História De Uma Noite Escura à Um Céu Estrelado - Capítulo 16


Escrita por: ~ e ~LovelyKo0kie

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan, Bangtan Boys, Bts, Drama, Novela, Romance, Tragedia
Visualizações 5
Palavras 1.477
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Depois de mil anos, aqui estamos ><'
Junsus do CEO, nem sei como estou viva pra postar isso depois do tiro que tive hj com o poster do Kookie~

Capítulo 16 - Me Salve Desse Pesadelo


Fanfic / Fanfiction De Uma Noite Escura à Um Céu Estrelado - Capítulo 16 - Me Salve Desse Pesadelo

Jimin

 

 Ouvi todas as coisas que a Angel tinha revelado só tinha me deixado mais preocupado. O que poderia ter acontecido com a Vallenthina para que ela tenha tanto medo de dormir? Ainda tenho a memoria tão viva do dia em que a ajudei, quando ela acordou apavorada naquele dia, depois de um pesadelo. Estava tão assustada. Eu a abracei durante toda aquela noite, enquanto ela dormia tão serenamente. Não conseguir  de ficar feliz por tê-la tão próxima.

 

 Agora, saber que ela não estava bem, era ruim, mas pior que isso era não ser quem a abraçava tentando encontrar segurança. Deveria estar feliz por o Tae ter conseguido ajuda-la a tempo, mas tudo que consigo agora é ficar irritado, por que ela estava em seus braços, braços esses, que não hesitavam nem um pouco em aperta-la. Taehyung não tirava os olhos dela nem um minuto...

 

 Saio da sala, ignorando todos alí, eu não queria que percebessem que estava incomodado com essa situação. Não é algo que possa compartilhar com ninguém, não quando nem mesmo eu consigo entender exatamente o por que aquilo estava me afetando daquele forma. Eu não podia explicar nada, ao não ser o fato de que uma parte em mim a queria perto. Uma parte que desejava conhecê-la mais, estar próximo, se tornar necessário.

 

— Aishh! Eu estou pirando. Só pode ser. — Bufo, batendo a porta do quarto.

 

* * *

Vallenthina

 

 — Vallenthina... — Paro de tocar o piano e me volto para encara-lo. — ... — Fecho os olhos ao sentir seus dedos deslizar por minha face. Era incrível como ele podia ser tão imprevisível. E mesmo que isso me deixasse muito insegura às vezes, me deixava muito feliz sempre que agia assim de forma carinhosa. — Sabe... — Abro olhos o observando. Ele tinha nos lábios aquele sorriso que sempre antecedia perguntas ou frases que sempre me deixavam sem saber o que pensar. E eu odiava o fato dele parecer amar, de uma forma muito estranha, toda a confusão em que me deixava. Aguardo, me preparando mentalmente. — Eu sempre quis saber, por que as pessoas sempre lutam pra sobreviver se cedo ou tarde irão morrer. — O que ele queria dizer com isso? — Até quando você acha que ainda pode suportar? O tempo está passando... — Seu tom de voz era divertido. O fitava ainda confusa, tentando entender o que queria dizer com aquilo. — Volte a tocar. — Me viro automaticamente, colocando meus dedos sobre as teclas, iniciando novamente uma melodia. Perco-me na canção, fechando os olhos para aproveitar mais o momento, me deixando ser envolvida. Sinto algo molhar meus dedos e abro os olhos, olhando para teclas onde pressionava e me assusto ao notar que o teclado estava todo sujo de um liquido vermelho. Levanto minhas mãos até a altura do rosto, analisando o que era aquilo em minhas mãos e me arrependo mentalmente quando sinto o cheiro de sangue invadir minhas narinas. — Continue tocando, eu não mandei você parar. — Me encolho no banco o ouvindo gritar. Parecia irritado agora. — Foco meu olhar naquele liquido, ainda sobre o teclado, que não sabia de onde tinha vindo. Aproximo-me, olhando para o mesmo, quando sinto algo frio cair sobre minha bochecha e escorrer sobre minha pele. Passo as costas da mão limpa e logo a olho, notando que a mesma agora estava surja do que parecia ser sangue. Sinto outra gota sobre minha face e olho institivamente para cima. Pendurado acima de onde estávamos, tinha um corpo, que sangrava como uma vaca em sangradouro. Eu não consigo dizer nada, apenas continuo olhando para aquela pessoa ali, que ainda parecia estar viva se debatendo.

 

  — Vallen... Me ajuda! — Fala quase inaudível.

 

  — Mas o quê...? — Era eu? Sem duvidas era eu. Pisco algumas vezes sem acreditar. — Não!! — Cubro meu rosto com as mãos e quando volto a tira-las para ver de novo, tenho a visão de mim mesma ainda com o rosto cobertos, sentada logo abaixo de mim. Agora estava pressa por uma corrente e sentia todo meu corpo doer desesperadamente, enquanto tentava me debater para me soltar.NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!

* * *

 — Vallenthina? Vallenthina? — Sinto braços me segurando por trás, enquanto me debatia. Nada me manteria ali pressa sangrando até a morte. — Vallenthina, se acalma! — Alguém pedia que tivesse calma, mas como eu poderia fazer isso?!

 

 — Ai meu Deus. — Outra voz diferente diz. — Eu vou chamar a Angel.

 

 “Angel”? Ela não podia me ver assim. Desespero-me mais ainda. Eu queria que alguém me destapasse daquilo! A Angel não pode vir aqui!

 

— Vallen... Por favor, se acalma. — Sinto um ar quente sobre o pé de minha nuca, que me faz congelar no mesmo momento. — É o Taehyung. — Taehyung? O que ele estava fazendo ali? De qualquer forma, ele poderia me ajudar ou acho que poderia. Tento me acalmar.

 

— T-Taeh... — Minha tentativa sai falha.

 

Calma. — Sinto algo molhado contra minha nuca novamente, algo como um selar. Era real, ele estava aqui.

 

— Tae... M-Me a-ajuda. — Sussurro, esperando que possa me ouvir.

 

Eu estou aqui... — Sinto meu corpo ser girado. — Foi só um pesadelo, está tudo bem. — Sinto um de seus braços aconchegar meu corpo ao seu. Tinha sido apenas mais um pesadelo?

 

 Desperto e me permito ficar mais um pouco deitada de olhos fechados eu ainda não sei se é seguro abri-los. Sinto-me cansada, completamente sem energias. Tento mover meu corpo e sinto algo em volta de mim. Passo a mão nos olhos e os abro tentando me acostumar com a claridade. Assusto-me levando a mão à boca, para não fazer barulho, ao notar o rosto do Taehyung bem próximo a meu, me permitindo sentir sua respiração. O que ele fazia no meu quarto? Espera... Esse não é o meu quarto. — Constato depois de observar as poucas coisas que podia ver ao redor de mim. Sinto o aperto em minha cintura aumentar e temerosa levanto o coberto, rezando pra não ser o que estava pensando. Mas só confirmo o obvio. Por que diabos ele estava me abraçando? E por que não estava em meu quarto? Porque não consigo lerbrar?! Lembre! — Me ordeno mentalmente. Mas nada. Simplesmente nada. Decido parar  de tentar lembrar e resolvo sair dali o mais rápido possível. Com muito esforço consigo me libertar do seus braços, mas paro assim que começo a me levantar devagar. Ele me ajuda a ficar de pé.

 

 — Meu Deus! — Falo alto demais, quando percebo que estou seminua. Apenas com um roupão, que agora aberto, deixava meus seios de fora e a mostra minha calcinha preta de renda. Meu pai amado. Que merda tinha acontecido aqui?

 

 — Vallenthina? — Fico de pé rápido, olhando assustada o Taehyung, que me encarava com o rosto vermelho sentado sobre a cama, com a boca semiaberta, bagunçando os cabelos com uma das mãos. Seu olhar percorre por todo meu corpo sigo seu olhar. Sinto minhas bochechas esquentarem, percebendo que me esqueci do roupão aberto. Fecho o rápido, cobrindo meu corpo. Não consigo mais levantar a cabeça para olha-lo e tinha certeza que estava mais vermelha que um tomate. Minha vontade era correr, mas a sensação que tinha agora era que minha pernas pensavam toneladas e mesmo com todo meu esforço não conseguia move-las nem um centímetro do lugar onde estava. Ainda de cabeça baixa, o vejo se levantar e se aproximar parando a minha frente. — Pernas, é o momento perfeito para vocês funcionarem...

 

 — Você fica tão fofa corada assim. — Ri e acaricia minha bochecha, fazendo meu coração acelerar com seu toque. — Eu estou feliz que acordou. — Suspira de forma aliviada. — Olhe pra mim... — Mas mesmo assim não o encaro, permaneço olhando o chão, ignorando seu pedido. Sinto sua mão deslizar delicadamente pelo meu maxilar até meu queixo, me forçando a olha-lo, mantendo minha cabeça levantada para ele, que era mais alto. Essa era a primeira vez que o olhava diretamente desde que ele havia voltado de viagem, a primeira desde que ele me beijou.  Eu gostava de como cada traço seu parecia ser único e como sorria de forma quadrada, assim como estava fazendo agora. Se inclina, se aproximando mais, roça o nariz em minha bochecha de forma carinhosa, me fazendo fechar os olhos involuntariamente com ato. Sinto sua mão livre em minha cintura, me puxando para mais perto. Começa a aproximar seus lábios depositando um selinho calmo, eu permaneço com os olhos abertos e o fitando e em seguida inicia um beijo calmo. Ele pede passagem com a língua e demoro um pouco antes de ceder, mas logo o faço. Seguro com força sua camisa e sinto suas mãos me envolverem, agora colando nossos q corpos. Encerramos o beijo, e ele me abraça apoiando a cabeça em meu ombro. — Não fuja de mim dessa vez.  — Sussurra em meu ouvido, me fazendo me arrepiar. Eu até que tentaria fugir se realmente conseguisse, mas nem um músculo me obedecia, então apenas me permitir repousar a cabeça sobre seu peito, assim também não precisaria olha-lo enquanto pedia algumas respostas.

 


Notas Finais


:) Meus deus, eu ainda estou em choque.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...