História De repente é amor - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Tags Camren
Exibições 402
Palavras 1.872
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais uma fanfic saindo do forno!!! Dessa vez é uma adaptação do filme a lot like love (de repente é amor) eu assisti esse filme essa semana e eu achei ele tãoooooo bom que eu quis adaptar para as minhas mamães, espero que vocês gostem ❤️

Capítulo 1 - Capítulo Um


7 anos antes.

"Mamãe sabe que você dirige assim?" Perguntei irônica enquanto fechava a porta do carro, Sofia não deveria ter uma carteira de motorista, ela dirigia como uma louca. 

"Anda logo, eu tô perdendo Barrados no Baile." Ela bufou.

"Que bom que você usa aparelho nos dentes, assim vão poder identificá-la." Ri me afastando da janela.

"Cala a boca, você é tão babaca." Ela gritou enquanto eu me afastava rindo.

 Me virei para entrar no aeroporto e parei observando uma briga, não me julguem quem nunca parou para ver uma briga? Ainda mais de casal! 

"Você pode vir..." A morena de cabelos castanhos disse tentando tocar na provável namorada dela.

"Me deixa, se não quer que eu vá, eu não vou!" A outra gritou, ela parecia bem esquentadinha, ri observando-a, ela era bem pálida e tinha os cabelos curtos quase chanel, seus olhos verdes estavam quase matando a pobre coitada apenas com o olhar. 

"Tá bom! Então fique de fora." A outra bufou se afastando e dando a volta no carro. "Você não me apoia e nem a banda." Disse ofendida.

"Eu adoro a banda." A de olhos verdes se defendeu. "Entra na merda do carro." Revirou os olhos.

"Não tenha pressa para voltar." A de cabelos castanhos disse sorrindo sarcástica. Arregalei os olhos quando a de olhos verdes pegou um copo de café e jogou no carro, por pouco não acertou a outra por ela ter abaixado. Ela pegou outro em seguida e jogou de novo, me controlei para segurar o riso já que ela não estava tão longe de mim. 

 Ela entrou no aeroporto e eu sorri vendo a outra arrancar com o carro, nem teve tanto barraco mas mesmo assim foi uma briga, dei de ombros e segui para dentro do aeroporto, não queria perder o voo. 

 Eu estava sentada fazia alguns minutos esperando a chamada do voo, estava num tédio total ouvindo música no meu fone e observando as pessoas, olhei para frente e me surpreendi quando vi a menina de olhos verdes sentar numa cadeira na minha frente, ela deixou a mala no chão e se sentou enxugando uma lágrima que caia do rosto, fiquei olhando-a, ela era bonita, um pouco roqueira, mas bonita. Ela estava usando uma blusa de uma banda de rock desconhecida, seus cabelos estavam desgrenhados como se ela passasse sempre os dedos neles, ela usava um colar tipo coleira de cachorro, franzi o cenho, quem usa um colar parecido com coleira de cachorro? Depois de olhar todas suas roupas subi novamente e tomei um susto vendo que ela me olhava, pega no flagra, merda. Ela tá me encarando, porra Camila. Engoli em seco e olhei para os lados, olha ali uma planta, olhei para o outro e vi um casal de velhinhos brigando, prendi o riso, olhei para as minhas pernas e suspirei, ela continua olhando. Subi o olhar até ela novamente e vi ela levantar a sobrancelha, pare de me encarar!!!

 Eu já havia embarcado fazia algumas horas e eu fazia de tudo para dormir, mas estava sem sono algum, a aeromoça se aproximou e me olhou estranho, ok, não tenho culpa se fico ansiosa e como alguns amendoins, ou talvez dez embalagens, quem liga? Eles têm que dar amendoins mesmo!

"Posso limpar isso para a senhorita?" Ela perguntou e eu assenti me ajeitando na poltrona, ela começou a pegar os papéis de amendoim e colocar na bandeja. "Quer mais amendoim? Tem uma caixa cheia lá dentro." Ela sorriu brincando e eu sorri sem graça. Me ajeitei novamente e pulei de susto quando o cara que estava na minha frente se inclinou com a sua poltrona e derrubou meu copo de refrigerante todo na minha camisa, ótimo! "Ah Deus, vou pegar uma toalha para você, me desculpe." A aeromoça tentou me limpar mas eu agradeci rapidamente e me levantei.

 Fui até o banheiro e praguejei todos os antepassados daquele cara, mas que merda, eu estava toda molhada! Olhei-me e suspirei tirando a blusa, droga, isso vai manchar. Ouvi uma batida na porta e suspirei.

"Eu estou bem, obrigada." Informei, peguei o papel higiênico e tentei de alguma forma amenizar aquilo, mais uma batida na porta. "Tem toalha aqui, eu não preciso..." Abri a porta e travei vendo que não era a aeromoça, na verdade era a menina de olhos verdes. 

 Soltei um grito surpreso quando ela me empurrou para dentro e fechou a porta atrás de mim, mas o que? Bati com tudo na parede e ela sorriu debochada enquanto me olhava, eu com certeza estava com uma cara assustada.

"O que você está fazend..." Tentei falar mas em segundos a menina me atacou, demorei tentando raciocinar que aquela doida estava me beijando, mas não tive tempo de relutar já que ela enfiava a língua na minha boca.

 Deixei as perguntas de lado e dei de ombros, ela tá me querendo, só aproveitar. Subi com as mãos até sua nuca e apertei-a mais contra mim, ela arfou levando as mãos até a barra da minha blusa e puxando-a para cima, desgrudei nossas bocas e tirei a blusa ficando apenas de sutiã, ela sorriu mordendo o lábio inferior e voltou a me beijar, eu não estava entendendo nada mas se ela iria me dar um orgasmo do nada, eu com certeza não negaria. 

 Girei-a deixando ela agora contra a parede, desci minhas mãos até suas coxas descobertas pela saia e subi até chegar a sua calcinha, arfei soltando nossos lábios e desci para o seu pescoço enquanto masturbava ela sobre o tecido da calcinha, ela gemeu me apertando pela nuca e começou a se empurrar contra os meus dedos. Me afastei dela e comecei a arrancar os restos das roupas, comecei a bater os braços e pernas enquanto tirava tudo mas não liguei, ela também tirou as roupas em segundos. Quando finalmente tiramos tudo eu parei para olhá-la e eu quase tive um infarto, a mulher era gostosa demais! Seus seios eram lindos, medianos, os mamilos rosados, sua barriga não era chapada mas ela estava longe de ser gorda, suas coxas eram grossas, minha boca salivou quando parei em sua intimidade totalmente lisinha. Subi o olhar para seu rosto e vi que ela me olhava também, ela percebeu que eu estava observando-a e voltou a me olhar no rosto, sorriu maliciosa e mordeu o lábio inferior, olha eu não sei o que eu fiz de bom para merecer isso mas obrigada aí Deus, uma mulher dessas bicho.

"Vai ficar só olhando?" Ela riu, aquela voz rouca fez meus pelos se arrepiarem levemente, Jesus...

"Não mesmo." Resmunguei indo até ela e beijando-a de forma sedenta, ela beijava tão bem. Estávamos praticamente transando com a boca de tão intenso que era o beijo, senti minha barriga se retrair quando ela começou a descer a mão pelo meu abdômen de forma provocadora, ela chupou meu lábio inferior lentamente e eu gemi baixo quando senti seus dedos tocarem minha intimidade, eu já estava molhava e ela mal me tocou. 

"Hmm." Ela sussurrou descendo os beijos para o meu pescoço, me segurei na parede atrás dela enquanto gemia em seu ouvido, ela me masturbava de forma lenta, torturante, segurei em sua cintura com força e a fiz abrir as pernas e quando ela o fez penetrei-a de uma vez, ouvindo seu gemido arrastado em meu ouvido.

 Nossas respirações estavam ofegantes, tentávamos nos beijar enquanto continuávamos as duas com seus movimentos, eu penetrava ela com rapidez enquanto masturbava seu clitóris preguiçosamente, arrancando gemidos um tanto altos da de olhos verdes, às vezes eu perdia o ritmo enquanto observava ela de olhos fechados, a cabeça jogada pra trás, a boca aberta gemendo coisas desconexas, ela era realmente linda. Seus dedos em mim não estavam diferentes, ela estava cada vez mais rápida e eu sabia que ela estava vindo, grudamos as bocas num beijo apressado, foram questões de minutos para nós duas gozarmos juntas, grudei minha testa na dela e tentei acalmar minha respiração, isso foi insano, eu nunca transei em um lugar tão... público.

 Arregalei os olhos ao perceber que eu tinha transado no banheiro de um avião, merda, e se escutaram? Ah, eles não tem nada a ver com a minha vida mesmo! Me afastei da mulher que até então não sabia o nome e comecei a catar minhas roupas e vesti-las, coloquei a blusa com o refrigerante mesmo, quando a gente pousasse eu trocava. Quando terminei percebi que ela já tinha se vestido também, ela piscou para mim e abriu a porta, saindo primeiro. Me encostei na pia e respirei fundo olhando para a parede, o que acabou de acontecer? 

 Sai da cabine com um sorriso idiota no rosto e olhei para os lados vendo que ninguém estava olhando, fui até minha poltrona e ri baixinho, aquela mulher era louca. A aeromoça se aproximou.

"Está tudo bem, senhorita?" Ela perguntou gentilmente. 

"Está tudo ótimo." Sorri e me encostei fechando os olhos, tudo ótimo... 

(...) 

 Fui até a esteira esperar minhas malas e para a minha surpresa encontrei a mulher sentada na esteira com a cabeça nos joelhos, me aproximei sorrindo de lado e talvez tentando andar descolada, não funcionou muito então parei de passar vergonha. Parei em frente dela e olhei-a tentando ver se ela estava bem.

"Não." Ela disse e eu franzi o cenho.

"Eu sou a Camila, talvez pudéssemos conversar, sei lá..." 

"Blá blá blá, estragou tudo." Ela resmungou levantando a cabeça para me olhar.

"Estraguei o quê?" Ri sem entender.

"Nosso segredinho." Ela arqueou a sobrancelha. 

"Acho que a aeromoça percebeu então... "Olhei para os lados dando de ombros. A esteira começou a funcionar e ela se levantou.

"Então ela terá que ser morta." Ela ajeitou a bolsa no ombro. Sorri negando com a cabeça. 

"Sou a Camila." 

"Você já disse isso." Ela me olhou com tédio. 

"Você não facilita." Suspirei.

"Acho que facilitei bastante para você, Camila." Ela riu piscando o olho. Olhei-a indo embora, eu nem sei o nome dela. 

 Peguei minha mala e suspirei, vamos lá. Fui andando até a estação de metrô que por incrível que pareça estava vazia, e por incrível que pareça de novo, a olhos verdes estava lá, valeu destino. Me aproximei dela e vi que ela me olhou notando minha presença, ela voltou a olhar para frente e acendeu o cigarro dando uma tragada. Sexy.

"E aí, o que a Bon Jovi faz?" Perguntei tentando puxar assunto. 

"Quem?" Ela franziu o senho.

"Sua namorada." 

"Ex-namorada." Bufou.

"É, eu reparei." Sorri maliciosa. Olhei para frente, silêncio de novo. "Então, o que aconteceu lá?" Como uma boa curiosa, perguntei.

"Somos amigas agora?" Soltou a fumaça no meu rosto.

"Eu diria que somos um pouco mais que amigas." Voltei a olhar para ela e ela suspirou olhando para o lado, eu adorava incomodar então não sairia do lado dela. "Bon Jovi tem um contrato de gravação?"

"Ela não se chama Bon Jovi." Ela riu.

"Ah." Sorri olhando para frente.

"Ela toca guitarra." Ela deu de ombros dando mais uma tragada.

"Todo mundo toca guitarra." Zombei.

"Você toca?" Ela perguntou curiosa.

"Não..." Fiz uma careta.

"Segunda bola fora." 

"Segunda bola fora?" Olhei-a confusa. "Qual foi a primeira?" Ela me olhou mas não respondeu, entrando no trem que acabara de parar. 


Notas Finais


Continuo?


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