História Dead World (Extinção) - Interativa - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~bibileismann

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Drama, Mortos Vivos, The Last Of Us, The Walking Dead, Tragedia, Z Nation, Zumbis
Exibições 65
Palavras 2.285
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Tenho que avisar pra vocês que infelizmente os personagens ficaram muito repetitivos. "Anti-social, solitário" e vou ter que matar alguns, não pretendia matá-los rápido, mas terei.
Esse capítulo será narrado pelo personagem Leoki Sota Nagaraki
Espero que gostem :)

Capítulo 6 - Aguente Firme


Fanfic / Fanfiction Dead World (Extinção) - Interativa - Capítulo 6 - Aguente Firme

[03:09]

Já se passou as minhas horas de vigia, mas o Luke ainda não acordou... Não irei acordá-lo, aliás não estou com sono, e hoje o luar está bem bonito... É possível ver estrelas, não temos mais eletricidade então já fazia um tempo que eu não conseguia observar as estrelas tão claramente. Fiquei de bruços na janela, apenas observando a rua que estava sendo iluminada pelo luar, e tomando cuidado para ver se algo acontecia. Três dias sem energia elétrica, apenas 3 dias... Foi o suficiente para o mundo virar um caos completo, não quero nem lembrar, famílias destruídas, pessoas correndo e se batendo como animais, vândalos invadindo lojas... É, realmente tudo foi destrui-...

Leoki: Que droga?! - Eu disse me abaixando na janela, a usando como proteção.

Eu vi algo a 3 casas da onde eu estava, na outra calçada, algo havia se mexido de dentro da janela. Mirei com minha arma no lugar, e não havia cortinas nem outro tipo de pano cobrindo a janela, realmente era algo que havia se mexido.. Eu fiquei curioso, aliás, estar preparado é sobreviver... Eu acho. Decidi ir investigar o local apenas por precaução, não queria arriscar ficar num lugar onde poderia ser atacado a qualquer momento.

Leoki: Luke, se estiver me escutando, não saia daqui. - Saí e fechei a porta de onde dormíamos.

Enquanto eu descia pela casa onde nós estávamos, reparei que havia algo na porta do banheiro do piso inferior, a porta se localizava em baixo da escada que levava ao piso superior, era um grande "K" escrito com sangue, o sangue já estava seco, então provavelmente não era motivo de preocupações, porém quando chequei o outro lado da porta, havia um grande "A", e esse sangue não estava seco.. Isso me assustou um pouco. Saí da casa e havia uma linha cortada no chão, eu não havia reparado nela antes por causa do conflito que aconteceu quando eu e Luke entramos na casa, a casa não tem quase mobília alguma, e as que tem estão cobertas por panos, é difícil imaginar onde diabos a linha estava amarrada. Coloquei um pé na rua, e senti estar sendo observado por algo.. Fiquei parado por 6 segundos, apenas olhando para os lados, e a sensação não ia embora, mas eu não estava nem aí, fui em direção a casa bem devagar para não fazer algum barulho que alertasse o que quer que esteja lá dentro. Havia uma escadinha de madeira que direcionava à porta, a casa tinha cercas em volta dela, a porta estava escancarada, nada suspeito, não é mesmo? Mantenha a calma, Leoki, não é tão ruim assim, não seja um bundão. Nessa madrugada um vento forte passava pela cidade, eu estava sem blusa e estava sentindo o frio na pele, isso só aumentava o clima tenso, então arranjei coragem para entrar... Um passo de cada vez. Fui adentrando na residência, peguei minha AK-47 e fiquei atento para atirar em qualquer coisa que estivesse viva, eu estava suando e tremendo... Estava tudo escuro, mas aos poucos a casa foi se clareando e meus olhos foram se ajustando ao ambiente. Havia na casa apenas uma televisão que estava em um suporte, uma escada de madeira que levaria para o segundo andar, outra escada que aparentemente me levaria ao porão, e uma porta, que levava ao banheiro. A entrada para as escadas de subir estavam bloqueadas, deixando apenas a escada para baixo, e tinha um pequeno feixe de luz vindo de baixo, luz alaranjada, deveria ser fogo. Ouvi gemidos assustadores vindo de baixo, poderia ser alguém ferido, precisando de ajuda... Não importa, não é preciso se preocupar com desconhecidos... Minha vida não vale só isso.

Parei de mirar e sai da posição de ataque, relaxei um pouco e me aliviei, toda aquela tensão já tinha saído. Virei-me e prossegui andando em direção à saída, quando percebo barulhos rápidos atrás de mim e rapidamente virei-me segurando minha arma e atirando, mesmo sem saber oque era.. Apenas vi algo vindo em meu rosto, tudo ficou escuro.. e escutei um zumbido.

[03:40]

Me acordei lentamente, minha visão estava distorcida e eu estava sentado, fui recuperando os meus sentidos lentamente... O lugar estava fedendo e senti o amargo gosto do sangue em minha boca. Minha visão estava se recuperando aos poucos, consegui finalmente manter os meus olhos abertos, eu vi que estava amarrado em uma cadeira de madeira, tentei me levantar pois os meus pés também estava amarrados à cadeira.. Olhei para o lado e vi outra pessoa sentada em uma cadeira, ele também estava amarrado e me parecia desmaiado, ele estava despido e sangrando, MUITO! Eu estava vestindo algo como um macacão de prisioneiro de cor amarelo queimado, comecei a me balançar novamente, foi em vão. Olhei em volta, eu estava em um quarto totalmente de cimento, as pareces tinham fungos, lodo e sangue, havia apenas uma passagem, mas a cadeira estava de costas para a passagem, o quarto era iluminado por um refletor amarelo... Olhando com mais cuidado, forcei meu corpo para a direção do homem que estava amarrado ao meu lado e vi que havia uma prateleira feita de ferro, que agora estava enferrujada, e continha ferramentas na prateleira que ficava ao lado dele, a maioria dos equipamentos continha sangue em algumas partes. Quando eu movia meus pés, eu ouvia barulho de líquido, olhei para baixo e havia mais sangue no chão, felizmente não era meu e sim do pobre homem ao meu lado.

Leoki: Hey... Cara?... Tá acordado? - Ele não me deu resposta...

Tentei relaxar e pensar em um plano, mas eu realmente estava sem escolha ali.. De repente ouvi passos vindo de trás e fiquei com medo, fiquei parado na cadeira e suando.. Eu estava olhando fixamente para o chão.

Homem Misterioso: Hahaha! Já acordou?... Que coisa, não é mesmo? Eu estava pensando em fazer algo com o outro mas ele ainda está dormindo, então terá que ser você!

Leoki: Q-Que droga você tá falando?...

Ele se aproximou de mim, o maldito usava uma máscara e então não consegui ver o seu rosto. Ele colocou a mão em minha cabeça, tentei desviar, porém minha possibilidade de movimentação no momento não era uma das melhores, depois ele tirou sua mão e me mostrou, percebi que estava sangrando muito daquela coisa que havia me batido. Mas, não parecia ter sido ele! Era algo menor que ele, e era veloz, esse homem é musculoso e alto, ele provavelmente não se moveria tão rápido quanto aquilo... Sendo assim o maldito tem parceiros, provavelmente. Droga... Minhas chances de conseguir sair daqui se diminuem cada vez mais, não quero morrer nesse lugar sujo.

Homem Misterioso: Está me ouvindo?! Não me ignore! - Ele deu um soco com sua mão direita no lado esquerdo do meu rosto, fazendo sair sangue e saliva de minha boca, voltei a minha cabeça para ele, e meus cabelos loiros caiam sobre meus olhos, eu percebi que a parte direita da minha franja estava escura e molhada, e pingava um líquido grosso.. A pancada realmente foi violenta. - Muito bem... Vamos começar.

Ele se virou e foi até a prateleira, começou a mexer em umas facas, tesouras e outros equipamentos... Não acredito, eu vou ser torturado aqui mesmo?!

Leoki: Não, não cara. A gente pode resolver isso de outra forma?.. Eu vou embora desse lugar, você nunca mais vê a minha cara.

Homem Misterioso: Não, cale a boca.

Filho da puta... Ele realmente não me deixaria ir embora, a única forma era aceitar?.. Ele veio até mim com uma faca e uma agulha, eu estava com vontade de chorar, mas consegui resistir. Ele pegou a minha mão, que estava amarrada atrás da cadeira, minha mão esquerda... Colocou a faca nela e senti ele pressionando meu dedo mindinho.

Leoki: Oquê? Não, para cara!

Homem Misterioso: Heh, heh!!

Eu senti aquela lâmina fria perfurando o meu dedo e cortando a minha carne, logo depois ele fez mais força e começou a bater rapidamente, cortando meu osso... Durante todo esse processo eu gritei e chorei, agora já era impossível dar uma de orgulhoso. Eu já não sentia mais meu dedo, eu nem sabia se ele estava lá ainda... 

Homem Misterioso: Para de chorar! Você é uma garotinha agora?! - Ele deu uma facada em meu ombro direito.

Leoki: Aaaaaaaaargh!!! Caralho! Para com isso, seu doente filho da puta!

Homem Misterioso: Filho do que?!!!! - Ele pisou em cima dos meus testículos e deu um soco em meu estômago, me fazendo cuspir sangue em seu braço. - Ah, qualé?... Essa blusa era nova.. Haha.. Vamos lá, eu tenho uma anestesia aqui para o seu dedo, mas olha só, eu não vou aplicar no seu dedo! - Ele dizia com uma expressão irônica em seu rosto - Eu vou aplicar nessa sua droga de perna, pra você parar de se mexer! - E ele com toda agressividade e brutalidade colocou aquela agulha enorme na minha perna esquerda,provavelmente o impacto de sua mão se chochando com a minha coxa doeu mais que a agulha entrando.

Leoki: ... Urgh... Seu.. 

Ele pressionou a anestesia para dentro de minha perna, que fez efeito rapidamente, quando ele tirou a seringa, a agulha não estava mais lá e havia ficado dentro de minha perna. Eu comecei a sentir uma agonia misturada com uma dor enorme no momento, não sabia mais oque fazer para escapar e então minha visão estava se escurecendo novamente, desmaiei de dor, mas antes de desmaiar eu ouvi uma voz feminina dizendo "as vezes você passa do limite".

Quando acordei, o homem que estava apagado ao meu lado estava sendo torturado, eu não quis olhar a cena, ele gritava, gemia, chegava até a rosnar de tanta dor que sentia... Eu escutava barulho de lâminas, ossos, sangue caindo no chão, eu ainda fingia estar apagado, para não ser torturado novamente, até que ouvi os dois gritando simultaneamente e uma grande quantidade de sangue voou em meu rosto e braço e em seguida o bagulho de algo pesado caindo no chão. Eu ainda sentia minha perna dormente, então não fazia muito tempo desde que apaguei. O torturador saiu da sala, então levantei a minha cabeça para ver oque havia acontecido, na cadeira á minha direita, só tinha um corpo sentado, sem cabeça. Eu instantaneamente vomitei no chão com a aquela situação.

Leoki: Que.. merda...

Depois de muito pensar, eu vi uma chance para escapar, era arriscado, mas podia dar certo. O grande erro do psicopata desgraçado foi ter deixado sua agulha em minha perna, forcei minha coluna e consegui colocar a minha boca na minha coxa perfurada, eu tive que lamber a ferida até conseguir localizar a agulha, quando achei, rapidamente abocanhei ela e tirei de minha perna, eu acabei mordendo minha carne também, e doeu para caramba! Com a agulha em minha boca, pensei em cuspi-la para minha mão... 1.. 2... 3... Cuspi, e agarrei a agulha com minha mão direita, deu certo! Comecei a perfurar a fita com a agulha, até poder forçar e destruir a fita. Consegui soltar minhas mãos e fui direto para as pernas. Consegui me libertar rapidamente e me levantei da cadeira, eu estava descalço então tive que pisar em todo aquele sangue, olhei para a minha mão esquerda, realmente o maldito havia retirado meu dedo mindinho, o sangue havia se espalhado por toda a minha palma, eu estava mancando por causa da anestesia. Fui até a prateleira e tratei de pegar um facão e uma machadinha. Eu apenas fiquei lá dentro, esperando o maldito voltar pensando que ia me torturar novamente, eu ouvi passo, quando o desgraçado entrou eu apenas peguei meu facão e enfiei em sua costela, ele caiu no chão.

Homem Misterioso: Pare! Desgraçado!

Leoki: Aaaah!

Parti pra cima dele com toda a fúria que eu tinha e dei uma facada em seu crânio, voou sangue pela parede... Eu sei que é errado, mas senti uma sensação de alívio no momento. Puxei a faca para sair, mas havia prendido em seu crânio, pisei em sua cara e puxei  a faca. Como eu estava sem opções ali, decidi pegar tudo que ele tinha, eu era um pouco menor que ele, então tive certeza que serviria em mim... Suas roupas eram uma regata branca, uma jaqueta jeans verde e velha, uma calça preta folgada, um cinto preto e um coturno preto. Ele ainda tinha uma pistola 9mm em seu cinto e uma lanterna. Eu decidi que era hora de sair do lugar, acendi a lanterna e fui andando por aquele corredor de pedra, até que uma mulher de cabelos pretos saiu de dentro de uma porta. 

Leoki: Parada! - Eu mirei a pistola nela e coloquei a luz em seus olhos.

Miranda: Meu nome é Miranda... Você pode confiar em mim.. Eu não sou igual aquele cara. Seus equipamentos estão aqui dentro, menos suas roupas... 

Leoki: Não sei se posso confiar em alguém nos dias de hoje. - Eu disse entrando vagarosamente na sala, ainda assim mirando na mulher.

Miranda: Eu entendo o seu lado, oque acabou de acontecer... Eu tenho bandagens aqui, deixe-me cuidar de seu dedo e essa ferida em seu ombro. A sua carne pode ficar podre, sabia? - Ela dizia tentando se aproximar.

Leoki: Como vou saber se você não estava participando? - Eu peguei minha AK-47 e coloquei ela na minha mochila, deixando seu cabo para fora.

Miranda: Eu sou uma cientista, eu posso te ajudar. Ele estava me obrigando a ajudar ele, ou ele me matava, mas eu juro, em momento algum eu machuquei você, ou você teria visto, certo? - Ela dizia com calma.

Leoki: Não se aproxime! - Eu coloquei minha mochila em minhas costas e continuei mirando na moça...


Notas Finais


E aí, oque querem que seus personagens façam? Leoki vai confiar na moça ou não? Falem nos comentário, SÉRIO, FALEM, NINGUÉM NUNCA FALA
Me desculpem pelos dias sem cap!


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