História De volta para casa - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Palavras 1.235
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


2° direto do forno.. heheh

Capítulo 2 - Chuva agonizante


Fanfic / Fanfiction De volta para casa - Capítulo 2 - Chuva agonizante

Quando meu pai estacionou na chácara dos Grey, a chuva não dava trégua, eu desci do carro me corroendo por dentro, ah meus tênis brancos!! Fui guiada até uma casa no fundo, uma casinha de madeira, bonita, mas simples. Meu palpite é que seja a casa aonde meu pai está acomodado, é meio óbvio, pois a mansão a frente não era dele, nem podia ser. Um grande alívio percorre meu corpo, pelo menos a casa tinha uma certa distância da mansão, tinha um grande gramado em volta, árvores e uma vista linda.

   Adentrei a casa, um cheiro de grama molhada, e uma mistura adocicada com cheiro de bolo recém saído do forno, quem diria?! Meu pai tentando me comprar com comida, pelo menos ele acertou, me dê comida e seremos grandes amigos.

- Espero que se sinta a vontade, está agora também é sua casa, querida.-

Diz ele tentando me forçar a acreditar que irei ficar a vontade com a nova expectativa de vida, iludido. Logo ele segue falando..

- A Gail, fez um bolo, espero que esteja com fome, se quiser se trocar tem banheiro perto dos quartos, lá em cima. Arrumei seu quarto.. Espero que goste.-

Eu checo a casa, memorizando cada lugarzinho, ela é maior do que o sobrado em quem eu morava com a minha mãe, mais espaçosa, mais confortável, e mais entediante..

   Vou até o quarto, o quarto que meu pai diz ser meu, iludido, penso novamente. Eu deveria ser menos dura com ele, mas acredito que ele fez muito errado ao me tirar da minha mãe, a chuva vai se acalmando e virando uma fina garoa. Já estava tarde quando eu desço do quarto, vou até a cozinha e ao lado do bolo de chocolate, tem um recado com as seguintes informações: "filha, estou indo levar o Sr.Grey a uma reunião, volto mais tarde, acredito que esteja cansada da mudança, se quiser se deitar, ou se quiser fazer companhia a Gail, ela está na casa dos Greys, te amo.. bj pai!!". Cansada?! Não estou, apesar que a viagem realmente foi longa, mas o carro era assustadoramente confortável, eu não ia fazer companhia a uma senhora de idade, Gail era colega de trabalho de meu pai, a alguns anos atrás eu pensava na possibilidade deles terem alguma relação amorosa, mas desde o divórcio, meu pai não quer mais um relacionamento, acredito que ele deve ter tido uma péssima experiência junto a minha mãe, às vezes, eu acho que vim ao mundo meia intrometida, pois meus pais são velhinhos, e eu bem, podia ser neta deles, não julgo a idade deles, mas as vezes acho q eu sou meia importuna, mas já que vim ao mundo, que me engulam então!!

    Eu aproveito para vasculhar a casa, os móveis eram todos com um ar aconchegante, pode se dizer assim, eu já havia visitado meu pai algumas vezes no seu trabalho, mas quando eu era mais pequena, desde os dez anos eu me recusava a vir, eu gostava quando era pequena, tomava sorvete, brincava com Theodore, fazia tranças no cabelo acobreado de Phoebe, mas depois de um tempo, na minha pré-adolescência eu queria mais espaço, ficar na minha, com meus livros e minhas músicas. Meu pai sempre tentou ser presente, mas sempre me deixava por causa do trabalho, não o culpo, ele quer me dar o melhor que pode, e eu aceito de bom grado. A casa estava totalmente diferente, os móveis trocados, a cor da casa era outra, de um branco foi para um azul fraquinho, exceto meu quarto, que era rosa bebê, achei um absurdo, desde quando eu gosto de rosa?! Não me apego a pequenos detalhes, pelo menos vou ter o meu canto para poder fazer oque bem entendo, como por exemplo chorar, não gosto de chorar na frente dos outros.

   Eu resolvo dar uma circulada pela redondeza, a minha sorte é que troquei meu All Stars branco por uma bota de cano curto, pois a grama estava toda escorregadia por causa da chuva, a garoa passou, e eu começo a caminhar, observei a mansão dos Greys de longe, como será que eles estão?? Será que os olhos de Phoebe estão verdes ou azuis? Pois sempre mudavam de cor, será que enfim tomaram uma decisão e resolveram adaptar em uma cor?! Será que Theodore está aceitando perder no futebol?! Ele sempre foi teimoso, eu sou um ano mais nova que ele, e Phoebe, tem uns 15 anos, eles tem dois anos de diferença, ele é o primogênito, um a cara do outro, cabelos acobreado igual ao pai, olhos grandes iguais a mãe, poderia dizer que Ted puxou a estrutura inteira a seu pai, inclusive o gênio forte, já Phoebe é doce igual a mãe, como será que Ana está?! Ela sempre foi querida comigo e com os outros, oque me faz pensar no que se passou na cabeça dela aceitar se casar com Christian Grey, um homem frio e intimidador, porém ele sempre foi amável com ela e os filhos, ele tem um carinho especial pelo meu pai, acredito que os anos de trabalho que meu pai prestou a ele, se transformaram em admiração também.

    Quando me direciono ate o centro da movimentação, vejo que vários homens e mulheres arrumavam o centro da chácara, acho que estavam esperando a chuva passar para montar uma enorme tenda, para alguma comemoração, alguns homens arrumavam um carpete de madeira e estendiam ao longo do chão, tampando a parte verde da grama, que judiaria!! o verde era tão bonito, mas creio que seja para as madames não afundarem com o salto de ponta fina no meio da grama e caírem. Uns carregavam grandes mesas rústicas, outros carregavam cadeiras do mesmo estilo que as mesas, e algumas mulheres gritando e pedindo para que colocassem a mesa principal mais para a esquerda, depois para a direita e visse versa, chega a ser inrritante, quase grito para elas mesmo fazerem, elas gostam de exigir, mas por em prática o trabalho bruto não quer?! Que espertas, mas não digo nada, é o trabalho delas.. 

   Logo retiro minha atenção dos preparativos que são para uma festa, creio eu.. eu estava indo ao estábulo,  adoro cavalos, acho que a semelhança deles comigo é algo magnífico, rio dos meus pensamentos, distraída quase sou atropelada por um moreno alto, que segurava um vaso de flores enorme com rosas brancas tingidas de azul, ele logo me pede desculpa, e eu sorrio para ele em forma de 'aceito', apesar, eu que deveria pedir desculpas, sou tão atrapalhada. Vou até o estábulo e ouso risadas, e alguns gemidos, me sinto corar por um momento, mas eu já estava lá dentro, se eu saísse ia fazer barulho com a porta, oque seria mais constrangedor, iriam achar que eu estava vigiando, ou pior, bisbilhotando, apesar que no fundo do meu consciente, eu sabia que estava bisbilhotando. Vou até um dos cavalos e acaricio sua cabeça, ele retribui inclinando a cabeça mais para frente, como se estivesse pedindo mais carinho, mas eu sabia que não estava sozinha, e isto me deixa desconfortável, e quando me afasto do gentil cavalo, dou de cara com Theodore e uma garota morena, muito bonita por sinal, eles estavam deitados um em cima do outro, pela minha sorte, aínda vestidos, eles me encaram assutados, ambos levantam, Theodore não tem expressão, e a garota está me fuzilando com os olhos.. puta merda, eu atrapalhei o lance deles.


Notas Finais


Se continuou é pq tá gostando, obrigada de ❤


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