História Dear Enemy - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~BecHoney

Postado
Categorias Bella Thorne, Justin Bieber
Personagens Bella Thorne, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Bella Thorne, Brigas, Criminal, Dear Enemy, Drama, Evangeline, Gangster, Justin Bieber, Máfia, Policial, Ryan Butler
Visualizações 71
Palavras 620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey, turo baum?
Eu e Becz estamos postando essa fic e tals, ela é de Máfia, mas eu prometo que vocês vão se surpreender, juro.
Não queremos plágio nem nada, pensamos muito nesse enredo e tals então sério, sem plágio como vcs já sabem.
Espero que gostem e comentem o que acharam, esse POV é do nosso querido Ryan Butler, alguns anos antes do atualmente, o atualmente só no cap 1.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Dear Enemy - Capítulo 1 - Prólogo

Ryan Butler

Bufando estressado, sentei-me sobre a cama. Tinha coisas a fazer, e estava cansado. Levanto-me indo até o banheiro, faço minha higiene, tomo um banho bem rápido, mas o bastante para tirar um pouco do estresse de mim. Voltando ao quarto, visto uma roupa leve, já que se encontrava um calor tremendo. Sai do quarto, respirando fundo. A casa em que moro não é tão grande, mas também não é pequena, é razoável.

Assim que coloquei meus pés no último degrau da escada, não vejo ninguém na sala, o que me faz franzir o cenho. Mas, ao reparar bem, ouço um barulho vindo da cozinha, claro. Ando silenciosamente até a mesma, e dou uma olhada para trás. Eles estão aprontando alguma, eu sinto isso. Na casa mora: eu, Evangeline, Christian e Charles.

Dito e feito. A minha sorte foi que, baixei na hora, ou levaria algo no rosto.

— Sério? Logo de manhã? — falo, sentando-me ao lado de Evangeline, que deu-me um sorriso, selei seus lábios com um selinho bem rápido. Ela estava distante de uns dias pra cá, e eu não entendia o motivo. Puxei seu rosto em minha direção, e percebi que, sim, ela estava longe. Seus olhos não vinham de encontro ao meu, isso me deixa confuso. Eu fiz algo a ela? Resolvo deixar isso pra mais tarde. — O que temos para hoje?

— Nada que nos impeça de descansar. — ouço a voz de Angel. — Amor, depois podemos conversar? — a olhei.

— Sim. — responde ainda a olhando, mas não encontro seu olhar.

Suspiro frustrado.

Eu quero saber o que está acontecendo com minha garota. Termino de comer, fomos para a sala e fico conversando com os garotos, enquanto minha mão estava sobre a coxa de Evangeline. Quando digo que ela está estranha, é verdade, ela depois do café não abriu mais a boca. Ela é tão falante, sempre querendo falar, sempre nos fazendo rir. E isso não está acontecendo, não agora, não nesse momento. Agora ela apenas estava olhando para o lado, com a cabeça baixa.

(...)

Era por volta das quatro da tarde, e estávamos na piscina. Evangeline não queria participar, mas a obriguei e ela vestiu seu biquíni, o que a deixou linda. Seus cabelos ruivos voavam de acordo com o vento, isso me fazia sorrir a cada minuto. Sua boca estava mais vermelha que o normal. Isso a deixava atraente.

Olhei para o lado, e vi ela me chamando, mas logo apontou para dentro. Ela queria conversar agora. Entrei primeiro que ela, e me dirige para seu quarto, deixando a porta aberta. Sento-me em sua cama, respirando fundo. Vejo-a entrar e fechar a porta, e ouço seu suspiro. Angel andou até mim, sentou-se dobrando seus joelho e de frente para mim.

— O que está acontecendo com você? — indago, pousando minha mão sobre sua coxa, mas ela retira minha mão, franzo o cenho. Faço careta quando meus olhos param em sua mala ao lado da cama. — O que significa aquela mala?

— Vou ser direta, e isso talvez possa te machucar. — me olhou com seus olhos marejados, mas sei que não vai cair uma lágrima, apenas quando ela quiser. — Não quero mais ficar na equipe…

— ‘Tá terminando comigo? — esbravejo.

— Sim. — curta e direta. — Por motivos que irei sair da equipe, porque eu sei dos riscos dos quais, eu correrei ao sair. Espero que você encontre alguém que te faça feliz, mesmo eu não tendo feito isso…

— Você me faz feliz. — falo, eu estava engolindo o choro. — Você volta algum dia?

— Não sei. — se levantou, e pegou sua mala, indo até a porta. — Diga aos garotos que encontrem alguém que possa fazer essa equipe ser melhor, mesmo eu não sendo mais a chefe de vocês. Eu quero isso. Adeus.


Notas Finais


Espero que tenham gostado desse prólogo. Enfim, devem ter ficado muito confuso, mas era exatamente isso que queríamos. Ela não e movida a comentários, mais adoraríamos de recebe-los.
Eu e Beca já postamos uma fic antes, juntas, caso queiram ler:
https://spiritfanfics.com/historia/only-once-9566890


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