História De volta! Pequeno Obito! - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Kakashi Hatake, Minato "Yondaime" Namikaze, Obito Uchiha (Tobi), Rin Nohara
Tags Kakaobi, Kakashi, Minato, Obikaka, Obito, Rin, Yaoi
Exibições 148
Palavras 717
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Hospital


    Eu acordei com uma dor de cabeça. Mas que porcaria tinha acontecido? Oh, certo, eu fiz alguma droga no Kamui e vim parar de volta no passado. Então eu lutei com alguns ninjas e desmaiei. Eu senti uma mão afagando meus cabelos, e uma voz dócil dizendo que tudo estava bem.

  -Rin...? - Eu abri meus olhos. Ela riu.

  -Olá, como se sente?

  -B-bem, eu acho...

  -Que bom! -ai! Ela puxou meu cabelo, isso dói! -Escuta aqui seu idiota, era para você estar morto. Ia ser melhor para todos, ninguém quer você vivo. Morra. Se mate, ninguém aqui te ama. Você é uma desgraça,  não deveria estar vivo! Se mate! - ela rosnou e sorriu em seguida. - E fique longe do que não é seu. - ela soltou meus cabelos. - Vai chorar é? Bebê chorão! - Rin se levantou e saiu da sala.

    O que... o que eu fiz para ela...? Por que... por que ela disse essas coisas...? Meu peito dói e eu sinto minhas bochechas molharem... Eu consegui ouvir alguém entrando na sala, minha vista embaçou então não vi direito quem era. O que Rin disse, era verdade? Ninguém me amava...? Ela quer que eu morra... Eu... amava mesmo ela... então para que eu vivo se ninguém se importa comigo...?

  -Obito! - braços me envolveram. Oh, essa voz... Bakakashi.

  -Ka... kashi...? - Eu suspirei entre soluços.

  - Sim, sou eu, Obito. Eu estou aqui. Me perdoe Obito, por favor, eu- interrompi.

  -O que aconteceu? - Ele estava secando minhas lágrimas. Tudo bem, eu admito que tentei chorar mais só para que ele continuasse me tocando...

  -Quando eu cheguei você já estava desmaiado. Então, não sei bem o que aconteceu. Mas isso não importa! O que importa é que você está aqui... - Ele me aconchegou em seus braços, enquanto eu puxava sua blusa. - Me perdoe, me perdoe Obito... Eu fui um completo idiota...

  - E-está tudo bem... - eu fechei meu olho. 

  -O médico disse que quando acordasse podia ir pra casa. Eu pensei se você não queria ir comigo para a minha casa... Eu quero prevenir que você se fira. - Kakashi me olhou seriamente. Oh Deus, ele está traumatizado...?

    Kakashi me explicou minha situação, e bem, não era tão ruim assim. Mas de cinco em cinco minutos ele me perguntava se estava tudo bem, o que era meio chato. Eu disse pra ele que estava tudo bem e que não tinha importância o que tinha acontecido. Mesmo assim ele me jurou que não ia me deixar sozinho. Ele se sentiu muito culpado quando eu "morri". Agora ele estava mais tranquilo, pelo que me falou, antes estava tendo alucinações. Não sei como eu causei tudo isso, mas me sinto - sei que não devia - um pouco feliz por ter tamanha importância pra ele. Para Kakashi, para o meu melhor amigo, para o meu único amigo.

  -Kakashi, nós já vamos? Está ficando meio tarde...

  - Sim, venha. - Ele me puxou pela mão enquanto eu cambaleava para fora do quarto por causa da velocidade. - Minha casa não é longe.

  -T-tudo bem.

    Enquanto íamos para a casa dele, eu dei um aceno ou oi para alguns idosos que encontramos no caminho. Eu disse que conhecia todos! Eu sorri vitorioso quando ele percebeu que eu nunca menti, porém ele me olhou de um jeito que me deixou incomodado. Ele também me manteve o caminho todo bem colado nele, e eu admito que gostei de receber essa proteção. Eu gostei de sentir que ele se importava. Quando estávamos perto eu ri.

  -O que foi? - ele me olhou confuso.

  -Oh bem, o jeito que você está agindo é tão diferente de... Você.

  - Se é isso, eu posso voltar a ser como antes. - Ele levantou uma sobrancelha.

  -N-não, é que você está me protegendo...

  -Você é meu melhor amigo. Além disso você está mancando, se cair pode se machucar. E seria chato ter que voltar pro hospital.

  - Eu consigo andar sozinho!

  - Eu não disse que não conseguia...

    Hah, quem ele pensa que é para falar comigo assim? Oh, mas eu não deixarei barato!

  - Eu não preciso de ajuda!

  -Precisa sim, princesinha. - Ele zombou. Hump.

  -Cale a boca! - senti minhas bochechas arderam.

  -Tudo bem, tudo bem. Já chegamos também.



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