História Dead Leaves - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Bts, Dead Leaves, Dor, Fanfic, J-hope, Jung Hoseok, Min Yoongi, Personagens Originais, Sra Suga, Suga
Visualizações 21
Palavras 1.346
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


*Ressurge das sombras*
Hellooooooooooooooooooooooooooo! EAE TERRÁQUEOS??? TURUBOM?!
Finalmente voltei aqui kekekeke
Tenho dois capítulos fresquinhos para vocês XD
Libero o próximo daqui a pouquinho, por motivos de omma querer me matar huehuehuehue
P.S.: Sei que prometi atualizar Attention, mas fiquei sem net ;-; hoje a noite vou atualizar, sem falta :3
Sem mais enrolações, beijos e boa leitura!

Capítulo 4 - End.


A surpresa de Jose ao ver Ágata ali, estacada, observando-os, foi tanta que a mulher empurrou Hoseok longe, antes que ele pudesse se dar conta.

— Ohayoo, Hoseok. — a Fialho falou, assentindo para ele, que se levantava: tinha caído por conta do empurrão repentino. Estava de costas para ela, por isso não a viu, e a voz da cônjuge fê-lo tremer:

— Á-ágata? — olhou instintivamente para Jose: por sorte, estavam apenas se abraçando, mas ela se preparava para beijá-lo quando a Fialho chegou.

Em seu rosto tinha um semblante triste: ela sabia muito bem o que aconteceria se não tivesse chegado. Não havia lágrimas: depois de muito pensar, pois tinham se passado dois dias após a tentativa de suicídio, agora estava “forte”. Foi por isso que ela desconversou e foi direto ao ponto quando um Hoseok carregado de culpa, perguntou:

— Está se sentindo melhor? — teve nojo do namorado ao ouvir isso. Ela riu, sem humor algum, e mudou o peso do corpo, cruzando os braços enquanto falava:

— Acabou, sim? — a voz saiu firme, e a respiração de Hoseok ficou pesada, difícil. Jose permanecia quieta, ignorada, e temerosa de um escândalo.

Afinal, toda a equipe do BangTan estava ali, era mais um dia de treino.

— Acabou o que? — a pergunta foi lenta, como se ele estivesse experimentando as palavras. Em seu coração já habitava o arrependimento, mas pressentia que não podia voltar atrás.

— Tudo. Nós. Acabou, Hoseok. — o encarava nos olhos, sentindo a humilhação pesar em suas costas: todos ali viram-no com Jose, tinha certeza. Tirou a aliança prata, que ele não usava e entregou. — Toma… toma, é sua. — balançou o anel nas mãos, para que ele o pegasse, e quando o fez, perguntou com voz falha:

— Está terminando comigo, é isso então? — incrédulo, era como o Jung estava. Todos observavam em silêncio, chocados também.

— É. — assentiu, observando sua reação: um arrependimento que não a tocou de forma alguma.

Era estranho, como se estivesse entorpecida para Hoseok naquele dia. Ela achava que mal conseguiria falar — o plano era entregar a aliança e sair correndo —, mas fora tão fácil. E sentia-se digna quando o fez, aliviada.

— Bom, então, tchau. Tenho um compromisso, podem começar sem mim. — falou para ele e para todos, batendo continência para os outros do BangTan quando saiu: uma brincadeira que durava anos, mas que ali, para ela, doeu mais que tudo: sabia que era a última vez naquele ano.

Sem a presença de Ágata naquela sala, que aos poucos deixou de ser silenciosa, Hoseok se sentia despedaçado. Incapaz de olhar para outra coisa senão a aliança dela, foi tirado de seus devaneios e agonias por SeokJin, que dera um tapa camarada em seu ombro:

— Eu sinto muito. Mas a gente tem que trabalhar, cara. — engoliu o clássico “eu te avisei” e o amigo assentiu, virando-se para seus dançarinos, sem sequer olhar para Jose.

— Hoje… — tentou falar, mas estava desnorteado. A tranquilidade com que ela tinha agido o machucava, piscou para afastar as lágrimas.

Não sabia o que estavam treinando, não lembrava qualquer coreografia, só pensava no que tinha feito, e ficou ali, expirando para tentar falar, boquiaberto.

— Acho que você deveria sair daqui. — falou YoonGi para Jose. Constrangida, ela não deu atenção, mas era o que mais queria: porém, não “tinha cara” para sair dali.

— Ah, tá legal pessoal. — o Min tomou a frente, diante da incapacidade do diretor-coreógrafo. — Pode juntar todo mundo aí, vou colocar a música agora.

Mas quando apertou o play, não era a música programada para aquele dia. Como numa vingança ou algo do tipo, a melodia que começava, YoonGi conhecia melhor do que muitos ali, pois foi ele mesmo que criara: a melodia e a letra.

Dead Leaves.

— Vamos lá, Hoseok, seu lugar. — falou para ele e se posicionou. NamJoon balançou a cabeça em negação, mas achou melhor não interferir: era claro que os 7 do BangTan sabia o que aquilo significava, inclusive Hoseok.

Os dançarinos apenas deram de ombros: era uma música aleatória, escolhida às pressas para dispersar aquele clima. Hoseok se juntou à eles e a dança começou.

Discretamente, Jose saiu da sala, fervendo de raiva e vergonha.

 

[...]

 

— Bom dia, sr Presidente. — ela o cumprimentou, sentando-se quando este indicou a cadeira à sua frente.

— Pontual. Hm. — comentou, desejando bom dia. — O que te trás aqui, jovem Fialho?

Ágata expirou antes de falar.

— Bom, o senhor foi informado sobre as … sobre o meu… o senhor foi informado que perdi um bebê. — falou de uma vez, antes que as lágrimas viessem de novo: mal conseguia pensar no assunto sem que elas chegassem. — E prestou suas condolências…

— Sim, eu sinto muito. — mexeu nos óculos de grau, triste. — Prossiga.

— O que acontece, sr Presidente, é que… — expirou outra vez: agora os olhos já estavam cheios d’água. — foi demais pra mim. Não estou sabendo lidar… com a situação, e o psicólogo aconselhou uma pausa. Por causa do trabalho frenético, e … tudo. Então eu peço um tempo, um tempo distante do trabalho, da Coréia… por favor sr Choi, eu não consigo olhar para as pessoas, não consigo andar pelas ruas sem entrar em desespero… sem pensar no meu menino, e Hoseok…

Agora, ela não conseguia mais falar, chorava tanto que seus soluços faziam-na tremer. O presidente tirou de uma de suas gavetas uma caixa de lenços de papel e a ofereceu, esperando que se acalmasse.

— O Dr Kim já me mandou os relatórios e me informou do seu caso, Ágata. — a máscara de profissionalismo havia caído, o homem tinha pena dela e demonstrava até mesmo no olhar. — Você tem uma licença médica de 14 meses.

Por Deus, como isso soava como licença maternidade.

Como isso matava.

— Obrigada. — a voz rouca agradeceu, ela ainda tremia, embora tivesse parado de chorar, e disse, sobre o pranto: — Me desculpe.

— Sobre Jung Hoseok, você quer me dizer algo? — ele ignorou, largando a caneta que segurava.

— Sim, sr Presidente. — ela suspirou, limpando as lágrimas com o lenço. Estava mais calma. — O senhor já deve ter escutado algum boato sobre nosso relacionamento estar em ruínas, e sobre uma traição com uma das staff, a srta Kim Jose. Por esse motivo, e outros, eu terminei com ele hoje, um pouco antes de vir para essa reunião… gostaria de comunicar isso, e pedir que o senhor conversasse com Hoseok sobre a nota de comunicação para os fãs…

E calou-se. Achava suas palavras sem sentido… mesmo que fizessem. Era um absurdo ter de dar satisfações de seu relacionamento, ou o fim dele, a um chefe, mas ela nada podia fazer, e não entrara leiga.

Diante de toda a humilhação que vinha passando, quase se arrependia de ter entrado.

— Compreendo, srta Fialho. — ele suspirou. Sabia muito bem dos “boatos”: era o chefe daquela empresa, e sabia de tudo o que acontecia nela. Não estava contente com a conduta do funcionário e teria chegado a até mesmo conversar com ele se ainda tivessem juntos… se a mídia descobrisse, seria uma catástrofe: um escândalo nada calunioso. — Falarei com ele assim que os preparativos da Wings Tour terminarem.

Ágata assentiu.

— Quando eu posso partir, sr Presidente?

— Quando quiser, minha filha. — ele pegou os papéis necessários. — Quando quiser, é só assinar os documentos.

— Posso assinar agora ou ainda não estão em mãos? — ela questionou, ansiosa.

— Não, é só ler e assinar aqui. — estendeu-os para ela, que concentrou-se nas letras impressas.

— Você prefere que eu marque uma reunião com os garotos do BangTan ou vai acertar os detalhes diretamente com eles? — perguntou, depois que Ágata colocou os papéis na mesa e pegou a caneta.

— Deixarei com o senhor um relatório e instruções para Hoseok, que é diretor coreógrafo comigo. — disse enquanto assinava e estendeu para ele os documentos quando terminou.

— Entendo. Quando pretende contar a eles da sua licença? — o homem observou os papéis, frustrado.

Perder uma de suas melhores dançarinas nessa época… sobrecarga. Teria que arrumar outra para substituí-la em breve.

— Não pretendo. — se surpreendeu com a resposta dela. — Peço que os informe quando eu já estiver no avião, sr Presidente. Posso contar com sua ajuda?

— Pode.

Mas não mais do que os 7 ficariam.

 


Notas Finais


Deu mole pra caramba
Tremendo vacilão
Tá todo arrependido
Vai comer na minha mão
Pensou que era o cara
Mas não é bem assim
Agora baba bobo
Vai correr atrás de mim...
Tirap Tchoron! Tirap Tchoron!
Oh! Ah! Oh! Ah!

PAREI JURO KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
E aí??? O que acharam desse capítulo?!
Deixa aí nos coments, eu AMOOOO...
Beijos e até daqui a pouco!!!

P.S.: Link de Attention pra quem quiser dar uma olhada >> https://spiritfanfics.com/historia/attention--min-yoongi-9495640


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