História Dear little K.I.D - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Rap Monster
Tags Anitpf, Bts, Jungkook, Kookmon, Lemon, Namjoon, Namkook, Rapmonster
Visualizações 199
Palavras 3.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi marujos, guess who's back?
Mais um capítulo, dessa vez tá enorme pra um caralho.
Estou bem insatisfeita com ele, então me perdoem se ele deceocionar um pouco, but, estamos tentando, right?
Right

Espero que gostem do capítulo, boa leitura e até lá em baixo. :3

Capítulo 8 - Minha Criança Imatura


Depois das aulas de JungKook começarem, tudo virou um borrão enorme de tempo. Eu quase não via meu menino, que migrava de casa em casa, cada vez com um caderno diferente debaixo do braço, voltava tarde com maquetes, desenhos, cartolinas, trabalhos de quase vinte páginas escritas de caneta azul, os braços com contas de bhaskara até os cotovelos, anotados como se fossem ser absorvidos e andar até o cérebro dele.

Não vou mentir, fiquei com um pouco de dó, mas ele levou o ano todo empurrado, agora ele tinha que sofrer para manter as notas -que eram quase todas impecáveis, e mesmo assim ele continuava à estudar de madrugada como se tivesse zerado a vida toda-.

Claro, eu também estava com minha cota de sofrimento, a faculdade começou à me engolir, o que significava provas presenciais, maquetes, desenhos, contas e mais contas, ler material online. Eu mal dormia, bicho.

Com o tempo, o canto do quarto virou um gigante depósito de maquetes, uma feita com papel machê sobre moléculas estava, perigosamente enroscado em um prédio feito de um papelão normal, mas que custava um rim. Os meus cadernos de desenho estavam empilhados sobre pilhas instáveis de folhas de um trabalho de geografia, que por sua vez, estava empilhado sobre uma maquete mal feita do que seria uma escola bem feia, mas que minha professora achou maravilhosa, que também estava empilhada numa mistura de rabiscos de matemática que eu não sei dizer exatamente de quem era.

Talvez eu tenha entregado uma folha de um trabalho de artes dele junto com as minhas anotações para a professora.

Mas só talvez.

Largados como defuntos no quarto, JungKook cochilando em cima da mesa, em cima de uma tarefa de literatura, e eu tentando manter os olhos abertos, lendo as letrinhas pequenas que dançavam na tela. Claro, existiam as aulas presenciais, já que a parte do "a distância" era apenas uma desculpa para não ter uma pilha de hyungs em cima de mim, por isso coloquei um colega para responder chamada por mim, e eu só dava minhas caras uma vez por semana, durante à noite, bem no dia que JungKook tinha treino de basquete, o que significava que eu usava o treino dele cono desculpa para pegar o carro de Jin e ir até a escola. JungKook apenas pegava carona com algum colega dele.

Não é como se eles não soubessem que eu dava desculpinhas para faltar, mas pelo menos eles faziam a egípcia e agiam como se estavam de boa.

Exceto YoonGi hyung.

Ele jogava fogo em mim, todo dia, às oita e quarenta, ele senta a micro-bundinha dele na cadeira, quase sempre sendo seguido por um dos namorados, seja o irmão mais velho ou o mais novo, e pergunta "E a escola?".

Puto.

Mas a parte online que me cabe era impecável. Pena que não era só eu que estava cabulando aula.

É, você entendeu corretamente.

JungKook estava matando aula com amiguinhos má influência, para beijar alguém escondido.

Como eu descobri isso? É complicado. Envolve muitos cachorros, dois namorados muito ferrados tentando agradar YoonGi e eu servindo de pombo correio.

Em resumo: TaeHyung e HoSeok adotaram um cãozinho e eu fui buscar, topei com YoonGi e me escondi atrás do prédio mais próximo, no caso, a escolinha amável e mal querida de JungKook.

Enfim, depois de tantos poréns, logo eu estava, pleno, escondido no muro atrás da escola de JungKook, segurando Holly, o novo cachorrinho de YoonGi, tentando fazer uma surpresa para o meu hyung e, numa curiosidade intensa, empurrei o portão dos fundos da escola, que dava no pátio e vi, com meus belos olhos que um dia a terra há de comer, JungKook escondido atrás de uma das estruturas da sala.

Por ser um tanto mal-falada, poucas pessoas conseguiam estudar ali sem ter seus pais no pé, o que significava que quase não tinha supervisores, o que deixou JungKook e um grupo com mais dois garotos e uma menina se espreitarem por entre os prédios e as poucas árvores do pátio, caminhando em direção ao portão de saída, onde eu estava.

Mas foi só ele empurrar o portão e dar de cara comigo, segurando um chorrinho que insistia em lamber a minha cara repetidamente que a pose de bad boyzinho que ele ostentava enquanto guiava os colegas sumiu.

— A-ah, o-oi, Joon Hyung. – riu nervoso, olhando para os lados, notando que seus colegas tinham dado no pé de volta para a escola.

— Bom dia, JungKookie – sorri – Que tal você ir lá e me levar até a secretaria, quero ter um conversa com os supervisores.

Fomos lá, conversamos com o coordenador e eu consegui convencê-lo de não mandar uma advertência. O caminho de volta para casa foi em um silêncio mortal, enquanto o Jeon segurava o filhotinho Holly. Foi só chegarmos em casa, quando Tae pegou o filhote e foi fazer surpresa para YoonGi hyung que JungKook começou, desesperadamente, à pedir desculpas, e que eu não devia contar para Jin hyung.

Outro fato que até agora eu nem tinha comentado: a dona Mãe-Morte confia horrores em SeokJin, e conhece ele à muito tempo, ao ponto que, quando JungKook veio estudar nessa cidade, ela confiou o meu hyung como tutor de JungKook, já que ele só tinha doze anos naquele tempo.

É, SeokJin é quem bate o pau na mesa por último nessa casa, o homem alfa de tudo isso aqui, o único que pode deixar a toalha molhada na cama, o cara que paga a conta de luz.

E o nosso homem da casa estava fazendo o quê? Isso mesmo, ouvindo atrás das portas.

Atrás da minha porta.

Foi só JungKook mencionar o nome do dito cujo que ele se espreitou por entre a porta e o batente e se materializou atrás de mim.

— Como assim você fugiu da escola, Jeon – ele falou calmamente com aquela vozinha docinha de música de ninar, mas já foi o suficiente para eu virar pronto pra usar todas as técnicas que aprendi assistindo Kung-fu Panda no capeta que foi invocado ali.

— Ah, mas você quer me matar do coração? – perguntei, um tanto fora de hora, já que meu namorado olhava para ele como os ladrões olharam pra cruz na Sexta-Feira Santa.

Eu até pensei em falar outra besteira mas só a palma da mão dele na minha cara me empurrando longe já foi o suficiente pra me empurrar pra fora do meu quarto.

Nunca soube o que aconteceu naquele quarto nos próximos cinquenta minutos, só sei que meu naboyzinho saiu com as duas mãos na bunda, emburrado e de testa franzida. Perguntei o que aconteceu e ele disse, extremamente indignado com a situação toda.

— Ele violou meus direitos constitucionais e bateu na minha bunda.

Eu juro que eu tentei fazer a melhor cara de paisagem do planeta Terra, mas na hora eu nem dei conta, eu só ri muito. Tipo, SeokJin deu um tapa bem dado no popô do meu namorado e ele se sente a própria Dilma Rousseff reclamando sobre o mensalão.

Depois foi se seguindo duas longas semanas de castigo, que significavam ter que dormir com um namoradinho enfezado e putinho da vida do seu lado, choramingando que o mundo era injusto e que ia juntar dinheiro pra ir morar no México. Eu nem podia falar muita coisa que, por mais que ele estivesse errado, eu ainda me fazia a egípcia e tacava o pau no Seok, sempre à uns bons quinhentos milênios de distancia dele.

Meu naboyzinho revirava de num lado para o outro, indignado, sem conseguir dormir, e eu ficava olhando ele brabinho com a minha cara de palmito, porque eu sou apaixonado e trouxa demais pra ficar irritado com ele impedindo meu soninho da beleza.

Obviamente, se ele matava aula, quem disse que ele não meteria o pé do castigo muito bem dado?

Isso mesmo, nada.

Cheguei todo pimposo e pronto pra encher meu boyzinho de carinho e amor e me deparo com cobertores enrolados em um formato de pessoinha. Cheguei todo lindo pronto para abraçar ele, quando sinto que o corpo do meu boy está deveras macio e molenga.

Sim, antes que me pergunte, ele colocou sim travesseiros em formato de pessoa e deve ter metido o pé enquanto eu tomava meu belo banho rápido de apenas cinqüenta minutos.

Que foi? Se manter esse pitél não é fácil não, nenê.

Piadas à parte, SeokJin ia ficar mais que puto, ele ia incendiar a casa com a gente dentro, eu não duvido.

Aquele homem me assusta.

Mas como nada na vida é de graça, eu estava cuidando do pequeno Holly, a bolotinha com pernas que pareciam tubos de massinha que era bem mais estiloso que eu na minha vida toda, e se YoonGi descobrisse que eu deixei o filho dele sozinho, ele queima a casa comigo dentro. Esses incendiários.

Dez da noite, coloquei o pequeno Holly na coleira e o levei debaixo do braço ora pegar o carro da Noona que estava na garagem do prédio, e procurar o mais novo, num misto de preocupado e puto.

Já passava de amis de uma da manhã, Holly já tinha cagado em todos os carpetes do carro, eu já rinha virado toda a vizinha e mais uns seis bairros da região e nada do menino. TaeHyung apareceu com o irmão-namorado no encalço, dizendo que SeokJin 'tava puto porque queria o carro, e depois de longos minutos de discussão, estávamos eu, HoSeok, Tae e SeokJin procurando JungKook.

Eu já estava preparado pra chorar muito quando, duas e meia da manhã, enquanto eu tentava engolir uma batatatinha frita, agoniado demais para conseguir comer algo desde a hora que eu saí, quando o telefone do apartamento tocou e a noona atendeu. Eu juro que eu tentei, mas o sotaque italiano não me deixava nem um pouco capaz de entender. Meu namorado, menor de idade, irresponsável e com o rei na barriga, estava na delagacia por ter invadido uma área privada, com mais dois meninos e uma menina, aparentemente para se encontrar com mais um grupo de adolescentes, todos eles com mais de dezesseis anos.

Eu não sabia se eu ficava desesperado, assustado, aliviado, puto ou se eu comia minhas pobres batatinhas que já estavam sem sal.

Eu decidi comer minhas batatinhas enquanto deixava meus hyungs irem resolver aquilo, e TaeHyung e a noona ficaram comigo. Jimin tentou me fazer terminar de comer, afirmando que estava tudo bem.

Bem meu ovo.

Quando os hyungs voltaram, nem mesmo a noona estava do lado de JungKook e eu estava bem decepcionado mesmo.

Todo mundo teve a sua conversa com JungKook, sobre ele estar fugindo de casa, Jin deu outro tapa na bunda dele e depois fomos todos dormir, o castigo do menino prolongado até o final do ano.

Olhei para ele, deitado na cama, me olhando envergonhado. Sentei na cama ao lado dele, o olhando decepcionado.

— JungKook, porque você saiu escondido? – perguntei, recebendo um muxoxinho de resposta – Eu to falando sério, eu sou namorado mas eu ainda sou o seu hyung, assim como todo mundo nessa casa. Sair casa? De castigo? Tarde da noite? E entrando na casa dos outros?

— A casa estava abandonada! Eu vou lá o tempo todo! – se defendeu, corando e virando o rosto – Eu ia lá com os meus amigos todo dia.

Olhei para ele, JungKook estava muito desconfortável, puxava o lençol entre os dedos, morrendo de medo da minha próxima pergunta..

— E o que você fazia lá? – perguntei, tentando parecer calmo e o mesmo não respondeu – JungKook, o que você foi fazer lá?

O menor se revirou na cama, desconfortável, e não me respondeu. dormimos de costas um pro outro e JungKook foi sozinho para a escola, SeokJin quem o buscou.

No final da semana, descobri o que meu JungKook estava fazendo lá: nada mais nada menos do que trocando beijinhos escondidos. Fui buscar o mesmo na escola e ouvi, escondido, a meninas e um dos garotos que estava no grupinho de fugitivos conversarem, enquanto fechavam os armários do colégio, comentando sobre o tal garoto que tinha a mesmo idade de JungKook e estudava do outro lado da cidade. Pretendiam dar um jeito de JungKook se encontrar com ele de novo, na mesma casa abandonada de sempre, entre o nosso bairro e o centro.

Eu estava não só decepcionado com JungKook como estava muito puto. Eu nem lembro quantos dias eu fiquei sem olhar na cara dele, mas eu lembro muito bem de ter discutido com ele. Foi a primeira discussão séria que tivemos, ele ficou sentado no sofá o tempo todo, em, silêncio, chorando sem olhar pra mim.

— JungKook, você tem a porcaria de um namorado, que caralhos você ia fazer lá? – perguntei alto e também nunca tive uma resposta – JungKook, eu tô falando com você, me ajuda à entender porque você me deixa lamber o chão que você pisa sendo que todo dia você saia escondido da escola pra ir beijar alguém que nem sequer tem um nome!

Ele não respondeu, e eu quase chorei de raiva, porque eu me senti bem idiota, bem idiota mesmo, mais do que idiota, um babaca.

O que eu tinha na cabeça? O Jeon não tinha idade sequer para lavar as próprias cuecas e eu realmente esperava que ele fosse segurar os hormônios dele e só me beijar, que ele ia segurar o popô dele dentro de casa com a consciência que ele tem namorado. Errado. JungKook estava matando aula para beijar um outro cara que deve ser bem mais novo que eu.

— Meus amigos acham que eu namoro ele – sussurrou – E eu… Eu queria… Eu-

— Você queria beijar outra pessoa? Você queria namorar com ele, não é? – eu estava confuso e puto, mais puto do que qualquer outra coisa – Então você namora comigo, gosta do Jimin, quer beijar esse cara, tudo ao mesmo tempo. Qual o seu problema?!

— Eu só queria que meus amigos não me achassem um idiota por um estar com um cara de mais de vinte anos! – berrou de volta, erguendo o rosto encharcado.

— Então se o problema é eu ser mais velho, escuta essa: como você acha que eu me sinto? Hein? Saber que gosto de você porque eu jurava que você era um pouquinho mais maduro que isso, mas acabei de descobrir que você não sabe nem namorar sem ser um cuzão?

— Eu fui um cuzão, NamJoon? Só porque eu queria beijar um outro cara? YoonGi hyung beija muita gente e nem HoSeok e nem TaeHyung se importam!

— Mas a gente não é YoonGi, nem HoSeok, muito menos TaeHyung! Eu, ainda mais, estou bem longe de ser YoonGi!

Ele não respondeu, e eu subi a micro-escadinha e peguei meu cobertor e meu travesseiro, jogando no sofá, ao lado dele, com toda a minha fúria. Berrei para ele sumir dali que eu ia deitar e dormir e ele arrastou os pés para o meu quarto, batendo a porta com força. A noona apareceu pouco depois, dizendo que já ia embora, mas antes de sair ela me fez um chá, e, sem falar nada, deixou em cima da mesinha de centro e saiu.

Passou mais de uma semana até JungKook vir falar comigo. Foi estranho, ele perguntava as coisas e eu respondia seco. Eu estava bem decepcionado com ele, ao ponto que JungKook chorou e eu fiquei com a maior cara de porta. SeokJin veio falar comigo também, mas parece que ele não estava com saco para o nossa drama, então empurrou tudo para o colo de YoonGi, que, por sua vez, preferiu dormir à falar comigo.

Sobrou para o meu hyung Jung salvar a pátria, e ele veio, sentou todo bonitinho no sofá do meu lado e começou à falar sobre como o Sol tinha altos e baixos. Juro que não quero fortalecer o estereótipo sobre como toda pessoa de humanas brisa sobre o Sol, mas era isso mesmo que ele estava fazendo, apontando várias vezes para o teto como de aquilo fosse, milagrosamente, abrir um buraco ali e nos andares superiores, ao ponto de que o Sol pudesse entrar ali, fazer plantinhas nascerem no chão e passarinhos fossem pousar nos ombros dele, como em uma cena de A Branca de Neve e os Sete Anões.

Depois eu perguntei como aquilo ia me ajudar com JungKook e ele franziu o cenho, perguntando se eu estava com problemas com o mesmo.

Sinceramente? Não fiquei surpreso.

Mas depois ele falou comigo sobre como o JungKook ainda é uma criança, e apesar de já ter quinze anos, não tem a mesma mentalidade que eu, e não adianta eu exigir respostas como se estivesse falando com alguém de vinte e dois anos, como eu. HoSeok hyung é maravilhoso com esses conselhos, realmente.

Depois o namorado mais velho também veio, depois da sua sonequinha de noventa milênios. Ele foi bem mais bruto, e disse que se a gente continuar de graça vai meter o couro em todo mundo. Claro, ele também me deu umas putas broncas, mas ajudou até mais que o outro hyung.

Demorei mais alguns dias antes de conversar com JungKook, mas quando eu sentei na cadeira da escrivaninha e olhei pra ele, ele entendeu que era hora de conversamos. Ele me ouviu, quietinho, enquanto eu dizia tudo que eu precisava falar. Disse que, de fosse para eu ter que ser só um cara que ele fica junto por curiosidade, que aquela coisa toda acabava ali.

Depois foi a vez dele falar, segurando a vontade de chorar e sem me olhar diretamente, murmurando que els gostava mesmo de mim, mas eu entendi nas entrelinhas que ele ainda não tinha cabeça pra tudo aquilo.

— JungKook, essa coisa acaba aqui – ele ergueu o rosto, rápido e assustado, fungando alto e abrindo a boca, confuso – O nosso namoro, ele acaba aqui.

JungKook arregalou os olhos, se apressou para engatinhar até a ponta da cama, se sentando ali e tentando argumentar, já chorando de novo. Não vou mentir, eu ficava bem mal, mal mesmo, fazendo isso, mas tinha sido muito desesperado e infantil querer namorar com ele agora.

— H-hyung, por favor, não! – fungou de novo e eu comecei à ficar com aquela cara de criança que quer chorar mas não chora por orgulho e ora desafiar a mãe – Eu faço qualquer coisa, mas por favor, não…

Aproximei a cadeira da cama, segurei o rosto de JungKook e expliquei, devagar e fungando também, deixando claro que é óbvio que eu ainda gosto dele, eu amo ele pra caramba, mas que não dava ora namorar sabendo que ele ainda não tem certeza de nada.

— Mas, d-depois a gente volta, né? – perguntou todo desesperadinho. Suspirei, beijando a bochecha dele, que estava toda salgada por estar chorando e ele abraçou meu pescoço, passando da cama para minhas pernas, agarrado em mim.

Foi complicado, JungKook não se soltou de mim por um longo tempo, soluçando alto e eu chorando no ombro dele. Por mais que doesse, era o certo a fazer, esperar que ele crescesse e soubesse o que ele quer, quem ele quer. Mas, no final, todos sabemos que eu vou sempre ficar com ele, e ele iria ficar comigo.


Notas Finais


Cansativo, não?
Sim
Ficou bem grande, me empolguei na hora de escrever

Enfim, comentem o que acharam, deixem sua opinião sobre a fanfic, críticas de todas as escalas são bem-vindas, desde que sejam construtivas, estou tentando o meu melhor nessa história.
Gosta muito de Dear Little K.I.D? Deixe um favorito se quiser e compartilhe para os amigos, todos são muito bem-vindos

Muito obrigada desde já, sintam-se à vontade em comentarem ou não

Kissus :3


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