História Death Comes to Me - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Bleach
Personagens Byakuya Kuchiki, Gin Ichimaru, Grimmjow Jaegerjaquez, Ichigo Kurosaki, Orihime Inoue, Rangiku Matsumoto, Rukia Kuchiki, Ulquiorra Schiffer
Tags Bleach, Demônio, Hentai, Ichigo, Inoue, Orihime, Romance, Sobrenatural, Ulquihime, Ulquiorra
Exibições 62
Palavras 2.648
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


PASSEI EM TODAS AS MATÉRIAS DA FACULDADE. To feliz pra CARALHO!!! \o/

Quando finalmente me livro de um dilema que é a faculdade me aparece outro. Quanto estou escrevendo Between Terms and Fights fico inspirada em escrever Death Comes to Me e quando estou escrevendo Death Comes to Me fico pensando no enredo de Between Terms and Fights... No fim enrolei pra escrever as duas, mals.

● As partes em Itálico são lembranças do Ulquiorra!!!

Bom, não tenho mais nada pra falar pra vocês por hora. Apenas obrigado pelo apoio.✿
Boa leitura;
Beijinos da titia Bonney. *3* ✿

Capítulo 14 - A Mãe dos Demônios


Fanfic / Fanfiction Death Comes to Me - Capítulo 14 - A Mãe dos Demônios

 

 

 

 — Meu querido Ulqui-kun, venha até a mamãe... - Dizia Ume, uma mulher jovem de pele tão branca quanto a neve, cabelos longos que se arrastava no chão quando a mesma estava sentada de joelhos.  

 

 — Mamãe!!! Mamãe!!! Achei uma minhoca no quintal – dizia todo animado com o bicho em sua mão. 

 

 Ulquiorra era muito pequeno, nessa época seus olhos eram grandes, mantendo o tom esverdeado, bochechas que sempre estavam levemente coradas. Seus cabelos eram curtos altura das orelhas pontudas. 

 

 — Não mexa na terra meu pequeno, você ainda não está bem... - Sorria docilmente.  

 

 — Mas a mamãe não cura as pessoas?! - Via a mesma confirmar. — Então por quê ainda estou doente? 

 

 — É por esse motivo que te chamei aqui, meu pequeno principe. A mamãe está esperando outro príncipe ou até mesmo uma pequena princesa... - A mulher de cabelos azulados acariciava sua barriga por cima do Shiromuku¹. — Como você bem sabe, mamãe carrega alguns poderes sobrenaturais, mesmo assim ainda sou humana, diferente de você e seu papai... Quando estava grávida, você sugou todos os meus poderes para poder crescer forte e corajoso, seu irmãozinho ou irmãzinha está fazendo o mesmo...  

 

 — Não quero irmãos! - Cruzava os braços, enquanto fazia um bico nos lábios pálidos. Sem querer jogando a minhoca pra longe. — Papai nunca vem me ver, tenho pouco tempo com ele... Se eu tiver um irmão terei que dividir o papai com ele e todo esse reino – abria os braços, mostrando quão grande era todo aquele local.  

 

 — Não seja egoísta Ulqui... Se você tiver uma irmãzinha terá que proteger ela de homens chatos como Ryo – cochichava já que o mesmo estava por perto. — Caso tenha um irmão, poderão pregar peças nele, dois é melhor que um... 

 

 — Ume Hime, estou ouvindo isso – dizia o servo que estava encostado no batente da porta. 

 

 — QUERO UM IRMÃO! - Gritava pegando uma espada de bambu indo em direção à Ryo. 

 

 — Desculpa, Ryo – ria a mulher timidamente, tampando sua boca com o enorme e pesado quimono. — Não bata nele com muita força - a mulher dizia para seu fiel servo. 

 

 — Pode deixar, não irei matar ele mamãe - dizia Ulquiorra batendo no homem mais velho com a espada. Ryo respirava fundo e fingia estar sendo machucado, seu futuro patrão tinha apenas seis anos, precisava de confiança. 

 

 — Saia daqui Lord Ulquiorra – dizia o empregado fingindo medo e correndo pelos cômodos do templo. 

 

 — Mamãe!!! Mamãe!!! - Chamava atenção da princesa ao entrar no quarto novamente. — Se for menino o nome dele pode ser Grimmjow?! 

 

 — Mas é claro, meu amor...

 

[...]

 

 — É... - Respondia se lembrando da falecida mãe, tentando não demonstrar que estavam falando da mesma pessoa. — Hey mulher! Sabe cozinhar? - Perguntava tentando mudar de assunto, mas realmente estava com fome e o outro demônio sumiu sem deixar nada pronto. 

 

 — Sei sim – sorria convencida. — Uma das minhas especialidades é ensopado de peixe recheado de banana com molho de carne de panela. 

 

 — Não precisa. Tem pão velho aqui em casa – dizia engolindo a seco aquela receita doida. Ulquiorra nunca ouviu falar de um demônio com intoxicação alimentar, mas não queria pagar pra ver.  

 

 O dono do apartamento vestia a mesma rouba do dia anterior. Calça da melotem cinza e um camisa preta, seus pés estavam descalços enquanto andava pra um lado e outro procurando alguma coisa na cozinha.  

 

 — Quantos anos você tinha quando ela morreu? - Perguntava enquanto fitava o quadro da mulher de longe. 

 

 — Oito anos – mentia ao finalmente achar o coador de café. Odiava café de cafeteiras. 

 

 — Meus pêsames... Ela é muito bonita... 

 

 — Como já disse... Faz muito tempo, não preciso de ressentimentos... - Dizia ao colocar a água para esquentar, mas logo algo o interrompeu, um abraço quente e muito aconchegante.  

 

 — Não precisa fingir que não sente falta dela... Também perdi alguém muito importante quando tinha oito anos. Meu pai... Ele não era um dos melhores pais do mundo, ele tinha seus defeitos, mas mesmo assim era meu pai... - Ulquiorra apenas levou uma de suas mãos até a da mulher, a acariciando levemente, aceitado o abraço e todos os sentimentos que vinham junto dele.  

 

 — O que aconteceu...? - Fingia não saber.  

 

 — Houve uma pequena confusão... Meu pai era alcoólatra e não tinha bons amigos, um dia um deles tentou abusar de mim... Ele me protegeu... Morreu na minha frente... - Segurava o choro baixinho, mas o demônio tinham uma ótima audição. 

 

 — Sabe... Minha mãe era tão linda quanto uma Princesa, tinha alma boa e um coração melhor  ainda... Isso causou sua morte... Eu sinto a falta dela... 

 

 — Esse é o motivo de você ser assim...? - Perguntava entre as lágrimas que insistiam em cair. 

 

 — Acho que sim – admitia o fato pela primeira vez na vida. Orihime em ato rápido ficou na frente do homem, o encarando com seus enormes olhos cinzas marejados.  

 

 — Então eu serei a sua luz – dizia a ruiva na ponta dos pés, dando um selinho no rapaz. 

 

[...]

 

 — A culpa não é do Grimmjow... - Dizia Ume, acariciando seu filho mais velho pela bochecha, deixando um pouco de seu sangue na pele pálida que herdara da mesma. 

 

 — EU VOU MATAR O GRIMM! - Olhava para mãe quase morta cheio de fúria. 

 

 — Meu eterno e Pequeno Príncipe – sorria docilmente na poça do seu próprio sangue. — Não quero que ande nas sombras, nunca quis isso. Quero que ande na luz. 

 

 — Minha luz era a mamãe... - Finalmente chorava, percebendo que as últimas palavras da mãe estava mais próxima do que nunca. 

 

 — Você está enganado U-Ulqui-kun... - Se sufocava com o  próprio sangue. — Existe uma luz ainda mais forte que a minha, que iluminará sua vida... Pena que não poderei te conhecer – dizia ao ver a imagem de uma mulher ruiva de costas. 

 

 — Mãe, você está alucinando... Ryo já chamou o curandeiro, aguente mais um pouco... - Falava desesperado. 

 

 — Ela será sua luz. Cuide bem dela – falava a mãe do demônio fechando seus olhos e aceitando a morte. 

 

[...]

 

 Orihime abria porta do banheiro enquanto enxugava seu rosto molhado pelas lágrimas na toalha branca. O cheiro do café emanava o apartamento por completo, fazendo a garota não resistir e seguir, se deparando um uma sala de jantar linda. A mesa estava feita para duas pessoas, haviam dois pratos e duas xícaras. 

 

 — Esse cheiro está melhor do que o de ontem... - Comentava se sentando em frente ao prato, sem ao menos pedir licença.  

 

 — Acabei de triturar o melhor grão de café que tenho aqui... - Comentava ao adentrar o ambiente com uma prato cheio de panquecas. — Sei que está quase na hora da janta, mas como acordei agora... 

 

 — Sempre vi isso naqueles filmes americanos – dizia alegre. Assim que o mesmo colocou a pilha de panqueca na mesa novamente sem cerimonia alguma a ruiva pegou uma delas com a mão. Devorando-a rapidamente. Ulquiorra riu. 

 

 — Então você ri... - Falava com a boca cheia. Uma cena linda se não fosse pela nojeira. 

 

 — Então você come igual uma criança - dizia o demônio se aproximando. Em um movimento astuto passou sua língua pelo canto da boca rosada, tomando pra si a calda da panqueca que descia pelo queixo da sua visita. — Gostosa... - Fazia daquilo uma pequena vingança. 

 

 — É-É... V-Você realmente cozinha bem... - Estava totalmente corada pela reação repentina. 

 

 — Não estava falando da comida... Mas, obrigada – se sentava e começava a comer junto da sua namorada de mentira. 

 

 O café da manhã fora de hora durou um longo tempo, em grande silencio. O casal sobre a mesa apenas trocava alguns olhares escondidos, enquanto comiam sem pressa alguma, apenas aproveitando o máximo de tempo que tinham ali. 

 

 — Eu lavo a louça - dizia a protagonista juntando as louças e levando até a cozinha. 

 

 Inoue levou tudo que estava sujo até a pia, agradecendo mentalmente pelo anfitrião não a impedir de lava-las, era o mínimo que poderia fazer. Schiffer apenas a seguiu, sentando em banco do balcão da cozinha americana, que ficava exatamente na frente da pia de lavar louça. 

 

 A garota logo esquecerá que não estava em sua própria casa e começava a cantarolar enquanto ensaboava a louça suja, dando toda sua atenção nos movimentos certos que cada louça necessitava. O mais velho apenas analisava toda a situação com calma, seus cotovelos estavam sobre o balcão, seus dedos entrelaçados de baixo do nariz, continuando a analisar com calma aquela situação provocadora. Os quadris femininos se mexiam de um lado para o outro enquanto ensaboava todos os objetos utilizados por eles. 

 

 Situação simples e muito provocativa para um certo demônio que assistia ela rebolando de camarote. Junto com a canção baixa que cantava seus quadris mexiam no mesmo ritmo, fazendo com que a mesma meio que dançasse, sua pernas se moviam em constante e perfeito ritmo, as franjas das saia fazia a mesma coisa, mostrando um pouco demais. 

 

 Ulquiorra se levantou e logo foi em direção ao que lhe provocava. Em passos leves e silenciosos chegou perto do pescoço fino que exalava um leve cheiro de baunilha, se aproximou e sugou toda aquela essência, fazendo a pele exposta se arrepiar, o que fez o homem soltar um sorriso vitorioso. 

 

 Sem muitas delongas a  virou, fazendo seus olhos se encontrarem. Sem permissão alguma a levantou, colocando sentada sobre a pia e tomando seus lábios em um beijo ardente, que logo teve seu fim por conta do ar. 

 

 Demorou um pouco para que enfim Orihime sentisse o molhado de onde estava sentada, por simples instinto a ruiva emburrou o homem que estava a devora-la com todas suas forças. 

 

 — Molhada... - Dizia descendo do lugar úmido, se referindo a saia que estava encharcada. 

 

 — Mas já?! - Soltava seu pensamento pervertido sem querer. 

 

 — IDIOTA!!! - Se pronunciava ao pegar uma grande quantia de espuma de detergente e passar no rosto do moreno.  

 

 — Quem você pensa que é?! - Voltava a se aproximar da silhueta feminina, fazendo o mesmo que ela, pegando espuma e passando no seu rosto angelical.  

 

 Foi então que uma guerra de espuma foi travada entre o casal. A torneira se encontrava ligada enquanto a detergente tinha sido quase todo despejado sobre a pia, criando muitas espumas e até bolhas de sabão. Ambos estavam praticamente ensopados, riam feito crianças, a camisa preta do homem marcava todo o peitoral bem escondido pela mesma; já a mulher que usava uma camisa social feminina tinha a mesma toda molhada, ficando transparente sendo visível seu lindo sutiã rendado. 

 

 A água começou a transbordar, caindo sobre o piso branco, fazendo o mesmo se tornar escorregadio e consequentemente fazendo com que as duas pessoas presentes escorregassem sobre o piso úmido.  

 

 — Está bem, mulher? - Trazia preocupação já que ele havia caído sobre ela, fazendo-a bater a cabeça. 

 

 — Estou bem... - Passava a mão sobre a cabeça, procurando o lugar que mais doía. 

 

 — Desculpas... - Tentava se levantar, mas tudo estava escorregadio demais, se esticou o máximo possível para pelo menos fechar a torneira. — Pronto – dizia quando seus olhares se encontraram. O que fez com que os lábios tomassem o mesmo rumo. — Sabão... - Resmungava ao se soltar do beijo e mostrar a língua. Orihime apenas riu. 

 

 — Acredito que agora é momento que o Ryo-san aparece... - Foi só a mulher falar que a campainha tocou. 

 

  Se levantaram rapidamente. Antes que abrissem a porta Ulquiorra sugeriu que a humana fosse para seu quarto e tomasse banho em sua suíte, não sabia o motivo, mas não queria que seu empregado a visse daquela fora. 

 

 Dessa vez pode acender a luz do quarto, podendo enxergar o local com mais calma. A enorme cama box ficava encostada na parede preta com detalhes verdes; as outras eram apenas lisas em tom branco, uma delas tinha uma janela enorme e na outra se encontrava o guarda-roupa mediano e na quarta parede era a porta da entrada em um canto e no outro a porta da suíte.  

 

 Assim como o moreno havia dito teria toalhas limpas na segunda gaveta do armário do banheiro. A suíte era grande, tendo um banheiro e um simples chuveiro que era separado pelo box, usaria o chuveiro pois já estava pra usar o banheiro dos outros, não queria abusar utilizando a banheira. 

 

 Bem, o banho não foi demorado, era apenas para poder se limpar e trocar de roupas. Se enrolou na toalha branca e saiu do banheiro, não tinha outra roupa na qual poderia usar; então a mesma tomou coragem e foi até a porta do quarto com intenção de pedir ajuda ao suposto namorado. 

 

 — Já disse que não é bem vindo aqui... - A voz era de Ulquiorra. 

 

 — Preciso de dinheiro... E o papai está me negando... - A voz da outra pessoa não era conhecida por Orihime, a voz tinha um timbre brincalhão e provocativo. — Tem uma mulher aqui – dizia o outro homem, ao ouvir uma porta ser aberta devagar, podendo sentir um  certo cheiro. — Baunilha... Não sabia que gostava de doces nii-sama.

 

 — É apenas uma amiga, não se incomode. - Queria tirar a atenção do seu irmão, com o intuito de proteger a mulher, mas enquanto a protegia, fez com que a mesma se sentisse mal. 

 

Apenas Amiga. 

 

 — Resolveu aproveitar a vida, Ulqui-nii – debochava. 

 

 — É só dinheiro que você quer?! - Dizia ao assinar um cheque. Em outro momento mais velho teria apenas negado como seu pai, mas não poderia deixar que seu irmão continuasse ali por muito tempo. Ele não poderia ver Inoue. 

 

 — Só assine. Deixe o valor em branco, estou precisando de muuuuito dinheiro – comentava ao colocar os pés sujos sobre a mesa de centro da sala. 

 

 — Se metendo em encrencas, hein?! Bem... Não é do meu interesse – entregava o cheque para o homem de cabelos azuis. — Pode ir agora... 

 

 — Dessa vez foi fácil... Quem imaginaria que o nii-sama voltaria para o mundo dos mortais, você deve ter um bom motivo para isso. Como uma amizade... - Assim que o moreno pode ouvir sua porta do quarto ser fechada resolveu se pronunciar.

 

 — Dessa vez foi realmente fácil - levantava seu irmão seu esforço algum do sofá, pelo pescoço. — O motivo você ainda estar vivo Grimm-nii é por conta da mamãe, mas não pense que somos amigos ou algo do tipo. Então, suma! - Soltava o azulado, que em um piscar de olhos sumiu do apartamento.

 

[...]

 

 Princesa Ume estava soada, totalmente esgotada pelo parto natural que havia acabado de fazer. Seu segundo bebe também era um menino, diferente do mais velho esse herdou seus olhos e cabelos azuis, acabou herdando do pai a pele bronzeada. 

 

 — Chame o Ulqui... - Pediu pra uma das empregadas.  

 

 A criança tinha apenas uns fios azuis da frente da cabeça, fios que já se mostravam rebeldes. Suas pequenas e delicadas mãozinhas tentava alcançar o nariz de sua mãe. 

 

 — Olhe Ulqui – dizia ao ver a criança de sete anos entrar pela porta. — Ele tem um rabo – ria ao mostrar a ponta do mesmo.  

 

 — Azul como a mamãe - observava os pelos na ponta do mesmo. 

 

 — Segure-o – sugeria já colocando o bebê nos braços da criança. 

 

 — Tão frágil...  

 

 — Exato e a sua missão como irmão mais velho e cuidar e zelar pelo bem estar do Grimmjow... - Sorria docilmente. 

 

 — O nome dele será Grimmjow?! - Dizia Ulquiorra com os olhos brilhando. 

 

 — Uhum... Meus dois pequenos Príncipes Ulquiorra e Grimmjow – puxava os dois pequenos em um abraço. 


Notas Finais


● E então...?! Tirem suas próprias conclusões do que está por vir...
● As partes em Itálico são lembranças do Ulquiorra!!!

1. Shiromuku: É um tipo de Kimono pesado. Normalmente usado em casamentos.


❤ OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS: @Vic_inoue, @OneJack_o e @Alethea. ❤

☆ OBRIGADO PELOS FAVORITOS: @villakilla, @yasminlala, @hinata1445, @Bad_Girl_- e @MimsayHoustson


SUUUUUPER ANSIOSAAAAA PRA ESCREVER O PRÓXIMO!!! *-----*
Enfim, obrigado pelo apoio e leitura pessoal. Até o próximo. u3u
Beijinhos da titia Bonney. *3* ✿


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