História Dead Leaves - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Bts, Dead Leaves, Dor, Fanfic, J-hope, Jung Hoseok, Min Yoongi, Personagens Originais, Sra Suga, Suga
Visualizações 13
Palavras 1.685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieeeeeeeeee!
O capítulo que eu ia postar no sábado era esse... mas fiquei sem internet, porque a vida é bela.
Mas aqui estamos! Perdão pelo atraso, beijos minhas paçoquinhas :3

Boa Leitura!

Capítulo 5 - Come Back Home


A garganta de Ágata já doía. Estava contendo as lágrimas e nem tinha começado a fazer as malas.

— Aish. — engoliu em seco, e doeu mais ainda. — Mas que droga de vida.

Tratou com o presidente que embarcaria no dia de hoje, três dias depois da última reunião. O BTS foi informado que ela não poderia voltar a treinar por precauções médicas, e ela mesma teve de justificar quando eles chegaram em casa, com cuidado para que não desconfiassem de nada. Agora, entrando no quarto de YoonGi e Jin — que agora era dela também: depois da briga, ninguém deixou que ela voltasse a dormir com Hoseok, e também não era a vontade de Ágata —, ela tremia, o coração parecia partido em inúmeros estilhaços.

Abrir a mala e colocar lá dentro seus pertences foi a coisa mais difícil que já fizera, razão da menina ter deixado esse ato para o último dia — não apenas para não levantar suspeitas, já que ela não participaria da Wings Tour, mas por falta de coragem. Amava aquele lugar, aquelas pessoas, apesar de tudo.

Primeiro as roupas, sapatos, e coisas como escova de dentes e absorvente — que ela trouxera do banheiro —, que ela mais usava. O restante seria empacotado e guardado no próprio apartamento mais tarde, tarefa fácil, já que estava tudo “no jeito”.

Os álbuns de fotos foram colocados na mala de mão, junto com alguns livros, e ela se deu ao trabalho de passar no quarto de Hoseok e recolher as fotos dos dois que estavam espalhadas pela parede.  

Não teve coragem de jogá-las no lixo, por isso guardou junto das coisas que iriam para o “depósito”.

Pensou em deixar um bilhete, mas descartou essa possibilidade quando pensou na reação deles: a vergonha a invadiu, era uma covarde que não conseguia dizer adeus. Eles ficariam com raiva, e com razão. Por isso, soltou a caneta, que caiu e rolou para debaixo do sofá, e largou o bloquinho no móvel, correndo para o quarto e pegando as malas: deixou-as na sala, prontas para quando retornasse do banho, arrumada e pronta para embarcar.

 

[...]

 

— Aish, quanto tempo falta para irmos pra casa? — Hoseok perguntou, impaciente. Tinham dado um intervalo para beber água, os minutos pareciam se arrastar. — E onde o YoonGi foi?

— Três horas. — respondeu JungKook. — Sei não, pergunta os meninos… — deu mais duas goladas em sua garrafinhas, e perguntou alto: — Pessoal, cadê o YoonGi?

— Irineu. — gritou JiMin, e riu. Tinha adorado a “piada” que Ágata o ensinou há algum tempo, adorava porque isso irritava profundamente os companheiros de grupo. — Tu não sabe nem eu.

— Irineu no inferno, rapaz. — riu o Jeon, estendendo o dedo médio para ele. JiMin respondeu um “também te amo” e voltou a treinar. — E você, V?

— Ele falou por último com o NamJoon… mas é verdade, saiu tem um tempão. — parou o que estava fazendo para pensar, e foi interrompido por Hoseok:

— Três horas?! Quantas horas são agora?

— Quase 15 hrs, eu acho. — opinou SeokJin. — YoonGi tá passando mal, agora vamos logo gente, se o Manager passa aqui e nos vê morcegando… meu Deus!

— Eu só vim beber água. Tenho o direito? — ralhou Hoseok.

— Tá atacado, é? — NamJoon questiona. — Aquieta o facho ai, men.

— Tá, tá, desculpa. — ele expira, olhando pra cima. — Quero chegar em casa logo, só isso.

— Ué, pra que? — TaeHyung pergunta. — Você não faz nada lá.

— Justamente por isso, né. — Jin concluiu, e se alonga. — Aish.

— Eu vou falar com a Ágata… — o BangTan inteiro olha para trás, para Hoseok. — sabe, pedir desculpas… sinto a falta dela.

— Que bom cara, já estava passando da hora… — NamJoon é o primeiro a falar. — Conversa com ela, sim.

O Jung recebe tapinhas nos ombros e encorajamentos, e SeokJin apenas sorri para ele, mas vira-se, continuando o treino. Contorce os lábios em negação e solta um muxoxo.

Sabia que não seria tão simples assim… afinal Hoseok não fora exatamente um anjo, não era tão simples esquecer. A amiga o amava, era verdade, mas estava tão confusa, tão desesperada com a perda do bebê, que ele não sabia qual seria sua reação… e bem, não era para menos.

Torcia para que ela pudesse ir com eles na turnê, que se decidisse de última hora, porque não era bom para ela ficar sozinha… nem para Hoseok. Sabia que o Jung estava se remoendo em remorso, soube assim que ela apareceu e terminou o relacionamento ali, naquela mesma sala.

Talvez, eles pudessem superar juntos.

SeokJin estava extremamente enganado.

 

[...]

 

Dez minutos.

Foi o tempo que YoonGi levou, para chegar no apartamento, com enxaqueca e um mal humor do cão. Doía tanto que parecia que sua cabeça ia explodir: por esse motivo pediu NamJoon para voltar mais cedo, e esse disse que “tudo bem”. Demorou um minuto para destrancar a porta e abrí-la, preparando-se para procurar Ágata: ela sempre o acolhia quando estava doente ou de mal humor, o entendia. Mas a ação desapareceu de sua mente quando viu as malas encostadas no sofá.

— YoonGi? — era ela quem o tinha chamado, a surpresa estampada no rosto: o desespero que sentiu ao ouvir o barulho das chaves destrancando a porta… correu, na esperança de conseguir esconder as malas, mas ele já estava lá, incrédulo.

Foi quase como uma punhalada.

— Ágata… você não vai se mudar, né? — a cautela em sua voz era dolorosa: quase como se tivesse medo de perguntar.

— Não. — com voz rouca, ela balançou a cabeça em negação, e YoonGi finalmente fechou a porta, trancando. Demorou um pouco para se virar, mas o fez com um medo crescente.

Tinha acabado de lhe ocorrer.

— Nem parar de trabalhar com a gente, né? Olha, Ágata… — hesitava em se aproximar ou não.

— YoonGi, eu vou embora. — engoliu em seco, e não sabia se a lágrima que rolou era pela dor da garganta, ou pela dor das palavras, a dor da distância que ainda nem começara.

Por via das dúvidas, tudo doía.

— Não, não Ágata… não. Eu não acredito nisso. — ele correu até ela, abraçando-a. Deu-lhe um beijo na bochecha, enquanto dizia: — Você não está pensando direito… você não pode fazer isso comigo…

— YoonGie, por favor… eu preciso… — lágrimas rolavam livremente pelo rosto dela, e o Min as secava. — Não chora… pelo amor de Deus, não chora… por favor…

— Porque, Ágata? Eu sei que ‘tá difícil, mas você tem a gente… você tem a mim… por favor, não vai embora. Você me ajudou tanto quando precisei, eu não sei se consigo sem você. — pegando o rosto dela com delicadeza, ele a fez encará-lo. — Por favor, Ágata, nós conseguimos…

Ela fechou os olhos. Estavam muito próximos, com as testas coladas, e quando os abriu novamente, estava olhando dentro dos olhos castanhos de YoonGi.

— Por favor, eu preciso de um tempo… não vou deixar você, YoonGi, nem ninguém… é só um tempo, prometo. — enterrou o rosto no pescoço dele chorou, chorou por longos minutos. Se sentiu a pior das criaturas quando sentiu as lágrimas do amigo pingarem em seu cabelo, mas não podia voltar atrás, e nem queria… ou melhor, queria, se pudesse viver numa bolha: ela e YoonGi, naquele momento, ali, agora, abraçados para sempre. — Você me entende, não é?

— Entendo. — e o pior é que entendia. Não tinha o direito de pedir que ficasse, ainda mais morando com eles: lembrar de tudo o que passou com Hoseok, conviver com ele quase 24hrs/dia.

— Você está com raiva de mim, não está? — nem tentou disfarçar a voz embargada. Olhou para ele, temendo um sim, mas YoonGi apenas beijou a ponta de seu nariz, declarando:

— Não. Eu te amo, Ágata. — acariciou a bochecha dela, fazendo um bico.

Era horrível não poder fazê-la ficar.

— Eu te amo, YoonGi. Muito. — disse, e fungou. O relógio marcava 14h30min, e o voo dela era ás 16h00min: não estava atrasada nem adiantada. — Mas tenho que ir.

— Você promete que volta? — ele parecia um menininho fofo, e ela teve vontade de beijá-lo. Surpreendeu-se com o desejo, e arregalou os olhos: o que estava pensando? — Pequena?

Céus. Minha cabeça está mesmo perturbada. Pensou Ágata.

— Prometo. — afirmou, afastando-se: olhou para trás e pegou as duas malas, arrumando um forma de prender a de mão em uma delas. — Eu voltarei, açúcar.

— Lembro de quando me chamava assim. — ele a puxou para um abraço, rindo. Suspirou, lembrando dos velhos tempos e completou: — Tempos felizes, não é?

— É. — disse abafado, ainda abraçada a ele. — Talvez voltem… talvez não. Só você voltou mais cedo ou os outros estão chegando?

— Só eu… estava passando mal. — é então que se lembra. — Até passou.

— Médico?!

— Não, era só enxaqueca… eu não quero ficar sem você, bae.

Ágata arrepiou com a voz de YoonGi em seu ouvido. Depois, se bateu mentalmente.

— Nem eu… mas eu volto, está bem? — mais uma vez, separou-se do abraço e pegou as malas. — Sinto que se não for agora, não saio daqui nunca mais.

Riu, tentando fazer piada.

— Então não vá. — YoonGi sussurrou, acariciando seu rosto. — Não me deixa aqui.

— Eu volto.

Ela tremeu com o toque e fechou os olhos. Ficaria longos 14 meses sem ele.

— Ágata… — chamou.

— O que? — ela sussurrou, brincando com o tecido da camisa dele.

— Abre os olhos. — assim que fez o que lhe foi pedido, a Fialho deu de cara com as orbes castanhas outra vez. Estavam tão próximos que ela sentia a respiração calma dele bater contra o rosto: perdeu-se um pouquinho naquela imensidão escura, e sentiu as mãos dele caminharem por seu rosto, trazendo-a mais para perto. Os lábios macios de YoonGi colidiram com os da menina, que não deu lugar a surpresa e cedeu quando ele exigiu passagem com a língua.

A sensação de ser beijada por YoonGi era incrível.

Uma de suas mãos desceu para a cintura dela, e a outra acariciava de leve seu pescoço, enquanto ele a explorava vagarosamente, sentindo e memorizando cada pedaço, captando o sabor. Nenhum dos dois saberia dizer o quanto durou, apenas se perdiam um no outro, desesperados, um beijo carregado de saudade e dor, mas também carregado de promessas.

Ele partiu o beijo, mordendo levemente os lábios de Ágata, e disse, enquanto os dois recuperavam o fôlego:

— Eu te amo.

 


Notas Finais


Opaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
O que foi isso? QUE BEIJO FOI ESSE, MEU DEUS!?!?!?!?!
E aí, o que acharam??! Deixem nos coments, eu amo saber :3 :3
Imagina a cara do Hoseok vendo isso... como será que ele ia ficar?? O.o
Quem quiser mandar solicitação, seguir e conversar comigo, sintam-se à vontade, amo! <3 :3 é só apertar aqui >> @Sra_Suga

Beijos e até o próximo!!!

P.S.: Outra fic com o Yoon, pra quem quiser >> https://spiritfanfics.com/historia/attention--min-yoongi-9495640


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