História De Volta. - Capítulo 4


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Categorias Álvaro Morata, Cristiano Ronaldo, Francisco "Isco" Suárez, Karim Benzema, Luka Modric, Marco Asensio, Raphaël Varane, Toni Kroos
Personagens Álvaro Morata, Cristiano Ronaldo, Francisco Román Alarcón Suárez, Karim Benzema, Luka Modric, Marco Asensio, Raphaël Varane, Toni Kroos
Tags Ana Beatriz Posen, Marco Asensio, Real Madrid
Visualizações 559
Palavras 2.384
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Esporte, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, amores.

Boa leitura 🌴🎀

Capítulo 4 - Você Sempre foi a Minha Âncora.


Fanfic / Fanfiction De Volta. - Capítulo 4 - Você Sempre foi a Minha Âncora.

Ana Beatriz B. Posen.                                                                        Madrid, Espanha.                                                                                13:40 pm.

Senti cada parte do meu corpo doer quando me levantei da cama. Na noite anterior tinha chegado de madrugada e ao invés de dormir, eu fiquei chorando. Sim... Chorando! Chorando por lembrar de Marco, mesmo não querendo, ver ele chorando acabou comigo. Como eu queria perdoar ele e dizer que o amava, o abraçar e finalmente ficar tudo bem entre nós, porém as coisas não eram tão fáceis assim.

Fui até o banheiro fiz minhas higienes e tomei um banho morno. Madrid hoje estava calorosa e eu amava esse clima. Quando terminei o banho, me enrolei na toalha e fui até o meu closet, vasculhei umas das minhas gavetas e de lá tirei um biquíni rosa, também peguei um short jeans e um sobretudo de tecido preto e bem fino que batia na cintura. Vesti minhas roupas, peguei meu celular e me dirigi até o andar de baixo.

Quando estava no último degrau da escada comecei a ouvir um som alto e muitas vozes e estranhei bastante mas tudo ficou mais claro quando pela enorme janela de vidro da sala vi o enorme jardim de casa com várias pessoas. Vários jogadores do Real acompanhados de suas namoradas/esposas e filhos. 

Meu pai não avisou nada que faria uma espécie de churrasco aqui. Meu pai sempre foi muito amigo de todos os jogadores e mesmo sendo o novo técnico do Atlético de Madrid, ele sempre manteria contato com todos e faria uma festinha com todo mundo sempre que possível.

Fui até a cozinha a procura de algo para comer e lá encontrei minha mãe, Clarice esposa de Marcelo e Andrea esposa de Navas.

— Oi lindas — Eu disse e dei um beijo na bochecha de Andrea já que ela era a mais próxima de mim.

— Biazinha, que saudade — Andrea largou a faca em cima do mármore da cozinha e me abraçou apertado.

— Também estava, Drea — Eu disse sorrindo e fui na direção de Clarice que estava do outro lado da cozinha.

— Você está um mulherão em — Disse Clarice me fazer rir.

— Para com isso — Eu disse rindo e a abracei.

— É sério! Nem parece mais aquela garotinha que ficava correndo que nem louca pelos campos do Real — Clarice disse fazendo todas nós rirmos.

— Nossa, nem me lembre disso — Eu disse tampando o rosto.

— Filha — Minha mãe me chamou.

— Sim? — Eu dei sua atenção depois de pegar uma maçã em cima dos balcões que tinha alí e me sentar frente ao que ela estava.

— Marco está aí — Minha mãe disse e eu já podia sentir borboletas.

É claro que ele iria estar aqui, se ele não viesse, meu pai o arrastaria.

— Me surpreenda — Eu disse de forma irônica fazendo Andrea e Clarice rirem.

— Filha, ele está acompanhado — Minha mãe disse séria. Eu podia até a achar que era Igor ou o tio Gil porém minha mãe não faria essa feição se fosse algum dos dois.

— Ata — Eu disse já entendendo o recado e desci na hora do assento frente ao balcão e comecei a caminhar rapidamente até o jardim.

— O que você vai fazer, Beatriz? — Minha mãe praticamente gritou mas eu não respondi.

Abri a porta da sala e me dirigi até o jardim.

Assim que meu olhos bateram em Marco, uma raiva se apossou do meu corpo ao ver uma garota loira sentada no colo dele.

— Que isso em, Biazinha! Tá crescendo — Ouvi a alta voz de Isco.

— Cala a boca, Francisco — Agora foi a vez do meu pai e eu mandei um beijo para Isco que sorriu.

— Com licença — Eu disse de forma irônica a garota empurrei em sem força para sair do colo do Marco.

— ISSO AÍ, CUIDA DO QUE É SEU — Ouvi a voz gritante de Morata. Eu poderia rir mas não o faria senão Marco acharia que eu queria impor algo.

— Você vem comigo — Eu disse brava e puxando Asensio pelo braço.

— Pera aí, Bia — Ele disse parando.

— Pera aí é o caralho, anda logo — Eu disse o puxando de novo.

— Uma bravinha dessas, queria — Mais uma vez escutamos as palhaçadas de Isco.

— Vou ser obrigado a te bater — Meu pai disse com um sorriso no rosto para Isco.

— Boa tarde, pessoas — Eu disse alto e sorrindo. Pude ouvir vários gritarem me fazendo rir. 

Assim que passei da porta da sala com Marco, o arrastei pela escada.

— Calma Beatriz, você está louca? — Marco perguntou enquanto subiamos a escada com pressa.

— Vou ficar daqui a pouco — Eu disse e o puxei com mais força até o final do corredor.

Abri a porta do meu quarto e o empurrei lá para dentro e fechei a porta do meu quarto e encostei minha testa na porta.

— Que show é esse? — Ele perguntou e eu continuei com minha testa na porta.

— Cala a boca — Eu disse com raiva começando a sentir as lágrimas tomarem conta dos meus olhos.

— Você desenvolveu algum tipo de problema enquanto esteve fora? — Ele perguntou irônico e eu me virei para ele rapidamente.

— Isso tudo é culpa sua — Eu praticamente gritei chorando e ele me olhou espantado.

— O que eu fiz? — Ele perguntou com inconformação enquanto me olhava da mesma forma.

— Em um dia você diz que me ama, que eu sou a mulher da sua vida...E NO OUTRO VOCÊ ESTÁ COM UMA VAGABUNDA QUALQUER DENTRO DA MINHA CASA — Eu disse e comecei a aliviar minha raiva dando inúmeros socos nele.

— Para, Beatriz — Ele disse tentando segurar meus braços. — PARA PORRA.

Em um movimento rápido ele me girou e me jogou na cama mas sem força.

— Me solta, Asensio — Eu disse tentando me movimentar mas ficava difícil com ele se sentando em cima da minha cintura.

— Não — Ele disse e eu resolvi não gritar, não espernear, não bater nele e principalmente não chorar.

Eu sempre fui uma pessoa complicada e eu realmente era indecisa, ou seja, eu não sabia se sentia prazer por ele estar tão próximo ou se sentia raiva pelo conjunto da coisa mais o motivo dele estar dentro do meu quarto me prendendo na minha própria cama.

— Você está com ciúmes de mim? — Ele perguntou deixando um sorriso aparecer.

— Óbvio que não — Eu disse como se fosse óbvio.

— Então o por que dessa palhaçada toda? — Ele perguntou sério.

— Sei lá Marco... Você sabe muito bem do que sinto por você, você poderia me respeitar pelo menos dentro da minha residência — Eu disse olhando em seus olhos e ele não abandonou sua postura — Mas eu já devia saber, até porque é da sua natureza não ligar para os meus sentimentos em relação à você.

— Eu me importo com os seus sentimentos em relação à mim — Marco disse posicionando suas mãos na altura da minha cabeça.

— Não se importa não — Eu disse convicta enquanto via ele se aproximar.

— É claro que eu me importo, merda. Se tratando da gente é tudo recíproco, tudo que você sente por mim eu sinto por você — Ele disse.

— Inclusive ódio? — Eu perguntei sarcástica e ele revirou os olhos.

— Você não me odeia — Ele disse e se aproximou um pouco mais.

— Eu te o...

— Você não me odeia — Ele repetiu com convicção.

— Eu te amo — Eu deixei sair e ele abriu um sorriso lindo, que eu amava demais.

— Eu também te amo — Ele disse e ia me beijar mas eu o impedi.

— Aquela garota lá embaixo​ é Marina Muntaner? — Perguntei o afastando e me sentando na cama. Ele bufou alto.

— Sim, Bia — Ele disse passando as mãos pela cabeça.

— Por que veio aqui com ela? — Eu perguntei tentando não deixar transparecer minha irritação.

— Eu estava na minha casa, ela foi pra lá e Isco apareceu lá e nos arrastou pra cá. Eu liguei para seu pai dizendo que não viria mas você sabe como seu pai é bom em persuasão — Ele explicou e eu me levantei ficando frente à ele.

— Você é um otário — Eu disse e ouvimos meu celular tocar.

Em cima da cômoda o ecrã do celular brilhava mostrando uma foto sensual de Jesse apenas de boxer e o nome de seu contato “Lingard”.

Estiquei meu braço até a cômoda para pegar meu celular mas em um movimento rápido, Marco o tirou de minhas mãos.

— Ei, me dá meu celular agora, Marco — Eu disse temendo ele atender a ligação e foi exatamente isso que ele fez.

— Alô — Ele disse e a essa altura eu já estava pulando em cima dele para poder pegar o celular.

— Anda — Berrei sem voz na frente de Asensio e ele nem me deu confiança.

— Ah sim...Ela está aqui deitada. Aliás, é Marco Asensio...A melhor foda da vida dela — Marco disse e meus olhos se arregalaram.

— Eu vou te matar — Eu disse dessa vez em voz alta.

— Ata... Não, sem problemas, aviso sim — Marco disse sarcástico e encerrou a ligação.

— VOCÊS É UM OTÁRIO! — Eu gritei com raiva — Em que momento, eu te dei confiança para você fazer isto?

— A partir do momento em que você quase jogou minha acompanhante no chão — Ele disse sorrindo de lado e dessa vez não resisti em desferir minha mão com força em seu rostinho perfeito.

— Eu odeio você com todas as minhas forças — Eu disse com a voz embargada e Marco me olhou com certa irritação, a claro, eu dei um tapão em seu rosto.

— Não adianta — Ele disse e me prensou na parede — Você pode dizer quantas vezes quiser que me odeia...Eu nunca vou acreditar! Eu sei qual é o seu real sentimento por mim mas também sei que você vai ficar remoendo essa história do passado. Eu já disse para você, eu só tinha dezoito anos, eu era um moleque, eu admito! Mas agora eu já tenho vinte e um anos, e eu cresci, eu amadureci e hoje sou um homem... É uma pena que você não esteve aqui para acompanhar a minha evolução como pessoa.

— É muito engraçado como você sempre faz de tudo, para tentar jogar as consequências dos seus atos em cima de mim — Eu disse de forma sarcástica passando a mão pelo meu cabelo em um ato nervoso.

— VOCÊ TEM CULPA — Ele gritou com raiva — Você inúmeras vezes me jurou amor eterno e que sempre estaria comigo, eu ainda precisava de você droga! Você sabe que eu passei por experiências horríveis em minha vida e você sempre foi a minha âncora, Beatriz. O tempo passou mas a dor da perda ainda estava alí, sei que não é desculpa porém você deveria entender. Você me abandonou no meu pior momento... Eu queria que você ficasse e me distraísse, mas o que aconteceu foi que você me jogou em um poço de realidade quando foi embora. Queria que você tivesse lutado por mim, assim como eu estou lutando por você.

Confesso que foi doloroso ouvir cada palavra que ele desferiu contra mim. Ele se referiu a morte da mãe dele. Eu queria chorar e chorar demais. A minha mente dizia que era só um jogo emocional dele porém o coração dizia que aquelas eram as palavras mais verdadeiras que já tinha escutado em minha vida e que com toda certeza eu errei quando deixei Marco Asensio.

— Lutando por mim? — Eu perguntei irônica talvez não tão convencida do que viria por aí.

— Exato! Aquele inglês está aí na sala — Marco disse me deixando mais elétrica.

— Jesse — Eu disse e corri até a porta do meu quarto porém não consegui abrir — Que palhaçada é essa? Cadê a minha chave?

— É essa daqui, madame? — Marco perguntou ironicamente enquanto segurava uma chave média de cor dourada em sua mão.

— Como você é idiota, joga a minha chave — Eu pedi e ele negou.

— Se quiser sua chave, vai ter que pegar — Ele disse abrindo um sorriso lindo e completamente irônico. Todos os pelos do meu corpo se arrepiaram e meu estômago foi invadido por uma sensação estranha, a famosa “borboleta no estômago”. Isso tudo porque Marco abriu o fechecler de sua bermuda, afastou a barra branca da sua boxer azul marinho com a sigla da Calvin Klein e jogou a chave lá dentro.

Ai meu pai, me ajuda nessa luta, senhor!

— Marco, me dá essa chave — Eu disse rindo de nervoso.

— Já disse para pegar — Ele disse rindo.

Me aproximei dele e vi seu corpo ficar rígido quando minhas mãos foram no feiche de sua bermuda. Abri com pressa e vi a sua boxer me fazendo automaticamente fechar os olhos.

— Está lembrando das noites? — Marco perguntou levando sua mão até a minha cintura desnuda.

— Estou em uma fase da minha vida que só lembro de coisas boas — Eu disse forma irônica.

— Ata, só boas... Então você não vai lembrar das nossas noites, já que elas foram mais que ótimas — Ele disse e apertou com certa força um de meus seios cobertos apenas pela parte de cima do biquíni rosa que eu usava.

— Você é um otário — Eu disse rindo enquanto sentia ele se aproximar.

— E você adora isso, né — Ele disse e meu corpo todo tremeu quando ele levou seu rosto até a curvatura do meu pescoço e deu uma mordida fraca no local.

— Já adorei — Eu disse voltando a realidade é o afastando.

— Não te darei a chave — Ele disse convicto.

— Não precisa — Eu disse e abri a porta da varanda.

— O que você vai fazer? — Marco perguntou bravo.

Da varanda do meu quarto me debrucei até a mediana árvore que tinha ao lado da sacada. Pelo tronco da árvore consegui descer até o canto do jardim.

— É sério que você deu uma de homem aranha? — Asensio gritou da sacada.

— Vou ver meu inglês, bebê — Eu disse rindo e ele me olhou furioso.

— Por que vocês demoraram tanto lá em cima? — Meu pai perguntou com uma sombrancelha arqueada.

— Nós não demoramos, pai — Eu disse e corri até a sala mas sem antes deixar de ouvir.

— Amor, vem pra cá — Olhei para trás e era Marina Muntaner chamando Marco.

Adentrei na sala e não tinha ninguém. 

— Cadê ele? — Eu perguntei para mim mesma

— Ele foi embora — Ouvi a voz da minha mãe — Ele ficou bem chateado com o que ouviu do Marco.

— Como você sabe? — Eu perguntei.

— Ele estava com o celular no viva-voz — Minha mãe disse e eu dei um tapa na minha testa.

Me joguei no sofá. Eu sabia que tinha decepcionado Jesse, tudo por culpa do desgraçado do Asensio. Desgraçado mais gostoso do mundo.

 


Notas Finais


Alice e Morata se casaram, onwwwww 💜💜💜 ( Amo a Alice.)

E esse jogo de sedução entre a Bia e o Marco???


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