História Dead: O Apocalipse Começa - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekyeol, Krisoo, Lemon, Sekai, Suchen, Xiuhan, Zumbi
Visualizações 54
Palavras 1.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


eu tinha que postar ainda hoje aaa
sou mesmo afobada

Capítulo 28 - Dead: enterro


Os soluços de Luhan foram a único som que se escutava por toda fazenda por longos minutos. A essa altura ninguém mais fingia estar dormindo ou coisa semelhante, apenas as crianças realmente estavam.

 

O corpo de Minseok estava estirado no chão, Luhan de joelhos ao lado. Não haviam feito muito, visto que ainda não tinha passado mais que dez minutos. Junmyeon, o líder apenas ficou ao lado do Lu, acariciando suas costas em um conforto mudo. Mas seus próprios olhos marejavam e o peito dolorido em um aperto sobrenatural.

 

Baekhyun surgiu chamando Yifan, não queria alarmar mais ninguém. No entanto tinha que resolver um assunto pendente lá fora. E o maior apenas seguiu o outro, Yixing já estava perto da porteira junto a Kyungsoo.

 

— O que ta acontecendo aqui? — inquiriu Yifan.

 

— Olha, nem a gente sabe. Não tivemos coragem de conferir...

 

— Baek, me poupe de suas enrolações. É o seguinte, Kris, tem um corpo enrolado no saco logo do lado de fora da porteira... Não ouvimos o carro se aproximar, mas logo depois do tiro ele já ia longe. Seja o que for...

 

— Onde? — e apontaram com a cabeça. — Ok. Vamos olhar!

 

 

O maior tomou a frente junto com Yixing, os dois pegaram uma lanterna e pediram para Baekhyun e Kyungsoo não alarma mais ninguém. Que ficassem quietos em seu posto e atentos.

 

Gemidos de dor, semelhantes aos murmúrios que já haviam escutado antes, foram ouvidos novamente. Apreensivo e com um aperto no peito, Kris aproximou-se com cautela, vendo que realmente se tratava de um corpo pelo formato do saco.

 

Seja quem fosse ainda estava vivo. Mas provavelmente sentia muita dor e, sangrava. Notaram uma pequena marca de sangue na terra.

 

Yixing apontou uma arma para ‘’aquilo’’ e o maior entendeu que ele que tinha que ver aquilo. Colocou a lanterna no chão, de maneira que iluminasse o corpo, e desatou a única corda que havia. Em seguida foi tirando o saco, primeiro dos pés e a visão já não era tão boa e depois...

 

Olhou para o chinês assombrado e os dois fizeram a mesma cara de espanto.

 

         ~~ Dead ~~

 

— Lu, vem comigo... Você precisa deixar o pessoal cuidar do corpo dele — Sehun tentou também, após grande maioria já ter tentado.

 

— Ele se foi, Sehun... — disse, o choro copioso voltando com soluços sufocantes.

— Eu sei. Eu sei... Sinto muito, hyung... Mas vem comigo, HM — Luhan cedeu depois de alguns segundos de insistência.

Os rapazes seguiram para o casarão, Jongin seguiu os dois em silêncio.

Junmyeon ficou de pé, fitando Chanyeol e Jô.

— Cadê Kris e Lay? — mas nem eles sabiam. — OK. Precisamos enrolar o corpo dele e amanhã cavamos uma cova e... Vou achar o Kris para ajudar.

Ele saiu, deixando o serviço para os que ficaram. Assustou-se ao ver eles estarem entrando no outro celeiro, carregando algo com Nora em seu encalço.

Seguiu eles em silêncio mas assim que alcançou a porta do local foi barrado pelo alto.

— O que ta acontecendo? — indagou.

— Nada! — exclamou. —Nada com o que deva se preocupar. — acrescentou após ver a cara que o líder fizera.

Ele intentou entrar não convicto da resposta que recebeu. Mas foi impedido mais uma vez. E com outra tentativa conseguiu entrar, seus olhos dobaram de tamanho ao presenciar a cena que viu.

 

Primeiro sentiu seu ar ir embora de seu corpo por ver tanto sangue e cortes que viu. Mas seu maior choque foi subir o olhar e...

 

Junmyeon segurou o próprio estômago, o grito preso em sua garganta não saiu o travando por dentro e em seguida sua  visão ficou turva escurecendo ate que apagou de vez.

 

Kris segurou o corpo pequeno de seu líder antes que ele atingisse o chão.

 

— Pensei que ele não podia saber agora... — Nora reclamou

 

— eu tentei, desculpa 

 

   ~~Dead~~

 

5hr da matina. Foi o horário que escolheram para fazer o enterro de Minseok.

 

Surpreendente ou não, Luhan estava calmo. Os olhos deixavam algumas lágrimas escorrer.

 

Todos se reuniram, sem exceção de ninguém. Alguns disseram algumas palavras junto á lagrimas, como Junmyeon que se sentiu na necessidade de encorajar os outros.

 

O acontecimento da noite anterior foi ocultado por um tempo. Embora fosse difícil manter suas pernas de pé quando queria estar dentro daquele celeiro. Quando desmaiou na noite anterior foi levado para a cama e só acordou nesta manhã.

 

Mas voltando ao momento presente, Luhan nada quis dizer.

 

As crianças choravam desesperadas, o Kim era alguém amável e querido por

todos, ainda mais naquela circunstâncias.

Quando por fim decidiram que era hora, Luhan foi o primeiro a pegar seu punhado de terra e atirar sobre o corpo envolto de um pano branco. E então o choro compulsivo voltou, a dor parecia ainda maior. Se é que era humanamente possível sentir mais dor.

 

Sussurrou baixinho para que ninguém mais ouvisse algumas palavras, eram apenas para seu amado.

 

  Chanyeol e Yifan  passaram a cobrir o corpo com a terra antes retirada. Pá a pá ele ia sumindo, o choro alto foi cessando e chegou ao ponto de restar apenas Luhan ao lado da cova.

 

   ~~ Dead ~~

 

— Como ele está?

 

— Seja lá o que fizeram com ele o deixaram com traumas que nunca irão sumir...

 

— Posso ver ele, Nora? — perguntou, embora estivesse muito apreensivo com o que iria ver.

 

Ela apenas sorriu e, assentiu: — Eu cuidei dele como pude. Limpei-ló, fiz curativos e dei alguns chás e comprimidos... Mas... Ele não esta estabilizado. Acorda e logo apaga novamente... E. Bom, pode entrar!

 

E a passos leves, ele entrou.

 

Sua reação não fora a melhor do mundo, novamente. Aquela dor conhecida estava presente no peito e seus olhos marejados. Mas ainda que pouco, seu interior sorria por ver-lo lá.

 

As pernas tremiam intensamente a cada passo. Mãos suadas. E quando finalmente alcançou a cama velha improvisada. E exatamente como durante a noite, as sensações voltaram mas tinha de ser forte.

 

Quando o olhou mais uma vez, sua aparência melhor, no entanto a dor o rodeava indicando o quanto seus dias haviam sido sofridos. E Junmyeon quis chorar, gritar, bater e xingar alguém... Mas segurou-se!

 

Ele estava desacordado, buscou primeiro aproximar-se mais e antes que alcançasse viu um bilhete ao seu lado. Provavelmente Nora o tinha posto ali e pensou logo em ler.

Mas enganou-se ao ver que não era de Nora:

 

Veja isto como uma prova de que simpatizei com você.

 Não precisa agradecer, tome-o como um presente

já que ele viraria comida de cachorro ainda hoje...

Cansaram do brinquedo e o deixaram em minhas mãos e ai está ele.

Não procure vingança! Não queira se meter conosco novamente

Ou não terei piedade

Isso é tudo, bye!

 

PS Talvez o presente esteja sem alguns pedaços, mas ele sobrevive.

                                                   

                                     Diana               

 

Ouviu um lamurio enquanto relia mais uma, duas, três vezes sem entender o que se passava. Olhou para as mãos, vendo que faltava um dedo da mão esquerda e o mindinho de seu pé esquerdo. Mais um gemido.

 

O corpo jazia seminu sobre a cama improvisada, e dava pra ver os vários curativos. Buscou um dos cobertores na cadeira, ele parecia estar com frio. Cobriu com leveza, fitando cada lugar onde por baixo dos gases deveriam estar os cortes que vira no dia anterior.

 

— E-E-Eu... — ele tentava falar, mas sua boca quase nem abrir, Junmyeon pensou que talvez tivesse com sede.

 

— Você está em casa — disse quando o outro começara a ficar inquieto... O rosto retorcido em nojo e dor... — Acabou, Jongdae, seja lá o que passou acabou... Você está em casa!

 

E sorriu torto em meio ás lágrimas que escorriam pelo rosto.

 

Jongdae estava vivo.

 

Ele estava em casa novamente. 


Notas Finais


ai, por favor
quero comentários
kkkkkkkk
nem sei quando volto a postar mas foi dois seguidos

e novamente, isso já estava plotado


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