História Dead Leaves 2: Beauty and The Beast ~ NamJin - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags A Bela, A Fera, Jin, Namjin, Rap Monster
Visualizações 90
Palavras 787
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


GENTE, DEIXA EU COMPARTILHAR UM NEGÓCIO COM VOCÊS, EU AINDA TO MUITO IMPRESSIONADA COM ISSO. A PRIMEIRA TEMPORADA DE DEAD LEAVES QUE ESCREVI FOI SOBRE ANJOS, DEMÔNIOS E PECADOS, CERTO? EU COMECEI A ESCREVER ANTES DO COMEBACK DE WINGS, EU N SABIA QUE ESSE SERIA O ASSUNTO. DAI EU VI UMA TEORIA NO TWITTER ONTEM SOBRE A FOTO DO JIN COM AS FLORES BRANCAS E A LEGENDA DE "Smeraldo" NO TWITTER, QUE TEM RELAÇÃO COM A BELA E A FERA MAS EU COMECEI A ESCREVER ESSA SEGUNDA TEMP COM ESSE TEMA, ANTES MESMO DESSA FOTO SER POSTADA, N SEI SE VCS ENTENDERAM MAS EU TO TIPO SOCORRO MEU DEUS PQ EU SOU VIDENTE DISFARÇADA.

deu pronto, agora vamos pro capitulo aqui siajisjiaisjaisia xoxo

Capítulo 14 - Extreme Feelings


POV Namjoon

Eu precisava ver Jin. Precisava saber como ele estava. Precisava cuidar dele, me senti tão culpado. Não era eu. Eu nunca faria algo do tipo com ele. Então, resolvi ir encontrá-lo. Mesmo um pouco atrasado, sabia que a biblioteca fechava cedo e se fosse preciso, iria até sua casa.

Encontrei-o fechando as portas, achei estranho, onde estava o senhor Lee? Ele deveria estar aprontando algo. Mas não pensei muito nisto.

 

- Vamos dar uma volta, juntos. Para conversar... – disse, fazendo sinal com a cabeça indicando a rua e comecei a andar. Sabia que ele me seguiria e segundos depois, ouvi seus passos me alcançando.

- Por que você me deixou sozinho na festa aquele dia? – perguntou, baixo.

- Me desculpe. – abaixei a cabeça lembrando do acontecimento.

Olhei para o lado onde estava a grama alta e ali havia uma pequena flor amarela, arranquei-a e entreguei-a para Jin que parou em minha frente para ver o que eu estava fazendo.

– Olhe, ela é bonita, como você. – ele sorriu então pegou-a, mas algo estranho aconteceu.

Quando suas mãos encostaram na flor, ela se desmanchou e dela saíram milhares de luzinhas amarelas que voaram entre nós dois. Ele as olhava maravilhado mas tinha uma expressão confusa entre seu rosto. Eu apenas consegui encarar sua face, nem ao menos liguei para a coisa sobrenatural que estava acontecendo, em Seokjin parecia que até os seus olhos sorriam. Eu queria guardar aquela imagem para que aparecesse até em meus sonhos.

Antes que ele percebesse o quanto eu lhe observasse, perguntei:

- O que acabou de acontecer?

- Sinceramente? Eu não sei.

Peguei seus dedos e os analisei, esperando que ali tivesse alguma carta mágica ou pano vermelho que se transformaria em uma pomba.

- Isso foi estranho. É a primeira vez que isso acontece? – questionei. E ele ainda olhava aquelas pequenas luzes flutuantes que se afastavam em direção ao céu. Então, ele puxou suas mãos e colocou-as no rosto.

- Eu não sou um monstro. – disse entre murmúrios e eu ri da infantilidade daquilo.

- Ya, acalme-se, eu estou curioso sobre isso. Me conte mais. – seus olhos encontraram os meus e ele suspirou.

 

Caminhamos até o campo de futebol da cidade, onde tinham arquibancadas de ferro e madeira, sentamos lá e ele começou a me contar sobre sua vida de uma forma que parecia que ele nunca havia contado a ninguém.

- Quando eu tinha 10 anos, eu brincava com meus dois irmãos, eles nunca demonstraram gostar muito de mim, parecia que até nas nossas brincadeiras, eu tinha que ser humilhado. – parou de falar um pouco e cruzou as mãos em seu colo, olhou para as estrelas e então continuou – Diziam que eu matei nossa mãe e por conta disso eu merecia sofrer. Quando brincávamos de pega-pega, eu sempre era derrubado, no esconde-esconde, alguém sempre colocava o pé em minha frente para que eu caísse e não conseguisse ganhar, na queimada, os dois jogavam contra mim e eu recebia diversas boladas. – nós dois rimos um pouco baixo – É, eu sei, é engraçado, mas para uma criança, na época era frustrante. Então, um dia,  cai em um pequeno lago que havia no centro do vilarejo, meus irmãos e seus amigos riram de mim, e isso me deixou muito irritado. De uma forma inexplicável, eu senti meu corpo queimar e quando fechei meus punhos, uma onda muito alta se levantou dali,  atingindo todos eles, quase afogando 5 garotos de 13 e 14 anos. Eu chorei muito enquanto meus irmãos gritavam comigo me chamando de bruxo e de monstro, dizendo que além de ter matado minha mãe, eu quase matei eles, mas eu juro que aquilo foi involuntário. – vi que uma lágrima escorreu em sua bochecha – Depois disso, nunca mais brinquei com eles, apenas ajudei meu pai e amadureci cedo demais. Essa foi a única vez que aconteceu algo assim… até ontem.

- O que aconteceu ontem? – senti meu coração acelerar ao lembrar.

Ele pensou um pouco e depois respondeu.

- A fera – engoliu seco – ela tentou me atacar. Eu fiquei com tanto medo que senti a mesma sensação de queimação e a arremessei para trás. Parece que isso só acontece quando eu estou sentindo algo intenso.

- E porque aconteceu hoje? – questionei e ele se assustou, parou para pensar e depois riu envergonhado.

- Não sei. – ficamos em silêncio.

- Namjoon… - ele chamou.

- Sim? – olhei-o.

- Você acha que ela virá atrás de mim novamente? Estou com tanto medo.

- Não se preocupe, você é mais forte do que pensa. Mas, eu irei lhe proteger, está bem? Fique tranquilo… - parei, como eu iria protegê-lo de mim? – Ah, e você não é um monstro. Também é mais encantador do que pensa.



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