História Dead Leaves. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Adoreiescrever!, Adoro, Bitch!taehyung, Bts, Desculpemporisso, Ex!taegi, Gay, Mortes, Namjin, Nãosintoremorso, Sad, Tragedias, Tragic!jikook
Exibições 51
Palavras 5.557
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


lembro que comecei a escrever e pensei: será que chega a 1k?? e olha só, 5k gostosinhos recheados de dor e pensamentos horriveis. se tem coração fraco, essa oneshot não é para você, lol, mentira, leia sim e sofra.
eu nem sei o que dizer sobre essa one-shot.
tá depressiva do jeito que eu gosto. tem morte do jeito que eu gosto.
então se preparem porque eu adoro coisa chorosa!
até as notas finais! <3
amo vocês,

Capítulo 1 - Os nove perdidos; capítulo único.


Primeiro, ele perdeu seus pais durante uma discussão. Havia voltado por volta das três da manhã, completamente drogado e cheirando a bebida, sem conseguir se manter de pé, com chupões de pessoas desconhecidas em seu pescoço, e um sorriso sacana na sua boca.

Encontrara seus pais sentados preocupados na sala, conversando rispidamente um com o outro, sem o amor que eles costumavam manter para aquecer o clima tenso sempre que o filho voltava para casa depois de uma de suas longas festas. Com o álcool correndo por suas veias, tomando conta de sua mente e controlando a situação ele começou a rir assim que sua Omma perguntou onde estivera, com uma expressão de preocupação.

A risada de puro escárnio cortara sua garganta, ao que seus pais se levantavam, tentando segurar o filho que tropeçou em seus próprios pés, o corpo balançando, nunca estável. Continuou rindo por alguns segundos, antes de perder toda a alegria infantil e desprezível que o encheu e disse que não interessava onde ele estava e que iria dormir.

Namjoon não era assim. Era um bom cidadão, um bom filho, bom amigo, bom namorado, bom trabalhador, bom aluno. Era bom em tudo o que fazia, e, duas de suas principais qualidades eram seu carisma e bondade. Mas, a bebida o forçava a agir daquele jeito, irritadiço e superior aos seus pais, que encaravam o filho com puro nojo.

Os três discutiram friamente, e, assim que Namjoon gritara completamente fora de si algumas verdades na cara de seu Appa, o homem mais velho com seu rosto muito vermelho, apontou para a porta e dissera a palavra que deixara Namjoon congelado, como se tivessem jogado um balde de água fria em sua cabeça e agora estivesse na Dinamarca, tremendo, sem rumo:

– Vá.

Sua boca se entreabriu, e eles continuaram naquele silêncio, os dois sustentando o olhar frio que os unia. Appa, sem nenhum remorso, a voz fria como gelo e dura como pedra, enquanto apontava para porta que Namjoon havia passado por apenas alguns minutos antes, sendo seguido pelo olhar do único filho, completamente aterrorizado com aquela ideia.

– E não volte. – completou seu Appa a voz controlada, mas com seu queixo tremendo de raiva. Omma chorava em seu canto, solitária, enquanto Namjoon, agora de volta ao controle, tentava formar uma frase coerente para impedir que seu pai o expulsasse de casa. – Saía daqui, moleque!

De cabeça baixa, sentindo a vergonha e a tristeza tomando seu corpo inteiro, ele deu dois passos lentos na direção da porta, o cheiro de seu corpo embriagado ainda tomava a casa. Encarou seu Appa por cima do ombro: o mesmo estava abraçado a sua Omma, beijando sua testa, sussurrando algo aparentemente bondoso a ela.

Lágrimas tomaram o canto de seus olhos, a vontade de abraçá-los e pedir desculpas, alegando que nunca mais voltaria para casa bêbado invadindo seu corpo tão rapidamente quanto um trem em alta velocidade. Não tinha para onde ir, e, certamente não ficaria na ruas. Uma dor queimou seu peito, deixando-o completamente infeliz. Abriu a porta com determinação, passou por ela, e, a bateu, deixando para trás toda a vida que tivera.

Suspirou, os ombros balançando, sendo recebido pelo frio daquela noite de inverno em Busan. Mesmo agasalhado, ele sentiu frio, enquanto a ventania cortava seu rosto de jeito. Abraçou seu corpo por dentro do casaco, descendo as pequenas escadas, chegando na calçada. Olhou para a noite escura à sua frente, amedrontado. Namjoon ergueu a cabeça. E seguira em frente, sem olhar para trás uma vez sequer.

Segundo, ele perderá a bolsa da faculdade de medicina que estava fazendo.

Como agora Namjoon era um sem-teto, ele não conseguia dormir, e, trajando as mesmas roupas, sentia-se envergonhado demais para voltar a faculdade. Passava as noites em trilhos de trem abandonado, dormindo nos compartimentos para carregamento de carvão, aquecido pelo ar quente que ainda tomava o lugar.

Andava mentindo para seus melhor amigos por simplesmente não saber o que dizer. Hoseok perguntara várias vezes o motivo de não estar mais vendo Namjoon na faculdade, dissera que Seokjin e Jimin estavam muito preocupados, que, as notícias sobre o paradeiro de Taehyung estavam  cada vez menores, Yoongi havia voltado de viagem, e, Jungkook estava cada vez pior.

Há mais ou menos duas semanas, Kim Taehyung fugira de casa por motivos desconhecidos. Ele ligara apenas uma vez, para avisar que estava tudo bem, que conhecera pessoas legais e tão rebeldes quanto ele, e, que ele não tinha planos para voltar, mesmo com seu melhor amiga de toda a vida, Jeon Jungkook, doente e quase morto em uma cama de hospital, sob os cuidados de médicos muito capazes, que haviam dito para a senhora Jeon que seu filho não tinha salvação.

Namjoon odiava ver seus melhores amigos daquele jeito, não aguentava ouvir a voz cansada de Hoseok enquanto ele tentava dizer que estava bem, e, que a situação logo melhoraria. Tinha vergonha por tudo que havia dito aos seus pais, por ser um bêbado instável e vagabundo que não tinha motivos para viver. Não queria que eles o vissem assim. Não queria que Seokjin o visse assim.

Seokjin, o garoto pela qual Kim Namjoon era apaixonado, podia ser descrito de várias maneiras. Aquele jovem era a melhor pessoa que você poderia encontrar em todo seu tempo na terra; gentil, engraçado, bonito, inteligente. Com um futuro brilhante em engenharia. Era quase impossível não se afeiçoar por ele do jeito que Namjoon se afeiçoara. Claro que o mesmo não sabia...

Afinal, Namjoon era drogado, bêbado, sem futuro, um grande vagabundo. E ainda por cima, gay. Tudo o que seus pais odiavam. Tudo o que ele mesmo odiava. Queria poder se amar, mas, tal ato era quase impossível. Queria poder ter orgulho de sair na rua, sorrindo, mas, ele sabia que as pessoas o tratariam com puro nojo se soubessem de seu segredo.

Encolheu-se ainda mais em seu casaco, deixando seu corpo relaxar no compartimento do trem, querendo mais do que tudo desaparecer, sem precisar acordar no dia seguinte para apenas... existir, sem nenhum motivo para aquilo. Sua mente rodopiou, e, adormeceu. Sonhara com seus pais gritando que nunca queriam que ele tivesse nascido, que ele era melhor morto, e, que, o mundo seria um lugar melhor. Então, Appa se transformara em Jin que, com um sorriso de puro escárnio, dizia o como ele era patético por ter a esperança dele sentir a mesma coisa por ele. Que era fraco! Inútil! Estúpido!

Quando acordou, dera de cara com os olhos grandes e amendoados de Park Jimin, que o analisava com certa curiosidade misturada com uma raiva intensa.

Namjoon sentou-se com pressa, afastando-se um pouco de Jimin, que ele não havia a um tempinho, percebendo que ainda estava em seu trem. O garoto parecia cansado, com profundas olheiras sob seus olhos castanhos tristonhos e opacos, o cabelo antes sedoso e sempre colorido, agora estava preto e sem graça, caindo pelo seu rosto sem animação nenhuma. Para a surpresa do mais velho, Park vestia uma camiseta branca, jeans largas azuis e botas amarronzadas. As roupas que Jungkook mais gostava de usar.

– É aqui que tem ficado, hyung? – a voz baixa e rouca de Jimin se fez presente enquanto o mesmo olhava ao redor, sem expressão alguma. – Por que não me ligou antes? Poderia ficar comigo... E-eu estou p-precisando de companhia já que J-Jungko...

Guardou suas palavras, ao que sua voz estava se tornando muito embargada, e, não queria chorar mais, temendo que se continuasse a chorar, ele morreria desidratado.

– Você sabe que eu sinto muito pelo Kookie. – disse tentando tirar aquela áurea triste que envolvia e abraçava Jimin sem querer largá-lo. – Eu não queria incomodar.

Jimin assentiu dizendo baixinho, com a voz triste, como sempre, que Namjoon não incomodava porque eram melhores amigos, os olhos distraídos encarando o horizonte gelado e bonito. Aquilo não combinava nem um pouco com ele. Park Jimin era uma pessoa feliz, a mais feliz que você iria encontrar em sua vida, mesmo quando, antigamente, Jungkook o tratava mal, porque Jimin era um pouquinho obcecado por ele – era uma grande paixonite –, o garoto continuava a sorrir e ser uma bolinha de alegria que animaria o dia de qualquer um.

Park se levantou lentamente, e Namjoon imitou seus atos. Eles se encararam por um minutos, e, vendo que os olhos de Jimin estavam tomados por lágrimas acumuladas, o mais velho se aproximou do garotinho de bochechas fofas e mãos pequenas, envolvendo-o em um abraço apertado que Park retribuiu com toda sua força, finalmente permitindo seu corpo descarregar a tristeza que ele carregava em seu coraçãozinho que fora massacrado diversas vezes.

O menor, com o rosto pressionado no peito de Namjoon, soluçava fortemente, sem se conter, a voz saindo mais aguda e muito avassaladora. Namjoon o abraçava pelos ombros com força, deixando que o mesmo molhasse seu casaco à vontade, porque chorar era uma coisa que ele estava fazendo muito naqueles dias, e, sabia, que o melhor era sempre ter um amigo ao seu lado para te ajudar.

– Ele ainda é um garoto! – esganiçou Jimin com a voz meio abafada. – J-Jungkook tem apenas dezenove anos, e-ele não merece isso! – soluçou, tirando seu rosto vermelho e inchado, maltratado e acabado do peito de Namjoon deixando que o mesmo o observasse. – Tem uma vida pela frente, não pode morrer!

– Calma, Jiminie – sussurrou bondosamente, sabendo que seus próprios olhos se enchiam de lágrimas que ele não derramaria. – Jungkook é forte, ele vai sair dessa.

Mas nenhum dos dois acreditou em suas palavras.

Terceiro, perdeu um de seus melhores amigos.

Ele e Jimin estavam passeando pela cidade, sem trocar nenhuma palavra, seguindo em direção ao apartamento de Seokjin quando o celular de Park vibrava, e, o mesmo (que já havia parado de chorar) o agarrou rapidamente, passando os olhos pela tela, com as mãos tremendo.

– É o Jungkook? – Namjoon perguntou com a voz cheia de medo.

Jimin o encarou com os olhos arregalados, a boca cheinha entreaberta em puro choque, ele tremia como cachorro depois de um banho de chuva. Namjoon o segurou pelos ombros, vendo o garoto balançar a cabeça. Se não fora Jungkook, o que acontecera para deixá-lo tão desestabilizado assim?!

– O que aconteceu? – pediu com a voz autoritária, sentindo seu peito batendo muito fortemente em seu corpo, como se fosse sair andando e rodopiando a qualquer segundo. – JIMIN!

– F-foi o Yoongi-hyung... – o menor abaixou a cabeça, olhando para rua como se fosse uma obra de arte, controlando a nova vontade de chorar. – Ele foi atropelado! Jin e Hoseok estão no hospital com ele.

Os dois seguiram para lá o mais rápido que suas pernas conseguiram correr, e, quando chegaram no estabelecimento de dois andares, Jimin aproximou-se do balcão, dissera o nome de Yoongi completamente desesperado, e, a moça falou o número do quarto, sem muito interesse, deixando que os dois fossem para lá.

Assim que entraram, os olhos de Namjoon se chocaram com Yoongi todo acabado na cama, enquanto Seokjin e Hoseok estavam ao seu lado. Ele e Jimin foram se aproximando, e, assim que estava próximo o suficiente, Namjoon segurou a mão de Yoongi, entrelaçando seus dedos com delicadeza.

– Muito bom te ver. – ronronou Seokjin ao seu lado, com a voz doce e calma, escondendo sua agitação interior. – Estava com saudade.

Namjoon o encarou sorrindo, estava tão preocupado com Min Yoongi que se esquecera de como Jin era bonito. Aqueles fios tingidos de rosa, a pele leitosa, os olhos negros como carvão e traços delicados que formavam um rosto tão familiar e tão querido pelo seu coração (que dera um saltinho animado, ao ouvir a voz de Jin).

– Como foi? – Jimin perguntou em seu mesmo tom baixinho a Hoseok, também segurando a outra mão de Yoongi, olhando atentamente os traços do garoto de cabelos platinados e pele doentiamente pálida que estava de olhos fechados na cama.

– Jungkook vai fazer a cirurgia daqui a pouco. – Hoseok respondeu firmemente. – Já tomou um sedativo e está tudo bem, por enquanto.

Park assentiu com a cabeça, mordendo seu lábio inferior com força.

– E Taehyung?

Hoseok abaixou o rosto, tentando esconder o modo que a simples menção a esse nome o deixava desestabilizado. Ele não conseguiu dizer nada, então, com docura, Jin respondeu por ele.

– Ele não vai voltar mesmo. – o mais velho balançou a cabeça, como se repudiasse as escolhas de Tae. – Parece que não se importa mais conosco. Nem mesmo quis saber como Jungkook está.

Jimin assentiu.

– Era seu melhor amigo. – sussurrou para si mesmo. – Como ele pode deixa o melhor amigo dele assim?! Jungkook pode morrer e o Taehyung não dá a mínima?! – o garoto das bochechas cheias parecia completamente furioso. – Esse desgraçado nem mesmo se importa com Yoongi?! Eles namoraram por três anos! E são melhores amigos a seis!

Namjoon analisava os quatro, sentindo-se completamente mal. Aqueles não eram mais seus melhores amigos, eles sem duvida haviam mudado. E Kim Namjoon não estava gostando nada aquilo.

Park Jimin não ficava irritado com facilidade; ele era calmo e pacífico, uma flor entre os espinhos. Hoseok estava mais magro, o cabelo lambido, os olhos infelizes, não sorria mais. Aquele não era o Jung Hoseok de antes, porque o antigo provavelmente estaria contando alguma história animada, mesmo em momentos como esse.

O que mais parecia o mesmo era Seokjin, que mantinha a pose de responsável, mas, que, observando seus movimentos, Namjoon percebera que ele estava aterrorizado. Mordendo as unhas, as mão estavam machucadas e ele tinha alguns arranhões no braço. Continuava saudável, mas, não mentalmente.

– Gente... – a voz de Yoongi se fez presente e os quatro pares de olhos caíram sobre ele. O garoto estava sangrando, e nem mesmo se mexia, parecia estar sentindo dor o suficiente apenas parado. – O que a gente está fazendo no hospital?

– Você foi atropelado. – Namjoon respondeu com um sorrisinho de lado, vendo Yoongi girar os olhos para cima, antes de sussurrar:

– Eu pensei que o desastrado fosse o Tae. – franziu o cenho. – É estranho, mas eu juro que o cara que me atropelou parecia o Tae.

– Tae não está em Busan, Yoongi. – resmungou Jimin meio sério, mas com os olhos brilhando e um belo sorriso.

– Ah... – Yoongi olhou para Hoseok como quem pede desculpas, mas o mesmo não o olhou de volta. –Ele seguiu meu conselho?

– Seguiu. – Hoseok disse sarcasticamente.

– Que conselho? – Jin, que se mantivera calado esse tempinho, perguntou.

– De fugir. – explicou Yoongi, com os olhos tristes. – Falei para Tae que se ele estivesse de saco cheio, ele poderia simplesmente...

– Ir? – Hoseok resmungou, finalmente virando-se e encarando Yoongi nos olhos. Mesmo muito fraco, dava para perceber que Yoongi não tinha medo: – Agora ele não quer voltar nem mesmo por Jungkook.

– Ele não quer sofrer! – Yoongi rebateu friamente, sem conseguir erguer muito sua voz. Jimin e Namjoon analisavam a situação como uma partida de tênis. – Eu faria o mesmo se meu melhor amigo fosse apenas carne morta!

– Porque você é um filho da puta egoísta desprezível, Yoongi, é por isso que você, e apenas você, faria o mesmo!

Min Yoongi voltou a fechar os olhos, com o cenho ainda franzido.

Então, eles caíram em um silêncio.

Um silêncio desconfortável e mórbido, e não o silêncio bom e caloroso que costumava ser. Jimin voltara a chorar com as palavras de Yoongi, Hoseok tinha o rosto entre as mãos, Jin estava de costas para eles, Namjoon os observava e Yoongi estava parando de respirar.

O monitor cardíaco era apenas uma linha que estava prestes a terminar, quando, como a cena estivesse em câmera lenta, Namjoon viu Hoseok correr para fora do quarto, gritando por médicos, enquanto Jimin se erguia e balançava Yoongi pelos ombros, chamando seu nome.

– Ei, Yoongi, abre os olhos por favor! Abre os olhos!

Assim os médicos se aproximaram, naquela algazarra só. Namjoon de pé segurando a mão fria e pequena do Yoongi, enquanto Jin estava de cabeça baixa, sem olhar para cena, Jimin o agarrando pela cabeça e Hoseok estava parado na porta, com os olhos arregalados, a boca entraberta, cheio de lágrimas prestes a cair, e com apenas uma coisa em mente: suas últimas palavra para seu melhor amigo foram ofensas sobre como ele era desprezível e nojento!

Hora da morte: dez e quarenta e cinco. – disse uma infermeira.

Quatro, seu quase irmão.

Por volta do meio-dia, Namjoon estava no sofá da casa do Jin, com o celular no ouvido, esperando que Kim Taehyung atendesse sua ligação para saber que seu ex-namorado tinha morrido.

– Alô? – a voz ofegante de Taehyung se fez presente e o coração de Namjoon se apertou. Fazia um tempo que ele não ouvia a voz de seu quase irmão. – Alô? Namjoon?

– O-oi.

– Quanto tempo. – ele soava mais leve e alegre, e, saber que acabaria com a alegria que seu melhor amigo tinha fez Namjoon fechar os olhos, apertar o celular com mais força, se enchendo de coragem. – Por que me ligou só agora? Aconteceu algo?

– Sim. – continuou de olhos fechados, sentindo o sofá se afundar ao seu lado. – M-muito tempo. – Jimin não estava ali, Hoseok continuara no hospital para falar com os pais de Yoongi (e ele queria ficar um pouco sozinho), então, era Jin ao seu lado. – Liguei por-porque... Sim, T-Tae, aconteceu uma coisa.

– É com o Hoseok? – sugeriu Taehyung completamente perdido enquanto Jin entrelaçava seus dedos com os de Namjoon, dando forças a ele. – Olha, eu já discuti com ele, não quero discutir com você também. – ouviu vozes no fundo e Tae exclamou que já voltaria para assistir o filme com os donos das vozes. O som de carros aumentou, buzinas e gritos. Tae estava na rua. – Yoongi é o único que me apoia. Ele é um bom amigo.

– Era. – corrigiu Namjoon seriamente, franzindo sua testa, apertando os dedos de Jin com força, deixando uma lágrima escorrer. A resposta de Taehyung foi o mais puro silêncio, antes de voltar, com a voz tremida:

– Perdão? A-acho que n-não entendi...

– Você entendeu bem, Tae. – Namjoon parecia mais sério e duro do que realmente estava. Era como se ele estivesse julgando Taehyung enquanto jogava aquela notícia em sua cara, como se fosse culpa dele. – Yoongi não está mais entre nós.

– O-o... O que? – sussurrou Taehyung do outro lado da linha, abafando o som dos carros e gritos, voltando com a voz mais presente: – Não... Ele, não! Yoongi não pode estar...

– Tae, ele está.

Namjoon ouviu um soluço e pelo jeito que Jin apertara seus dedos, ele também ouvira.

– NÃO! – Taehyung gritou com a voz mais aguda, tremendo, com lágrimas rolando pelos seus olhos. Ele soluçou bem alto, fazendo o coração de Namjoon se partir ao meio. Queria abraçar seu irmão. – E-ele não...!

– Tae eu...

– Cala a boca! – rosnou, soando ameaçador pela primeira vez desde que eles se conheceram, anos atrás. – Não quero mais saber! Me deixa em paz, Namjoon!

E desligou.

Guardou o celular e virou-se para encarar Jin que parecia calmo. Apertou seus dedos, e Jin fez o mesmo. Eles se largaram no sofá juntos, e Jin se deitou quase em cima dele. Namjoon o abraçou, sentindo seu cheiro adocidado tomando seu nariz, e, assim que ele ouviu o soluço de Jin, agradeceu por já estar prestes a cair no sono pronfudo.

Quinto e Sexto, os apaixonados.

Hoseok viera buscar Namjoon algumas horas depois do desastre com Taehyung pelo telefone, para apoiarem Jungkook em sua cirurgia. Jin, que estava apagado no sofá, fora deixado para trás, porque, pelo que Hoseok dissera, Seokjin não dormia a dias.

Voltaram para o hospital, na companhia dos pais de Jungkook e seus irmãos, mas eles não trocaram nenhuma palavra. Os Jeon eram pessoas muito importantes e sérias, que não apoiavam de jeito nenhum a amizade que seu filho prodígio tinha com aqueles “josés-ninguém”. Eles haviam ameaçado Jimin de morte assim que souberam que o filho mais novo da família era gay e já tinha arrumado um namorado. Jimin não era permitido na casa deles, mesmo depois de Jungkook ter mentido para os pais dizendo que era hétero sem dúvida e que eles haviam terminado, porque ele estava apenas confuso (uma mentira grande e enrolada, bem esfarrapada, que Namjoon não sabia como seus pais, que eram muito inteligentes, tinham acreditado), e, sempre que Jungkook saía com os meninos, ele dizia para os pais que Jimin estava doente ou que ele não queria sair mais com eles.

Assim que Namjoon, olhando pelo vidro, viu os médicos começarem a rodear Jungkook, puxou o celular para mandar uma mensagem para Jimin, já que o mesmo não ia aparecer no hospital com os pais de Jungkook ali, com suas caras de poucos amigos e aparência intimidade – que seus filhos herdaram.

– Vai dar tudo certo. – Hoseok sussurrou ao seu lado, mais para si do que para qualquer pessoa ao redor deles.

De: nAmJoOn

A cirurgia começou agora Jimin. Os pais dele estão aqui, Hoseok também. Tirando a cara deles está tudo tranquilo. Jungkook está bem :D

A resposta chegou quase que imediatamente.

De: P. Jiminie

Ótimo!!! Me deixe avisado, por favor. Como foi com o Tae?

De: nAmJoOn

Foi péssimo, como já deve ter imaginado

Daquela vez Jimin demorou a responder. Enquanto isso, a cirurgia foi seguindo, mas, os médicos pareciam agitados. Algo estava acontecendo lá dentro. Hoseok aproximou seu rosto ainda mais, espremendo-o no vidro, movendo-o de um lado e para o outro, tentando encontrar um lugar em que poderia saber o que estava acontecendo ali.

– Isso não é bom! – exclamou Hoseok ao ver o aparelho de choque que o médico segurava sacudindo um com o outro, aproximando-se do peito de Jungkook, que, como Yoongi, estava com o monitor cardíaco caindo.

De: nAmJoOn

Jimin, eu odeio pensar nessa possibilidade, mas acho que Jungkook está morrendo. A cirurgia não está indo bem.

Jimin, ele não está bem

Está acontecendo alguma coisa!

Ah, meu deus

*Mensagem visualizada*

A algazarra na sala passou e a cirurgia continuou do mesmo jeito calmo que havia começado.

De: nAmJoOn

Jimin!!

*Mensagem visualizada*

Ele está bem [mensagem não enviada]

Está tudo ok agora [mensagem não enviada]

Namjoon nem mesmo viu o ponto de exclamação do lado de suas mensagens. Ele estava tão feliz encarando os médicos agora limpando o sangue do Jeon mais novo, que ele não reparou em mais nada. Seu peito se encheu de alegria, assim que mais uma hora se seguiu e a cirurgia havia terminado.

A família Jeon entrou primeiro e eles ficaram tagarelando por lá por mais ou menos quarenta minutos. Então, Namjoon e Hoseok finalmente conseguiriam entrar, seus olhos se deparando com Jungkook meio grogue caído na cama, em uma careta não muito feliz.

– Você nos deu um baita susto. – Hoseok soltou uma risada nervosa, tentando tirar o clima tenso que estava instalado ali.

– É verdade? – os olhos negros e intimidantes de Jungkook encaravam os dois. – Sobre Yoongi?

Hoseok assentiu.

– Merda. – Jungkook resmungou, virando o rosto para o outro lado. O silêncio não durou muito: – Onde está Jimin?

O celular de Namjoon começou a vibrar na hora.

De: P. Jiminie [horas atrás]

como ele está?!

E naquele instante ele percebeu que suas mensagens não foram enviadas. Jimin estava sem notícias, ele estava pensando que Jungkook estava morrendo, ou pior, que já estava morto.

– Ah, meu Deus! – Namjoon exclamou puxando o celular e discando para Jimin o mais rápido que seus dedos trêmulos conseguiram.

O garoto não atendeu.

– Eu já volto! – disse agitado a Hoseok e Jungkook, saindo do quarto as pressas, retirando-se do hospital, e, seguindo, atrapalhado pelas ruas, até o apartamento de Park Jimin, que, graças a todas as forças divinas, era perto dali.

Assim que chegou, perguntou ao porteiro se Jimin estava em casa, e, o mesmo confirmou, deixando que ele passasse por já conhece-lo há anos. Subiu de escadas porque o elevador não estava funcionando, e, arrombando a porta do apartamento de seu grande amigo, já que a mesma estava trancada, ele o encontrou completamente revirando.

Os móveis rasgados, vidro quebrado, estilhaçado pelo chão em cacos mortíferos e perigosos, ainda mais para uma criança estabanada como Jimin. Havia sangue em alguns dos cacos, o que o deixou muito apreensivo. Deu alguns passos para frente, passando pela cozinha e... Então ele ouviu o som da torneira.

– Jimin?

Ninguém respondeu.

Correu para o banheiro cuja porta estava encostada, fazendo que o som da água escorrendo se tornasse mais forte. Ele abriu a porta lentamente, caso Jimin estivesse nu no banho, e, assim que entrou e seus olhos se chocaram com aquela cena, ele escorregou nos próprios pés, caindo de joelhos.

Ali estava Jimin.

De olhos fechados, relaxado na banheira, com um resquício de um sorriso em seus lábios cheios e rosados. Seu cabelo molhado caía pelo seu rosto, a pele pálida e leitosa, deixando-o com um aspecto angelical. Namjoon se aproximou, sentindo seus sapatos se encharcando pela água que escorria para fora da banheira, misturada com sangue.

O sangue de Jimin.

– Por que você fez isso? – sussurrou para si mesmo, agarrando-o pelos pulsos, tentando conter o sangue que escorria dos cortes pronfundos horizontais que Jimin fizera com os cacos de vidro.

Mas já era tarde demais.

– Seu idiota! – exclamou, puxando o corpo leve do garoto da banheira com delicadeza, sentindo sua pele gelada.

Abraçou o corpo morto de seu melhor amigo, vendo que ali, caído no chão, no meio da água da banheira, estava seu celular, aberto na galeria, onde estava uma foto de Jimin e Jungkook abraçados e sorridentes. Jungkook, com seus cabelos castanhos, usando lentes azuis, fazendo uma careta fofa, enquanto Jimin rodeava seu pescoço, os olhos apenas duas linhas, com um sorriso tão grande que quase tomava a foto toda.

Felizes.

Começou a chorar desesperado, deixando que a dor de perder Min Yoongi e Park Jimin no mesmo dia tomassem conta de toda partícula de seu corpo. Foi se encolhendo, em uma posição fetal, com o rosto de Jimin em seu peito, completamente desacordado. Sim. Sim. Não morto. Desacordado. Apenas desacordado. Para sempre.

Ele ouviu a porta do apartamento de Jimin sendo aberta, arrastada e rangendo. Chorando, Namjoon abraçou o mais novo com mais força, toda a força que seu corpo, sabendo que, se ele estivesse acordado Jimin estaria reclamando e alegando não ser uma boneca.

– Namjoon?! – era Jin que estava parado na porta do banheiro, encarando os dois com a boca entreaberta, os olhos se enchendo de lágrimas. – O que aconteceu? Por que ele... Não...

Os dois se encararam, e, naquele momento, Namjoon nem mesmo registrou como Jin era bonito com o coração partido. O de cabelos rosas se jogou de joelhos ao lado de Namjoon, tocando os braços de Jimin com cuidado e delicadeza, com a outra mão, passando os dedos pelos fios escuros de Park, tirando-o de seu rosto.

– Como você vai... dizer ao J-Jungkook...? – perguntou Jin cobrindo seu rosto com as mãos, os ombros começando a tremer violentamente, chorando alto.

– Não sei. – confidenciou Namjoon. – É culpa minha.

– O quê? – Jin descobriu seu rosto rapidamente, as bochechas avermelhadas, os olhos castanhos parecendo dois pufes avermelhados. – Sua culpa?

– Minha mensagem. – Namjoon buscou o celular de Jimin com as mãos, enquanto o corpo frio do menino continuava imóvel sob ele. – Olhe... – mexeu no mesmo rapidamente, abrindo sua mensagem, e, vendo ali, a mensagem que não havia enviado antes, avisando a Jimin que Jungkook estava bem. Que estava tudo ok. – É minha culpa.

Jin observou a tela com seus olhos

 embaçados pelas lágrimas intensas.

Nada estava ok.

– E-ele...

– Sim.

– Ah meu Deus...

Jin tocou seu ombro. Namjoon se curvou. A mão de Jimin se remexeu e caiu no chão delicadamente, enquanto seu pescoço se virava e ele continuava em seu sono profundo.

~

Namjoon não conseguira contar a Jeon Jungkook que seu namorado de longa data estava morto. Nem mesmo ousara entrar no quarto. Jin contara. E ele ouvira gritos, um grande escandalo que Jungkook estava fazendo, e, assim que Seokjin se retirou do quarto, um vaso de plantas fora jogado na direção da porta. Ele se partira no chão, estilhaçado em mil pedaços, como o coração do Jeon mais novo que agora, mesmo ainda completamente dolorido daquela cirurgia, queria correr até o apartamento de seu Park para ver como ele estava, se ainda estava ali. Provavelmente não. Mas ele queria. A raiva e desejo queimavam suas entranhas com força. Queria seu Jimin, ali, ao seu lado, segurando sua mão e com seu grande eyesmile. Mas não o teria.

Sétimo, o culpado.

Hoseok precisou de tratamento. Ele não conseguia mais falar, nem sair de casa, passava horas e horas olhando para o vazio, sem comer, lembrando-se do olhar dolorido que Yoongi o direcionara antes de morrer ali, bem em sua frente. A culpa o consumia de um jeito descomunal.

Ele sabia que Min Yoongi não havia morrido por culpa dele, mas, a culpa de ter proferido aquelas palavras horriveis para seu melhor amigo de anos causava um desconforto em seu peito, em sua alma, como se ele não fosse mais o mesmo, como uma dor que simplesmente não ia embora.

Seokjin disse que iria ajudá-lo e arranjou um psicólogo; a única pessoa que conseguia fazer Jung Hoseok abrir a boca, mesmo que de má vontade, para falar como estava se sentindo. Nunca mudava, eram sempre as mesmas palavras. “Olá, Hoseok. Como está hoje?” “Com a mesma vontade de me matar que eu tinha na visita anterior.” Namjoon o levava para o psicólogo, e, na opinião de Jung Hoseok, seu melhor amigo também precisava de alguém para desabafar.

Os ombros de Kim Namjoon estavam sempre encolhidos, curvados, a mesma posição que ficara ao tirar Park Jimin da banheira, morto, e úmido. Ele ainda sentia o pouco peso do garoto em seus braços da hora de acordava até a hora de deitar na cama do quarto de hóspedes do quarto de Seokjin, onde estava morando. Andava sem notícias de Jungkook – só o vira pela última vez saindo do hospital, mais ou menos um mês atrás, com uma cara nada boa, olheiras pesadas.

Eles trocaram um olhar longo, então, Jungkook passou por ele com sua família ao seu lado e entrou em sua limosine, seguindo para sua casa. Jin ainda conversava com ele, de vez em quando. Dizia que Jungkook não havia superado a morte de Jimin, e, as vezes, quando recebia uma resposta que não era monosilábica, ele mostrava o celular para Namjoon.

Tal coisa ocorrera no jantar da noite anterior. Eles estavam em silêncio, comendo sem encararem um ao outro, quando Jin puxou seu celular que vibrava e mostrou a mensagem que um Jeon Jungkook bêbado havia mandado para ele.

De: Kookie

eu o vi hoje

sabe, o jimin

como sempre, ele estava lindo. seus cabelos naquele tom alaranjado que eu amo, ele sorria para mim. cantou e tudo. sinto falta dele; do jeito que ele falava e sorria, tagarelava e enchia minha paciencia. sos seus beijos e abraços, do seu jeito carinhoso

espero que eu o veja hoje nos meus sonhos

eu estou com saudades

quero meu park de volta

vc acha que ele volta?

espero que sim. Jimin fica com saudades muito rápido, não é?

é

haha

por que eu estou rindo? não é engraçado

– O garoto está acabado. – afirmara Jin, mas Namjoon já sabia disso.

Outro que não voltava e não se ouvia falar era Taehyung. Ele havia dado seu jeito para desaparecer do mundo. Namjoon o vira na televisão de uma padaria numa tarde, e, como seus pais estavam preocupados com ele.

Uma foto sua aparecera e então, o pedido dos policias para que se alguém avistasse aquele garoto, que o parasse imediatamente, porque ele precisava voltar para seus pais. Namjoon apenas conseguira rir, mostrando a Jin o que a televisão mostrava.

– Não vão encontrá-lo. – disse Jin. – Tae só é encontrado se ele quiser ser encontrado.

Mas Namjoon já sabia daquilo também.

Oitavo, quem ele amava.

Jin não aguentava mais o jeito indiferente que Namjoon tratava o resto do mundo. E, com isso, eles discutiram, usando palavras muito frias e cortantes, e, Jin se trancara em seu quarto e gritara para Namjoon guardas suas coisas e ir embora porque sua energia negativa estava tomando a casa inteira.

Namjoon dissera que o amava, exclamara naquela casa apertada tudo o que havia guardado em seu peito por longos anos. Jin apenas arregalara os olhos, e, como Namjoon nunca havia imaginado, ele dissera que também havia se apaixonado por ele. Mas que eles dois nunca iriam ficar juntos.

Porque Namjoon era a tristeza, Jin era a alegria. Namjoon estava em depressão, Jin vivia como se nunca quisesse voltar para cama. Namjoon fazia de tudo para morrer e Jin fazia tudo em seu alcance para viver o máximo que podia.

Ao contrário dos outros amigos, Jin era o que mais parecia normal. Ele conseguia sorrir, conseguia contar piadas, conseguia conversar e agir como se nada houvesse acontecido. Ele fora o único entre o grupo que restava que havia superado.

Nono, a si mesmo.

E ele se foi, saindo pelas ruas frias de Busan, abraçado em seu casaco, com a cabeça abaixa, tomado por uma mistura de sentimentos horrendos. Então, sem rumo, ele vagou, e, quando finalmente chegou em algum lugar que conhecia, Namjoon ergueu a cabeça.

Estava no cemitério, ao lado de lápides conhecidas.

Sorriu para Min Yoongi. Sorriu para Park Jimin. E sentiu que os dois sorriram de volta.

Ali, ele ficou, até a noite cair e com um lugar em mente, ele se despediu de seus amigos e voltou as ruas.

Minutos depois, Kim Namjoon estava dormindo em seu vagão no trem.


Notas Finais


vamos aliviar a tensão né::: olá olá
e ai, essa dai é a one-shot interligada com a seriezinha que eu falei que ia fazer do bts, ligando com stand by me e talvez até de the tricksters, quem sabe. eu expliquei um pouquinho num "aviso" em the tricksters, então, se vc se interessou, dá uma olhadinha lá que você vai entender mais das coisas.
se vc leu até aqui, saiba que eu te amo e nao precisa ficar na bad - se é que ficou! sdtosmtsk enfim,, deixa um comentário, me segue no twitter (@larryworldlove) e dê uma olhada nas outras historineas do bitch yes:
¹https://spiritfanfics.com/historia/the-tricksters--jikook-e-taegi-6920941
²https://spiritfanfics.com/historia/stand-by-me--jikook-7090635

atéé <3


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