História Dear best friend - Capítulo 65


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Escolar, Originais
Visualizações 41
Palavras 2.292
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hello bolinhos, voltei.

Eu estava pensando aqui sabe, e cadê o povo que comenta?

Gente, vcs tem medo de mim? Eu sou um amorzinho. Sério.

Comentem aí que eu vou responder todos vocês. Eu juro.

Capítulo 65 - Cachorro do Satanás


POV. Annie ON

- Essa é uma das nossas últimas semanas por aqui, não é? - perguntei para Bea. Eu estava entre suas pernas e ela tinha seus braços envoltos em minha cintura. Estávamos em nosso quarto, apenas aproveitando a companhia uma da outra.

- É sim - suspirou descansando sua cabeça em meu ombro.

- Eu vou sentir falta deste lugar - sussurrei fazendo carinho em sua bochecha - dos seus avós.

- Eu também.

- Você vem pra cá todo ano?

- Quando eu não fico de castigo por causa das notas ruins... - deixou no ar e soltou uma risada fraca - sabe, eu estou dando graças a Deus que este ano é meu último naquela escola.

- Vai mesmo ser colecionadora de carros?

- Vou. Você acha que isso é meio louco da minha parte? - perguntou, e eu diria que seu tom de voz era um pouco apreensivo.

- Não. Você apenas tem um sonho, como todo mundo – ela sorriu e senti sua respiração bater contra a minha pele.

- E você vai ser advogada? – perguntou e eu assenti levemente com a cabeça – mas você não pode se fazer de séria o tempo todo pra qualquer um – estranhei sua fala e me virei pra ela.

- Por que? – questionei com a sobrancelha arqueada.

- Porque quando você fica séria, você fica muito sexy – disse me arrancando um riso – ei! Eu estou falando sério, okay?

- Tá bom. Eu não vou ficar séria o tempo todo – levantei minhas mãos em sinal de rendição – como consegue ter ciúmes de quem nem conhece?

- Até parece que tu não sabe o quanto eu sou dramática e ciumenta.

- Oh claro, você é o drama em pessoa – falei e ela semicerrou os olhos pra mim – foi você quem disse – me defendi e ela revirou os olhos – vai fazer manha?

- Vou – disse e um bico se formou em seus lábios.

Me aproximei e mordi seu lábio inferior, o puxando e fazendo-o deslizar por entre meus dentes. Me sentei em seu colo, de frente pra ela e roçei meus lábios nos seus. Bea ainda estava com seu bico e não fizera nada. Me afastei vendo-a morder o lábio inferior. Saí de seu colo e me sentei em sua frente, a encarando com a sobrancelha arqueada. Bea desviou seu olhar do meu e virou seu rosto para o lado. Soltei uma risadinha nasal pela birra dela e me deitei. Eu sabia que ela não ia ficar desse jeito por muito tempo, ela nunca fica.

Fechei os olhos e suspirei. Eu conseguia ouvir os meninos e os avós dela conversando no andar de baixo, Robbin latindo por alguma coisa tosca, provavelmente, e a tv que estava ligada.

O colchão afundou dos dois lados do meu corpo e eu sabia que era Bea. Abri os olhos e ela estava com seus joelhos um de cada lado do meu quadril, mas não estava sentada nele. Ela aproximou seu rosto do meu e colou nossos lábios. Abracei seu pescoço e ela se sentou na cama, levando meu corpo junto, fazendo-me voltar para o seu colo.

A morena dava leves mordidas em meus lábios e nossas bocas se moviam em sincronia. Ela chupou minha língua antes de quebrar o contato dos nossos lábios e partir para o meu pescoço, distribuindo beijos e mordidas pelo mesmo.

- Bea – chamei a morena que estava ocupada com meu pescoço e me respondeu com um som nasal – eu... eu quero fazer... aquilo... de novo – falei com as bochechas quentes e ela me olhou.

- E... você se sente confortável em fazer, aquilo de novo? – perguntou dando ênfase em “aquilo” e eu assenti.

A morena sorriu e beijou meus lábios novamente. Suas mãos seguraram a barra da minha blusa e a puxaram para cima, fazendo-a deslizar por meus braços. Ela jogou minha blusa em algum canto do quarto e quando voltou a me encarar, um meio sorriso nasceu em seus lábios. Eu havia me esquecido que estava sem sutiã.

- Você por acaso está querendo me matar? – perguntou me fazendo soltar um riso fraco – porra, eu ainda não estou acreditando que tenho tudo isso pra mim – sussurrou em meu ouvido e eu passei meus braços pelo seu pescoço.

- Só pra você – sussurrei contra seus lábios. Ela sorriu e me beijou, com mais vontade dessa vez. Procurei pela barra de sua camiseta e a puxei para cima, ficando sem ar no momento seguinte. Ela também não estava usando sutiã – isso é algum tipo de revanche? – perguntei com a sobrancelha arqueada e ela riu.

Céus! É incrível como essa garota mexe comigo, como meu corpo responde aos seus toques, por mais singelos que sejam.

Ela deitou meu corpo sobre a cama e levou suas mãos uma para cada lado da minha calcinha, desfazendo os laços que tinham ali, e retirando aquela peça do meu corpo. Segurei no cós de sua bermuda e a puxei um pouco pra baixo. Eu precisava dela, precisava tê-la em mim agora.

A morena em minha frente, me encarava com seus azuis escurecidos e penetrantes, e com um meio sorriso nos lábios. Ela tirou as últimas peças de roupa que cobriam seu corpo e voltou a dar atenção para os meus lábios.

Sua língua aveludada se enroscava com a minha e suas mãos apertavam minhas coxas e minha cintura, enquanto as minhas puxavam os cabelos da sua nuca. Eu não estava com cabeça pra preliminares. Tudo o que eu precisava e queria no momento, era ela. Eu a queria com todas as minhas forças, e necessitava de uma forma vergonhosamente imensa, sentí-la em mim, seu corpo contra o meu. Nossos corpos juntos.

Puxei seu corpo de encontro ao meu, tentando fazê-la entender que eu a queria agora, e como resposta, ela se inclinou até a mesa de cabeceira e abriu a gaveta, retirando uma embalagem pequena. Uma camisinha, pra ser mais exata. Bea abriu a embalagem, jogando-a pelo quarto em seguida e desenrolou o preservativo em seu membro, segurou em minhas coxas e se ajeitou entre minhas pernas.

Fechei os olhos aproveitando a sensação de ser preenchida por ela. A morena me penetrou vagarosamente, me permitindo sentir cada pedacinho seu. Meu peito subia e descia mais rápido do que de costume e minha respiração já estava pesada e descompassada. Abri meus olhos encontrando os seus que me fitavam preocupados.

- Você está bem? – deu um beijo em minha testa e acariciou minha bochecha com o polegar.

- Estou – sorri da preocupação dela. Sei que a maioria das pessoas acharia isso broxante, mas eu gosto quando ela demonstra que se importa comigo.

- Não está doendo, está? – perguntou e eu neguei com a cabeça.

Bea movimentou seu quadril lentamente, enquanto beijava meu pescoço. Meus gemidos eram baixos e meus dedos puxavam os cabelos de sua nuca.

Naquele momento, era como se só houvesse a gente naquela casa. Tudo o que eu ouvia eram seus gemidos baixos e roucos ao pé do meu ouvido, o barulho de nossos corpos em contato e de nossa respiração descompassada. Tudo com que eu me importava no momento, era nós duas. Era incrível o modo como ela me completava em todos os sentidos.

O ritmo de suas estocadas aumentaram, seus lábios passaram pelo meu queixo e se encaixaram nos meus, dando início a um beijo carregado de malícia. Suas mãos passeavam pelo meu corpo, apertando certas partes e arranhando outras. Minhas unhas arranhavam toda a região de seus ombros e nuca, que provavelmente ficariam marcados por alguns dias.

Seus dedos iniciaram uma massagem lenta em meu clitóris, me fazendo gemer contra seus lábios. Bea chupou meu lábio inferior, passando a pontinha da língua por ele. Seus olhos estavam escurecidos pelo desejo e com certeza os meus não estavam diferentes.

Meu ventre formigou e eu senti a mesma sensação da minha primeira vez, abraçar meu corpo, agora de uma forma mais intensa. Senti cada músculo de meu corpo contrair e depois relaxar, gemi em satisfação e logo em seguida, o corpo da minha namorada relaxou também.

POV. Beatrice ON

Eu e Ann ainda estávamos no quarto, deitadas na cama pra ser mais exata. Ela tinha sua cabeça em meu peito, e sua respiração acabara de regular novamende. Eu fazia carinho em seus cabelos com meus dedos, e os seus traçavam lentamente linhas imaginárias em minha barriga.

- Beatrice – alguém chamou e bateu na porta. Reconheci a voz como sendo a de Thomas – tua vó tá mandando tu descer, porque o Robbin comeu o teu chinelo – revirei os olhos.

Toda vez eu deixo meu chinelo lá em baixo e esse cachorro come. Desgraça de cachorro maldito do satanás. Parece até que não tem comida na tigela essa peste.

- Já tô indo – falei suspirando de olhos fechados em seguida. Eu realmente não queria ter que me levantar agora. Ann se remexeu ao ao meu lado, olhei-a e percebi que a loira dormia tranquila. Me afastei fazendo o maior esforço para não acordá-la e cobri seu corpo nu com o lençol.

Procurei minhas roupas pelo quarto e as vesti antes de sair dali e descer as escadas. O pessoal tava na sala discutindo alguma coisa, andei até a cozinha e minha vó me encarou com as mãos na cintura.

- Quantas vezes eu te avisei sobre não deixar o chinelo por aí que o cachorro come? – perguntou mostrando o que sobrou do objeto.

- Cadê essa desgraça desse cachorro? – peguei o chinelo destruído de sua mão.

- Enfiado em baixo da poltrona. Você sabe que ele morre de medo de você – ela lavou as mãos e enxugou-as no avental branco que estava preso em sua cintura.

- Robbin – chamei ouvindo seu chiado – seu cachorro mau, gosta de afiar os dentes nos chinelos alheios, né? Vou afiar meus dentes na sua canela pra ver se tu gosta – ralhei me abaixando próxima a poltrona. O que eu mais queria saber no momento, não era o por que ele comeu meu chinelo, eu queria saber como um cachorro do tamanho dele conseguiu se enfiar em baixo dessa poltrona. Robbin me olhou com uma carinha que deu até dó – tu é muito chato – mostrei o chinelo e ele se encolheu – agora que tu já fez a desgraça, pode ficar com ele. Eu vou comprar outro, mas se tu comer eu juro que você vai desejar não ter nascido – lhe entreguei o chinelo e me afastei.

- E esse cheiro de sexo? – Alice perguntou e eu a olhei com tédio.

- Eu também sou um ser humano, portanto, também faço sexo, tá? – lhe dei dedo – vai arranjar o que fazer.

Subi as escadas até meu quarto e Annie continuava do mesmo jeito que eu a havia deixado. Me sentei ao seu lado na cama e acariciei seus cabelos, admirei sua epressão serena por um tempo até decidir tomar um banho. Peguei uma camiseta preta e uma boxer da mesma cor e segui para o banheiro, me aproximei da banheira e abri as duas torneiras pra regular a temperatura da água, quando a mesma já estava cheia, desliguei as torneiras e retirei minhas roupas.

Entrei na banheira e senti meus músculos relaxarem em contato com a água morna, escutei passos fora do banheiro e logo a porta foi aberta revelando uma loira baixinha e nua. Sorri olhando seu corpo sem malícia, tudo nela era tão perfeito, sem contar no enorme fetiche em seu piercing do umbigo que eu acabei desenvolvendo de uns tempos pra cá.

- Por que não me chamou? – sua voz estava arrastada e rouca de sono. Estendi minha mão pra ela e a mesma aceitou sem contestar e entrou na banheira, ficando entre minhas pernas.

- Você estava tão fofa dormindo, que eu não tive coragem de te acordar – beijei sua nuca enquanto fazia um coque em seus cabelos pra evitar que fossem molhados pela água – além disso, eu tive que descer pra resolver umas coisas – abraçei sua cintura – Robbin comeu meu chinelo – expliquei e ela riu.

- Ninguém mandou tu deixar o chinelo lá em baixo – deu de ombros.

- Até você? Achei que fosse me defender – falei e ela riu novamente.

- Eu vou defender é o cachorro, ele não tem culpa se seu chinelo é gostoso – falou deitando sua cabeça em meu ombro.

- Hummm – murmurei fazendo círculos com meu polegar em sua barriga – estou começando a entender essa história...

- Que história? – questionou e eu tinha certeza que ela estava com a sobrancelha arqueada.

- A de você estar me trocando pelo cachorro – falei ouvindo-a soltar um risinho.

- Eu não estou te trocando pelo Robbin – pousou suas mãos em meus braços – só estou defendendo, porque ele não consegue sozinho.

- E você é a advogada dele agora?

- Eu não tinha pensado nisso, mas ainda podemos organizar um plenário, com você ele e o seu chinelo – falou e foi a minha vez de rir.

- Você não existe – sussurrei passando meu nariz por seu pescoço e ela sorriu.

Terminamos de tomar banho e eu dei minhas roupas pra ela, me enrolei na toalha e fui pro closet procurar outra roupa pra mim.

- Sabia que eu adoro dormir com as suas roupas? – Ann questionou se arrumando na cama.

- É mesmo? – ela assentiu - por que? – perguntei indo em sua direção.

- Porque elas tem o seu cheiro – respondeu enquanto eu me deitava ao seu lado – isso singifica que eu posso estar com você quando acordar no dia seguinte, mesmo se você não estiver na cama – falou olhando em meus olhos e eu sorri.

Aproximei meus lábios dos seus e tomei-os para mim em um beijo calmo e livre de segundas intensões. Seus lábios macios e doces, moviam-se delicadamente sobre os meus e sua língua aveludada acariciava a minha.

- Boa noite – falei assim que o contato entre nossos lábios foi quebrado.

- Boa noite – disse e em seguida, deixou um selinho casto em meus lábios.

Passei meu braço pela sua cintura e a abraçei. Ela deitou sua cabeça em meu peito. 


Notas Finais


Pra quem estava esperando, está aí. E pra quem não estava, está aí também.

Sorry se ainda não cheguei perto das espectativas de vocês, mas eu tô na bad, porque a crush me desnotou...

Enfim, comentem aí nem que seja um "essa fic tá um lixo" pfv (mentira, não façam isso pq eu estou sensível). Tô flnd de novo pq sim. Comentem q eu respondo do vcs. Não tenham medo de mim gente, eu sou um panda fofinho.

Desculpem pelos erros. Eu estou trabalhando tbm agora, então as coisas estão meio corridas pra mim.

Bjs da tia panda.

😘 😘 😘


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