História Death Note - O Dia Seguinte (Death Note Continuação) - Capítulo 19


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Categorias Death Note
Personagens L Lawliet, Light Yagami, Misa Amane, Nate "Near" River, Personagens Originais, Raito Yagami, Ryuuku, Sachiko Yagami, Sayu Yagami, Teru Mikami, Watari
Tags Animes, Caderno, Continuação, Death Note, Death Note Continuação, Detetive, Drama, Espionagem, Kira, L Lawliet, Light, Misa, Mistério, Misticismo, Policial, Raito Yagami, Ryuk, Shinigami, Suspense, Terror
Exibições 61
Palavras 908
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Kira fazendo aquilo que faz de melhor...

Capítulo 19 - Uma mentira atrás da outra


Fanfic / Fanfiction Death Note - O Dia Seguinte (Death Note Continuação) - Capítulo 19 - Uma mentira atrás da outra



     Kira precisava agir rápido, muito rápido pra aproveitar as mortes de seus acusadores, tomar providências pra ninguém descobrir que ele é o Kira, e tentar saber se Near já informou alguém sobre isso. Ele espera que a única coisa que Near tenha feito no período entre o momento que Kira fugiu ferido e o momento em que começou o tiroteio, tenha sido queimar os Death Notes e cuidar do ferimento de Teru Mikami, dirigindo-se ao lugar onde Kira havia morrido.


     Ele viu no registro de chamadas que Near não ligou pra ninguém, mas não dava tempo de pegar os celulares dos outros, pois os outros sentiriam falta e desconfiariam dele. Além do mais, não era boa ideia mecher na cena do crime.


     Por sorte, ele veio desarmado, e a unica arma que ele pegou foi do primeiro agente a morrer, que não efetuou nenhum disparo. 


     — Ouça, Mikami. Vai ficar tudo bem. Vou dizer que você estava cooperando com a polícia, e amanhã eu te visito no hospital. Escute,...se perguntarem o que aconteceu, não diga nada. Diga que recebeu ordens oficiais pra não falar nada com a imprensa, e se insistirem, diga que você não está se sentindo bem e precisa descansar, mas se forem muito persistentes mesmo, diga que tudo de repente começou a ficar confuso e todos enlouqueceram por causa de Kira, e uns tentavam se matar, outros atiravam uns nos outros. Jamais diga que eu sou Kira, entendeu?


     — Se perguntarem se Kira estava presente, diga que não, mas todos de repente começaram a ouvir sua voz e todos enlouquecemos por um momento. Eu e você estamos ainda em estado de choque, portanto eles vão entender. Fique frio, e aguente até eu chegar amanhã... vai ficar tudo bem.


     O corpo de bombeiros foram os primeiros a chegarem, levando Mikami para o hospital. Logo depois, chegaram  viaturas locais, e mais tarde seu chefe acompanhado de alguns policiais de seu departamento, dois agentes da SAI(serviço secreto japonês), e alguns repórteres.


     Kira ficou sentado no chão, fingindo estar em estado de choque, com as mãos nas têmporas, olhando pra baixo.


     — Estamos mortos!! Estamos todos mortos! Kira vai nos matar!! - fingia Kira, convencendo seu chefe e os outros com seu teatro, fazendo-os se solidarizarem com ele.


     — Beba isto, Raito...é chá com biscoitos, vai te fazer bem. Foi cortesia de Kioto(um dos soldados novatos que trabalhava na copa da Central, e que admirava Raito).


     Kira contou ao chefe de polícia a mesma versão da voz de Kira que fez todos enlouquecerem. E depois, inventou mais mentiras:


     — Chefe, nós da Central de Operações estávamos com uma teoria...a de que provavelmente o Kira não era japonês, que essa suspeita toda levantada por L tenha sido uma armação dos EUA e Inglaterra. Acreditamos firmemente que seja realmente uma coisa grande...alguma grande organização para nos incriminarem e invadirem nosso país pra montarem uma base militar permanente para controlarem o Pacífico e subjugarem a Coréia do Norte e a China de perto. Sei que parece loucura, mas isto estava ficando óbvio entre nós.

Raito sabia que estava claramente em estado de choque, e que podia usar isso ao seu favor, mesmo que parecessem asneiras, o mero compadecimento que todos tinham com sua situação podia ser um escudo e uma oportunidade para induzir o foco das suspeitas nos estrangeiros, aumentando ainda mais a raiva que a polícia tinha deles já há muito tempo. O resto, ele deixa com o senso de corporativismo.


     E completou:


     — Havíamos marcado um encontro com Near, que assumira o lugar de L, e depois que ele retirou um objeto estranho de dentro da camisa...algo que mais se parecia com um caderno, é que todos enlouquecemos. Eles pareciam estar nos manipulando, mas acredito que alguma coisa deve ter dado errado pra eles também...alguma coisa deve ter fugido ao controle, e eles também parecem ter sido afetados pela loucura. Ou talvez eles tenham sido traídos pelos próprios companheiros dos EUA, e tenham sido descartados...não sei...não sei de nada mais.


     — Faça o relatório, Raito, e me entregue até 48 horas, você consegue? Você precisa descansar e se recuperar primeiro. Não se preocupe, nós seguraremos a imprensa pra não saberem de nada. Vá pra casa descansar.


     — Obrigado, chefe, mas não posso ir agora. Ainda temos que ficar aqui. Precisamos recolher as câmeras instaladas aqui antes que os agentes do FBI as recolham. Precisamos desses vídeos. Se forem úteis, eles deverão servir como prova pra mostrar que os americanos e os ingleses estão manipulando a Interpol.


     — Eles sempre manipularam a Interpol, garoto...isso não é de hoje. - disse Kenji, um dos agentes especiais do serviço secreto japonês que estava ouvindo a conversa - Eu gostaria de ter acesso ao relatório assim que possível. Nosso Imperador está pedindo satisfações sobre o progresso neste caso. Provavelmente ele vai querer falar com você pessoalmente, Raito Yagami, já que você estava liderando as investigações mais de perto.


     — O Imperador japonês Akihito? - exclamou o chefe de polícia.


     — Isso mesmo. Tudo o que Raito acaba de dizer só reforça o que já vínhamos trabalhando. Também possuímos muitas evidências desses fatos. Entrarei em contato com vocês em breve. Tome meu cartão, Raito, ligue se precisar de alguma coisa. Temos que ir agora.


     "Perfeito...tudo está indo conforme o planejado. Não. Está melhor do que eu esperava! Parece que Near não informou ninguém que eu sou o Kira. Estão todos ao meu lado. Fiz bem de não fugir. Parece que há um deus ao meu lado."


 


Notas Finais


Próximo episódio: Operação Abafa.


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