História Dear journal - Capítulo 1


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Categorias Cameron Dallas, Kaya Scodelario, Magcon
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Hayes Grier, Jack and Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Kaya Scodelario, Mahogany LOX, Matthew Espinosa, Nash Grier, Shawn Mendes, Taylor Caniff
Tags Camerondallas magcon
Exibições 16
Palavras 717
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


notas finais :))

enjoy :)

Capítulo 1 - Welcome to my world


Fanfic / Fanfiction Dear journal - Capítulo 1 - Welcome to my world

Mandeline Green POV

Empurrei as enormes portas da escola. Finalmente um lugar "calmo".

Endireitei a postura e andei pelo imenso corredor à caminho do meu armário. Chamava atenção por onde eu passava, o que me fazia entortar os lábios em um sorriso discreto.

Escola. Como poderia descrever esse lugar que para uns é o inferno, e para outros o inverso? Para mim, escola era um lugar onde eu era completamente diferente do qual eu realmente sou. Está aqui é diferente de está em casa, e eu sinceramente agradeço por isso.

Ao chegar na escola, eu mudo. E não só eu, qualquer um que é reconhecido nessa escola, e não quer perder esse reconhecimento, muda.

Eu odeio esse tipo de comportamento, pode parecer hipocrisia da minha parte, mas tenho meus motivos.

Nesse lugar uso uma máscara. Em todos os sentidos. Máscara para esconder o que sou, e para esconder os machucados que tenho. Mas isso não vem ao caso agora.

Coloco o segredo do meu armário para tirar o material necessário para a primeira aula e fecho em seguida.

O sinal toca e sigo para a sala ja acompanhada das "amigas" que sempre me acompanham. Isso é tudo uma farsa.

O professor chega e logo começa a dar sua longa e tediante aula de história.

(...)

Refeitório. Finalmente um lugar que eu possa me sentar para conversar sem ser interrompida.

Pego rapidamente o lanche e sigo para a mesa das pessoas que se acham superiores por serem ricos e bancados pelo pai ou mãe. idiotas.

Você pode questionar "porquê você então fica nesse lugar? Junto com essas pessoas?". Bom, eu tenho uma reputação, e essa escola, é o único lugar que eu posso tê-la.

(...)

Faço a mesma rota de sempre com o meu carro pelas ruas até o caminho de casa. Paro duas casas antes da minha para tirar a maquiagem que esconde meus machucados. Sigo assim que termino já temendo o que ia vim quando botasse o pé em casa. Eu tinha um horário fixo pra chegar em casa, e hoje não cumprir esse horário, por conta do filho da puta do professor de química insistir em deixar os alunos presos em sala após o término das aulas. Obrigada querido professor.

Abrir a porta de casa já dando de cara com a peste da pessoa, que não merece ser chamada de pai, bêbado sentado em sua poltrona.

- Onde você estava? - pergunta controlado, coisa que ele não é, enquanto se levanta.

- Na escola. Onde mais eu estaria? - respondo.

- Fala direito, eu sou teu pai.- Fala se aproximando já um pouco alterado. Não posso deixar de revirar os olhos ao ouvir a última palavra. Respiro fundo preparada para uma bela surra logo após sussurrar em seu ouvido:

-Você não é NADA meu. - volto para minha posição com um sorriso debochado enquanto ele ja tinha sangue nos olhos. Em questão de segundos eu estava jogada no chão com a bochecha esquerda ardento.

-O que eu sou para você agora? - pergunta ele, com um sorriso diabólico, enquanto puxava meu cabelo fazendo-me o encarar.

-Nada! - respondo novamente, com o mesmo sorriso dele.

-Você deve gostar de apanhar.- responde arrastando-me pelo cabelo até o meu quarto, enquanto eu reprimia um grito de dor. Não daria esse gostinho a ele. Eu nunca dou.

(...)

"Querido diário, hoje foi mais um dia merda como sempre. A novidade é a mesma de sempre, ganhei mais machucados por conta de mais uma surra que levei do filho da puta do Mike. O motivo de hoje foi o atraso de 30min por conta de eu ter ficado presa na minha sala aguentando meu professor falar. Bom, mais um dia se vai e eu não faço a mínima ideia de como fugir disso tudo... Eu não quero fazer nada que eu me arrependa ou que eu não consiga mais me arrepender depois. Eu só quero fugir desse inferno e deixar esse monstro apodrecendo atrás de uma cela. Mas nem tudo é como queremos. O mesmo ja disse que estaria morta se eu o denunciasse, e acredite em mim, não sou uma boa garota para ir ao paraíso após minha tão sonhada morte."

Fechei o pequeno caderno em minhas mãos e o coloquei sobre o criado mudo. Fechei os olhos pensando em como seria o dia amanhã. Não tenho esperanças, isso só traz desapontamento para qualquer que a tem.

Bom, bem-vindo ao meu mundo.


Notas Finais


hi guyss!! bom essa é minha "primeira" história aqui no site,eu ja tinha postado uma mas foi só um capítulo e eu apaguei por conta de bloqueio criativo, coisa que agora não vai ter pq minha mente ta
borbulhando de idéias dnjdnd.

Bom esse foi só o primeiro capítulo e em breve vou atualizar, mas é claro, preciso da opinião de vcs, sério, os comentários de vcs é mt importante!

críticas construtivas são MUITO bem vindas.

bye :)


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