História Death Note - O Deus Ressurge - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Death Note, Kamisama Hajimemashita (Kamisama Kiss), Lendas Urbanas, Naruto, Noragami
Personagens Beyond Birthday, Kurama (Kyuubi), L Lawliet, Light Yagami, Matt, Mihael "Mello" Keehl, Misa Amane, Nate "Near" River, Personagens Originais, Rem, Ryuuku, Sayu Yagami, Shinjuurou Kurama, Tomoe, Touta Matsuda, Watari, Yato, Yukine
Tags Drama, Frescura, Jeff The Killer, Kurama, Light Yagami, Llawliet, Matsuda, Matt, Mello, Misa Amane, Mizuki, Near, Raito Yagami, Rem, Revelaçoes, Romance, Ryuuku, Slender, Sono, Tomoe, Treta
Exibições 8
Palavras 954
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Yo Minna-san!
Eu estou com um bloqueio criativo, mas estou tentando criar ideias mais abertas.
Aproveitem o capítulo.

Capítulo 4 - Este é o seu poder?


Anteriormente...
- Cuidado garota!
Atualmente...

  Autora Pov's On
- Ah me desculpe! - fala A.
- Éis cega por acaso? - pergunta o ruivo de olhos verdes.
- Ela já pediu desculpa. Cabe a você aceitá-la ou não. - responde Milk.
- Não se intrometa, leitinho. - diz irônico.
- Leitinho é a tua vó. - diz H, fazendo todos rirem - Ele é meu amigo, mais respeito com ele.
- Como se você soubesse o que é isso. - responde o ruivo.
   A menina somente observava tudo.
- Se eu souber ou não, isso não é da sua conta. - responde H.
  O ruivo bufou e se retirou.
- Venha. - disse Q, segurando levemente o braço da menina.

...

- Então o poder de vocês é esse caderno? - pergunta Jeff, indignado.
- E você esperava o quê? - Ryuuku se enfeza - Que nós matássemos só de olhar?
- Claro!  - responde indignado - Seria algo incrível, não?
- Nem tudo é o que parece, Jeffrey. - se intromete Light, e observa o símbolo de infinito em cima da cabeça de Jeff - É a mesma coisa que dizer que todas as creepypastas são aterrorizantes. Nem tudo é igual. Mas se completam.
- Não faço a mínima ideia do que você quis dizer, mas eu fui iludido. - ele pega sua faca do bolso do moletom e aponta para Ryuk - Quero ser recompensado. - Jeff se  lança em Ryuuku, mas a facada foi em vão.
- Garoto tolo. - Ryuk o segura no ar - Acha que o que crê é realmente importante para mim? - encara-o - Sou shinigami. É mais do que óbvio que não morrerei, já que sou um Deus da Morte. - fala dando ênfase para a última frase.

...

- Oi meu querido. - diz a mulher de cabelos castanhos - Como foi no trabalho?
- Bem... eu acho. - responde o homem loiro - Onde está meu filho?
- Nosso filho, você quis dizer. - corrige a mulher.
- Não Rosa. - responde ríspido - Meu filho. A mãe dele morreu. - ele encara-a - Você é vazia, se esqueceu? - o homem bufa e sobe as escadas.
   Rosa estava muito chateada, a ponto de chorar. " Eu nasci assim, o que posso fazer? " pensava enquanto segurava o choro. Rosa tinha nascido de sete (7) meses, e, pela má formação e parto prematuro, ela ficou no berçário enquanto esperava sua família lhe buscar. Mas um médico irresponsável lhe deu o remédio errado e ela teve complicações, ficando estéria.
   "Leonardo não pode fazer isso comigo" pensava.
  Leonardo bateu na porta do quarto de seu filho.
- Miguel! Miguel! - Leonardo gritava - Abra essa porta!
- Não! - gritou de volta - Não até me dizerem o que aconteceu com minha mãe!
  Rosa se aproxima, escutando a discussão quieta.
- Rosa é sua mãe! - respondeu Leonardo.
- Ela não é minha mãe! Ela nem pode ter filhos, como diabos seria minha mãe? - disse Miguel - Quero conhecê-la! Quero conviver com ela!
- Não diga isso! - fala Leonard com a voz embolada.
- Ela é tão desprezível assim? - perguntou Miguel.
- Misa... sua mãe... morreu.
  Miguel abre a porta devagar, e vê seu pai sentado no chão, chorando.

...

- Acho que o diretor não vai se importar com isso. - diz H.
- É... Mesmo que contemos, ele vai dizer que temos que nos socializar e depois vai voltar a jogar seus joguinhos. - fala Milk.
- Isso não é verdade. - responde A - Conheço Matt. Ele não faria isso.
  Todos encaram-na.
- Como... Como você sabe sobre a identidade dele? - pergunta Q.
- Nós o chamamos de M, já que ele só deu essa informação. - diz H.
- Como eu disse, já o conheço muito bem. Ele... me ajudou qiando eu era menor. - responde A.
- Menor do que você já é, impossível. - os três (3) meninos riem.

...

- Como assim pai? - pergunta Miguel.
-Sua mãe, Misa Amane... teve duas crianças, um casal. Mas, pelo que sei, a menina morreu no parto, junto com a mãe.
- E como o senhor sabia disso?
- Eu estava no hospital, até que o médico veio me dizer que a paciente 352 tinha morrido junto com a outra criança. - diz Leonardo, enxugando as lágrimas.
  Rosa escutava tudo atrás de uma parede, observando os dois conversarem no corredor.
- Em... em qual hospital, você foi? - pergunta Miguel, abatido.
- Fo-oi no Japão. Me dê um papel. - pede seu pai. Miguel entra em seu quarto e volta rapidamente com um caderno e uma caneta. Leonardo anota algo e devolve o caderno - Aqui.
- Dadas as circunstâncias... já não posso ficar aqui.
- E pra onde você vai? - pergunta Rosa, se aproximando.
- Vou para o Japão. - responde Miguel.
- Você não pode. - diz Rosa - Pense bem. Isso é um absurdo!
- Absurdo é você achar que vou ficar aqui só pro neu pai não te abandonar. - o garoto bufa - Absurdo é você me dar ordens. - Rosa segura-o - Me solte sua puta vazia! - a mulher começa a chorar.
- Então... pegue seu caminho! - fala Rosa, autoritária.
- Quem vai pegar o próprio caminho aqui, é você. - responde Leonardo - Se meu filho vai fazer algo, isso não é de minha conta, e muito menos da sua.
  Rosa, desesperada, já previa que isso ia acontecer. Quando Miguel não precisasse mais de uma mãe, Leonardo a abandonaria. Mas Miguel já sabia o que fazer.


Notas Finais


Ficou confuso não? Mas é assim mesmo haha.
Espero que tenham gostado.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...