História Dear Insanity - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Dave Franco, James Franco
Personagens Dave Franco, James Franco, Personagens Originais
Tags Dave Franco, James Franco
Exibições 33
Palavras 1.069
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Nos vemos nas notas finais, okay?
Boa leitura <3

Capítulo 8 - This kiss


Fanfic / Fanfiction Dear Insanity - Capítulo 8 - This kiss

This kiss is something I can't resist
Your lips are undeniable
This kiss is something I can't risk
Your heart is unreliable
Something so sentimental
And I wish it didn't feel like this
Cause I don't wanna miss this kiss

Palo Alto, Califórnia.
07:50 PM.
Genevieve Ingle.

Um beijo.

Fora preciso somente um beijo para perceber o quão eu estou atraída por James. Tão atraída que eu poderia dizer que não demoraria muito para uma paixão surgir. E, isso me assustava.

Não queria me apaixonar. Não poderia. Não por ele. Não por qualquer um de Palo Alto, sabendo que depois que terminasse de cursar Direito, voltaria para o Texas.

No entanto, seu beijo era um dos mais – se não o único – maravilhoso que já havia provado. E não sou tão experiente nesse quesito.

Nossas línguas se mexiam em sincronia. O beijo, apesar de calmo, tinha seus momentos de selvageria.

James parecia inquieto durante nosso pequeno ato. Suas mãos não paravam em um só lugar; uma permanecia na minha nuca, me segurando, como se não quisesse que o beijo parasse. Enquanto a outra ia do meu braço para minha cintura.

Nos separamos por falta de ar. Nossas respirações descompassadas se misturavam, e mantínhamos o contato visual.

— Não esperava por isso. – murmura.

— Apenas segui meu coração. – sussurro ofegante.

— Gostei. – sorri maliciosamente – Deveria seguir seu coração mais vezes.

Solto uma risada constrangida e me afasto de seu corpo, sentando direito no banco passageiro.

Olho através da janela para minha casa e suspiro.

Não queria sair de perto de James, mas também precisava ver se Benjamin estava em casa. Seu sumiço começava a me preocupar. E, se esse garoto sumisse, mamãe faria até o MIB ou o presidente procurar pelo seu filho.

E, pelo amor de Deus, ninguém gostaria de ver Samantha nervosa.

Volto minha atenção para o moreno ao meu lado quando sinto a ponta de seus dedos tocaram na minha coxa, coberta pela calça jeans.

— Tenho que ir.

— Tudo bem. – sorrimos um para o outro. Tento abrir a porta, todavia, a mesma estava trancada. — Mas, antes... – diz, enquanto estende seu celular em minha direção. Franzo o cenho. — Antes você irá me dar seu número, já que agora não sou um desconhecido.

Sinto minhas bochechas ficarem avermelhadas instantaneamente.

Pego o aparelho de suas mãos e salvo meu número. O devolvo e faço um joia com o polegar.

Era incrível a forma com que eu me sentia perto de si. Eu poderia estar completamente nervosa, tensa ou com vergonha, mas conseguia me sentir a vontade também.

Mais um fato que contribuía para que eu não alimentasse essa atração, para não me apaixonar.

Não queria magoar ninguém depois. E, lá no fundo, eu sabia que James poderia ser encrenca.

— Agora pode destravar a porta. – digo risonha.

— Amanhã irei te buscar.

— James... – tento negar, mas sou interrompida.

— Não aceito não, Genevieve. Acostume-se. – autoritário, James dita.

Ouço o barulho da porta sendo destravada, alertando que eu já poderia ir.

— Tchau. – sussurro.

— Espera. – segurando meu braço, James se inclina e deposita um beijo casto em meus lábios, me deixando desnorteada.

Maldito seja esse homem!

***

Procuro Benjamin por todos os cantos da casa, e nada. Meu corpo começava a tremer de tamanha preocupação e medo.

Busco meu celular na minha bolsa e rapidamente procuro seu contato. Assim que o acho, mando uma mensagem.

“Onde diabos você está, Benjamin Tyler Ingle? Se não aparecer até às nove horas, irei ligar para mamãe!”

Bufo após mandar o SMS.

Tentava pensar em coisas boas, mas tudo piora quando meu telefone começa a tocar. E, como se não bastasse, era Samantha.

Estou total e completamente ferrada, caso ela pergunte sobre seu filho!

— Mãe! – tento fingir animação.

Querida, saudades. Se eu não ligo, você não dá notícias em!

— Desculpa, mamãe. Está uma correria aqui, principalmente agora que começou as aulas.

A ouço suspirar e, ao fundo, escuto papai dizer “Saudades! Juízo Genevieve!”

Sorrio.

E Ben, como está? Se adaptando bem? – questiona, mudando de assunto.

— B-ben? – murmuro, gaguejando. Limpo a garganta tossindo — Claro! Está melhor que eu! Dormindo, aquele folgado!

Está tudo bem, querida? – mamãe pergunta, a confusão e curiosidade estampada em sua voz.

Me xingo mentalmente.

Nunca soube mentir, principalmente para minha mãe. A mulher que me conhece melhor que ninguém.

Sorte que estávamos nos falando por telefone, ou seja, posso, talvez, contornar a situação.

— Ah, mãe! – exclamo — É o cansaço, misturado com muita cafeína.

Oh, pequena. Cafeína nunca te fez bem! – diz, suspirando. Aparentemente, consegui fazê-la esquecer de Benjamin. — Não vou te atrapalhar mais. Vá dormir!

— Preciso mesmo.

Nos despedimos por cerca de meia hora, devido à mamãe não parar de falar que me amava e que teria de avisar a Ben para ligar à ela.

Pelo menos havia conseguido salvar o traseiro dele por hora.

Olho no relógio pendurado na parede da sala, constatando que já era oito e quarenta e três.

Ben que me desculpasse, mas não iria ficar arrancando meus cabelos por preocupação a toa não. Até porque, não era a primeira vez que ele fazia isso.

Então, iria esperar até amanhã e, caso ainda estivesse desaparecido, chamaria a polícia.

Portanto, levanto-me do sofá e caminho em direção à escada, subindo degrau por degrau e indo para meu quarto. Jogo-me na cama e nem me dou ao trabalho de trocar de roupa.

Estava realmente morta de cansaço. Nisso, eu não havia mentido para mamãe.

Meu celular começa a apitar. Rolo os olhos e o desbloqueio. Mensagem de um desconhecido e de Ben.

Abro primeiro a de Ben;

“Estou bem. Não conte nada para nossos pais. Chego ai em meia hora.”

Mando apenas um “Ok. Quero explicações depois.”

Vou na do desconhecido e leio o que estava escrito.

“Achei interessante seu telefone terminar com os números 69. – J.”

Solto uma risada e reviro meus olhos. James não tinha nada à mais para falar e me manda algo sem noção.

Meus pensamentos voam até o momento auê estávamos no carro, nos beijando. Ainda sou capaz de sentir seus lábios sobre os meus.

Toco nos mesmos e um sorriso surge em meu rosto.

— Eu não posso me apaixonar. – sussurro para mim mesma.

E nem me iludir.

Completo mentalmente. 

Esse beijo é algo que eu não posso resistir
Seus lábios são inegáveis
Esse beijo é algo que eu não posso arriscar
Seu coração não é confiável
Algumas coisas são sentimentais
E eu desejaria não me sentir assim

— This Kiss, Carly Rae Jepsen.


Notas Finais


Eu sei, eu sei.
Demorei uma eternidade para postar, mas a preguiça não deixava.
Bem... Para esse capítulo não nada a declarar, apenas sentir.
James se mostrando autoritário, amo. Ben sumido, Gen preocupada e Samantha sendo... well, Samantha. Lalkdlakd
Espero que tenham gostado e até o próximo.


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