História Deads' - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
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Palavras 2.894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shonen-Ai, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tan tan tan taaaaan

Num é que to conseguindo reescrever a fic mesmo?

Hohohoho

Capítulo 16 - Jungkook, Jimin, Hoseok, Namjoon, Jin, Taehyung, Yoongi


Fanfic / Fanfiction Deads' - Capítulo 16 - Jungkook, Jimin, Hoseok, Namjoon, Jin, Taehyung, Yoongi

Capítulo 16 – Jungkook, Jimin, Hoseok, Namjoon, Jin, Taehyung, Yoongi

- O que faremos agora? – Yoongi questionou ao se aproximar de Namjoon ainda a mirar ao longe a costa do porto destruído – se o motor não funcionar ficaremos flutuando sem rumo...

-Talvez invadamos o espaço náutico de algum país e teremos a sorte de sermos pegos... ou podemos tentar consertar o motor com o que conseguimos trazer – Namjoon começou a tentar raciocinar alguma solução.

-Eu vou fazer o inventário do que conseguimos trazer – Yoongi assentiu, ainda segurando o ombro machucado ao ir em direção à cabine do barco, onde Taehyung e os pequenos haviam entrado momentos antes.

-Eu vou ver como nos organizamos para dormir e comer... – Seokjin assentiu, tirando seus olhos do horizonte perdido de costa e seguindo Yoongi para dentro da cabine.

Namjoon olhou em volta, mirando o olhar sério e ansioso de Jimin e Jungkook mais à direita do barco, e Hoseok a caminhar de um lado para o outro verificando se não havia buracos ou algo que pudesse comprometer a segurança da embarcação. Fitou o horizonte perdido apenas mais uma vez antes de respirar fundo, estava na hora de também procurar algo útil para fazer ali.

-Vai ficar tudo bem – Jungkook balbuciou para o namorado mais velho, como se sentisse que era seu dever tentar acalmar o outro e Jimin saiu de seu estado confuso, sorrindo pequeno e sem graça para o mais novo, quando fora que Jungkook passara a lhe confortar e não o contrário?

-Eu vou ajudar Yoongi-hyung no inventário – Jimin assentiu, dedicando um beijo no namorado de modo breve antes de seguir para a porta de entrada da cabine.

-Hyung, eu fico de vigia por enquanto – Jungkook falou em direção a Namjoon assim que Jimin fechara a porta – se quiser descansar ou ajudar Jin-hyung

-Não, eu vou te fazer companhia – Namjoon assentiu – alguma coisa anormal Hoseok?

- Tirando o fato de estarmos totalmente a mercê das ondas? O barco parece estar aguentando bem – o jovem adolescente respondeu, antes de se juntar aos outros dois na frente da proa, todos se sentando, em vigilância por alguma anormalidade externa.

-Esta muito frio – Hoseok se manifestou após alguns minutos – vou ver se Yoongi e Jimin acharam casacos de frio entre as coisas que trouxemos.

Namjoon e Jungkook assentiram, Hoseok então se levantando e indo em direção à porta de entrada da cabine.

Ao abrir a porta estranhou não ver ninguém no primeiro cômodo de entrada, as bolsas e caixas que carregaram na correria ainda ali, um pouco desfeitas, como se alguém tivesse começado a desfazê-las antes de sair. O barco era pequeno, e a cabine e parte interna também tinham cômodos pequenos.

-Taetae? Jimin? – Hoseok chamou, pegando sua arma de sua cintura e começando a andar pelo estreito corredor com 5 portas. Empurrou a primeira: um minúsculo quarto com uma beliche acoplada. Empurrou a segunda: uma minúscula copa, com um balcão, pia e fogão acoplados e armários aéreos. Terceira porta: mais um quarto, um pouco maior que o primeiro e com quatro camas acopladas. A quarta porta sabia ser um banheiro, e também não encontrou ninguém ali, e foi ao chegar perto da última porta do corredor, que levaria para o compartimento debaixo do barco que o jovem começara a ouvir pequenos murmúrios.

“Shiu... vai ficar tudo bem...” uma voz desconhecida logo acompanhou os murmúrios baixos “Que pele macia!”.

Hoseok se apressou em abrir a porta, descendo as escadas de modo rápido para o maior cômodo do barco: sala de máquinas, ajustando os olhos para tentar enxergar no escuro, distinguindo apenas formas amarradas em um dos pilares de madeira de sustentação, algumas deitadas e uma forma maior agachada no chão próximo a um corpo sentado e bem pequeno.

-Se afaste dela – Hoseok bradou ao reconhecer o tamanho de Tawnha, mas sem saber quem era o homem tocando-a.

O homem não respondeu nada e nem se afastou então Hoseok pronunciou o dedo para apertar o gatilho, e fora quando um golpe em sua cabeça fizera todo seu corpo cair e desmaiar.

-Achei que ia deixar ele atirar em mim antes de acertá-lo – o homem de rosto envelhecido e mau cuidado, nariz torto e aparentemente quebrado e mal cicatrizado resmungou em um sussurro gritado.

-Vamos ter tempo para brincar com eles depois – uma voz desconhecida e grave veio do local onde o corpo de Hoseok havia caído, o homem se apressando e puxar o garoto pelas pernas e começar a amarrar suas mãos e pés – deixe a menina e vamos nos concentrar em terminar de subjugá-los, você viu do que esses moleques são capazes, especialmente aquele fedelho Jungkook...

-Apenas matemos ele de uma vez... ele é problema demais para valer a carne e a foda – o homem de nariz quebrado

-Todos eles são – o segundo homem resmungou – com exceção dos menores, todos eles são problema de mais para valer a foda, mas se o que ouvimos é verdade e esse barco não funciona, é melhor guardar a carne, podemos precisar dependendo do tempo que passarmos em alto-mar.

Tawnha murmurou contra o tecido de sua boca novamente, não conseguindo emitir muito som pela força com qual esta estava amarada, os olhos inundados em lágrimas e o corpo trêmulo.

-Shiu, minha querida, ou eu mato seu irmão sim? – o homem de nariz quebrado apontou o facão em sua mão para um desacordado Taehyung amarrado em uma das pilastras – afinal, foi ele quem fez isso com minha cara – resmungou ao apontar para o nariz quebrado – queria fodê-lo bem dolorido para ele aprender a lição antes de mata-lo, mas se você não ficar quietinha eu o mato antes, o que acha pequena?

Tawnha então se forçou a não emitir mais nenhum som, o choro mudo e lágrimas nas feições trêmulas tentando se conter.

-Boa menina – o homem de nariz quebrado acariciou seu cabelo com os dedos sujos e grossos – você vai ser minha nova favorita.

 

 

-Há algo errado – Namjoon estatuou ao mirar a porta da cabine – esta quieto demais lá dentro, e Hoseok ainda não voltou com os casacos...

Jungkook pareceu se sobressaltar com o comentário do hyung, se adiantando em direção à porta...

-Jimin...

-Espere – Namjoon segurou o braço do mais novo, entregando o machado que estava ao seu lado na proa na mão deste, antes de empunhar uma arma que trazia em sua cintura – tem uma entrada alternativa na proa, o tanque de pesca, esta vazio, mas tem uma saída para a sala de máquinas na lateral dele, você vai por ele e eu vou pela cabine.

Jungkook assentiu, caminhando até a parte detrás da proa, onde o tanque de pesca ficava.

Namjoon abriu a porta da cabine lentamente, adentrando o cômodo de entrado, vendo as portas do corredor abertas e indo direto para a porta fechada do final, a entrada da sala de máquinas, colocando o ouvido contra esta para tentar ouvir algo.

-Devíamos ter esperado eles consertarem o barco antes de soltar a corja de zumbis neles... – conseguiu ouvir uma voz conhecida e odiada pelo jovem.

-Quando os vimos na estrada não sabíamos que o barco estava quebrado, mas pelo que observamos deles o tal Namjoon sabe consertar essa coisa, por isso não o mate ainda... – uma voz desconhecida respondeu ao maldito psicopata que havia e estuprado e matado duas crianças e havia emboscado a ele e a Jin alguns meses atrás, assim que tudo havia acabado.

-Ele e esse maldito Seokjin mataram meus últimos brinquedos...

-E você vai mata-los assim que eles consertarem o barco, vamos precisar de reféns para obriga-lo a trabalhar, neste momento, o único que podemos matar é o fedelho Jungkook, aquele garoto é maluco, você viu o modo como ele matou aqueles zumbis, é arriscado demais mantê-lo vivo.

-Não acredito que você esta mesmo com medo de um fedelho!

- Você subestimou um fedelho bem menos forte e acabou com um nariz quebrado. Não subestime a força que o desespero pode dar a esses garotos, temos que mantê-los aterrorizados, mas não desesperados, se eles sentirem que não tem nada a perder vão se tornar um problema.

-Devíamos apenas matar todos depois de fodê-los, mantemos viva apenas a pequena, e talvez o irmão pequeno dela... talvez esse Jimin... é bem macio...

Ouve uma pausa muito longa e alguns movimentos de pés antes da voz começar a falar alto da parte de dentro.

- E deixar a carne apodrecer? Desperdício! Não é Namjoon e Jungkook? Podemos ver seus pés por debaixo da porta! Larguem suas armas e entre aqui com as mãos para cima ou eu não vou me importar com desperdícios e vou começar a matar seus amigos.

Namjoon apertou a mão no cabo de sua arma, o gelo e pavor lhe invadindo ao ouvir a ameaça do desconbhecido, que pelo visto, os observava há algum tempo.

-Não gosto de esperar – a voz conhecida do maldito filho da puta psicopata gritou – você e Jungkook, larguem as armas e entrem com as mãos para cima ou eu começo a matar por... vamos ver, oh! Boa noite belezinha! Teve bons sonhos? Lembra de mim? Seokjin certo? Vai parecer confuso, mas diga para seu namoradinho Namjoon e o fedelho Jungkook se entregarem ou você vai ter que morrer.... vamos!

O grito de Jin soou por detrás da porta e Namjoon praguejou antes de abrir a porta e mirar o cômodo escuro e vultos.

-Arma no chão – focou sua visão na figura que segurava o que reconhecera como o corpo de Jin contra si, o facão que há algum tempo atrás pertencera ao namorado na mão deste, ameaçando cortar a garganta de seu amado.

Namjoon obedeceu, tentando mirar Seokjin mais atentamente ao abaixar a arma e coloca-la no chão, levantando as mãos e começando a descer as escadas.

-Não, não, não, não... e Jungkook? Onde esta aquele fedelho que mais parece um cão raivoso? – a voz do desconhecido, que apontava uma arma de fogo para si, veio da parte direita do cômodo e Namjoom mirou as feições rechonchudas e velhas de um corpo roliço e baixo.

-Ele ainda esta lá em cima, eu vim verificar a demora dos outros sozinho – Namjoon mentiu.

-Pega um refém e vá lá fazê-lo se render – o desconhecido ordenou ao filho da puta psicopata lançando um olhar significativo para este, Namjoon sabiam que eles não queria que Jungkook se entregasse queriam apenas que não reagisse antes que o matassem.

- Você lembra de quem o fedelho mais gosta? –o maldito psicopata questionou ao jogar o corpo amarrado de Seokjin para o lado.

- Jimin, na escuta que colocamos no caminhão ele não parava de falar o nome Jimin – o desconhecido respondeu e o maior de nariz quebrado se adiantou para o corpo de Jimin desacordado deitado de lado no chão, com as mãos e os pés amarrados, dando alguns tapas nas bochechas redondas do garoto para que este acordasse.

Jimin acordou em espanto, abrindo a boca para gritar, mas sendo impedido por um soco do adulto forte de nariz quebrado antes de ter sua boca tampada e amarrada por um pano.

-Você fica quieto, ou matamos seus amigos – o homem rugiu, Jimin se retraindo e assentindo em um choro mudo antes de ser puxado pelas mãos grossas e violentas em direção à escada de saída.

O homem mais velho e baixinho moveu a arma que segurava em direção a Namjoon em indicação que o jovem deveria terminar de descer as escadas e ir para a esquerda. Namjoon obedeceu a contra gosto, bem lentamente, pedindo aos céus para que Jungkook tivesse entrado no tanque de pesca e ouvido toda a conversa daqueles malditos, que fizesse algo para ajuda-los a sair daquela, porque sabia que sozinho não iria conseguir derrubar os dois.

Assim que Namjoon liberou a saída o maldito psicopata subiu as escadas, arrastando um completamente amarrado e apavorado Jimin consigo.

-Tem uma corda do seu lado no chão, pegue-a e siga meus comandos para se amarrar – o maldito psicopata baixinho bradou apontando a arma para o corpo no chão de Jin-hyung quando Namjoon hesitara.

Namjoon então obedeceu de modo lento, mantendo sempre o olhar nos olhos desesperados do namorado, como se pudessem planejar algum modo de saírem daquela fazendo aquilo.

Seokjin respirou fundo e assentiu ao que quer que fosse a conversa que tivera com o amante.

- Ele é o músculo e você é o cérebro, não é? – Namjoon começou a falar assim que pegou a corda – quando ele nos emboscou alguns meses atrás, ficamos com medo porque ele era maluco e forte, mas por sorte não muito inteligente...

-É, ele me contou o ocorrido quando avistamos vocês e o caminhão na estrada – o psicopata baixinho assentiu no que parecia humor – vocês são bem espertos para um bando de adolescentes! Nunca pensei que pudessem sobreviver a um mundo louco como esse, mas ... eu não sou tão burro quanto ele, não subestimo minhas presas por mais inofensivas e indefesas que elas possam parecer. Então, não tente me distrair com seu papo ou me fazer ficar contra meu ‘atual sócio’... estou anos há sua frente para cair nessa. Agora passe a corda pelos seus tornozelos...

Namjoon fora obedecendo às ordens do homem, bem lentamente, tentando manter a atenção deste em si enquanto Jin-hyung parecia apenas quieto no chão, mas seus braços se moviam atrás de seu corpo de modo quase imperceptível enquanto usava uma lâmina que aprendera a guardar no bolso de suas calças para cortas as cordas de seus pulsos.

-Pena que mesmo não sendo ‘tão burro’ ainda precisa de um fedelho como eu para consertar esse barco – Namjoon tentou provocar quando percebeu que os movimentos dos braços do namorado estavam mais fáceis de perceber, não querendo que este chamasse a atenção do psicopata.

-Um pequeno detalhe... – o psicopata baixinho deu de ombros antes de repentinamente puxar o gatilho e acertar o braço de Seokjin.

Namjoon se adiantou em desespero ao ouvir o urro de dor do namorado, os tornozelos já amarrados lhe atrapalhando.

-Eu disse que estou anos a sua frente, agora você vai voltar pro seu lugar e vai seguir minhas ordens para amarrar as mãos ou o próximo tiro não pegará de raspão nele.

-Ok! – Namjoon assentiu, olhando preocupado para o namorado que sangrava e arfava no chão, notando pelo canto do olho Yoongi e Taehyung amarrados em uma das pilastras começarem a acordar com o barulho do disparo, do lado de Tawnha os corpos de Townho e Hoseok também começando a se movimentar.

-Sejam bem vindos! Vai parecer confuso, mas com o tempo vocês aceitam – o psicopata baixinho sorriu para as feições assombradas de Yoongi, Taeyung, Hoseok e Townho – eu estou no comando, se vocês se comportarem e obedecerem vocês vivem, se não, vocês começam a assistir seus amigos se ferirem e morrerem um a um até vocês obedecerem. Vocês entenderam?

-Filho da...- Hoseok começou a xingar antes de ser interrompido pelo senhor baixinho e roliço ao que este apontou a arma para Taehyung.

-Vamos manter a boca suja sob controle também, meu ‘sócio’ já esta bem a fim de foder seu namoradinho até ele gritar de dor pelo o que ele fez no rosto dele, não vamos adicionar eu fodê-lo na sua frente também para te punir por ficar me difamando deste modo, minha mãe era uma senhora muito correta, pena que eu tive que mata-la?

A porta da sala de máquinas se abriu, a o formato grande do psicopata de nariz quebrado aparecendo por ela.

- Matou o fedelho maluco?- o psicopata baixinho questionou ao começar a ajeitar os olhos para tentar olhar o ‘sócio’ através da pouca luz – Cadê o refém? – questionou ao não ver o corpo do garoto nas mãos do maior, fora quando o corpo grande do psicopata de nariz quebrado despencou morto da escada, atrás dele a forma de Jungkook se adiantando escada a abaixo e correndo em direção ao psicopata baixinho que chegou a conseguir a disparar um tiro contra o ‘fedelho maluco’ como chamara, não acertando devido ao escuro e velocidade do menino antes que este já estivesse em cima de si, o machado na mão do garoto girando no ar antes de acertar o braço armado do psicopata, cortando-o quase completamente fora.

Jungkook então empurrou o homem mais velho que tinha sua altura todo o caminho até a parede do fundo da sala de máquinas, levantando o machado em sua mão mais uma vez para acertá-lo novamente, quando este se jogou no chão, o machado do garoto acertando a parede de metal atrás deste, a lâmina grossa ficando presa no buraco provocado pelo golpe.

O psicopata baixinho se arrastou até sua arma, pegando-a com  a mão do braço não decepado e se voltando para atirar em Jungkook.

-Seu fedelho maluco! – praguejou ao puxar o gatilho, o sangue jorrando e tingido a parede de metal.

Todos na sala de máquinas se assombraram com o ocorrido, dois gritos de dor ecoando enquanto Namjoon, já com os pés desamarrados, se adiantou e pegou o facão que antes estava na mão do corpo morto do psicopata de nariz quebrado, se apressando em cortar a cabeça do maldito assassino antes que este pudesse acertar mais alguém.

Jimin abrira a saída do tanque de pesca para a sala de máquinas ao ouvir o disparo, os olhos assustados entrando em desespero e choro ao mirar o sangue na parede ao seu lado e o corpo no chão.

-Não.... não, não, não....


Notas Finais


Kissu!


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