História Dear little K.I.D - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Rap Monster
Tags Anitpf, Bts, Jungkook, Kookmon, Lemon, Namjoon, Namkook, Rapmonster
Visualizações 701
Palavras 2.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei da minha Anicaverna, piratinhas

Espero que gostem desse cap como eu gostei

Ps- a vizinha sou eu

Capítulo 3 - Minha Criança Enfermeira


- Hyung - chamou, manhoso, o rostinho espremido em uma carinha dolorida. Olhei todo bobo pra ele, com os bracinhos erguidos, o jeitinho com que suas pernas me envolviam a cintura, e como seus olhinhos negros estavam quase fechadinhos. 

- Que foi, Kook-ah? - fiz um carinho leve na bochecha coradinha do mesmo - Você quer alguma coisa? 

- M-mais fundo, Hyung! F-fuuundooo - seus lábios se moviam preguiçosamente, me atraindo sempre mais. 

- NamJoon-ah. 

- Claro, meu Kookie - dei um selo estalado na testa dele, passando à estocar seu interior quentinho como um verdadeiro animal. 

- Ah... ahwwn... N-Nammie H-hyung... uhn - seus belos olhos reviraram. 

- Kim NamJoon. 

- Você... quer mais algu-uma coisa, sweetie? - passei minhas mãos pelo seu abdômen lisinho, arranhando bem devagarzinho. 

- Kim NamJoon, levanta esse cu da cama agora, eu não estou brincando.

Acordei assustado com meu Hyung branquelo berrando comigo, estragando meu adorável sonho com Jeon JungKook peladinho. Sim, seres, eu sonho frequentemente com Jeon JungKook sem roupinha.

M.

E.

J.

U.

L.

G.

U.

E.

De qualquer maneira, já passavam das onze da manhã e, como já deu pra notar, eu durmi demais, e Kook ligou em casa apenas para avisar que ele sairia mais cedo do colégio e que eu deveria ir busca-lo. Por quê? Não faço ideia.

Tentei salvar o horror que é a minha cara às (insira aqui as vinte e quatro horas do dia) da matina, mas, vocês já devem saber, ai não adiantou de porcaria nenhuma. Me troquei e fui assim mesmo, parecendo um mendigo de calça jeans velha, camiseta branca, blusão xadrez e um sapato aê, de uma outra marca aê que eu não faço questão de lembrar agora. Um legítimo mendigo.

E eu fui, mendigando até o Centro de Seoul, onde a minha criança estudava, entrei no colégio e esperei ele na entrada, nos armários. A escola dele é bonitinha, segue o estilo americano de decoração, todo em tons claros. Bem gay. Não vou mentir, adoro.

Encostado em um armário com figurinhas de caveiras e skates, aguardei o Jeon, que vinha lá no fundo do corredor, com fones de ouvido e sua touca vermelha. Assim que seus olhos pousaram em mim, seus dentinhos de coelho foram exibidos em um lindo sorriso, e, aumentando um pouco sua velocidade, veio até mim.

Nós só ficamos igual dois retardados sorrindo um para o outro o caminho todo até em casa, sem falar nadinha, só sorrindo.

Quando chegamos em casa, nem Jin, Hoseok ou Tae estavam lá, só um bilhete de YoonGi sobre não colocarmos fogo na casa enquanto estivermos fora. Ou algo do gênero. O resto da nossa manhã foi basicamente eu, deitado no sofá, ocupando todo o espaço e o Jeon deitado em cima de mim, abraçado na minha cintura, mexendo no celular, esse que ele apoiou no meu peito.

- O que você tá fazendo ai? - perguntei, preguiçoso, bagunçando os cabelos negros dele.

- Nada.

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- Deixa eu ver - falei, puxando o celular dele, encarando o ecrã por poucos milésimos de segundos, antes de JungKook arrancar ele dá minha mão. Ele jogou o próprio celular no outro sofá, e voltou a olhar pra mim, assustado.

- Você está baixando pornô no seu celular, JungKook? - sorri de canto, em claro deboche, e as bochechas pálidas dele ficaram vermelhinhas e seus olhinhos me fitaram, envergonhados. Eu queria rir, mas não o fiz por solidariedade ao menor e também, não como se meu celular fosse um santuário puritano.

De qualquer maneira ele ficou todo sem jeito em cima de mim e eu o abracei. Bem vindo à esse mundo, minha criança. Depois disso, ele não conseguiu olhar na minha cara o resto do dia. Também, coitado né, mas é aquele ditado, né.

"Vamos fazer o quê?"

Na hora do cafezinho da tarde, eu meio que não alimentei-me corretamente e passei meio-muito mal. Acho que foi aquele pão com presunto, mussarela, tomate, molho de pimenta, carne, orégano e aquele queijo mofado de gente rhyca e phyna. Sim, meu sanduba foi tudo isso, e acho que deu ruim.

Então, genial como sou, fui na farmácia da rua de trás, mas Chessuis decidiu lavar o pecado do mundo justamente quando eu tava na rua. As lágrimas de Deusu quase me afogaram, 'cê é loco. Quando voltei para casa, tomei meu remedinho, mas, quando achei que eu estava bem, comecei à espirrar e a tremer como um condenado. O Maknae me levou para a cama, depois de me obrigar à tomar um banhinho gostoso. Acredita que até me cobrir ele me cobriu?

Juro, eu morro sempre um pouco com esses acessos de fofura dele. Eu sou fraco, vê lá, hein.

Fiquei lá, morrendo, deteriorando na minha cama com um Kook preocupado me fazendo chá lá na cozinha.

- Hyung - chamou, abrindo minha porta, com a xícara de chá quentinho em mãos - Já está melhor? - sorriu pequeno, me entregando a xícara azul, e eu, já sentadinho e bonitinho, peguei ela com uma mão, e com a outra puxei a cintura do moreno para que sentasse no meu colo.

Ele sorriu pra mim e eu retribui. Jeon se ajeitou de costas para mim, enquanto eu tomava meu chazinho milagroso da Mãe De Santo JungKook. Depois de entornar a xícara, ficamos apenas encarando o vácuo e fazendo vários nadas.

Já deu pra perceber que nossos dias são muito produtivos, né?

Claro, meia hora depois eu tive uma crise de tosse horrível, misturado com soluço por estar com frio, mas não disse nada para não tirar o maknae dos meus braços, e ainda com os espirros que todo resfriado conhece.

- Hyung, vamos ao médico - decretou, por fim, com o ar de superior, fazendo bico e crizando os braços, como se fosse o dono da razão. Essas crianças de hoje. Eu discordei na hora e disse que não era nada demais, mas só serviu para que ele me entupisse de sopa de latinha, água mineral e remédio para dor no corpo, correndo o risco de me matar assim, mas eu ia morrer feliz.

Nos dias seguintes, ele sequer me deixava sair do nosso quarto, sim, nosso, afinal, metade do meu guarda-roupa já tinha roupas dele e ele sabia minha senha do notebook, coisa que só muito próximos sabem (lê-se eu e eu mesmo). Também me fez dormir com quatro cobertores e passava a maior parte do tempo grudade em mim como um carrapato, alegando que isso era calor humano e servia para me manter quentinho.

Acho que quero ficar doente mais vezes.

Até na hora do banho o menino me seguia. E, obviamente, me agredia física e verbalmente toda vez que eu o abraçava de costas ou roubava um ou outro beijo. Não é minha culpa, veja bem, quem estava pelado na minha frente, todo molhado era ele. Cadê seu G-Deus agora?

- H-Hyung! - me repreendeu, dando tapas de leve quando eu o encurralei contra a parede de azulejos brancos, abraçando a cintura dele. Eu vi seu pequeno rosto ficar vermelho e apenas ri baixinho, dando um beijo demorado na pontinha de seu nariz.

- Eu - dei um beijo na bochecha dele - Gosto - mais um na outra bochecha - Muito - beijei o cantinho da sua boca - De você - dei um selinho rápido nele, e, como recompensa, vi aquele sorrisinho meigo de coelhinho que ele tem.

- Eu também - ele fechou os os olhos e me abraçou de volta, ficando na ponta dos pés para conseguir relar seus lábios nos meus.

Depois disso, a água milagrosamente ficou gelada, como se alguém tivesse desligado a força. E esse alguém atende por Kim Jung Min Não Sei Mais Quantos Sobrenomes Yoongi, que ainda fez questão de gritar do fim do corredor (aonde fica a caixa de energia do nosso apartamento) "Vocês vão demorar muito ou eu vou ter que arrombar essa porta, porra?!" e o seu namorado mais alto rebatendo com um "Deixa quieto, Yonnie, o NamJoon deve estar arrombado outra coisa com porra".

Eu ri, sem graça. Correção, eu quase infartei de vergonha alheia e própria ali, vendo o menor abaixar o rosto de vergonha. A verdade é que eu podia estar mesmo fazer no aquilo, mas parece que a pobre criança ficou um dia inteirinho sem se mexer de dor, então, não vamos arriscar, tropas.

De qualquer maneira, foram duas longas semanas na qual meu dia era baseado em ser mimado pelo Maknae e ver Omma Jin me entupir de remédio com ajuda de um Jung Hoseok. Duas ommas, diga-se de passagem. Lembro-me de uma vez que Jimin brincou, dizendo que eu era o Appa, Jin era a Omma e eles eram as crianças, então HoSeok pulou no colo do Jin e falou que ele que era a Omma, e SeokJin era a outra Omma e quem reclamasse apanhar. Todos riram, mas YoonGi fez o Jung dormir no sofá da sala por um bom tempo.

Saímos do chuveiro e, como já tínhamos jantado, voamos pra cama, enquanto o trouxa aqui fazia uma sinfonia de espirros, enrolado em uma coberta que não parava de soltar pequenos pelinhos, me fazendo espirrar ainda mais.

- Hyung, será vai demorar muito pra você melhorar? - perguntou, cabisbaixo, enquanto brincava com a ponta da manta que estava dobrada em seu colo.

Encolhi os ombros, me encostando no canto da parede e do encosto da cama. Realmente, algo que era pra ser só uma gripe, estava demorando demais pra melhorar. O Jeon me olhou, preocupado e eu dei meu melhor sorriso, afirmando silenciosamente que eu ficaria bem. E estava certo.

Na manhã seguinte, acordei com um moletom à mais e abraçado com o maknae, que estava só de bermuda e camiseta regata. Meu nariz não escorria e estava em um clima confortável. Minha garganta ainda doía mas sabia que não demoraria para eu estar 100% de novo.

Peguei meu celular debaixo do travesseiro e vi que não eram nem cinco da manhã ainda, me sentei na cama e notei que JungKook também estava acordado.

- Bom dia, NamJoon hyung - murmurou, baixinho, a voz doce de quem acabou de acordar. Sorri pequeno para ele, e o respondi com um 'Dia' rouco, a voz quase não saindo, a garganta arranhada.

Não trocamos mais nenhuma palavra. Ele levantou e foi para a cozinha e eu o segui, passando para a varandinha que tínhamos no apartamento, cuja única entrada era pela cozinha. Mas nao sem antes lhe abraçar por trás e beijar o todo dos fios negros enquanto ele acendia o fogão para esquentar a água do café.

- Existem cafeteiras, senhor Jeon. - murmurei, dando um risinho.

- E existe opção própria, senhor Kim-futuro-Jeon - sorrio ladino, as bochechas um ouço vermelhinhas enquanto eu me desfrutava de seu pequeno (nem tanto) corpo.

Abri a porta de metal e senti o ar frio da manhã direto no rosto, nada saudável para quem acabou de se recuperar de uma gripe-semi-pneumonia-causadora-de-espirros. E, descalço mesmo, peguei a rede que estava dobrada sobre uma pequena banqueta no canto da sacada e a pendure nos ganchos corretos.

- Bom dia, Kim - uma vozinha um tanto infantil e um sotaque brasileiro forte me cumprimentou em inglês, e eu acenei para quem falou isso. Nossa vizinha brasileira, que lia um livro de aventuras Grosso demais para caber em suas mãos, com uma xícara de café nas mãos, o cabelo castanho com mexas roxas soltos como raramente via e o óculos quase caindo do rosto.

Logo depois, o moreno saiu também, dando um 'oi' tímido para a brasileira, que sorriu doce, já que não entendia nada de coreano, mas sabia que era um cumprimento. Me entregou uma das xícaras de café que estavam em suas mãos e nos sentamos na rede.

E, enquanto o Sol nascia por detrás dos prédios de Seoul, o único barulho era as filhas sendo viradas pela vizinha, nossas goladas no líquido quente e alguns passarinhos, poucos carros nas ruas e a brisa geladinha.

Isso até Jeon JungKook espirrar. 


Notas Finais


Amanhã eu corrijo tudo certinho.

Espero que comentam tanto quanto comentaram no aviso 'vergonha'

Sinceramente, comentar em capítulos normais da fic não mata ninguém, flw?



Kissus


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