E vc meu amor?'' 

Seus olhos verdes se encontram com os meus, havia sangue em seu rosto por causa de um corte em sua testa. Abri o porta luvas pegando lenços para limpa-lo e ver se o corte era profundo.

''To assustada. O que aconteceu?''

Limpei de vagar o sangue enquanto alguém tentava abrir a porta do meu lado, o menos atingido. 

''O carro ta sem freio!'' Marco muda completamente a expressão e se debate contra a porta tentando abri-la desesperado.

Empurrei com o corpo tentando ajudar a abrirem o lado em que eu estava. O homem era magro, mas parecia bem disposto a nos ajudar. Com muito esforço e minutos sentindo todo o ar sumir do ambiente pequeno no qual estávamos, o homem conseguiu destravar a porta do carro blindado.

''Vcs tem sorte!''

Marco desce depois de mim e olha o estado da frente do carro, estava totalmente amassado.

''Poderia ter explodido, ou pior capotado.'' a voz do homem novamente parecia sensata.

''Obrigado.'' Marco agradece e me abraça apertado.

''Sentem, a ambulância já ta chegando.'' esse homem era um anjo? ou estava passando pelo local e viu tudo?

''Não vamos ao hospital.'' Marco responde me fazendo olha-lo confusa.

''Precisamos ir Marco. A batida foi forte.''

'''Não Ana.'' ele se afasta e tenta abrir o porta malas, mas não consegue. Ouço sirenes e sinto minhas pernas tremerem.

''Vamos. temos que sair daqui'' Marco me segura pela mão me puxando apressado.

''Aonde vcs vão? ficaram malucos?''

Tentei parar Marco, mas ele estava assustado e parecia fugir de algo.

''Por que vc não quer ir ao hospital?''

''Não podemos Ana, estávamos fugindo do seu MARIDO.''

''Mas vc ta sangrando.''

''Eu vou ficar bem.''

 

Uma carro para depois de muito Marco acenar com a mão. Ele pede uma carona até acharmos um táxi. 

Devia fazer uns trinta minutos ou mais desde o acidente, passar pelo local me fez estremecer. O carro de Robert estava ali e ele com as mãos na cabeça parecendo chorar em desespero.

Meu coração apertou, será que estou fazendo a coisa certa?

Marco segurou em meu rosto me olhando com seus olhos marejados e irritados.

''Foi ele.''

''O que?''

''Robert mexeu no carro, tirou o freio.''

''Não. Ele não faria isso.''

''Ana, ele sabia que eu estava de malas prontas, queria me matar!''

Meu corpo gelou.

''Entende Ana, vc não era para estar naquele carro.''

As lagrimas rolaram por meu rosto, Robert não podia ser um assassino.

 

Pov Robert

''Desgraçado! eu vou te caçar nem que seja em baixo da terra e te matar seu filho da puta!''

''Senhor, se acalme'' 

''Como querem que me acalme hein? minha esposa acabou de ser sequestrada por um maldito ladrão''

O policial me encara seriamente e me segura pelos ombros me prensando contra a sua mesa.

''Ela não foi sequestrada, Robert''

''Não? então o que?''

''Achamos mala dos dois no porta malas.''

Pensei um instante.

''Sua esposa e ele estavam fugindo.''

''Impossível! Ana não faria isso.''

Afasto-o de perto de mim.

''Eu sinto muito doutor Robert, mas é isso o que aconteceu. Agora sente-se, precisamos conversar''

''Não tenho nada para conversar'' tento sair da sala, mas um policial mal encarado não me deixa passar.

Bufo e sento-me em frente ao delegado.

''Eu sinto muito por isso, mas o senhor precisa responder umas perguntas.''

''Não to com cabeça para isso agora.'' me levanto

''Robert! vai ser melhor para o senhor, sente-se e tente se acalmar.''

Que diabos ta acontecendo?

 

Pov Ana

Paramos em uma farmácia, comprei um remédio e Marco recebeu dois pontos e um curativo.

As palavras dele ficaram se repetindo na minha cabeça, Robert não pode ter feito isso, ele não causaria um acidente para matar um homem, meu marido não seria capaz. Por mais que Marco estivesse certo de que ele desregulou o freio, eu não conseguia imaginar Robert sendo tão cruel assim.

Voltamos para o táxi e seguimos para um hotel um pouco afastado. 

 

Comecei a chorar sentada na cama, minha alma estava angustiada e confusa. Senti saudades do meu filho, eu preciso dele.

Marco senta-se ao meu lado segurando meu corpo contra o seu de um jeito carinhoso.

''Vai ficar tudo bem, eu prometo.''

''Quero meu filho.''

''Posso tentar ir busca-lo. Acha que a babá me entrega?''

Olhei no relógio, passava das cinco. 

''A essa hora ele já deve ta voltando para casa.''

Respirei fundo e me apertei no corpo do loiro, me sentia exausta. Ficamos assim por um longo tempo, até ele sugerir um banho. 

 

Pov Robert

Delegado corno! vou processar por acusação, onde já se viu me acusar de tentativa de assassinato. Ameacei ele quando meu advogado chegou. Vou meter um processo e ele vai ver só quem é Robert Lewandowski.

Voltei para casa quase de noite. Estacionei de qualquer jeito e corri para dentro sentindo uma dor profunda no peito. Minha Ana fugiu com aquele loiro, com aquele maldito presidiário. Mas isso não vai ficar assim, eu vou mata-lo com as próprias mãos quando encontra-lo.

Ao entrar na sala, encontro quem eu menos esperava. Julia se levanta do sofá vindo ao meu encontro.

''Que diabos vc ta fazendo aqui ainda?'' afasto-a de mim

''Não posso viver sem vc, eu te amo Robert.''

''Saaaaai! '' 

Julia me olha assustada e se afasta. Derrubo tudo da estante, fotos, copos, tudo o que consigo empurrar para longe.

''Robert, calma!''

''Vc não entende Julia! isso tudo é culpa sua. Some daqui antes que eu acabe com vc!''

Seus olhos azuis assustados se distanciam e ela finalmente sai me deixando sozinho.

Me escorrego pela parede até sentar-me no chão em lagrimas. Perdi tudo, perdi a minha vida, o motivo para viver. Ana se foi com outro, me abandonou e eu mereço isso. Eu sempre pressenti que algo ruim ia acontecer e eu não estava errado. Agora é tarde demais, tudo esta fora de controle, perdi o controle de tudo.

 

''Papai, papai'' A voz de Edu vem se aproximando 

Seco meu rosto, mas não adianta muito porque as lagrimas ainda rolam sem sessar. Ele me abraça apertado agarrando meus ombros.

''Ta chorando papai?'' 

Não o solto para que ele não veja meu rosto tão abatido.

''Não foi nada meu amor. ''

Edu fica em meus braços parecendo perceber o quanto eu estava precisando dele.

''Pelo menos eu ainda tenho vc meu amor.''

 

Pov Marco

Robert fez isso, era tudo o que eu conseguia pensar. Ele me viu entrando no carro e sabia que eu ia sair com esse carro da casa, ele tentou me matar.

Ana parecia mais calma, embora ainda triste. Abracei seu corpo contra o meu sentindo a água morna da banheira nos relaxar.

''Acho que precisamos voltar e resolver isso.'' sua voz me estremece

''Não podemos Ana, não ainda.''

''Mas...eu preciso ver o meu filho.''

''Confia em mim, eu vou pegar ele para vc, mas agora, precisamos nos recuperar e irmos para bem longe.''

Ela vira de frente sentando-se em minhas pernas ainda um pouco doloridas pelo impacto do carro. Fechei os olhos gemendo baixo. 

''Ta doendo?"

''Não.''

Sinto seus dedos em meus lábios suavemente me tocando.

''Não sei se tenho forças para ir até o fim.''

Abro meus olhos fitando-a.

''Vc tem sim e agora mais ainda.''

Ana beija meus lábios acariciando meus cabelos da nuca.

''Eu te amo.''

Meu coração salta ao ouvir a voz doce dessa mulher linda e tão maravilhosa.

''Eu também.''

Volto a beija-la esquecendo de tudo o que nos cerca, de todos os planos e acontecimentos do dia. Eu quase morri, mas por esse momento aqui e agora, eu correria todos os riscos novamente.

Ana da um leve sorriso e se afasta um pouco.

''Ele vai pagar por tudo o que nos fez.''

''Esquece ele agora. Vamos jantar e tomar um vinho, preciso disso.''

Ana sorri mais abertamente e seus olhos brilham.

''Sim, vamos fazer isso meu loiro.''

 


Notas Finais


continua?


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