História Dead Leaves 2: Beauty and The Beast ~ NamJin - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags A Bela, A Fera, Jin, Namjin, Rap Monster
Visualizações 85
Palavras 632
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Just to talk


POV Jin

Eu estava assustado. Nem sequer consegui dormir naquela noite.

Ficava lembrando do sentimento que havia tomado meu peito no momento e também dos olhos daquela fera, eles eram diferentes, não me causaram apenas pânico como me causaram, também, uma sensação de não serem tão desconhecidos.

Durante o dia, ajudei o senhor Lee que estava se sentindo mal. Parecia doente mas não costumava reclamar, então como um bom menino, me ofereci a cuidar da biblioteca durante a tarde.

Passara tanto tempo neste lugar que eu sabia exatamente que procedimento deveria ser feito para cada situação.

Ele aceitou, mas não me contou o que estava acontecendo.

À tarde, tudo foi tranquilo.

Quase no horário de fechar, resolvi pegar o grande livro para saber sobre a tal história da fera que me assombrou durante uma noite inteira.

Resumidamente, um menino chamado Lee Jooheon foi transformado em um grande monstro, pela "Bruxa de Seul". Tentaram o matar diversas vezes mas assim que o prazo da situação acabou, e ele voltou a ser um garoto normal, o pequeno de pouco mais de 7 anos de idade, foi obrigado a fugir com sua família para a floresta mais distante e assim nunca mais foi visto.

Contam que seus descendentes voltaram a Seul logo depois mas ninguém soube até hoje quem eles eram. Este transtorno aconteceu 2 vezes desde 1600, durava mais ou menos em torno de 5 meses, uma vez durante toda quinta-feira, piorava quando era lua cheiae já havia levado ao óbito mais de 500 pessoas, mas houve um empecilho neste conto.

Uma bruxa não identificada tentou proteger o lugar, cobrindo-o com um feitiço que quebraria a maldição até um tempo indeterminado, até que sua alma fosse corrompida. Não haviam muitas explicações sobre isso, quem era ela ou como corromper sua alma era um fato ainda desconhecido, o que se sabia era que ela havia morrido no dia 4 de dezembro - sem um ano especificado. Casualmente, no mesmo dia em que nasci.


Quando percebi, já estava anoitecendo, os comércios estavam fechados e a rua um pouco escura por conta dos lampiões que transmitiam pouca iluminação.

Fechei as janelas, organizei os livros em cima das mesas, passei um lenço úmido no balcão e tirei a chave do bolso. Sai então, puxando as duas grandes portas de madeira e fechando-as para as trancar. Este pequeno e um tanto demorado ato, foi o suficiente para me fazer sentir algo estranho, algo parecido com o que sentira na noite passada. O desconforto, a sensação de que estava sendo observado e então, quando virei a tranca, senti um pequeno vento atrás da minha orelha.

Me virei com rapidez e bati minhas costas na porta atrás de mim, logo me contraindo por ter atingido o machucado.

- Ai! Meu Deus! Você me assustou! – falei, jogando ar pela boca e colocando a mão no peito, tentando aliviar o susto.

- Me desculpe. – Namjoon falou, sorrindo. – Como você está?

- Eu quero saber isso de você. Como você está? – dei ênfase forte em “você”.

- Eu estou bem. – Sua mão foi em direção a aba da minha camiseta e ele levantou-a, deixando meu abdômen à mostra e os cortes vermelhos.

- Ei. – empurrei sua mão para baixo segurando seus dedos que antes que eu pudesse soltá-los, ele os segurou juntos.

- O que é isso? – questionou, dando um passo à frente, se aproximando mais.

- Como você sabia? – perguntei, desconfiado.

- Talvez porquê você quase quebrou as costas ao bater na porta. – deixou minha mão e coçou a nuca.

- Ah, sim. Eu esperei você a semana inteira, mas você não veio. – comentei, abaixando o tom a cada palavra.

- Vamos dar uma volta, juntos. Para conversar... – disse, fazendo sinal com a cabeça indicando a rua e começou a andar. Então, eu o segui.


Notas Finais


pequeno mas com detalhes importantes, trago mais amanhã
xoxo


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