História Dead Numbers - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Arctic Monkeys, Matthew Gray Gubler
Personagens Alex Turner, Matthew Gray Gubler
Exibições 6
Palavras 3.226
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Suspense, Violência
Avisos: Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Daniel Bartlam e ao lado a arma do crime.

Capítulo 2 - Caso Freddie - Parte dois, conclusão.


Fanfic / Fanfiction Dead Numbers - Capítulo 2 - Caso Freddie - Parte dois, conclusão.


   Depois de dois longos dias, Maysa e Samira receberam a notificação de que a necrópsia estava concluída. Samira fez questão de ir, e Maysa resolveu acompanha-la, pois o resultado do exame é essencial para a conclusão do caso. Apesar de trabalhar com assassinatos, o necrotério ainda assustava Maysa as vezes, e nesse quesito, Samira era mais corajosa. Ela não se importava em trabalhar ao lado de um cadáver. 
    Depois que chegaram ao local, sem demora, o médico legista Dr.Willian já havia dito o que precisavam saber. 
- Bom, a causa da morte foram essas pancadas na cabeça. - Dr.Willian disse retirando o lençol branco que cobria o corpo - Foram sete golpes certeiros, sem dúvidas, feitos com um martelo. Os golpes foram precisos, como se o assassino tivesse apenas sete chances para matá-la. Depois de morta, a vitima foi arrastada, pelos hematomas, posso perceber que o assassino teve muita dificuldade para arrasta-la ate o local em que a incendiou!
- O senhor sabe nos dizer a hora em que ela foi morta? - perguntou Samira
- Não é possível dizer ao certo, Samira! Mas certamente foi morta por volta das 10h da manhã, do dia 25!
- Isso apenas confirma minha hipótese! - Disse ela, que já se encontrava ao lado do corpo do garoto. Maysa poderia perguntar qual era a hipótese de Samira, mas ela não diria. Samira nunca acusa ninguém até ter total certeza. - E esse aqui? - Perguntou apontando pro corpo do garoto.
- Ele tentou várias maneiras de suicídio. Drogas, remédios, cortes por todos os lados... Até que conseguiu um corte fundo na garganta. - Respondeu Willian.
- O que é isso? - perguntou Samira olhando para a nuca do garoto.
- É uma tatuagem, sem duvidas caseira. - Willian disse virando o rosto do cadáver para que pudessem ver melhor.
- O número 12? isso faz algum sentido pra você?- Maysa perguntou a Samira que olhava atentamente para o número tatuado na nuca do menino.
- Talvez! Bom, tenho o que preciso - Samira guardou seu pequeno bloco de anotações no bolço da calça e estendeu a mão para Willian - Muito obrigada, logo teremos um desfecho para esse caso! Vou indo, Maysa, vem comigo, ou precisa de mais alguma coisa?
- Não, pra mim basta! As informações foram claras, ótimo trabalho, Dr. Willian!
- Não fiz nada além da minha obrigação como legista, sei que logo ele estará atrás das grades! - respondeu Willian educadamente.
- Ou não!- Samira disse debochada.
- Como? - Maysa perguntou curiosa.
- Esqueça! Vamos? - respondeu abrindo a porta.
- Sim, sim! Estamos agradecidas, Dr.Willian! - Maysa concordou já indo em direção a Samira.
-Como já disse, é minha obrigação, boa sorte! - acenaram elas, como forma de agradecimento e partiram a caminho da delegacia.
     Ao chegarem na delegacia, Louise correu na direção das duas.
- Descobri uma coisa! - Louise sorria, quem a olhava percebia claramente o orgulho que estava sentindo de si mesma
- Pois então, diga! - disse Samira que ao contrario de Louise, apresentava uma feição seria, digamos que uma feição "profissional"
- Bom, lembram do computador que achei na cena do crime? -Afirmaram as outras com a cabeça - Então, estava com  carregador plugado na tomada e aberto na lixeira, como se alguém estivesse apagando arquivos ou como se quisessem nos mostrar alguma coisa. A lixeira estava repleta de arquivos, mas no meio de tudo, tinha uma pasta, nessa pasta havia uma história sobre um garoto chamado Daniel que matava a mãe com um martelo!
- Daniel Bartlam! - Disse Samira como se fosse uma coisa óbvia, a partir daquele momento tudo fez sentido na cabeça de Maysa.
- Bingo! Gracce tinha 47 anos, morreu com sete golpes na cabeça, foi queimada e morta dia 25 de abril, o mesmo dia e a mesma forma que...
- Jacqueline! -Samira completou a frase de Maysa
- Desculpe, não entendi! - Louise disse confusa
- O assassino refez o crime! Em 25 de abril de 2011, Daniel Bartlam de 14 anos, matou a mãe com 7 golpes de martelo na cabeça, depois queimou o corpo, no final, ligou para a policia e disse que um homem tinha invadido a casa! - Maysa explicou
- Mais um detalhe que comprova minhas hipóteses é a história no computador. O Daniel tinha a mesma história no computador dele, isso me leva a conclusão de que o assassino é o próprio Freddie! - Samira estava certa do que havia dito
- Não discordo de você, mas precisamos de provas! - Completou Sieber
- Eu agora tenho certeza de que foi o garoto, mas você tem razão, a arma do crime pode ser uma prova, podemos coletar as digitais dela! 
- Esse é o grande clímax do caso! - Maysa pronunciou e Samira a olhou com um olhar significativo
- Mas não achamos a arma do crime! - disse Louise com certa preocupação
- Isso é porque não procuramos direito, avise todos que vamos voltar a cena do crime! - Louise obedeceu a ordem de Maysa, mesmo que argumentou-se mentalmente de que foi a detetive quem os mandou parar de "procurar" no primeiro dia que foram até o local do crime. Mesmo assim se calou e saiu, o caso logo sera concluído...
      Sem demora, foram até a cena do crime. Ao chegar na porta principal da casa, tudo parecia em perfeita ordem; a fita amarela continuava em volta da casa e a porta com o lacre de interditado. Entram na sala de estar, e assim como a parte de fora, tudo parecia intocado. Se separaram novamente e começaram as buscas. Teria de ser precisamente rápido. 
      Antes que Maysa também começasse a vasculhar tudo, escutou a voz de Samira a chamando. Correu até o local de onde vinha sua voz; o quarto em que o corpo do garoto foi encontrado. Ao chegar lá, encontrou toda a equipe amontoada no cômodo. Abriu espaço e chegou no centro. Todos estavam paralisados olhando uma caixa de presentes que se encontrava em cima da cama.
- Que palhaçada é essa?! Eu avisei que a cena do crime tinha de ficar interditada, quem foi o engraçadinho que colocou isso ai? Se foi algum de vocês é melhor se manifestar agora! - olhou em volta e todos permaneciam imóveis
- Antes  fosse. - protestou Miguel
- É melhor alguém abrir a caixa! - falou Louise com a feição de medrosa
- Não! Ninguém vai tocar na caixa, não sabemos o que tem ai  e não é seguro se arriscar. Pode ter uma bomba relógio ou algo do tipo dentro. - Maysa alertou
- Não é uma bomba! - disse Samira a encarando - Eu vou abrir!
- Samira, é melhor não. Não sabemos o que tem ai!
- E nem vamos saber até abrir essa droga! - Samira se aproximou da caixa e puxou o laço azul. No momento em que a puxou, praticamente toda a equipe se jogou no chão com as mãos na cabeça. Vergonhoso, pensou Maysa. Samira continuou o que estava fazendo; abriu a tampa da caixa e a jogou no chão. Todos olhavam atentamente, ela observava assustada - Vocês não vão acreditar! - falou pálida
- Vamos logo, diga o que é! - Indagou Jacob. Samira colocou suas luvas e subiu lentamente um saco transparente. Todos no quarto ficaram em estado de choque quando viram que o que havia dentro daquela saco era nada mais, nada menos do que um martelo ensanguentado,certamente o utilizado no crime.
- Como isso veio parar aqui? - perguntou Maysa se aproximando de Samira
- Não tenho ideia, tem alguma coisa aqui! - disse ela esticando o outro braço ate o fundo da caixa. De lá, puxou um bilhete
- O que diz ai?
-“Surpresa”- disse ela olhando assustada para o papel
- Okay, okay! Temos que manter a calma e levar todas essas coisas para a analise, e o principal; descobrir quem deixou isso aqui. - ordenou Maysa -vamos passar um pente fino nessa casa, coletem o máximo de digitais possíveis. Tem algo muito estranho acontecendo por aqui...
[...]
- Como foi seu dia, querida? - Disse Matt se sentando ao lado da namorada no sofá
- Confuso! - ele a olhou a espera da continuação - Bom, lembra do caso de Gracce que lhe falei? - afirmou com a cabeça - então, descobrimos, ou melhor, suspeitamos de que o filho da Gracce a matou e logo em seguida suicidou-se. O menino supostamente a matou com 7 marteladas na cabeça e depois queimou o corpo da mãe, logo em seguida ligou para policia e disse que um homem tinha entrado em sua casa, assim como...
- Daniel Bartlam! - Matt disse serio olhando para tv
- Como sabe sobre o caso de Daniel Bartlam? - perguntou Samira incrédula
- Foi um crime horrível. Apesar de ter acontecido a um tempo atrás, todos ainda lembram, meu bem! Enfim, continue me contando - argumentou ele
- Okay! Descobrimos que o garoto refez o caso de Daniel, detalhe por detalhe, e ele tinha uma especie de marcação atras da orelha
- Que tipo de marcação? - perguntou Matt
- Uma tatuagem com o numero 12, ainda não descobrimos se tem algum significado , mas precisávamos da arma do crime pra provar que o garoto havia matado sua mãe. Então, voltamos até a casa de Gracce e você não vai acreditar! O martelo estava embrulhado em uma caixa de presente com um bilhete escrito “surpresa” dentro.  Sinto que tem algo muito maior por trás disso tudo! - comentou Samira
- Ou não, pode ser apenas alguma pessoa que quis ajudar nas investigações, mas teve medo de ir ate a policia. - Matthew palpitou sereno
- Essa opção nem existe Matt. Se alguém quisesse ajudar, por que razão colocaria o martelo em uma caixa de presentes, e me responda, como a pessoa teria acesso a arma e local do crime?
- Eu realmente não saberei te responder, mas acho que você tem que esquecer isso tudo e relaxar, venha - Matt a puxou para deitar em seu colo e acariciou-a nos cabelos. Realmente a acalmou. Samira se sentia segura e tranquila ao lado do namorado - Eu amo você! - disse ele a olhando nos  olhos
- Eu amo você! - respondeu ela sorrindo 
-O que acha de darmos uma volta? -  falou Matt, já se levantando
- Mas agora? São 2h da madrugada! - Samira comentou
- Qual é o problema? Vamos lá, toma, coloca - Matt pegou um casaco que anteriormente se encontrava em cima da mesa e deu nas mãos da garota - Vista e calce seus sapatos, vamos dar uma volta! - Samira resolveu não contrariar. Vestiu o casaco e saíram sem rumo.

[...]
       Maysa estava ansiosa para pegar o resultado da análise do martelo, então, como de costume, deixou para tomar o café da manhã no caminho para o trabalho. Não demorou muito para chegar na delegacia; o trânsito estava de bem com ela. 
      Assim que adentrou na delegacia, Arthur, um dos novatos da equipe, que também estava no térreo veio ansioso até o encontro da moça.
- Maysa, Maysa! Samira e você estavam certas, o garoto é o culpado, foi ele, foi ele! Acharam as digitais dele no martelo!
- Pelo visto já soube das novidades! - Samira apareceu atrás de Arthur.
- Sim, obrigada Arthur – ele assentiu com a cabeça e se afastou. Samira a olhou preocupada, e por alguns instantes, naquele momento Sieber não tinha o que falar, então retribuiu o olhar
- Isso é insano! Por que ele iria refazer um assassinato?! - Perguntou Samira retoricamente. Já no elevador, apertou o botão do mesmo para que as levassem ao andar desejado
- A questão é, quem mais está envolvido no crime? e por que ele de certa forma, “quis nos ajudar”?! - Maysa pronunciou e Samira a olhou confusa novamente, parecia ter a mesma dúvida em mente. Esse era um dos quebra-cabeças mais confusos que já tiveram que resolver. E o problema não estava em monta-lo, e sim, em encontrar as peças. - Acho que devemos levar isso tudo até o Alex!
- O que? Maysa, como assim? Nós somos capazes de resolver isso sem o auxilio de um filinho de papai que só está onde está por laços familiares! - questionou nervosa
- Samira, precisamos de apoio, ele é nosso superior, uma hora ou outra vamos precisar da ajuda dele. Talvez ele nos dê o apoio que necessitamos no momento! - argumentou Maysa
- Aé? Então me responda, qual é o “apoio que necessitamos no momento”? - A porta do elevador se abriu, mas Samira ignorou e continuou parada aguardando a resposta
- Eu não sei! Mas ele pode nos ajudar a descobrir! - a outra respondeu elevando o tom de voz
- Boa sorte! - Antes de terminar de falar, Samira já tinha se virado e ido em direção a saída. Maysa resolveu não se preocupar. Não era a primeira vez que ela fazia isso e ela realmente precisa esfriar a cabeça. 
        Sua decisão de levar o caso até Alex continuou a mesma,  então ao em vez de ir até o andar de costume, apertou o botão de numero doze, na cobertura. Mais conhecida como "Escritório do Dr.Alex..."
- Bom dia, senhorita Maysa, em que posso ajudá-la? - Perguntou Anna, a secretária sorridente de Alex
- Bom dia, Anna! Avise ao senhor Alex que eu preciso falar com ele?
- Vou anunciar você, espere um instante! - Sieber afirmou com a cabeça e sentou na pequena sala de espera. 
        Minutos depois, Anna a mandou entrar, ao fazer isso, na sala, Alex andava para lá, e para cá, falando no celular. A conversa parecia interessante, imaginou ela, já que ele não tirava o sorriso do rosto. Maysa se sentou na cadeira em frente a sua mesa e esperou até que a ligação acabasse.
- Achei ótimo você ter vindo até aqui, não aguentava mais, precisava de você novamente, se é que me entende. - ele se aproximou ao terminar a ligação
- Dr.Alex, vim até aqui por motivos profissionais, então por favor, se afaste de mim! - Dizendo isso, Maysa empurrou levemente o rosto de Alex que se encontrava excessivamente próximo ao dela. Ele caminhou zangado até a janela e ficou calado por alguns segundos.
- Okay, então não gaste meu tempo e diga logo o que você quer.
- É ótimo saber que os assuntos profissionais não interessam a você! - ela provocou se levantando
- Maysa! - sentiu os dedos dele em seu braço - Não me provoque! Sente e me diga logo o que você quer!
- Apesar de ser meu chefe, não pense que não me deve respeito! -ela reclamou empurrando a mão de Alex para longe 
- Eu não sou apenas seu chefe. Você sabe disso! Você não pode dormir comigo e depois simplesmente fingir que somos estranhos! - Mais uma vez Alex aproximou seus rostos
- Sim. Eu posso, e sim, você é apenas meu chefe! E a questão é que estamos em nosso local de trabalho, ao contrário de uns e outros por ai, eu tenho ética, então, se você quiser ouvir o que eu tenho a dizer, sente-se e me escute! - ele mais uma vez se afastou zangado e sentou
- Vamos lá, diga!
  Maysa, sentou-se e começou , detalhou o caso ,e calou-se a espera da resposta de Andre.
-Maysa , eu realmente não sei o que você quer de mim! O garoto refez um assassinato de anos atras, se sentiu culpado , não teve coragem de se entregar e se suicidou, vocês resolveram o caso , agora é só tornar tudo isso publico e ponto final!
-Alex , tem alguém envolvido nisso! Eu tenho certeza , temos que descobrir quem é , isso não acabou por aqui. Você acha mesmo que é tudo tão simples assim?-Maysa estava visivelmente nervosa.
-O caso poderia ser simples, mas você está complicando tudo! Existem milhões de crimes sem solução por ai , milhões de assassinos livres , e você esta se preocupando com um que fez o favor de se matar!
-Alex , presta atenção no que eu vou te falar , deixaram a arma do crime embrulhada em cima da cama que o garoto se suicidou! Pra qualquer pessoa em sã consciência isso seria no minimo estranho!
-Blá , blá , blá! Eu não me importo , descobrimos quem matou a mulher e pronto! Isso já basta!-Alex bateu os punhos violentamente contra a mesa.
-Você não me intimida com isso Alex! Vim aqui pra pedir reforços , preciso de apoio!
-Minha intenção não é te intimidar , e sim deixar claro pra você que esse caso está encerrado! A partir de agora , essa caixa de presentes nunca existiu , vocês acharam a arma do crime e provaram que o assassino é o filho da vitima! Agora, por favor , saia da minha sala! Tenho coisas para resolver!
-Alex , você não pode fazer isso!-A raiva de Maysa era tão grande , que sem perceber acabou alterando sua voz.
-Cade sua ética , Maysa?!-Disse o rapaz debochado-Estamos no nosso local de trabalho , não é mesmo!? Então me chame de Dr.Alex , e eu com toda certeza posso fazer isso , eu sou seu chefe! Então , agora mesmo você vai sair da minha sala e fazer tudo o que eu mandei.Esse caso esta encerrado! Saia , tenho coisas para resolver!-Maysa , estava quase explodindo de tanto ódio , mas mesmo assim se controlou e caminhou lentamente até a porta-Não vai se despedir de mim , Maysa?-a moça não considerou o que havia acabado de ouvir , então apenas continuou seu trajeto até a porta. Maysa ,nunca foi de se arrepender de seus atos , mas naquele momento desejou ter levado em conta o que Samira havia lhe dito mais cedo.
  
   Ao chegar no andar em que sua equipe trabalhava sem parar para tentar descobrir o mistério da caixa de presentes , Maysa engoliu  a seco e pediu que todos se reunissem  para que ela pudesse informar todos de uma só vez
-Eu sei que todos estão muito empenhados e ansiosos para descobrir quem colocou a caixa de presentes na cena do crime , mas...-Maysa  definitivamente não estava pronta para contar isso a todos seus colegas de trabalho , ainda mais pelo fato de que quase todos os membros da equipe eram novatos , isso com certeza iria desanima-los muito-Vou falar de uma vez , o caso de Gracce esta encerrado!
-O que?!-Louise se irritou e acabou jogando todos os papeis que haviam em suas mãos violentamente contra o chão.
-Mas nós não resolvemos o caso ainda!-Gritou Arthur.
-Sim , eu sei! Mas o Dr.Alex achou melhor fecharmos o caso, pois segundo ele já descobrimos quem matou Gracce!-explicou Maysa.
-Ele está totalmente certo! Não tem pra que ficarmos atrás de uma pessoa que nós ajudou a descobrir quem matou a mulher!-disse Jacob , que por sinal estava muito satisfeito com a decisão de Alex.
 Maysa estava muito desapontada , então resolveu não falar mais nada, definitivamente ela não estava no clima para papeladas e mais papeladas naquele dia , então deixou tudo sobre a responsabilidade de Jacob , que era o "veterano" da equipe e voltou para sua casa....



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