História De Repente Mãe - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Candice Accola, Joseph Morgan, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Klaus Mikaelson
Tags Caroline Forbes, Drama, Gravidez, Klaroline, Klaus Mikaelson, Revelaçoes, Romance
Exibições 245
Palavras 2.724
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Capítulo betado por: ~bellinhadid

Capítulo 6 - Escolhas erradas


Ontem à noite, fiquei doidão como as expectativas. Ontem à noite, eu percebi. E eu espero que você entenda (Too Good — Drake feat. Rihanna)

POV: Autora

            Algo havia mudado e era difícil dizer exatamente o motivo. Talvez a declaração de Klaus dizendo que ela merecia alguém especial ou o quase beijo. Apenas mais alguns minutos dentro do quarto juntos e ela perderia o controle. E isso não poderia acontecer, não poderia e nem iria. Era mais do que ela podia suportar.

No dia seguinte, Caroline acordou determinada a ignorar e evitar qualquer sentimento por Klaus. Era melhor assim. O fato de que ela estava grávida dele e iria embora no final de tudo era um bom motivo para não ter qualquer sentimento além da amizade entre eles dois. Se envolver com ele iria apenas machucá-la. Então, por que iria fazer isso com ela e também com ele? Klaus era diferente de qualquer homem que ela conheceu. Ele era gentil, atencioso, compreensivo e bom de cama. Droga, ela não poderia pensar sobre isso. Não iria lembrar daquela noite.

Deixando seus pensamentos de lado, ela olhou mais uma vez para o espelho, gostando do resultado final. Ela usava uma calça legging azul escura acompanhada de uma blusa branca. Sua barriga começava a aparecer e agora não restava nenhuma dúvida que realmente tinha um bebê crescendo ali.

— Bom dia — ela desejou entrando na cozinha e sentando-se no banco em frente ao balcão. Klaus estava de costas para ela, a visão era incrível, mas ela tentou não pensar nisso.

— Bom dia, Caroline — ele virou-se para ela e sorriu, aquele maldito sorriso de lado.

— Não deveria estar na empresa? — questionou enquanto olhava ele preparar o café da manhã.

— Sim, mas essa é uma das vantagens de ser CEO. Eu posso faltar alguns dias — ele deu de ombros, colocando um prato com panquecas e frutas para ela. — Aqui, coma isso. Vocês dois precisam estar fortes.

— Você cozinha? — ela olhou surpresa, cortando um pedaço de panquecas e colocando na boca. Estava delicioso.

— É um dos meus talentos.

Muitos talentos, pensou ela.

— É claro. Você parece ser bom em tudo.

— Tenho meus momentos, sweet — ele sorriu, lavando as mãos na pia. — O que você deseja fazer hoje?

— Acho que irei ver uma amiga, prometi a ela que iria visitá-la. E será bom para mim, você sabe, conversar sobre tudo isso. Há não ser que você não queira. Tem algum problema se eu falar com ela? — Caroline perguntou, visivelmente preocupada. Não queria fazer nada que prejudicasse ele.

— Você pode falar comigo sempre que precisar, mas se quiser sair e falar com suas amigas tudo bem. Não há nenhum problema — ele a tranquilizou.

— Certo — ela concordou e voltou a comer em silêncio, entendendo que a conversa tinha se encerrado. Não estava com tanta fome assim, mas precisava manter-se ocupada para não pensar sobre ontem. Era estranho tentar agir como se nada tivesse acontecido. Depois que ele saiu, ela ficou o resto do dia pensando em tudo aquilo.

— Está tudo bem? — Klaus perguntou, percebendo que ela tinha ficado em silêncio de repente. Sentando-se ao seu lado, ele pegou a mão dela e acariciou. — O que está incomodando você? Seja sincera comigo, por favor.

Ela olhou em seus olhos, que demostravam sinceridade e preocupação. Ele merecia saber o que estava acontecendo e o que ela sentia. Respirando fundo, ela começou: — Ontem, eu não queria ser ignorante ou mal-agradecida. Eu gritei com você, mandei sair do quarto quando ele nem era meu. Você poderia ter ficado, ter feito o que quisesse. A casa é sua, eu não posso mandar nas coisas que não são minhas. E eu não sou assim, eu só... sinto muito por ontem e por essa gravidez. Eu nunca quis atrapalhar sua vida. Eu sinto muito, Klaus.

— Ei, não diga isso. Você precisava de espaço e eu entendi isso. Eu sei o quanto isso tudo está sendo difícil para você. E o quarto é seu, você pode fazer o que quiser com ele e na casa também. Você não está atrapalhando minha vida, Caroline. Nunca pense que por um momento eu achei que essa gravidez seria um incômodo para mim. Eu já o amo, antes mesmo dele nascer.

E eu também gosto de você, mais do que apenas amigos. Ele decidiu não dizer essa última parte. Sabia que Caroline iria ficar estranha novamente e iria afastá-lo para longe. E se era preciso esconder seus sentimentos para ficar perto dela, então ele faria isso.

— Eu não quero que fique um clima estranho entre nós — ela implorou, apertando a mão dele. — Sua amizade é importante para mim.

— Eu prometo que nada vai mudar entre nós. Amigos, certo?

Ela balançou a cabeça, concordando.

— Agora eu irei ter que ver essa sua cara feia por mais alguns meses? — ele franziu o cenho hesitante, fazendo uma careta e rindo logo em seguida.

— Ei — ela riu, puxando sua mão de volta para o seu colo.

— Ela sabe ri — ele zombou, apertando sua bochecha. — Agora termine de comer, precisamos alimentar vocês dois.

***

            Caroline olhou para a farmácia pela janela do carro. Era fim da tarde, os últimos raios dourados e fulgurantes se espalhavam pelo horizonte. Caroline precisava conversar com Belina, contar o que estava acontecendo com ela. Talvez Bel entendesse, ela tinha passado por algo parecido. Isso deveria ajudar em algo.

 

— A senhora está doente? — o motorista perguntou, percebendo que Caroline olhava para a farmácia. — O senhor Mikaelson disse que se a senhora sentisse algo, eu deveria ligar imediatamente para ele.

— Eu estou bem — ela se apressou em dizer. — Uma amiga trabalha aqui. Você pode ir dar uma volta enquanto eu converso com ela, isso pode demorar um pouco.

— Eu tenho ordens especificas para estar onde a senhora estiver — ele disse firme e Caroline concordou, sabendo que ele não iria desobedecer às ordens diretas de Klaus.

Ela desceu do carro e caminhou até a entrada da farmácia. Fazia apenas poucos dias que tinha estado ali, mas tanta coisa tinha acontecido nesse pequeno espaço de tempo. Belina estava no balcão junto com o pequeno Arthur no carrinho enquanto Jéssica, sua tia, guardava alguns remédios nas prateleiras. Caroline andou até o balcão, Jéssica foi a primeira a vê-la e logo abriu um sorriso.

— Você aqui novamente. Que surpresa maravilhosa — Jéssica abriu os braços, puxando Caroline para um abraço forte. — Como você está? E o bebê? Você parece abatida, o que aconteceu? — ela lhe encheu de perguntas e Caroline apenas deu um sorriso fraco.

— Estamos bem — ela tentou ser o mais sincera possível. — Será que eu posso falar com a Belina por alguns minutos? É importante.

— É claro querida — Jéssica virou-se para o balcão. — Bel, olhe quem está aqui.

Belina se virou para elas, demorou alguns segundos para ver que era Caroline ao lado da sua tia. Sorrindo, ela caminhou até as duas.

— Eu pensei que nunca mais iria ver você na minha vida.  Precisamos conversar sobre aquele assunto — Belina puxou Caroline pelo abraço até uma porta por trás do balcão sem dar tempo para ela dizer qualquer coisa. — Tia, cuide do Arthur para mim. Eu já volto — Belina gritou para a tia.

— Aqui está meu quarto, podemos conversar sem interrupções — Bel abriu a porta, revelando um quarto com paredes rosa cheias de fotos de atores. Ao lado da sua cama tinha um berço azul e alguns brinquedos no chão. — Mas vamos lá, me conte tudo.

— Klaus vai assumir a criança — ela começou sabendo que aquilo era o que mais Belina queria saber.

— Você é sortuda pra caralho! Não acredito que você conseguiu fisgar aquele gostoso.

Caroline balançou a cabeça, discordando. As coisas não tinham sido assim.

— Não é bem assim. Ele vai ficar com o bebê, eu irei embora.

— Você irá abandonar o seu filho? — Bel perguntou, pela primeira vez séria. Como ela poderia abandonar alguém do seu sangue? Alguém que ela iria carregar por 9 meses. Essas e várias perguntas rondavam a cabeça de Belina.

— Eu sei que isso parece horrível, mas...

Bel a interrompeu: — É horrível. Como pode fazer algo assim?

— Combinamos que isso seria melhor para nós dois. Não é tão horrível como pensa. Klaus vai ser um bom pai, ele é maravilhoso.

— Mas e você? — ela questionou, ainda atordoada com tal informação. Não conseguia imaginar deixando seu filho para trás.

— Eu? Eu não terei nenhum contato com o bebê.

— Mas ele é seu filho. Como você se sente sobre isso?

— É confuso. Não é como se eu tivesse fantasiado ser mãe. Eu não tive uma família, então, eu acho que não seria um bom exemplo de mãe. Eu não saberia o que fazer — Caroline disse, hesitante. Era difícil dizer exatamente como ela se sentia sobre isso.

— Você poderia ao menos tentar — Bel rebateu irritada, deixando claro que ela não concordava com a escolha de Caroline.

— Não. Se eu tentar e falhar, irei machucá-lo e eu não sei se conseguiria conviver com isso. É melhor ele ficar com Klaus, ele vai amá-lo, cuidar dele. Ele vai poder ter tudo o que quiser...

E era verdade. Por mais que Caroline fosse uma pessoa ruim por não querer ficar com o seu filho, ela não queria magoá-lo. Era melhor ele pensar que ela estaria morta do que saber que ela tinha o abandonado.

— Mas ele não vai ter a mãe — Bel respondeu encarando Caroline.

— Bel, por favor... — Caroline pediu.

— Certo, você que tomou essa decisão. Vamos falar sobre Klaus, visto que você fala tão bem dele — Bel mudou de assunto, decidindo que não iria brigar com Caroline. Ela era legal, apesar de suas escolhas erradas. Talvez ela mudasse de ideia com o tempo e Bel esperava isso. Caroline tinha que perceber que ser mãe era a melhor coisa que poderia acontecer com uma mulher. — Como ele é?

— Klaus?

Bel assentiu.

— Ele é gentil, educado e é maravilhoso comigo. Quando estou triste, ele me faz rir. Eu gosto de estar com ele. E, apesar de estar sendo difícil para nós dois, ele está sempre ao meu lado — Caroline sorria enquanto falava dele.

— Eu não pedi uma declaração amorosa — ela revirou os olhos. — Você parece gostar muito dele — Bel constatou sorrindo.

— Não do jeito que você pensa. Ele é meu amigo — ela se apressou em dizer. Por que as pessoas nunca acreditavam em uma amizade entre um homem e uma mulher?

— Do jeito que você fala dele, eu diria que é mentira. Você fica sorrindo que nem idiota. Com um gostoso daquele até eu também ficaria — Bel piscou para ela.

— Ele é mais que um corpinho gostoso, Bel. Qualquer mulher faria de tudo para estar ao seu lado. E eu não digo apenas por sua aparência ou riqueza, mas pelo o que ele é por dentro.

— Mas não você — Bel revirou os olhos e deixou seu corpo cair na cama. — Você é complicada garota.

— Eu sou realista, é diferente — ela deitou-se ao seu lado.

— Se você diz...

            Era perto das 8 horas quando Caroline voltou para casa. Ela havia ajudado a fechar a farmácia e prometeu que voltaria mais vezes e que traria um presente para o pequeno Arthur. Havia sido uma tarde ótima, conversar com Belina tinha sido bom para ela, apesar de que o clima tinha ficado tenso quando contou que deixaria o bebê. Mas logo isso passou quando mudaram de assunto. Tinha sido melhor assim. E ela fez Bel prometer que não diria nada para Jéssica. Não queria decepcionar ela, Jéssica havia sido tão boa com ela.

— A senhora vai querer que eu avise ao senhor Mikaelson que chegou? — perguntou o motorista, abrindo a porta para ela sair.

— Onde ele está?

— Acredito que no escritório, ele tinha alguns relatórios importantes para fazer. Mas ele deixou claro que qualquer coisa com a senhora, poderia interrompê-lo.

— Não será preciso. Eu irei para o meu quarto. Obrigada por hoje, Thompson — ela agradeceu antes de subir para o seu quarto. Estava cansada e por isso não se importou de ir deitar-se sem jantar.

 

— Mamãe, por que você está indo embora? — a pequena garota de cabelos loiros perguntou olhando para a mala em cima da cama.

— Eu não posso mais ficar aqui. Isso tudo foi um erro, Caroline — a mulher com a mesma cor de cabelo respondeu sem olhar para ela. Mamãe estava partindo, pensou a pequena garota.

— Eu fui um erro? — sua voz saiu trêmula, lágrimas escorriam pelo seu pequeno rosto avermelhado.

— Sim e eu não posso continuar fazendo isso — sua mãe colocou a mala no chão, estava pronta para ir embora e nunca mais voltar.

— Não, mamãe. Não me deixe, por favor. Não vá, mamãe — Caroline chorava alto agarrando a perna da sua mãe.

— Me deixei ir. Eu não a quero — ela tirou Caroline de sua perna e a colocou sentada no chão.

— O que você pensa que está fazendo? Não está vendo que está machucando a nossa filha? — um homem de cabelos castanhos entrou no quarto.

— Papai, a mamãe está nos deixando — Caroline chorava, seu pai caminhou até ela e a pegou no colo.

— Você estar sendo ingrata com sua família — ele gritou e Caroline deitou sua cabeça em seu ombro, ainda chorando.

— Foi um erro ter ficado. Você sabe disso — ela apontou para ele, antes de virar-se para ir embora. Caroline se debateu contra os braços do pai e correu até sua mãe.

— Por favor, mamãe. Eu te amo — Caroline implorou para que sua mãe ficasse, mas ela não demonstrava nenhum tipo de remorso. E foi então que sua mãe virou o rosto, e ela era Caroline.

 

Caroline acordou de repente, assustada e ofegante. Suor escorria pela sua testa, ela respirava fundo tentando amenizar o calor que sentia. Que merda de sonho tida sido aquele? Ela tentava entender o que tinha acabado de acontecer, mas era tão confuso. Suspirando, ela deixou o quarto e caminhou até a cozinha. Um copo de leite talvez a ajudasse voltar a dormir. Colocando leite em seu copo, ela voltou para o quarto com o copo na mão, mas não antes de observar o pequeno feixe de luz debaixo de uma das portas dos corredores. Klaus estaria trabalhando a essa hora?

— Klaus? — ela bateu de leve na porta para não fazer muito barulho. Era tarde da noite, por volta das 12 horas.

— Caroline, aconteceu algo? — Klaus abriu a porta rapidamente. Seu cabelo estava bagunçado e sua camisa amassada, sem gravata. Ele parecia realmente cansado e seu rosto agora demonstrava preocupação.

— Eu estou bem. Por que você ainda estar trabalhando? — ela perguntou entrando no seu escritório.

— Eu tenho alguns relatórios para fazer, tenho uma reunião importante amanhã — ele disse, sua voz carregada de sono.

— Eu posso ajudar você.

— Você não deveria estar dormindo? — ele perguntou, oferecendo sua cadeira para ela sentar.

— Eu tive um pesadelo, perdi o sono — ela deu de ombros. Não querendo falar mais que isso. Preferia guardar seu pesadelo para si mesma.

— Você está bem? — perguntou ele novamente.

— Estou, nada que um pouco de leite não resolva — ela levou o copo aos lábios, bebendo um pouco do seu leite.

Ele concordou, sentando-se na cadeira a sua frente.

— O que eu posso fazer? — ela perguntou excitada. Seria interessante ajudá-lo e ela gostava de ficar com ele.

— Sua companhia já é o suficiente.

— Qual é Mikaelson? Eu não vou ficar apenas sentada — ela cruzou os braços e ficou o encarando.

— Tudo bem, você pode separar esses arquivos por data.

— É fácil — ela sorriu, pegando os arquivos em cima da mesa.

— Você quer me contar o que foi seu sonho? — ele perguntou, a observando.

— Eu não acho que seja apropriado, podemos apenas fazer nossas tarefas.

— Como quiser — ele sorriu, voltando sua atenção para o relatório em suas mãos.

Caroline organizou cada arquivo com o máximo de atenção possível, não queria decepcioná-lo. Ela as vezes o pegava a olhando e ele apenas sorria quando isso acontecia. Não estava um clima estranho e ela estava feliz por isso. As coisas deveriam ser como eles combinaram, nada mais que isso.

Ela não se lembra quando ou como adormeceu, apenas sentiu alguém a levantando da cadeira e a colocando em seus braços.

— Klaus — ela murmurou ainda sonolenta, deixando sua cabeça encostar em seu ombro.

— Eu estou levando você para o seu quarto. Durma, querida — ele a deitou sobre a cama macia e colocou um edredom sobre o seu corpo. Caroline adormeceu novamente e Klaus ficou olhando ela dormir por alguns minutos ou horas. O tempo passava rápido quando estava perto dela.


Notas Finais


Para quem não entendeu ou ficou confusa. No sonho, Caroline era sua filha(quero deixar claro que ainda não sei qual é o sexo do bebé, pode ser um menino ou menina) e quando sua mãe olhou diretamente para ela, Caroline viu ela no futuro(o que seria ela agora, nesse momento). Se não entenderam(o que acho impossível) vocês podem dizer nos comentários, eu explico.
E hoje é meu aniversário <3
Kisses


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