História Death Fairy - Capítulo 49


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Categorias Originais
Tags Comedia, Drama, Fantasia, Romance
Visualizações 12
Palavras 1.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá pessoal, como estre capitulo foi escrito para o dia dos namorados, mas como as postagens aqui ainda estão atrasadas, imaginem pf que estamos no dia dos namorados heheheheh

Capítulo 49 - Especial: Dia dos Namorados


Fanfic / Fanfiction Death Fairy - Capítulo 49 - Especial: Dia dos Namorados

Em "comemoração" aos dias dos namorados bem atrasado, estarei fazendo este capítulo como um especial, que não possui interferência direta no livro. Espero que gostem♡

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*Riin*

Dias dos Namorados. Meu Deus, digamos que aqui em casa este é um dia completamente terrível. O problema de nos envolvermos com diversas mulheres é que muitas acreditam que possuem algum vínculo ou relacionamento conosco e passam o dia inteiro nos incomodando ou enviando presentes e principalmente quase todas as mulheres que conhecemos ou que até mesmo não conhecemos nos enviam toneladas de chocolate.

Mal entramos em casa e já fomos surpreendidos com uma pilha gigante de caixas de vários tipos de coisas e a pirralha nos olhou abismada.

-O que é isso? Vocês disseram que recebiam coisas de mais, só que eu não imaginava que era tanto assim -ela ficou de frente a uma pilha onde só estavam chocolates. Se virou lentamente com os olhos brilhando e colocou o indicador sobre os lábios - Ei! Vocês dois não comem chocolate né?

-Se quiser pode ficar com os meus - respondeu o smurf imbecil.

-Sora. Tente pensar um pouco nos sentimentos das garotas que lhe enviaram isso -disse o Klein.

-Você também não come nunca essas coisas Klein - disse.

-Então não faz mal eu comer né? - a pirralha estava parecendo uma pequena criancinha.

-Não.

-Tá bom, pode comer...

-Minha parte não dou a ninguém -disse sério.

-Como assim? - ela fez bico -Me deixa comer tio.

-Sua pirralha! Chocolate é uma coisa da qual não divido com ninguém! -disse -E não me chame de tio.

***

Estávamos sentados na cama, ela entre minhas pernas calmamente aconchegada com sua cabeça em meu peito, lia um mangá devorando a quinta caixa de chocolate e eu acho que eu já estava na sexta,  quando do nada, ela colocou um chocolate em minha boca.

-Toma! Você tem que provar desse. Senhor que coisa maravilhosa -disse ela com aquela expressão infantil e fofa.

-Que coisa maravilhosa! -disse sem demonstrar grande interesse e ela me olhou com desdenho.

-Chato -resmungou e voltou a focar no mangá e na caixa delicada em formato de coração em suas mãos. Após terminar de ler, colocou o celular sobre a escrivaninha ao lado e se virou completamente para mim, ficando cara a cara -Vamos testar uma coisa?

-O que? -antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, novamente ela colocou um chocolate em minha boca, só que desta vez concluiu o ato com um beijo, nossa senhora e que beijo, os sabores suaves e doces dos chocolates se misturaram o que tornou tudo mais interessante, quando a parte boa estava ficando mais quente o filho de uma tremenda puta chamado Sora, mais uma vez fudeu tudo abrindo aquela maldita porta.

-Opa! Toda vez que eu entrar neste quarto vocês vão estar se pegando? - perguntou o imbecil.

-Não é assim. Toda vez que nos pegamos, você entra -respondeu a pirralha se virando para ele aparentemente irritada.

-Tá bom. É que tem visita para você Riin, acho que é uma de suas "namoradas" -ele disse fazendo aspas com os dedos e debochado.

-Oi?  - perguntei me levantando e indo até a sala.

Ao chegar, vi uma loira realmente familiar, me esforcei para lembrar seu nome e apenas o que veio foi a palavra Annie. Ela se virou para mim e pulou em meus braços me abraçando:

-Amor! Estava com saudades -disse a mulher que penso se chamar Annie.

-O que? Espere um pouco -me separei de seus braços e a pirralha passou por trás de mim e se sentou no sofá como se nada estivesse acontecendo. Annie virou para ela e sorriu docemente perguntando:

-Sua irmã?

-Eu irmã desse ser? - respondeu a pirralha apontando em minha direção.

-Então o que seria? -Annie voltou a perguntar -É estranho uma garota estar aqui.

-Não tem nada estranho. O estranho é você entrar aqui e querer tirar alguma satisfação -não posso acreditar que ela quer fazer barulho. A Annie é uma barraqueira nata.

-Não à nada estranho uma garota entrar na casa do namorado e querer saber quem é a garota que está na casa dele -disse Annie já elevando sua voz.

-Namorada? - a pirralha gargalhou - Então okay senhorita namorada, não se importe com a minha presença, sou apenas uma amiga do seu namorado.

Olhei para ela que apenas sorriu cinicamente para mim.

-Amiga? Se é amiga, por que saiu de dentro do quarto dele? - credo, ela reparou até nisto?

-Porque? Eu não sei, diga você -ela se levantou e ficou de frente a Annie.

-Olha aqui! Sua pequena vadia, quem tu pensa que é? - Annie levantou a mão contra a pirralha e quando iria desferir o tapa, a menor parou sua mão.

-Eu? Vadia? Não fui eu quem dormiu com um homem que mal conhece e se acha no direito de ser dona dele -o sorriso que mostrava em seu rosto ao dizer tais palavras era quase assustador de tão meigo.

-Rubby! -disse lhe chamando atenção -Vamos parar com isso por favor.

-Parar com isso? Ela vem me insultando e eu tenho que ficar quieta? Escuta aqui sua puta velha, se quiser vir me insultar, vai aprender a ter vergonha na cara e após isto tente me tirar do salto -Rubby falou com um olhar famíliar, mas não parecia ser bem o dela.

-Amor, quero que você me explique isso agora! -disse a Annie para mim completamente irritada.

-Vamos deixar uma coisa clara: não sou seu "amor" -respondi irritado ao mesmo ponto que ela.

-Do que está falando? Eu dei meu corpo e sangue a você Riin, é claro que você  é  meu amor, eu desisti de tudo por você, para ser feliz ao seu lado -ela entrelaçou os braços em meu pescoço e notei que seus olhos estavam inundados.

- Eu nunca lhe pedi nada, e ainda me lembro muito bem de ter lhe dito para não me procurar mais -disse sem expressão.

-Você não pode me tratar assim! Eu vou acabar com você seu vampiro maldito e com essa ceifadora vagabunda -ela pegou a balsa e saiu quase correndo pela porta sem olhar para trás.

-Que bonitinho. Você gosta de brincar com as mulheres mesmo -disse a pirralha me olhando com raiva.

- Eu não brinco com elas, o erro aqui vem da parte delas mesmas, que insistem em se apaixonarem. Assim como você -disse e ela sorriu.

-Oh? Então você pensa que eu sou apaixonada por você? Que ótimo. Irei lhe mostrar o que uma mulher apaixonada pode fazer -ela pegou o celular e discou algum número, e na tela pude notar que apareceu uma imagem do Lynn.

-O que esta fazendo? -perguntei.

-Irei passar uns dias com o meu noivo, pelo menos ele eu tenho certeza que só que uma mulher na vida dele e que não vou ser ameaçada por alguém dentro de casa -ao escutar isto, senti uma sensação terrível dentro de mim me sufocando e me deixando irritado.

Tomei o celular de sua mão e joguei no sofá, onde as duas pragas que eu não sei por qual motivo chamo de irmãos, assistiam todo o show enquanto comiam pipoca. Ela me olhou surpresa, mas antes que pudesse dizer algo, a puxei pela mão e a calei com um beijo.



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