História Death Fairy - Capítulo 51


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Comedia, Drama, Fantasia, Romance
Visualizações 9
Palavras 1.007
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 51 - Riin x Rubby -O sequestro


*Narrador*


Antes que Riin pudesse terminar sua frase o celular da jovem tocou e a mesma atendeu rapidamente.

*-Alô? Lucy?*

*-Rubby, a garota esta pronta*

*-Okay. Mais tarde estarei aí*

-Onde estávamos?- Perguntou Rubby se virando completamente para Riin.

-Quem você pensa que é garota? -ele a jogou com força o suficientemente grande contra a parede, colocando seus braços um de cada lado da jovem. Ela o olhou surpresa, sem entender sua reação e a pergunta feita pelo homem - VOCÊ ENTRA NO CARALHO DA MINHA VIDA, BAGUNÇA A PORRA TODA, SE METE COMIGO, ME FAZ MUDAR, ME FAZ DESEJAR VOCÊ COMO NUNCA, LITERALMENTE ME FODE E QUER SIMPLESMENTE SAIR AGORA? -grita ele com a garota que mantinha o olhar fixado sobre dele.

-Riin, eu... - antes que ela pudesse falar mais alguma coisa ele continua após puxar ar, desta vez mais calmo.

-Você acha que eu estou me importando com o caralho de ser vampiro e você humana? SOMOS MEIOS. MEIO vampiro e MEIA humana, ambos somos meios deuses da morte. Acha que eu ligo mesmo que esteja em meio de um casamento político? Eu ROUBO VOCÊ NO ALTAR! Sou filho do seu pior inimigo? FODA-SE AQUELE VELHO MALDITO! Posso ser seu predador, mas não irei mata-la. Estrago seus planos? Vamos faze-los juntos. Sofreremos? Estar perto um do outro será apenas dor? Nada é perfeito! Você despertar alguma coisa por mim? VOCÊ JÁ ME AMA DROGA! -ele encostou sua testa sobre a dela, a olhando nos olhos.

As palavras de Riin a atingiram como uma bala de resolver atingiriam um humano comum, principalmente a última frase. Amar era algo que Rubby havia trancado no fundo de seu ser, no fundo de sua alma, no fundo de seu ser.

Todos os motivos que havia planejado e bolado para se afastar de Riin, foi completamente destruídos por ele mesmo. Todas as desculpas esfarrapadas que criou e planejou para se manter afastada do homem foram completamente burladas, negadas e rebatidas. O que a garota faria agora? Continuaria negando e se distanciando ou aceitaria tudo de peito aberto.


***


Enquanto isto, o casal que tinha vindo do futuro se preparava para colocarem seu plano em ação. O que não poderia falhar de maneira alguma.

-Riin. Você consegue, certo? -questiona a ruiva colocando sua máscara.

-Você pensa que está perguntando a quem Alba? -disse o homem colocando também uma máscara e seu capuz.

-Haru irá agir, precisamos fazer isso antes dele -disse a mulher transmitindo aflição em seus olhos, coisa que incomodava bastante Riin.

-Amor, se acalme okay? -ele colocou as mãos sobre o rosto pálido de Alba -Você vai ficar bem, não lhe acontecerá nada.

-Riin, minha preocupação não sou eu. É você -ela colocou suas mãos sobre as dele -Ele pode tentar lhe ferir novamente, e se isso acontecer eu terei que mata-lo de uma vez por todas.

-Não acontecerá nada comigo meu Amor, pode relaxar. Não confia? -ele beijou o topo da cabeça da mulher, enquanto afagava seus longos e sedosos cabelos.

-Claro que sim.


*Klein*


O céu estava estranho. Não parecia que iria chover, muito menos fazer sol. Apenas estava estranho. Logo hoje. No dia que irei me encontrar com a Patty para conversarmos e ajuda-la com matemática.

Na verdade não vai só ela. Parece que uma tal de Clara e uma tal de Minna também vão, mas não ligo muito, além de serem comprometidas não são a Patrícia, então não me importo com elas.

Nos encontramos em uma praça perto da escola e como sempre, Patty estava completamente linda: seus cabelos bicolores estavam soltos, usava uma calça preta e uma blusa rosa. Coisas essas que a deixavam mais linda do que já era naturalmente. As outras duas estavam lá também, realmente são bonitas, mas como disse antes, elas não são a Patrícia.

-Olá Klein. Desculpa ter te chamado assim. Não conseguimos achar mais ninguém -disse Patrícia. Aí. Quer dizer que não fui o primeiro? Fui a última opção?

Eu e as outras garotas nos cumprimentamos brevemente e começamos a estudar. Quando acabamos, ela olhou para mim com preocupação em seus olhos.

-Com a Rubby... Algo está prestes a acontecer - oi? Do que ela está falando?

-Por favor, tome conta dela -disse Clara com os olhos carregados de lágrimas.

-Não podemos fazer nada por enquanto -disse Minna e eu boiando.

*Narrador*


-R-Riin... As coisas não são tão simples assim -disse Rubby em voz fraca e falha.

-NÃO FUJA! - ele bateu a mão contra a parece novamente.

-EU NÃO ESTOU FUJINDO PORCARIA! SÓ NÃO QUERO SOFRER MAIS! -ela gritou com os olhos cheios em lágrimas -Qual o problema nisto?

-O problema é que "não sofrer", não existe! -ele respondeu mais calmo e tomou uma pequena distância da garota. Ela o olhou brevemente e depois virou o rosto.

Eles permaneceram assim por algum tempo em completo silêncio, mas algo surpreendente aconteceu: na janela do quarto, um homem de manto preto e capuz aparece oferecendo uma leve risada.

-Olha o que temos aqui -sua voz calma e grossa ecoa pelas paredes do quarto. 

Rubby estreita um pouco sua visão e lembra a quem pertencia aquela voz. Ela olha para Riin que já se preparava para atacar e após para o homem de capuz, que antes mesmo de que algo pudesse ser feito, se move em uma velocidade insana e vai em direção a Rubby, a coloca no colo e simplesmente desaparece junto com a garota.

-O que demônios aconteceu aqui? -Riin questiona a si mesmo completamente irritado e sem saber o que fazer.

Ele só sabia de uma coisa: "tenho que traze-la de volta" "preciso encontra-la". Após andar para lá e para cá algumas vezes, ele lembrou-se de algo que ele mesmo fizera.

Se dirigiu para escrivaninha em sua cômoda e pegou um livro que se encontrava escondido por um tipo de magia, o abriu na página onde havia um círculo mágico desenhado e de dentro da gaveta que antes também estava selada com magia, retirou um pingente quase igual ao que dera a Rubby alguns dias atrás. 



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