História Dear Diary. - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saga Crepúsculo, The Vampire Diaries
Personagens Personagens Originais
Visualizações 28
Palavras 1.151
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeiramente Boa noite.
Desculpem por ter parado de postar um tempo, deixem suas opiniões amoras. ♡ Espero que gostem.

Capítulo 16 - Sonho Ruim.


Fanfic / Fanfiction Dear Diary. - Capítulo 16 - Sonho Ruim.

Amália Grace.

Depois de quase uma semana sem ver Jake e sem ter coragem de olhar para Octávia, estava afastada de todos, com medo talvez. 

Depois daquele dia não conseguia mais dormir uma única noite sem ter um sonho ruim.

Mateo as vezes dormia comigo, ou ficava acordado esperando por uma falta de ar ou que um ataque de pânico tomasse conta do meu sono. 

Mas tinham aquelas noites que ele não podia vir, pareciam ser piores quando ele não estava. Meu pai tentava me acalmar deixando as luzes do quarto acesas. Mas estavam sendo difíceis, até demais.. 

Queria acabar com aquilo logo, mesmo que Mateo ainda insistisse para ir ao médico eu sabia que não era um simples trauma de ver meu melhor amigo se transformar em algo muito grande. 

Estava deitada olhando para o teto, olhei para o relógio, 4:50 da manhã, puxei as cobertas ao sentir um pouco de frio, a janela não estava aberta, mas aquele quarto parecia frio e escuro. Deprimente para ser exata. 

Pensamentos longe Amália Grace.. — Sussurrou Mateo ao meu lado.

Chegou faz tempo? — Perguntei um pouco assustada.

Não, agorinha. — Ele sorriu.

Isabelle não vê nada ainda? — Perguntei. 

Ela disse que não consegue mais ver o seu futuro. — Ele sussurrou pesado, talvez com medo de que pudesse ser pior do que ele mesmo imaginasse. 

Que ótimo, talvez eu esteja morrendo então.

Um possível trauma não mata ninguém Amália. 

Não pode me matar, mas me deixar louca, dependente de remédios.. Você iria seder assim? — Perguntei.

Não, você merece uma clínica, atenção e remédios. — Ele revirou os olhos. 

Achei que se preocupasse. — Suspirei.

Me preocupo, mas isso não vem ao caso. — Ele sorriu. 

Eu odeio você. — Puxei as cobertas para cima do meu rosto. 

Ok, você tem bastante tempo para pensar, vou com Isabelle a Seattle, talvez podemos encontrar algo lá. 

Tudo bem, hoje é sexta-feira, mas não vou ao Colégio, quero ver se consigo dormir um pouco.. — Suspirei.

Prometo que irei voltar com algo.. Qual foi o sonho de hoje? — Perguntou ele com ironia.

Um dos piores, você não estava está aqui. — Retruquei culpando.

Me conta.

As mesmas imagens, mas foi estranho.. Foi um sonho que começou ruim e depois ficou bom. Eu vi uma garota no começo, ela estava de vestido Rosa em tons claros, cabelos cacheados e castanhos, mas não vi seu rosto, mas você estava lá. 

E o que eu estava fazendo lá? 

Você pegou o rosto da garota nas mãos e disse que à amava. Logo depois saiu, suas roupas eram antigas, históricas na verdade. A garota girava aquele longo vestido enquanto segurava uma flor vermelha, essa foi a pior parte. 

Por quê? 

Era eu. — Suspirei. Mas não parecia estar em casa, um lugar distante que eu nunca vi. 

O que você fez depois? — Perguntou ele interessado. 

Larguei a flor no chão e vi muito sangue no gramado, as pétalas da flor ficaram mais vermelhas.. — Suspirei. " Partir no lugar de quem eu amo, de quem eu verdadeiramente amei, me parece uma bela forma de partir. " Foi isso que eu disse, logo depois acordei. — Mateo recuou, mas não parecia surpreso, sim preocupado. Ouviu isso em algum lugar? Arqueio as sobrancelhas. 

Em um livro talvez, preciso ir Amália, te ligo a noite. — Ele se aproximou dos meus lábios e os beijou com toques simples na despedida, depois me encontrei sozinha novamente naquele quarto. 

Eu tinha uma leve impressão de que ele sabia de algo, algo que não queria me contar. 



— {...}


Mateo Walker. 

Isabelle e eu sabíamos que os sonhos de Amália não eram apenas traumas causados por um lobo de quatro patas. Tinha haver com o passado, com o meu passado. Tudo ficou claro quando ela se encontrou nos sonhos, nunca pensei que pediria ajuda, que poderia acontecer qualquer coisa ruim para ela.

Acha que eles podem saber de algo? — Isabelle estacionou enfrente ao Castelo no Reino Unido onde Phil, Marcos e Klaus congelavam ao decorrer dos anos. 


 A única maneira de saber e seguindo enfrente. — Suspirei.

Andentramos aquele lugar frio e já podia escutar todos os pensamentos de tortura que as pessoas já haviam passado ali dentro.

Empurrei as imensas portas e me apresentei cedendo a mão esquerda para Phil, ele podia enxergar a lealdade nas pessoas e ver se eram assassinas ou santas demais para estarem ali. 

O que um Walker procura no Reino Unido? — Perguntou Marcos. 

Precisamos saber sobre o passado. — Olhei para Klaus que encarava Isabelle com insegurança. 

Klaus? — Phil soltou minha mão e encaminho-se para o centro da sala. 

Vamos ver.. — Klaus ergueu uma das mãos e a colocou em minha nuca, fechei os olhos deixando meus pensamentos e lembranças expostas para ele. Um erro talvez, se ele fosse longe demais iria ver que Amália era humana. 

Acho que já viu o bastante. — Me afastei das mãos de Klaus. 

— Doppelgängers.. — Sussurrou ele. 

O que quer dizer?  — Perguntei. 

Significa que o seu passado está se repetindo. Um amor do passado foi retirado das suas lembranças, mas o dever do universo é manter a duplicata segura. — Phil sorriu. —  Elas são raras como diamante, lindas como a primeira pérola, e encantadoras como o azul do mar.. 

Acho que devemos parar por aqui. — Isabelle tentou intervir. 

Não! Phil, o que são doppelgängers? — Decidi ver até onde isso iria. 

Duplicatas-andantes ou cópias idênticas, somos privilegiados com essas raridades apenas a cada 500 anos.. Podem ser homem ou mulher, uma cópia idêntica, uma sombra que o universo mantém viva a milhares de anos.. Mas não se lembra não é Walker? — Phil olhou para Isabelle sorrindo. — Você deve voltar, se a conhece mantê-la sobre proteção, o sangue dela é valioso como uma jóia rara..

Por quê? — Perguntei. 

São imunes a tudo ligado ou não ao sobrenatural. 

Nos vemos em breve Walker. — Klaus levantou-se da cadeira e sorriu.



{}



Amália Grace. 

" Querido diário, nele podia confiar, contar meus segredos e viver em paz, sou uma simples humana e me sinto tão forte quando estou ao lado dele, hoje foi o nosso primeiro beijo, ele se demonstrou tranquilo. Foi embora sorridente, o sorriso que eu amava ver em seu rosto. A única coisa que poderia nos separar era a morte, com certeza a minha. Ele era lindo, forte e um vampiro, nessa cidade eu me sentia ameaçada, um lugar com uma família de originais, e claro que eu sentia medo, mas não dele, de que algo ruim pudesse acontecer.. 

          Isabella Grace. "

Acordei depressa e me encontrei molhada pelo suor das cobertas, tremendo um pouco..

 O que estava acontecendo comigo? 



Notas Finais


Continuo? Deixem suas opiniões ❤😍


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